História Chains (Taehyung e Yoongi Imagine) - Capítulo 28


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 120
Palavras 1.613
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que estejam gostando, fofxs.

Capítulo 28 - Capítulo Vinte e Oito


Fanfic / Fanfiction Chains (Taehyung e Yoongi Imagine) - Capítulo 28 - Capítulo Vinte e Oito

“Vou te esperar no carro”? Era isso que ele tinha para me dizer depois de eu deliberadamente me declarar para ele? Eu disse todas as palavras: eu. te. amo. Mas ele apenas deixou as roupas que tinha separado para Dak-ho na bolsa que eu tinha posto em cima da cama e saiu. Aquilo me atingiu com força no estômago e me fez soltar um soluço mais alto do que eu esperava. Mas eu controlei o choro. Não podia passar toda aquela noite e madrugada chorando. Eu entendia que ele era fechado, tínhamos conversado muito sobre como ele nunca conseguiu se abrir tão rápido e como certas situações o desconcertam e eu até me lembrava de Somin, mais de dois meses antes, me avisando que ele poderia ser frio e distante, mas era só o jeito dele de ser, que ele era muito mais que aquilo. Mas mesmo assim aquilo tinha me magoado muito mais do que eu pensei ser possível. Porém eu não o podia culpar de todo. Eu mesma falei no início que eu não estava esperando resposta.

Mesmo assim eu queria que ele tivesse dito algo, afinal, tudo o que eu lhe contei tinha sido verdade. Eu não menti em nada! Talvez tenha omitido a circunstância em que eu estava quando conheci o pai de Taehyung, pois naquele momento eu achava que estava grávida. Também omiti que naquela quarta-feira Taehyung tinha se declarado para mim. Mas eu deixei claro que tinha terminado tudo com o outro. Eu esperava apenas que ele fosse razoável comigo.

Me forcei a juntar todas as poucas forças que eu tinha e não chorar. Não poderia chegar no hospital com os olhos inchados mesmo depois de saber que estava tudo certo com Somin. Voltei a procurar algumas peças de roupa para minha amiga, tentando me lembrar do alívio que aquela noite deveria representar. Somin estava bem e tinha acabado de dar à luz a uma menininha. Peguei algumas camisolas, não sabia quanto tempo ela ficaria lá, também peguei uma roupa mais arrumadinha para caso ela quisesse. Depois fui ao quarto do bebê, inteiro decorado em tons pasteis, e peguei algumas roupinhas, conjuntinhos, sapatinhos e mantilhas. Achava que tudo seria suficiente e só então saí do apartamento e desci para o carro de Yoongi.

Quando abri a porta do carro um rap rápido e agitado varreu o ar e eu me sentei na poltrona. Yoongi não me olhou, só se certificou de que eu tinha fechado o carro e posto o cinto de segurança e deu a partida. As músicas pouco variaram durante todo o trajeto e a expressão de Yoongi estava tão séria e fria quanto antes. Ele repousou a mão no câmbio e eu repousei a minha sobre a dele. Ele se remexeu desconfortável, mas não retirou a mão, mas também não me dirigiu o olhar, sua postura se endureceu mais e a velocidade do carro aumentou. Em poucos minutos estávamos de volta ao hospital.

Yoongi retirou a mão do cambio em um gesto quase brusco e pegou a bolsa que estava repousada em meu colo e que continha as peças de roupas para Dak-ho e Somin. Ele fechou a porta do carro e não me esperou sair. Continuou andando para a entrada do hospital e quando me ouviu fechar a porta do carro acionou o alarme, entrando de vez pela porta. Eu o segui com passos muito mais lentos. Eu ainda estava desestruturada e magoada. Ele poderia ser menos frio comigo. Poderíamos conversar um pouco sobre o que estava acontecendo, mas eu já estava desistindo de falar com ele. Pelo menos naquele dia.

Passei pela recepção e peguei novamente o crachá de visitas. Yoongi provavelmente já tinha entrado corredor a fora. Eu segui com o mesmo passo ritmado e observei que Dak-ho e Yoongi estavam no fim do corredor, me esperando.

– Obrigada, (S/n). – Dak-ho sorriu para mim e eu retribui reparando que seu rosto estava muito mais aliviado. – Somin acabou de sair da sala de operações e eles estão a preparando para poder leva-la para o quarto. Dentro de poucos minutos nós poderemos entrar, mas venha aqui. Quero que vocês dois vejam. – Os olhos vermelhos dele brilharam e ele começou a andar apressado e eu o segui, logo atrás de Yoongi, que continuava tão desconfortável quanto durante todo caminho até ali. Dak-ho entrou por alguns corredores e depois parou diante de uma grande janela de vidro e apontou para um pequeno pacotinho que se mexia. – Essa é Eunji. – Dak-ho falou em um sussurro tão baixo que parecia que não podíamos falar em um tom mais alto.

Eu me aproximei da janela de vidro e observei a pequena Eunji que se mexia agitada, olhinhos fechados e mãozinhas erguidas. Um sorriso surgiu em meu rosto e eu quis chorar, dessa vez de felicidade por saber que aquele terror de horas atrás tinha se resumido nesse pequeno serzinho tão amado. Yoongi também se aproximou do vidro, puxando Dak-ho consigo e eu não pude deixar de sorrir ainda mais com a cena que nós três protagonizávamos. Os três com sorrisos bobos e completamente voltados para a pequena Eunji. Por um momento me esqueci da confusão com Yoongi e de quão magoada eu estava.

Uma enfermeira chegou logo em seguida e nos tirou do nosso pequeno devaneio, nos informando que Somin já se encontrava instalada no quarto e pronta para nos receber. Nos deu algumas instruções, muito mais para mim e para Yoongi do que para Dak-ho, que ainda vestia as roupas brancas e segurava a bolsa com as roupas que Yoongi lhe entregara. Este último mantinha uma distância considerável nos separando.

Entramos no quarto espaçoso e bem iluminado em que Somin estava repousada em uma cama, com a cabeça repousada em travesseiros. Seu rosto, que estava voltado para o teto, estava apreensivo e se aliviou quando o marido, largando a bolsa em uma poltrona, a envolveu desajeitadamente com os braços, sem a erguer ou a mexer da cama. Dak-ho voltou a chorar e Somin fez um careta que pareceu ser de alívio.

– Você viu ela? Ela não é linda? – Somin falou afobada, buscando olhar o rosto do marido que tentava se controlar. Ouvi Yoongi soltar um sorriso e um suspiro aliviado e eu quis me aproximar, mas sabia que ele se afastaria. Eu estava atrás dele, por isso quando dei alguns passos para perto de Somin, tentando manter uma distância considerável, como tinha sido instruída pela enfermeira, passei por ele, o observando me lançar um olhar e cruzar os braços sobre o peito.

– Ela é linda sim, meu amor. – Dak-ho deu um beijo rápido na testa de Somin.

– Ela é perfeita. – Falei em uma voz baixa e só então Somin pareceu perceber que mais alguém estava no quarto.

– Meu Deus do céu. (S/n)! Yoongi! – Ela falou baixinho. – Me desculpa por preocupar vocês.

– Somin... Estamos felizes só com o fato de você e a pequena Eunji estarem bem e saudáveis. – Yoongi falou, se aproximando de onde eu estava e eu estremeci com sua voz rouca. Ele estava realmente feliz e aliviado. Queria que ele estivesse sendo recíproco também com o amor que eu lhe tinha declarado.

– E agora você tem que se cuidar. – Falei virando a cabeça para o lado e encarando o rosto pálido de minha amiga. Ela provavelmente tinha passado por muitos maus bocados do que todos nós três juntos. – Por Eunji principalmente.

Ela concordou com a cabeça. Dak-ho sentou-se na poltrona ao lado da mulher e eu e Yoongi não tivemos outra opção a não ser sentarmos lado a lado num sofá de dois lugares encostados no canto do quarto. Eu até conseguia entender seu lado, mas ainda assim eu tinha meus desejos e eu definitivamente desejava estar perto dele e sentir seu calor depois de uma noite tão exaustiva. Por este motivo, deixei que ele se sentasse primeiro no sofá, me sentando depois, e muito embora ele tenha ocupado o mínimo de espaço que conseguiu, deixando uma boa parte vaga para que eu me sentasse, eu me sentei colada a ele, tendo toda a lateral do meu corpo encostada na lateral dele. Ele se remexeu desconfortável, mas não se levantou.

Dak-ho informou a Somin, quando ela começou a se agitar, de que Eunji teria que passar algumas horas entubadas, nada que devêssemos nos preocupar, mas como ela tinha nascido antes do tempo aquilo era necessário. Yoongi fez menção de ir embora sobre o pretexto de achar que seria melhor os deixar a sós naquele momento, mas tanto Somin quanto Dak-ho foram veementes em afirmarem que queria nossas companhias se não nos importássemos e então Yoongi se deixou ficar, ainda desconfortável pela nossa proximidade.

Não sei em qual momento da madrugada aquilo aconteceu, mas quando acordei de manhã o braço de Yoongi envolvia meus ombros em um abraço, enquanto minha cabeça estava repousada no ombro dele e sua cabeça repousada sobre a minha. Minhas mãos o envolviam pela cintura e estávamos deliberadamente abraçados. Sua respiração era tranquila e ritmada, me entregando que estava completamente adormecido. Olhei para a cama de Somin sem mexer a cabeça, e observei que ela dormia profundamente, enquanto Dak-ho estava com os braços escorados na cama dela e a cabeça descansando neles.

Mesmo que a situação não tivesse resolvida com Yoongi e que eu desconfiasse que muito provavelmente quando ele acordasse ele voltaria a me ignorar, naquele momento eu estava feliz. Somin e Dak-ho tinham passado por uma experiência extremamente difícil e delicada, mas tudo estava bem agora, e tinham passado com a minha presença e a presença de Yoongi ao lado deles e, embora em vários níveis aquelas últimas horas tenham sido o inferno para mim, Yoongi me envolvia em seus braços.


Notas Finais


Eu juro que volto com as capinhas dos capítulos quando a preguiça passar.
Estão gostando? O que estão achando?


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