História Chains - Capítulo 10


Escrita por:

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Categorias Justin Bieber, Sara Sampaio
Tags Empresarial
Visualizações 193
Palavras 2.139
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 10 - Commitment


Faye’s POV

Ray havia me dado a brilhante ideia de fazer Bieber pintar os cabelos de azul. Tudo bem que eu queria fazê-lo se arrepender amargamente por ter mentido para mim, mas é óbvio que eu não realmente o “obrigaria” a fazer algo desse tipo. Apesar de não ter a intenção de fazê-lo pintar os cabelos, eu o testei com aquela ideia, e o que mais me surpreendeu foi que ele realmente estava disposto a fazê-lo, por minha causa.

- Não acredito que você realmente achou que eu faria você pintar o cabelo de azul. – falo rindo, enquanto ele dirige. – Você é louco.

Ele para num sinal e me encara sorrindo.

- Sou louco por que eu realmente ia fazer isso por você. Confesso que estou aliviado agora.

Solto uma risada e ele me acompanha.

- Eu acredito. Um CEO de cabelo azul? Ninguém te respeitaria.

Ele balança a cabeça sorrindo e me encara.

- O que eu faço com você, Faye?

- No momento, como estou de bom humor, você pode fazer o que quiser. – sorrio travessa, o lançando um olhar desafiador.

- Isso é muito abrangente. – ele sorri sacana, tocando minha coxa esquerda, enquanto dirige com a outra mão.

- Eu sei. Acho que você merece. Ainda estou te imaginando de cabelo azul. Até que ficaria bonito. – digo em tom divertido.

- Isso é maldade. – ele ri.

Mais um sinal, ele me encara como se visse um ser sobrenatural.

- Você me deixa constrangida.

- Sério?!

- Não, Bieber. – reviro os olhos – Mas por que me olha desse jeito?

- De que jeito?

Bufo e reviro os olhos.

- Como se estivesse querendo me devorar.

- Talvez eu esteja.

O encaro, sem dizer mais nada. Rio fraco e viro o rosto para a janela. A tensão sexual entre nós dois era mais que nítida. Não posso negar, estava um pouco ansiosa. Sentia falta do nosso sexo casual e proibido. O trânsito não parecia colaborar, afinal, passava de uma da tarde. Era horário de almoço, ou seja, o trânsito estava uma loucura.

Em um dos sinais, ele me encara e deposita uma de suas mãos sobre minha coxa, apertando-a com força. Aquilo me faz latejar. Trocamos olhares por alguns segundos e ele sobe rapidamente sua mão da minha coxa para o meu cabelo, e leva apressadamente o meu rosto para si, me beijando violentamente. Sua mão perdida em meus cabelos me faz suspirar por entre seus lábios.

- Droga, quero você nua agora. – ele murmura mordendo meu lábio inferior.

- Por mim o carro está ótimo. – provoco, ousando descer a mão até seu membro.

- Não pra mim. Não nessa ocasião. Vamos precisar de espaço. – ele diz em resposta, ainda puxando levemente meus cabelos.

Buzinas soam atrás de nós e percebo que o sinal já estava aberto e o caminho estava livre. Bieber bufa irritado e arranca dali. Aquele trânsito estava dos infernos.

 

 

Bieber me empurra no enorme sofá do quarto e estimula seu membro enquanto o encaro maliciosa, mordiscando meus lábios.

- De quatro, minha vadia.

Mesmo vendo algo errado naquela frase, aquele não era o momento para falar sobre. Me ponho de quatro e ele imediatamente me penetra com seu membro petrificado, me arrancando um gemido alto e inesperado. Era nossa terceira transa em menos de duas horas. Já tínhamos percorrido todo o quarto do luxuoso motel que Bieber escolheu. Eu não podia negar que tinha sentido falta daquilo.

Bieber dá um tapa forte em minha bunda e agarra minha cintura a apertando com força enquanto me penetra profundamente. Meus gemidos eram constantes e em alguns momentos ele deixava escapar sons impossíveis de interpretar. Era bom saber que eu não era a única gostando daquilo. Bieber cerca minha cintura com seu braço e me puxa para cima, ainda de costas para ele e com seu pau dentro de mim.

Ele agarra meu pescoço, o apertando levemente, enquanto sua outra mão aperta minha cintura com força contra seu corpo. Suas entocadas são cada vez mais rápidas e meus gemidos já eram extremamente altos. Ele diminui o ritmo das entocadas e tira seu membro do meu interior. Me levanto rapidamente antes que mais uma vez ele decida a próxima posição. O empurro com força sobre o sofá e posiciono minhas pernas uma de cada lado do seu corpo. Ele agarra minha cintura, enquanto suga violentamente meus seios e eu me sento lentamente sobre seu pau.

Eu não conseguia me controlar por muito mais tempo, e meu corpo implorava por descanso. Por isso, resolvi não me prolongar mais. Nós dois estávamos extremamente suados, o que dificultava um pouco minha movimentação, já que eu escorregava para o lado com a velocidade das cavalgadas que dava em seu pau.

- Geme meu nome, vadia. – ele diz com a voz entrecortada.

- Ohh, Bi-eber.

Pulo mais forte em seu membro e jogo a cabeça para trás, aproveitando aquela sensação maravilhosa. Bieber agarra meus cabelos e os puxa com força, levando meu rosto para si. Ele chupa deliciosamente meus lábios enquanto ambos soltamos gemidos e suspiros de puro prazer. Finalmente atinjo meu ápice e todo o meu corpo parece enfraquecer, mas continuo pulando em cima dele para terminar de satisfazê-lo.

- Ainda está tomando suas pílulas?

Nas outras vezes, Bieber tinha gozado fora, por impulso.

Assinto e ele agarra minha cintura ainda mais forte e fecha os olhos, deixando escapar pelos lábios sons completamente irreconhecíveis.

- Oh Bieber!

- PORRA! – ele urra de prazer, enquanto atinge seu ápice dentro de mim.

Nossas respirações estão completamente ofegantes.

Me retiro de cima dele e me jogo no grande sofá.

- Caramba. – ele diz ofegante. – Você tem disposição, srta Butler.

- Digo o mesmo, Bieber.

Ele se levanta e dou um tapinha em sua bunda. Ele vira para mim e sorri sacana. Se aproxima e me dá um demorado selinho, sugando meu lábio ao final. Bieber rapidamente me pega nos braços e me põe sobre a cama. Ele vai até o banheiro e passa algum tempo lá.

Suspiro exausta e crio coragem para levantar. Busco por minhas roupas no meio da bagunça em que aquele quarto se encontrava. Bieber volta ao quarto e me observa atentamente. Antes que eu pudesse começar a me vestir, ele segura meu braço.

- Banho? – faz um sinal apontando para o banheiro. – Você está cheirando a sexo. E sexo delicioso, devo dizer.

Rio abertamente o encarando.

Solto minhas roupas no chão e o sigo até o banheiro. A banheira já estava cheia e com direito a espuma e um cheiro delicioso de flores, que devia vir de algum óleo.

Bieber entra na banheira e senta-se na mesma, me convidando com uma das mãos. Prendo meus cabelos num coque desajeitado e entro na mesma, me sentando no lado contrário ao seu. Bieber se aproxima com uma esponja.

- Posso?

Assinto fraco, apesar de achar aquilo tudo íntimo demais. Eu não queria nos negar isso. E além do mais, eu estava cansada. Só queria relaxar o meu corpo ao máximo, antes de voltar para o trabalho ou para casa.

Ele começa a esfregar cada parte do meu corpo com a esponja, me dando uma enorme sensação de relaxamento. Ao passar da minha barriga para minhas coxas, ele larga a esponja e começa a lavar meu corpo com as próprias mãos.

Não demora nada até que uma de suas mãos começa a estimular minha intimidade mais uma vez. Solto um gemido baixo e fecho os olhos, sentindo a excitação voltar outra vez. Em vez de mais um round, que era o que eu esperava, ele me masturbou apenas se utilizando de seus dedos. E devo dizer que ele fez um ótimo trabalho. Em poucos minutos eu atingia mais um orgasmo.

Deito a cabeça na beirada da banheira, respirando ofegante e tentando me acalmar novamente. Tinha sido uma tarde e tanto. Um celular começa a tocar e ele me encara, como se pedisse desculpas pelo inconveniente. Assinto e ele se levanta, enrolando uma toalha em seu tronco e vai em direção ao quarto. Termino rapidamente de me banhar, a água já estava esfriando e eu só queria deitar um pouco antes de voltar.

Depois que me encontro propriamente vestida, olho para fora do quarto e vejo que já anoiteceu. Caramba! Como o tempo passou rápido.

Me deito na cama, sabendo que não precisaria mais voltar para a empresa. Mando uma mensagem pra Hanna, pedindo que ela bata o ponto pra mim. Bieber se deita na cama, perto de mim e me encara enquanto mexo no celular. Suspiro e largo o aparelho, me dando o direito de relaxar um pouco. O encaro de volta e mordo levemente o lábio.

- Bieber... Entendo que nosso relacionamento seja totalmente aberto, e eu nem quero mais que isso. Mas, se julgar que tenho o direito de pedir apenas uma coisa, não mente mais pra mim, ok?

Ele ri fraco e acaricia levemente meu rosto.

- Eu não pretendo. Estou disposto a fazer o que quiser, contanto que possa tê-la comigo.

- Então, acho que estamos nos entendendo. Mas Bieber, as coisas não podem voltar a ser como eram.

- De que forma? – ele se aproxima, ainda apenas de boxer, e senta na cama me encarando.

- Não podemos mais transar na empresa. Você precisa controlar isso. Estávamos dando muita bandeira e, não quero nem pensar no que aconteceria se meu pai soubesse sobre nós.

- Você que manda, meu bem. – ele se inclina em minha direção e beija meus lábios demoradamente. – Acho que vou pedir o serviço de quarto, quer alguma coisa?

- Sim, por favor. Estou morrendo de fome.

- O que você quer?

- Uma salada de frutas. E um cappuccino.

Ele sorri fraco e liga rapidamente para o serviço de quarto. Pede waffles com chocolate e morangos acompanhado de um café expresso para ele, e uma salada de frutas e um cappuccino para mim. Não demora nada até que nossa comida chegue.

Continuamos deitados descansando e conversando bobagens enquanto comíamos.

- Ryan conversou com você sobre as possibilidades para quando terminar o colegial? – ele pergunta, ao saber que eu tinha muito interesse em ir para a faculdade.

- Sim. – reviro os olhos bufando. – É tão estúpido. Ele nem mesmo quer que eu vá para a faculdade de administração, ele simplesmente quer que eu assuma a empresa aos 21 anos sem nenhuma sabedoria sobre o assunto. Ele não está pensando claramente. Eu poderia arruinar todo o trabalho de vocês, de tantos anos!

- E sobre a outra possibilidade?

- Qual?

- Você poderia ir para a faculdade que quisesse, contanto que assumisse um compromisso com um dos CEO’s da corporação.

- Que tipo de compromisso?

- Casamento.

- O que?!

- Ele não contou? – balanço a cabeça negativamente, esperando sua explicação. – Droga.

- Bieber, não me enrola!

- Se você comentar sobre isso com Ryan, ele vai saber que algum dos CEO’s te contou.

- Eu não pretendo comentar, agora me explica isso direito.

- Bom... Há um acordo que estabelece que, na falta de interesse de um herdeiro de assumir a companhia, uma via de não ser obrigado a assumir esse poder é casar-se com um CEO ou algum empresário correspondente e de confiança, que possa assumir o cargo de CEO tomando posse por um contrato estabelecido e dividindo todos os bens de ambas empresas, num único documento. Se alguém quebra o acordo estabelecido, há valores de multas altíssimas a ser pagas pelo responsável.

- Eu não pretendo me casar. Está fora de opção. Espero que meu pai nem pense nessa possibilidade.

- Acho que ele não pensa, afinal, não lhe contou nada.

- Por Deus, Bieber. Como você aguenta esse mundo de negócios? A cada dia que passa, eu olho para tudo isso com mais repulsa.

- Quer dizer... É um mundo de escolhas difíceis, sem dúvida. Mas, eu tenho muito gosto pelas minhas escolhas.

- Eu tenho certeza disso.

O celular dele toca mais uma vez. Ele bufa, mas assim que olha para a tela seu semblante fica sério. Ele me mostra o celular com o nome “Ryan Butler” na tela.

 

Justin’s POV

- Justin Bieber.

- Aqui é Ryan Butler. Como vai, Bieber?

- Butler, faz um bom tempo desde que nos falamos! Estou bem e você?

- Estou bem, Bieber. Estou ligando para marcar uma reunião de urgência sobre a Butler’s Company.

- Algum problema, Ryan? – pergunto preocupado.

Um problema numa empresa da corporação afetaria imediatamente as outras. E a Butler’s Company era a empresa de mais lucro da corporação.

- Por enquanto não, Bieber. Só estou tentando garantir que continue assim.

- Hum, e do que se trata?

- Se trata da futura administração da empresa e das propostas que tenho a fazer aos CEO’s da corporação com relação à minha filha. Minha secretaria te mandará os detalhes. Até amanhã, Bieber.


Notas Finais


Gente, mil perdões pelas demoras gigantes, mas minha vida tá corrida e a tendência é piorar!
Espero que tenham gostado do capítulo, vou tentar não demorar tanto para o próximo!
Comentem, xoxo


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