História Chains - Capítulo 20


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Categorias Justin Bieber
Personagens Personagens Originais
Tags Amor Proibido, Casamento Falso, Drama, Romance
Visualizações 367
Palavras 3.441
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Chains tá acabaaaaaaando 😭 eu to fazendo de tudo p prolongar pq n quero me despedir da minha babyzinha 😭💔
ESSE CAPÍTULO TA UM TIROOOOOOOOOO

Capítulo 20 - Se for preciso que eu a ame, eu vou amar


Fanfic / Fanfiction Chains - Capítulo 20 - Se for preciso que eu a ame, eu vou amar

Bandeiras, cartazes e pessoas animadas andando pelas ruas torcendo para o seu candidato ganhar. Dia de eleição. Eu não sabia dizer ao certo o que esse dia era para mim, só que não faz muita diferença, nunca fez e esse ano não fará, meu voto será guiado por Ross, ele falou que eu deveria votar em Robert Quinn e eu não fui contra já que Robert faz um bom trabalho na cidade.

Só é ruim ter que ficar no mesmo lugar que Justin Bieber e sua noiva, que por acaso é a filha do candidato a qual eu votei. Ver os dois andando de um lado pra o outro não é algo que me deixe confortável, sem contar que nem beber eu posso pra tornar essa situação menos desagradável, o médico fez questão de repetir várias e várias vezes os perigos do álcool na gestação.

Também estava sendo difícil disfarçar para Ross que eu não estava aceitando as taças de espumante que me ofereciam, aleguei estar tomando remédios para cólica, o que é bastante contraditório.

Estava tendo um comitê na casa do prefeito para aguardar o resultado da votação, estava sendo entediante esperar a vitória de Robert que todos sabiam que já estava garantida, as pessoas o adoram.

A ânsia de vômito tomava conta de mim sempre que os garçons passavam servindo petiscos, o cheiro estava me matando, ver Bieber e Alyssa juntos também não estava me fazendo bem, a minha vontade era de colocar tudo pra fora, eu estava me esforçando ao máximo para não sair correndo direto para o primeiro banheiro que eu encontrasse.

— Você já viu o que eles estão servindo aqui? — Molly apareceu em minha frente com vários rolinhos de massa folhada na mão, o cheiro da carne no meio fez a comida que estava em meu estômago vir em minha garganta e voltar.

Fiz uma careta e respirei fundo, tentando controlar a vontade de vomitar. Olhei para o lado e suspirei aliviada ao ver Ross conversar distraidamente com outros empresários.

— Tira esse negócio da minha frente, Molly, pelo amor de Deus — fechei os olhos respirando fundo.

— O que foi? — Pareceu notar que eu não estava muito bem.

— Só estou um pouco enjoada e o cheiro dessa comida estranha está me dando náuseas.

— Mas é um dos seus petiscos preferidos! — Franziu o cenho, confusa.

— Hoje só não é o meu dia, Molly — revirei os olhos.

Justin passou na nossa frente ao lado de Alyssa e eu bufei, me sentindo incomodada com aquilo.

— Huuummm... pelo visto o caso com o Bieber não deu em nada — falou, levantando as sobrancelhas.

— Shiiiiiiiu! Fala baixo, ridícula — revirei os olhos novamente.

Ela riu.

Justin Bieber

Desde o dia em que mandei Paige embora do meu apartamento, não nos falamos mais, ela é orgulhosa e eu sou muito mais. Naquele dia eu não estava o mais paciente e com o orgulho extremamente ferido, ter que assumir meu lugar na empresa do meu pai acabou comigo, eu literalmente cuspi pra cima falando que não iria trabalhar lá jamais, acabei eu mesmo indo pedir um emprego.

Paige ter aparecido no meu apartamento deveria ter me relaxado, não me estressado mais. As vezes ela consegue ser bem insuportável e naquele dia chegou ao seu máximo, procuro alguém que me apoie e não jogue na minha cara que o meu sonho não me levaria a lugar nenhum. Alyssa pode ter todos os defeitos, mas sempre me apoiou em qualquer coisa que eu quisesse fazer, sempre topou fazer qualquer coisa comigo, não sei se é por gostar de mim ou por realmente ser assim.

Esse meu lance com a Paige jamais daria certo, primeiro que ela é casada e eu entrar nessa briga com Ross só traria mais escândalos e acabaria com a parceria entre as empresas Bieber e Crawford. Não vou negar que fico balançado por essa mulher, quando a vejo me sobe um frio na espinha, é algo que eu nunca senti com ninguém antes e isso me assusta, me fazendo querer ficar ainda mais longe. Porém, algo parece me puxar pra ela, não sei se é só atração ou algo a mais, Paige é uma mulher forte em todos os sentidos.

Quando estou com ela o mundo parece não girar, a minha vida parece não existir, dentro daquele apartamento somos só eu e ela, Drew e Skye. É complicado o que temos, se é que temos algo, mas o meu racional me diz pra ficar longe pois ela é um problema, já o meu irracional me lembra dela vinte e quatro horas por dia e me faz querer estar perto dela o tempo todo. Dizem que quando uma pessoa bebe e liga pra outra é porque existe sentimento ali, eu nunca tinha ligado para ninguém enquanto estava bêbado, mas no último final de semana a primeira coisa que eu fiz quando senti o álcool me pegar, foi pegar o celular e ligar pra ela.

Só me lembro disso e de ela me rejeitar, a minha reação foi beber duas garrafas de whisky junto com Charles, nem pra me impedir de ligar pra ela ele serviu, estava mais bêbado que eu porque tinha brigado com Morgan. Enfim, não sei o que há comigo, não sei o que Paige fez, só sei que a minha vontade é de ir até ela agora e perguntar qual foi o feitiço que aqueles olhos cor de oceano fizeram comigo. Falar que estou completamente louco de saudades do seu corpo junto ao meu, saudades das nossas conversas — que por mais que não tenham sido grande coisa, me faziam pensar — dos beijos, do carinho que ela fazia no meu cabelo depois do sexo.

Meu Deus, o que essa mulher fez comigo?

Eu pareço um viadinho virgem, que se apaixonou pela gostosa da escola. E é o que Paige parece, aquelas gostosas líderes de torcida do meu tempo de escola. Exato! Me sinto na minha adolescência, tendo que ficar escondido com a garota mais bonita da minha turma porque ela namorava um cara da faculdade. Me sinto um garoto novamente, o que muda é que a garota ficava no meu pé antes, Paige não, as vezes me parece o contrário. Quando vejo ela com Ross, os dois dando uma de casal perfeito, ela nem olha pra mim, parece que nem pensa em mim como eu penso nela.

Duvido ela pensar em mim como eu penso nela, é nesse momento que eu não acredito que ela disse que estava apaixonada por mim, pessoas apaixonadas querem estar ao lado daquela pessoa, não é mesmo? Ela age de uma forma tão cínica, que nem parece que sente o que ela disse que sentia. Vadia! Ela conseguiu me enganar direitinho.

Quem parece estar apaixonado sou eu, mas que bom que isso não tem a menor possibilidade de acontecer, ela só faz um sexo gostoso.

E só!

— Justin! — A voz de Alyssa me assustou, fazendo com que eu olhasse para onde sua voz estava. — Faz tempo que estou te chamando, você tá bem? — Alisou meu braço.

— Estou ótimo! — Pigarreei, sentindo meu corpo ficar tenso ao ver Ross vindo até nós, acompanhado dela.

— Parabéns aos novos papais — Ross me cumprimentou com um aperto de mão e a Alyssa com um beijo no rosto.

Paige me olhou de forma estranha mas notei Ross apertar sua cintura com mais força, o que fez com que ela abrisse um sorriso meio forçado e cumprimentasse Alyssa com um meio abraço já que Ross segurava sua cintura.

Ver a mão dele ali me incomodou de um jeito que eu não estava entendendo o porquê. Quando foi a minha vez de ela cumprimentar, fez o mesmo que havia feito com Alyssa anteriormente, sentir seu rosto tocar no meu deixou o meu corpo aceso e de alguma forma me lembrou a última vez que transamos. Notei que ela sentiu a mesma coisa, pelas suas bochechas avermelhadas.

Neste exato momento, a minha vontade era de pegá-la e a jogar dentro do primeiro quarto que eu encontrasse, fazer tudo que eu estava com vontade, acredito que esse negócio estranho que estou sentindo é a falta de sexo que estou sem desde que ela se foi.

— Obrigada, não foi esperado, mas estamos muito felizes com a notícia, não é, Justin? — Alyssa comentou, com um sorriso enorme.

— Claro que sim, estou um pouco assustado em ser pai tão novo, mas animado — sorri, tomando um gole do whisky que estava em minha mão.

— E vocês, quando terão um herdeiro? — Olhei de forma estranha para Alyssa, por fazer essa pergunta tão ridícula.

Imaginar Paige tendo um filho com Ross é algo que me incomoda.

Olhei para a loira e esperei sua resposta.

Paige olhava pra Alyssa de uma forma estranha, um pouco assustada eu diria.

— Quem sabe daqui há alguns anos, nós gostamos da vida de casado que levamos, não é, amor? — Sua resposta me fez tomar mais um gole de whisky, e vê-la depositar um selinho na boca dele me deixou tão indignado, que eu poderia quebrar aquele copo de whisky com o aperto que dei no mesmo.

Meu maxilar estava trincado, deixando claro que não fiquei confortável com aquilo.

— Isso mesmo, mas quem sabe não tenhamos um logo, logo? — Ouvi Ross falar de um jeito estranho e quando ele tocou a barriga de Paige só deixou a situação mais estranha, a reação dela nem se fala.

Caralho, que papo mais sinistro mano.

Ela tá gravida?

Paige Crawford

Meu coração estava a mil e eu não sabia o que imaginar naquele momento, será que Ross sabe? Oh meu Deus, ele sabe!

— Com licença, preciso ir ao banheiro — sorri dócil, tentando controlar meu nervosismo.

Dei um selinho rápido em Ross — para manter as “aparências” — e não esperei resposta de ninguém, dei as costas e andei o mais rápido que eu pude em busca de um banheiro, o lance de escadas parecia não ter fim. Entrei na primeira porta que achei, me desesperei logo em seguida por ver que era um quarto, vasculhei todo o quarto em busca de um banheiro e quando achei, mal deu tempo de ir até o vazo sanitário e vomitar tudo que eu tinha comido hoje.

Algumas lágrimas escorreram, eu me sentia tão mal por estar naquela situação, meu coração fica tão apertadinho diante dessas situações. Eu não aguentava mais vomitar, o que tinha virado um habito sempre que eu ficava nervosa ou sentia cheiros diferentes ou conhecidos.

Sentir o perfume doce de Alyssa e o cheiro conhecido de Justin me embrulhou o estômago, pensar que Ross pode saber de algo, não me deu outra alternativa, se eu demorasse mais o vomito sairia na frente de todo mundo.

Vomitar é uma das piores coisas que o ser humano é obrigado a fazer.

Levantei e fui até a pia do banheiro, precisava lavar a boca e retocar a maquiagem. A minha sorte é que eu sempre ando com balas de menta na bolsa, pelo menos o gosto não permaneceria ali.

A porta do banheiro bateu e eu me recompus, colocando os objetos dentro da bolsa e me arrumando para sair dali com urgência, entretanto, quando me virei senti meu coração gelar ao ver Justin ali na minha frente.

— Eu não via a hora de ficar sozinho com você — falou se aproximando, mas eu me afastei.

— O que você tá fazendo aqui? — Falei, rude.

Eu ainda estava bastante magoada por ele ter me expulsado do apartamento naquela noite.

— Vim te ver, aproveitei que Alyssa me deu um descanso e Ross saiu do seu pé — riu e tentou se aproximar de novo, mas coloquei minha mão em seu peito, o impedindo de me tocar, ele franziu o cenho e eu cruzei os braços.

— Então você acha que pode me dispensar e depois sentir vontade de me ver que a gente vai ficar e pronto? — Debochei.

— Para com isso, Paige, eu estou engolindo o meu orgulho e vindo até você, será que dá pra dar um desconto? — Bufou e eu revirei os olhos.

— Tivesse engolido seu orgulho antes e me pedido desculpas, você me tratou feito lixo, seu idiota!

— Ah, então eu quem tenho que te pedir desculpas? — Perguntou, indignado. — Mas foi você quem começou a briga!

— Só porque eu discordei de você a culpa é minha? — Foi a minha vez de questionar, indignada. — Pelo amor de Deus, Justin, vê se cresce.

Tentei sair, mas ele segurou meu braço.

— Não vai embora — umedeceu os lábios, soltando o ar com força — me desculpa, eu não deveria ter falado com você daquele jeito.

Semicerrei os olhos.

— Eu não quero brigar com você, só matar a saudade que eu sinto. — Falou manso.

Sua voz e palavras me fizeram baixar a guarda, aquilo derreteu meu coração.

Ele sentia minha falta também!

— Saudade? — Perguntei, sorrindo.

Justin abriu um sorriso lindo e me abraçou.

O abraço mais gostoso que eu já senti em toda a minha vida.

— Sim — olhou em meus olhos e eu fechei os olhos ao sentir sua mão deslizar pelo meu braço e pousar em minha cintura, apertando ali de leve —, saudade desses seus olhos — tocou meus olhos com a ponta dos dedos da outra mão —, dessa boca — tocou a minha boca —, do seu cheiro — meu corpo arrepiou quando seus lábios tocaram meu pescoço. Droga, ele sabe que o pescoço é o meu ponto fraco. — Eu senti a sua falta, Paige.

Ergueu meu queixo com os dedos e eu o encarei, no fundo dos olhos, eu podia ver um brilho ali, a cor do mel estava mais clara e eu estava tão encantada, ele estava tão lindo. Sua boca se aproximava cada vez mais da minha, eu me sentia traída por mim mesma, eu estava em suas mãos de novo e eu sabia que isso era errado.

Quando seus lábios tocaram os meus, esqueci qualquer sentimento de raiva, ódio e rancor dentro de mim, eu só queria beijá-lo para sempre, o que pode parecer exagero, mas só eu sinto na pele o estrago que esses lábios fazem, no caso, o estrago que Bieber em si faz.

Mal pude perceber quando Justin me pegou no colo e me colocou sobre a bancada da pia, suas mãos apertaram as minhas cochas e eu suspirei, minhas mãos procuraram os botões da camisa e eu a rasguei, sem paciência de abrir botão por botão. Bieber me olhou admirado e eu fiz uma expressão inocente, fazendo com que ele mordesse os lábios e voltasse a me beijar com voracidade.

Justin me pegou no colo novamente e abriu a porta do banheiro, me jogando na cama em seguida. Eu estar de vestido só nos favoreceu, pois com a maior habilidade do mundo Justin o expulsou do meu corpo.

— Qual o seu problema com sutiãs? — Ele perguntou, rindo, ao notar que eu estava sem sutiã igual a todas as vezes que nos encontramos.

— Tá reclamando? — Ergui uma sobrancelha e ele negou, com um sorriso safado que só ele tinha.

Seus lábios dominaram aquela região e eu fechei os olhos, sentindo aquela sensação que parecia estar ainda melhor, meus seios pareciam estar mais sensíveis e aquilo estava me enlouquecendo. Senti sua mão descer até a minha calcinha e eu pude ouvir a sua risada ao sentir a humidade.

— Tão cedo? — Zombou e eu revirei os olhos, empurrando sua cabeça pra baixo.

— Desce!

— Com todo prazer.

Minha calcinha já não fazia mais parte do meu corpo e seus lábios estavam acabando com a minha sanidade, eu estava mais sensível que o normal, tão sensível que o orgasmo chegou tão rápido quanto eu já estava pronta pra gozar de novo. Meu corpo ainda tremia quando Justin me beijou de novo e retirou a própria calça junto com a sua cueca, fazendo meu sorvete preferido pular pra fora, naquele momento a minha boca salivou.

Nos virei na cama, ficando por cima e beijei seus lábios, descendo os beijos pelo seu pescoço, barriga e virilha. Matei a minha sede só de ouvir os gemidos roucos que saíam de sua boca, eu o olhava e me excitava cada vez mais ao ver as suas expressões de prazer. Subi meus lábios até voltar para os seus e o beijei, enquanto sentava no seu colo.

Ambos gememos ao sentir nossos sexos se completarem, olhei em seus olhos e eles estavam escuros quase negros, mordi o lábio ao sentir um tapa forte na minha bunda, mais tarde aquilo ficaria roxo, mas eu não importei. Continuei rebolando em ritmo lento, aquilo estava me matando, mas eu adorava vê-lo ansioso por mais.

Porém, Justin nos virou na cama de novo e eu soltei uma meia risada ao saber que aquilo aconteceria logo, os seus movimentos se tornaram mais rápidos e fortes, o que causou o meu segundo orgasmo junto ao dele. Um selinho foi depositado em meus lábios, logo ele saiu de cima de mim e eu pude respirar com mais facilidade.

Estranhei ao vê-lo levantar da cama, vestir as calças e ir em direção a uma das portas do quarto e voltar com uma camisa social de branca.

— Você rasgou a minha camisa — ele riu, explicando o porquê de ter trocado a camisa, mas isso eu já havia entendido.

Eu não tinha entendido como essa camisa foi parar ali, o que parecia ser um closet.

— E de onde você tirou essa camisa? — Perguntei, me arrependendo ao olhar a porta retrato ao lado da cama, droga!

Levantei da cama, vestindo minhas roupas e xingando Justin de todos os nomes possíveis.

— Por que você não me contou que esse é o quarto dela? — Me exaltei, jogando meu sapato contra ele, que desviou de forma ágil.

Grunhi e senti a raiva me consumir.

— Eu achei que você soubesse — falou e eu revirei os olhos.

— Mentira! Você fez de propósito!

Eu não acredito que transei com ele no quarto de Alyssa.

— É sério! — Tentou se aproximar e eu gritei mandando ele se afastar. — Por que você está assim, porra? — Se estressou.

— Já não basta a gente transar enquanto você está de casamento marcado, temos que transar no quarto dela?

— E daí? É excitante. — Sorriu malicioso e naquele momento me bateu um enjoo tão forte que me fez sentar. — Paige! Você está bem?

Se aproximou, tocando meu rosto e eu o empurrei quando o enjoo passou.

— Você é ridículo! — Revirei os olhos, levantando.

— Se serve de consolo, o quarto não é mais só dela. — Apontou para a camisa que tinha trazido do closet e um baque enorme caiu sobre mim.

— Você se mudou pra cá? — Minha voz saiu fina.

— Sim, até resolvermos as coisas do casamento e a casa ficar pronta. — Respondeu dando de ombros.

Ele não percebeu o quanto as suas palavras me afetaram.

— Casa?

— Sim, Paige, Alyssa e eu precisamos de uma casa só nossa. — Riu fraco. — Vamos parar de falar dela, vem cá.

Tentou se aproximar e eu me afastei de novo, fazendo com que ele franzisse o cenho.

— Você a ama? — Perguntei, olhando nos seus olhos, que pareciam extremamente confusos.

— Que papo é esse?

— Responde! — Continuei o olhando nos olhos.

— Não, mas eu vou ter um filho com ela e se for preciso que eu a ame, eu vou amar! — Respondeu firme.

As lágrimas caíram tão rápido quanto o enjoo, que me fez correr até o banheiro e vomitar novamente.

Eu já me sentia um lixo quando ele segurou meu cabelo e alisou as minhas costas, aquilo só me fez ficar pior e na medida em que o vomito saía as lágrimas também escorriam.

Nós também temos um filho Justin!

A vontade de falar aquelas palavras me consumiam na medida em que a sua voz falando que amaria Alyssa pelo filho que eles teriam, aumentava cada vez mais.

Quando melhorei, levantei e fui até a pia, repetindo o processo de limpar meu rosto e pôr uma bala na boca, com Justin observando tudo de braços cruzados, eu não tinha coragem de olhar pra ele depois dessa cena, mas sua voz me fez travar o corpo inteiro, principalmente pela pergunta que ele fez.

— Você está grávida, Paige?



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