História Chaebol (Imagine Kim Taehyung) - Capítulo 4


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7, SHINee
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Escolar, Hentai, Imagine Kim Taehyung
Visualizações 1.891
Palavras 2.360
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ah meu Namjin, eu só digo uma coisa: amo vocês 😂💗

Capítulo 4 - Tudo que vai volta.


Fanfic / Fanfiction Chaebol (Imagine Kim Taehyung) - Capítulo 4 - Tudo que vai volta.

Depois do que havia acontecido mais cedo, (S/N) pegou suas coisas e rumou para sua casa. Suas lágrimas banhavam seu lindo rosto, fazendo ainda mais sujeira mediante a farinha de trigo que fora jogado nele.

Pensava em várias coisas, até mesmo em alguma vingança, afinal ela não foi criada para idiotas como Kim Taehyung pisar nela como se fosse um simples papel.

Pedalou a todo vapor, até que seus pulmões estourarem, afinal precisava chegar em casa e limpar o uniforme antes que seu pai visse.

Não tardou muito e já estava em frente a sua residência, respirou fundo na esperança de entrar e nem mesmo sua irmã estar lá. Não queria sua caveira sendo feita por uma pirralha com espírito de rico.

Guardou sua bicicleta e logo entrou tirando seus calçados. Adentrou o cômodo sem fazer muito barulho, naquela hora ninguém sabia quem estaria em casa.

Acendeu as luzes e respirou aliviada ao ver que nenhum dos dois estavam ali. Olhou então para sua farda e começou a se bater por ter permitido algo como aquilo acontecer consigo.

Não sabia nem por onde começar, aquilo não sairia tão fácil de sua farda, ainda mais quando ela precisava de uma lavagem especial, no qual só tinha na lavanderia de seu pai.

— Pensa (S/N), pensa… — Tirou o suéter com seu nome, e ficou pensando no que poderia fazer.

Logo sua mente mostrou um dos produtos que seu pai usa no dia a dia para manchas daquele tipo. E como ele havia trago, ainda estava lá no quintal.

Correu avistando o recipiente e seu sorriso tomou conta de seu rosto. Logo ligou a torneira, colocando sabão na pia e o produto de lavagem.

Esperou encher até certo ponto e logo colocou sua farda ali, esperaria meia hora e pronto, sua farda estaria novinha em folha.

Decidiu tomar logo seu banho, assim poderia pensar melhor no que faria com o riquinho. Ela não deixaria barato, não mesmo.

Assim que terminou o banho, vestiu algo confortável, seus pés estavam doloridos devido ao sapato velho, afinal era só o seu pai quem trabalhava.

(S/N) ajudava no que podia, mas seu pai queria que ela e a irmã terminassem os estudos, já que ele não pôde.

Terminou de se vestir e foi olhar sua farda. Ficou feliz com o resultado, pelo menos seu pai não saberia que algo de ruim havia acontecido aquele suéter.

Colocou para secar e esperaria a máquina terminar, para por no guarda roupa.

— Aquele idiota acha mesmo que vou pedir desculpas? Tsc, ele é quem vai vir correndo implorar para que eu pare. Ele vai me pagar caro, ah se vai. — Disse convencida já imaginando mil e uma coisa.

(S/N) era muito vingativa quando queria.

Depois de alguns minutos a máquina parou indicando que o trabalho havia sido feito. Tirou dali e foi guardar em seu quarto.

Logo pôde respirar aliviada novamente, afinal seu pai nem desconfiaria de nada.

Pensou no que faria para a janta e então preparou tudo, logo mais os dois estariam de volta.

O relógio marcava seis e meia da noite, era início da primavera e o clima ficava um pouco frio.

— Filha? — Ouviu a voz de seu pai e logo sorriu terno.

— Aqui pai. — Disse da cozinha terminando de arrumar a mesa.

O jantar estava cheirando. A comida estava boa.

— Pelo visto chegou cedo? — Perguntou guardando seu casaco já desgasto e sentou à mesa pegando os hashis.

— Bom liberaram mais cedo, aquela escola é muito estranha. — Mentiu sentando logo em seguida.

(S/N) não queria preocupar o seu pai, ele já tinha preocupações demais.

— E Lorena, onde está? — Olhou para sua filha mais velha, mas (S/N) não fazia ideia de onde sua meia irmã estava.

— Não sei, eu cheguei e não tinha ninguém em casa. — Deu de ombros e voltou a comer.

Viu o rosto de seu pai mudar, parecia pensar em alguma coisa, não se sabe.

Comeram em silêncio, algo que era incomum no dia a dia da família de (S/N), mas ela logo saberia o que preocupa seu pai.

Terminaram e a garota lavou tudo, não deixando nada, afinal sabia que sua irmã não lavaria aquilo.

— Cheguei. — Pôde-se ouvir Lorena na sala, a mesma parecia feliz.

— Onde esteve?! — O senhor Huang pergunta cruzando os braços, mas tudo que Lorena faz é dar de ombros, ela era impossível.

— Saí mais as meninas, sabe tomar um sorvete. — Sentou no sofá e começou a mexer no celular.

Aquela situação toda era uma merda e Lorena ainda não ajudava.

— Tenho algo a comunicar. — Respirou fundo sentando na sua poltrona de costume.

Era o cantinho do papai.

— Lá vem… — Lorena bocejou largando o celular de lado.

— O que houve, pai? — (S/N) sentou, mas a aflição já a consumia.

— As coisas não andam muito boas à lavanderia, tenho dívidas enormes e depois que sua mãe morreu só me afundei mais. Não tenho como suprir os gastos. — Olhou frustrado para suas duas filhas, e baixou a cabeça pensativo.

— Então o que faremos?! Papai! — (S/N) levantou assustada com a ideia da lavanderia de seu pai ser vendida, afinal ali era o sonho dele e de sua mãe.

— Apareceu um comprador que dará muito mais do que estou pedindo, isso vai fazer com que não morramos de fome! É uma quantia boa, dará até para pagar algumas coisas de sua escola, (S/N). — Senhor Huang levantou sorrindo de canto, ele não queria se desfazer de sua lavanderia, mas era aquilo ou morrer de fome.

— Qual é vocês dois? Papai faz mais do que certo em vender aquela porcaria, aquilo só nos dá prejuízo. — Lorena diz olhando para (S/N), ela sabia que sua irmã amava a lavanderia mais até do que seu pai.

— Sabemos disso, é por isso que venderei ela. Qualquer coisa abriremos outra, mas por agora já tomei uma decisão. — Senhor Huang falava aquilo tudo com o coração partido, mas por agora aquela era a decisão.

— Quem vai comprar? Pelo menos preciso saber a pessoa que cuidará da nossa lavanderia. — (S/N) estava triste, mas ela queria saber, afinal aquilo era algo que sua falecida mãe e seu pai demoraram a conquistar.

— Kim Namjoon, dono de várias empresas, é o Chaebol mais rico de nosso país, e ele pagou caro pela nossa lavanderia. Agora vou dormir, estou muito cansado. — E assim saiu indo para o seu quarto.

Senhor Huang mal sabia o que sua filha faria dali em diante.

Kim Namjoon… — Repetiu esse nome muitas vezes em sua mente.

Correu trancando-se em seu quarto. Pesquisaria este nome, precisava saber tudo sobre quem compraria a lavanderia.

Abriu o computador e logo se encontrava na barra de pesquisa.

E lá encontrou várias fotos, não podia negar o quanto Kim Namjoon era bonito, carismático e rico, muito rico.

O magnata tinha várias propriedades, mansões, e até mesmo uma escola que foi criado apenas para 1% da população da Coréia do Sul.

Arregalou os olhos ao ver que aquela escola, era onde estudava, no qual deu duro para entrar e agora entendia porque era a única “pobre” dali.

— Então quer dizer que o magnata egoísta é quem vai comprar a lavanderia de papai?! Tsc, é por isso que o país está desse jeito, desumano.

Rolou mais algumas noticias, mais e mais fotos, até ver algo que chamou sua atenção. Kim Namjoon tinha três filhos, um legítimo e outros dois de relacionamento fora do casamento.

— Esse pelo visto é um tremendo de um traíra, não me admira ser solteiro. Coitada dessas mulheres que se envolveram com ele. — Mordeu seu chocolate com vontade.

(S/N) mal sabia o que estava para descobrir, aquilo era mais do que ela poderia aguentar.

Ainda na notícia dizia que o magnata Kim Namjoon nunca revelou ou disse quem era seu terceiro filho ou filha, ninguém sabe ainda. Ele parecia ter vergonha do terceiro herdeiro.

“O mesmo possuía uma das fortunas mais invejáveis do mundo, mas era alguém frio e que se não fizessem o que queria, demitia na mesma hora”.

“A High School White era uma proposta divisora de águas, faria com que a parte rica não se misturasse com a parte podre de seu país”.

— Mas que merda de pensamento é esse?! Parte podre de seu país?! Já não gosto desse cara. — Bateu na mesa fazendo um pouco de barulho, mas logo voltou sua atenção para a tela de seu computador.

“Seu filho legítimo Kim Taehyung, é uma aposta alta de Kim Namjoon para seu legado crescer mais e mais. O filho é inteligente e tudo que faz é sucesso, o mesmo é nomeado “o garoto de ouro”. Kim Namjoon realmente tem uma família perfeita”.

Leu o nome Kim Taehyung umas trocentas vezes e demorou a acreditar, não poderia ser o mesmo Kim Taehyung que conhecia, não mesmo. Todavia seria coincidência demais, mas (S/N) no fundo sabia que era mesmo o riquinho que tanto odiava.

“Já seu outro filho Min Yoongi, fruto de um caso, é outro investimento do magnata. Min é bonito, assim como Taehyung, e possui seu próprio museu de artes, tem lojas famosas de roupas e uma empresa de entretenimento. Possui inúmeros prêmios de música, altamente reconhecido mundo a fora”.

— Caralho, essa família não podia ser mais egocêntrica? Agora sei porquê Kim Taehyung é daquele jeito, achando que é superior em tudo. Mas ele vai aprender a ser mais humilde, a se vai.

Continuou vendo fotos, artigos, mas nada que dissesse sobre o terceiro filho. Porquê tanto mistério?

“Park Jimin é certamente um primo muito valioso para Kim Taehyung e Min Yoongi, o mais novo dos dois é modelo, estilista e dono de uma das marcas mais bem sucedidas de todo o planeta, a famosa Gucci, Puma e Prada. Uma máquina de dinheiro”.

— Por isso que o gnomo anda muito bem arrumado… Esses cabeças de ventos ainda vão causar muita confusão, ah se vão.

Fechou o computador com dor de cabeça, aquilo era informação demais para sua cabeça.

Resolveu que amanhã colocaria seus planos em prática, não deixaria barato, mesmo que Kim Taehyung fosse tão rico, ele não poderia tratar os menos favorecidos daquele jeito.

Amanhã seria um longo dia.

(...)

O relógio já marcava o horário exato que os Chaebol Boys apareceriam, hora perfeita para atasanar Kim Taehyung, afinal deixar ele desconcertado na frente de todos, era quase uma ofensa para ele.

Olhou Ruth passar por si e a mesma nem a olhar olhou. (S/N) também fez pouco caso, aquilo não lhe deixava chateada, muito pelo contrário, não era algo importante para si.

— Ah meu Deus, são eles! — Avistou Jeongguk e seus dois amigos gritarem na entrada da porta, logo todas as alunas já estavam lá gritando por ele e pelos outros dois.

(S/N) faltou vomitar com toda aquela cena, afinal ela achava que fazer aquele tipo de coisa só aumentava ainda mais o ego inflado de Kim Taehyung.

Cruzou os braços mirando bem o rosto do seu mau agouro. Taehyung estava com os cabelos um pouco mais claro, de brincos que destacavam mais ainda sua beleza e um casaco de lã pura.

Revirou os olhos quando Jimin piscou e beijou uma menina, provavelmente apenas mais uma de sua lista infinita.

Já Yoongi, este estava imparcial a tudo que acontecia ao seu redor. Só um riquinho que se acha o dono do mundo, pensou (S/N).

— Oppa? — Todos pararam quando aquela palavra fora proferida a Kim Taehyung.

A cara de assustados de todos era impagável, Taehyung parecia não ter se importado, mas todos sabiam muito bem o que viria a seguir.

— Sim, querida. — A pobre garota sentia seu coração quase sair pela boca, afinal Kim Taehyung havia dado fé de si.

— Aceita meus sentimentos? — Estendeu o bolo enfeitado de olhos fechados, Jeongguk não acreditava que o seu oppa aceitaria sentimentos de gentinha.

O salão estava silencioso, era como se uma bomba estivesse pronto para explodir.

Taehyung então pegou o bolo e ficou olhando para ele, seu sorriso era de alguém muito traiçoeiro.

— Desculpa querida, mas eu não me misturo com a classe baixa. — E então jogou o bolo na cara da pobre menina.

Todos estavam incrédulos e alguns até riram da situação, mas (S/N) achou aquilo demais, aquela garota não merecia aquela humilhação.

Então olhou para uma outra menina que estava do seu lado, ela escondia seu bolo, provavelmente pensaria em fazer a mesma coisa que a que levou bolo na cara.

— Me empresta? — Apontou para o bolo e sorriu.

— Ficou louca? Ele vai fazer a mesma coisa com você! — A baixinha olhava assustada, não queria mais ver aquela cena novamente.

— Não se preocupa, não vai, ele é quem vai levar. — Pegou o bolo das mãos do outro e caminhou até ficar de frente a Taehyung.

Este quando a viu fechou logo a cara.

— O que faz aqui, bolsista? Veio me dar presentes? — Olhou para o bolo que estava escondido atrás de (S/N) e sorriu cruzando os braços.

— Fica tranquilo que eu não gastaria meu pobre dinheiro com coisas para alguém como você. Eu faço algo muito melhor com ele. — Enfiou um dedo no peito do maior que encolheu por ter sido forte.

— O que quer aqui então? Veio pedir desculpas? — Olhou para trás e bateu a mão na de Jimin e depois na de Yoongi.

Pobre coitado, mal sabia o que viria a seguir.

— Não, muito pelo contrário, vim te ensinar a ter bons modos, ser alguém mais humilde e de bom coração. Aprender a ser mais homem e não uma criança birrenta que não aceita não como resposta. Agora toma isso sua criança mimada. — Sem dar tempo para Tae desviar tacou o bolo enfeitado na cara do maior.

Esfregou e logo todos registravam aquela cena.

Era algo inimaginável, nunca, na vida, alguém desafiou Kim Taehyung antes, aquilo era algo para se assustar com certeza.

— O que você fez?! Mama mia. — Taemin se abanava quase desmaiando em cima de Bambam.

A bolsista realmente não sabia com quem estava se metendo.

— Assim ele aprende a ser alguém melhor, e era só não ter aceitado o bolo. Agora fazer isso com essa garota, foi demais. Aproveita e come, está uma delícia.

Saiu dali juntamente da menina que estava com o bolo na cara, (S/N) ajudaria a mais nova a se limpar.

Onde já se viu fazer algo assim e sair impune, lógico que (S/N) não deixaria algo como aquilo passar despercebido, não mesmo.

E dali em diante bateria de frente, custe o que custar.


Notas Finais


Ah que medo, juro que escrevo melhor no próximo. E me desculpem pela demora, não é porque eu quero ♡

Espero que tenham gostado, é isso, Kim Taehyung teve o que merecia ou não? 😂😂

Sigam meu perfil @RabadoNam e até mais ♡

Link do grupo no whatsapp: https://chat.whatsapp.com/DZB9a2Nueyh8RVGxa7O1Gh


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...