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História Champions - Capítulo 33


Escrita por:


Notas do Autor


Bom dia, flores do dia!
Bora maratonar mais um pouquinho de Champions?!
BORA, CARAI! KKKKKKKKK
Espero que curtam esse capítulo!
Nos vemos nas notais finais, ok? Amo vocês!
Boa leitura, babies...
<3333

Capítulo 33 - Do you like her


Fanfic / Fanfiction Champions - Capítulo 33 - Do you like her

- Lisa. Pov. On. –

- Eu sempre soube. Mark, quando me mudei para o colégio do centro, vendia drogas para uns caras de lá. Até mesmo para o John Hayes. Mas, eram coisas leves. – Disse. – Então, ele foi para aquele “emprego super bombástico” em Nova York e largou a gente aqui, feito nada...

Esse idiota não cansa de fazer a mãe sofrer. Como consegue?

- Ele ficou dois anos desaparecido. Não me mandava notícias e roubou a conta que eu havia feito no banco. Com o dinheiro que nós recebíamos do Aspen. Chegou uma notificação de que eu receberia um apoio, por seu avô ter sido um veterano de guerra. – Sadie respondeu, baixo.

- Ele não é...meu avô. – Corrigi, com um nó na garganta. – Me desculpe Sadie, mas era eu quem te mandava aquele dinheiro. – Confessei, vendo seus olhos arregalarem! – Eu só não queria que passasse qualquer necessidade, mesmo te odiando por tudo o que houve comigo. Como eu mesma já te disse, meus sentimentos por você ainda existem. – Disse, baixo.

- Foi muito bondoso da sua parte pensar em mim, apesar de tudo. Agradeço, de coração. Você é uma garota muito boa, Lisa. – Tia Sadie olhou em meus olhos.

- Não por isso. – Completei, com um leve sorriso nos lábios.

- De qualquer maneira, Mark era quem recebia aquele dinheiro, e me passava. Porém, ele sumiu pouco tempo depois de começarmos à recebe-lo. Desde então, eu cuido de Amy e faço alguns trabalhos para nos manter aqui, já que Maxwell trocou a senha da conta e...nos roubou.

- Isso é bem típico daquela ameba aproveitadora, não é? – Revirei os olhos, irritada. – Como ele pôde ser tão ingrato com você, Sadie?! Você é a MÃE dele! Que monstro! – Disparei.

- Eu não sei. Mark tem algo muito ruim dentro dele. Lisa. Eu me neguei a ver isso por muito tempo, essa bobagem de mãe. Ele é...totalmente instável. – Ela suspirou, num tom de frustração enorme.

- Se você tivesse me ouvido mais, não é? – Respirei fundo, estressada. – Porém, não importa. Apenas me conte o que sabe sobre o Caleb e o que ele fez com a minha amiga, ok? – Fui direta.

- Quando vi a prisão dele, na TV, soube na hora que tinha dedo daquele homem nisso. Aquele loiro, o que você namorou quando era mais nova... – Isso me fez rir. – Alguns dos homens de Caleb moram aqui pelo bairro. Ouvi rumores sobre uma vingança que ele estava planejando. Isso já faz alguns dias. – Tia Sadie desviou nossos olhares.

- E o que exatamente você escutou?

- Caleb queria a cabeça de um tal de Drew, eu me lembrei quem ele era. Pesquisei sobre ele depois que você foi embora, Lisa. Era o loiro mesmo. – Sadie dizia. – Caleb, pelo que eu entendi, vai sair da prisão em alguns dias. Ele comprou boa parte da justiça espanhola. Ele é...um homem muito poderoso. E a justiça não se aplica aos ricos, Elizabeth. – Ela suspirou pesado.

- Justin e ele têm muita influência... – Respondi. – Tenho medo de toda essa tensão explodir!

- Eu também. Deus me perdoe, mas eles vão incendiar essa cidade. Seria um caos. – Ela piscou algumas vezes, nervosa. – Mark falou com a mãe de Amy, alguns dias atrás. Pelo que eu entendi, ele pode estar envolvido com aquela porcaria de Caleb! Aquele crápula! – Sadie colocou a cabeça entre as mãos, fechando seus olhos. – Tenho medo de que ele acabe morto, Lisa. Sei que Mark não é boa coisa. Mas, ele ainda é o meu filho...é o meu menino. – Sussurrou.

- Se Mark não sair dessa, é bem provável. – A encarei. – Mas, o seu filho já é a porra de um adulto. Ou ele aprende a se virar, ou o fim dele está mais próximo do que imagina! – Falei.

- Mas...eu sei que não veio aqui para ouvir sobre o Mark, não é? – Ele riu, baixo. – Vou lhe contar o que o seu...o meu pai, me contou. Aspen era um grande confidente de Caleb. Desde que Genovese era só um garoto. A família dele sempre foi influente. Porém, não tanto quanto a família da esposa dele. Luna era cruel, ainda mais cruel que ele, Elizabeth. – Sadie explicou.

- Então, ele era casado com uma outra criminosa? – Indaguei, ela concordou. – Puta merda.

- Seu nome era Luna Ávilla Lansky. Aquela mulher sim era um INFERNO. – Sadie se alterou, me fazendo prender o riso. Nunca a vi soltar um palavrão como esse. – Não me espanta ele ter se apaixonado pela sua mãe tão rápido! E também, ela era um pouco mais simpática... – Ela riu.

 - Continue. – Virei meu chá, ainda mais ansiosa!

- Você já deve saber que Caleb se apaixonou por Chloé. Ela não era uma santa, mas não era tão ruim quanto a Luna. A esposa dele não podia lhe dar herdeiros, então, você deve imaginar o quanto a descoberta do seu nascimento custaria a cabeça do seu pai! – Sadie me encarou.

- Quer dizer que, se essa tal de Luna descobrisse sobre mim, o Caleb morreria?! – Indaguei.

- Exatamente. Caleb tinha medo de apenas uma pessoa nesse mundo. Medelín Lansky. O pai da Luna. Foi ele quem o colocou nesse mundo, o ensinou sobre tudo. Medelín reergueu o nome da família do Caleb. O transformou em alguém de destaque. Ele não poderia falhar com a filha daquele homem. Entende? – Sadie me serviu mais chá. – Acontece que, quando você nasceu, também selou o destino do seu pai, Lisa. Ele agora era um homem morto.

- Eu sou uma bastarda, é isso? – Ela concordou, com certo pesar. – Sadie, isso só piora, porra!

- E eu nem cheguei na pior parte... – A madrinha brincou, sorrindo. – Quando Chloé se negou a te dar para a adoção, o Caleb surtou. Ela não iria ceder, e aliás, estava prestes à contar tudo para a Luna. Como eu disse, sua mãe não é tão inocente e pura assim. Ela queria acabar com o seu pai. Queria se vingar da rejeição dele com você. – Ri, baixo. – E então, Caleb criou um plano.

Fechei meus olhos, sentindo ânsia por toda essa situação horrível. São tantas mentiras. De todos.

- Aspen até morou um tempo na Europa, trabalhando para o Caleb. Mas, quando você nasceu, seu pai veio para Los Angeles, tentando despistar a polícia europeia. Ele estava com dificuldades em comprar alguns deles e a situação estava muito perigosa. Medelín morreu. E tudo ficou com ele e com a Luna. Um império de séculos! – Ela coçou a garganta. – Quando eles vieram pra cá, comecei à trabalhar como sua empregada em tempo integral. E foi quando conheci todos os podres deles...são tantos. Nem sei quais contar primeiro. – Sadie riu, baixo.

- Me conte mais sobre o plano, por favor. – Engoli em seco, sentindo meu coração gelar.

- Caleb queria que Aspen se infiltrasse na vida de Chloé. Fez ele ajudar com toda a gravidez dela. Ele se tornou amigo da sua mãe, antes de você nascer. Porém, nesse meio tempo, Collins se afeiçoou à ela. Chloé tinha algo de bom. Ela não queria que ela morresse. Porém, era o que Caleb queria. Luna descobriu sobre a traição, mas não sobre você. Ela estava caçando sua mãe feito um cachorro faminto, por todos os lugares. Aspen precisava agir, e rápido. – Ela dizia.

- Acho que eu vou vomitar...isso é um terror. Meu Deus. – Disse, tentando focar meu olhar.

- E então, Caleb deu um ultimato nele. Ou ele matava a Chloé, ou morria. Ele sabia que Aspen estava enrolando com aquilo. Aí, numa noite, seu pai mandou Collins para Paris, ele já sabia aonde Chloé estava, porque, como você sabe, ela confiava em Aspen e lhe contou sobre praticamente tudo. Mas, ele não teve coragem de matá-la. – Sadie pegou em minha mão, em cima da mesa. Eu estava gelada com tudo aquilo. – Ele não teve coragem, Lisa...

Me lembro de respirar bem fundo, antes de fazer a próxima pergunta.

- Eu não entendo essa loucura, Sadie! – Segurei choro. – Se o Aspen não fez o que foi mandado, porque Caleb poupou a vida dele?! – Perguntei, tentando me acalmar.

- Simples. Ele não matou Chloé. Mas...mentiu que havia matado você!

Se Justin estivesse aqui, diria o seu clássico “porra do caralho”.

- E então, nós juramos esconder você, pra sempre. Se Caleb descobrisse sobre a mentira, mataria à nós dois. Mas...por dezesseis anos, nós conseguimos. Graças à Deus! – Ela apertou suas mãos, numa espécie de transe ao lembrar de tudo isso. – A questão é que Aspen nunca se perdoou por mentir pra você, por todo esse tempo. Sei que ainda é muito difícil. E não quero que me perdoe se não for o que você quer. Foi errado, mas, não poderíamos deixar você morrer. Caleb deixou seu avô em paz, mas ele quis sair. Aspen estava cansado de tanta sujeira. E então, seu pai começou a brincar de gato e rato com esse Drew e nos esqueceu. Tudo estava em seu devido lugar. Você estava segura. Chloé estava viva. Tudo...conforme queríamos. – Ela mordeu seu lábio inferior, no exato segundo em que vi uma lágrima cair por seu rosto.

- Mas, eu abri a maldita carta antes da hora! – Completei sua frase, com a coragem que me restou. Sadie acenou, sem me encarar de volta. – Me diga, Sadie. Você me contaria sobre tudo isso algum dia?! – Apoiei minha cabeça entre as mãos. – Teria coragem de dizer a verdade?

Se eu não tivesse brava com Justin, jamais teria ido ao jardim, naquela noite. Se eu não tivesse ido ao nosso jardim, jamais teria reparado nos quadros de família e visto aquela porra de quadro torto. E eu não teria tentado arrumá-lo. Então, não descobriria a fundo falso. Não teria a carta. E não a leria, talvez nunca.

A minha história teria sido COMPLETAMENTE diferente, meu Deus!

- Eu não sei, Lisa. Tinha muito medo de perder você...mas, no final das contas, te perdi do mesmo jeito. Não foi? – Seus olhos cruzaram com os meus, ela estava mesmo sendo sincera.

Nenhuma palavra á mais foi dita depois isso. De nenhuma de nós.

Cartas na mesa. Acho que todas.

 

***

- Four Seasons –

Hotel, Los Angeles, In Beverly Hills.

 

- VAI TOMAR NO SEU CU! PARECE QUE EU TÔ NUM FILME COM O AL PACINO, ELIZABETH! QUE PORRA É ESSA?! MEU DEUS DO CÉU! TÔ PASSANDO MAL! – Ela tossia, compulsivamente.

Alexia Jones é a única capaz de traze humor à minha vida nessas horas.

- Eu sei, é de foder a cabeça de qualquer um, porra! – Suspirei, encarando Alexia. – Qual é? Quantas vezes eu vou ter que dizer que GRÁVIDAS NÃO PODEM BEBER?! – Gritei, tomando a cerveja de sua mão e arremessando no lixo. – Você tem demência, garota? – Rosnei, irritada.

- Poxa...era praticamente sem álcool, cara... – Ela reclamou, mal-humorada.

- Colabora, maluca. – Rebati. – E agora, me diz o que eu faço com tudo isso que Sadie contou?!

- Gatona, eu acho que tu devia falar com o fodão do crime. Seu boy gostoso! – Ela piscou, e lá fui eu revirar os olhos de novo. Santo Deus. – Justin é um cara inteligente, Lisa. Ele pode usar alguma dessas coisas contra ele! – Alexia sugeriu. – E outra, essa tal de Luna...aonde ela está?

- No cemitério. – Pisquei. – Eu também tinha pensado em falar com ela e botar a vida desse filho da puta abaixo, mas com ela debaixo da terra é meio difícil... – Ironizei, sorrindo falsa.

- A cada coisa que eu descubro desse seu passado, tenho mais medo, Lisa. – Alexia riu.

- Nem me fale, Alexia. Nem sei se quero descobrir o resto, sinceramente! – Retruquei, me sentando no tapete do seu quarto de Hotel, nem nenhuma expectativa de melhora.

Merda, eu estou um caco, em TODOS os sentidos!

- Mudando de assunto. O que tu vai fazer com a manga estragada da Hailey? Eu já te disse! Se tu quiser, eu como ela no cacete rapidinho... – Ela afirmou, me fazendo rir. – É sério, Elizabeth. E depois eu aproveito pra jogar o cadáver na frente da casa da Hilary e incriminar ela! – Alexia fez careta, rindo.

- Seria uma boa ideia matar essas duas putas aí, eu não nego. – Cuspi as palavras. – Elas só atrapalham a nossa vida, caralho. Parecem até dois carrapatos atrás da gente! – Alex riu mais.

- Correção. Elas estão atrás de VOCÊ, modelo do Instagram... – Alex debochou. – Elas te odeiam, amiga. A Hilary quer acabar com a sua vida desde que você jogou aquele suco de laranja nela! – Rimos alto!

- Devia era ter jogado minha mochila toda na cabeça daquela merda. – Rimos mais ainda!

- Mas, eu bem que adoraria ver ela sumir da minha vida. É uma merda ter que conversar com o puto do Ryan e topar com a hiena na casa dele. Eca! – Alexia reclamou, enojada. – Hilary só me provoca! Só que, se eu bater nela, a bonita ainda vai se pagar de coitada pro burro do Butler...

Ryan é um jumento mesmo. Nunca vi um homem mais otário pra cair na lábia daquela hiena.

- Eu tô devendo uma surra nela desde a noite daquele racha que fomos, se lembra? – Alexia riu horrores, caindo do meu lado, no tapete fofinho. – Quando ela beijou o Justin....meu pai, eu surtei muito! Fiz barraco, e Deus, a vergonha que eu passei... – Revirei os olhos, sorrindo.

- Relaxa...o que dela tá guardado. Vou parir meu filho e dar com ele na cabeça dela. – Minha amiga soltou uma dessa e morremos de rir! – Ah, Lisa...quando é que nossa vida mudou tanto?

- Quando eu joguei o suco de laranja nela. – Sorri. – Se eu não tivesse sido suspensa, nada disso teria acontecido. Sem Justin. Sem carta. Sem meus pais biológicos. Sem caos. – Pisquei.

- Quer saber?! Ainda bem que você jogou!

Alexia e eu fizemos um toquinho bobo de brother. Rimos.

Meu celular começou à tocar sem parar, era Justin Bieber. Na verdade, na tela estava escrito “otário imbecil e retardado”. O que, claro, quer dizer a mesma coisa. Joguei meu celular longe.

- Não vai atender o seu barão da cocaína? – Alexia estranhou, ainda rindo de mim.

- Não quero olhar na cara dele depois de hoje... – Confessei. – Ainda estou muito puta! E juro, se eu vir aquela maldita loira com cara de cachorra perto dele, eu mato os dois! E VOU PRESA!

- Tecnicamente não. Porque bandidos não chamam a polícia. – Alex argumentou. – E, como NAMORADA DELE, não acha que está na hora de demarcar limites? – Ela sorriu. - Justin nunca teve isso, e com certeza com a Hailey, ele ainda podia fazer o que bem quisesse. Prove que com você é diferente, gata. Ensine ele à andar na linha, sacou? – Alexia me balançou, rindo.

- Com Justin? Ah, isso vai dar trabalho...

- Tenta, Elizabeth. Depois você reclama! Justin não é como Tristan, você sabe disso. Drew não é polido, muito menos educado e compreensivo como ele. Você tem que pegar pesado se quiser fazer dar certo. – Sorriu, simples.

- Se eu matar ele, você já sabe que isso deu errado, caralho! – Avisei, vendo Alex rir.

 

***

- Algumas horas depois... –

Los Angeles, In Bel Air.

 

Depois de voltar para a casa de Justin, pensei seriamente se essa história de continuar aqui daria certo. Mal começamos à namorar e já moramos juntos! Eu sei que estou aqui para ficar mais segura, mas...tenho medo de que isso nos faça desgastar algo que mal começou.

Paguei pelo táxi e cumprimentei alguns dos seguranças que estavam na entrada. Segui para a sala e beijei Jaxon e Jazmyn, que haviam acabado de voltar da piscina. Jeremy e Chelsey haviam saído e Pattie estava visitando uma amiga, pelo que a funcionária da cama me contou.

- Aonde está Bay? – Perguntei aos meninos, que agora estavam no sofá.

- Está com o papai e a Chelsey, Lisa, eles foram para o centro. – Jazmyn respondeu, simples.

Subi para o quarto de hóspedes e tomei um bom banho, lavei meus cabelos e me deixei pensar sobre tudo que havia acontecido até agora. É muita informação para tão pouco tempo.

Eu bem sabia que meu passado era sombrio. Mas, isso é mais do que cruel.

Terminei meu banho e segui para o closet, ontem arrumei boa parte dele, por agora. Escolhi um jeans rasgado, que delineava bem as minhas coxas. Coloquei um cropped vermelho, com alças finais e delicado. Para completar, escolhi um dos santos agulha vermelhos. Perfeito. Fui até o espelho e fiz um bom delineador, acompanhado de um batom escuro. Sequei meus cabelos, deixando os cachos continuarem nas pontas. Me observei no espelho.

Merda, eu até que me pareço com aquele desgraçado. O formato da minha boca, a cor da pele, a cor dos meus cabelos. Apenas os olhos são de Ellora e o formato do nariz, é de Chloé.

 Sempre pensei que eu fosse latina, algo assim. Mas, descobri que nasci na França, tendo um pai espanhol, com uma aparência colombiana ou brasileira. Senhor, que bagunça do caralho.

- Porra... – Reparei que os bonitos estavam me espionando atrás da porta. – O Drew tem muita sorte. Eu tô doido pra ter 20 anos, cara. – Jaxon disse, com a boca entreaberta pra mim. Ri alto!

- Seu nojento, meu Deus! Sai daqui! – Jazmyn corrigiu o irmão, irritada. – Você tá linda, Lisa!

- Obrigada, meu amor. Eu estou indo à um lugar, mas garanto que não demoro, tá? – Pisquei.

Terminei meu batom, coloquei algumas coisas na bolsa e respirei fundo, antes de sair pela porta. Os dois adolescentes me seguiram pela casa, curiosos com a situação. Desci as escadas e pedi para um dos homens chamar o David. Preciso que ele me ajude com o meu plano.

Ou melhor, com o plano que a doida da Alexia idealizou pra mim.

- Senhorita Elizabeth? – David encostou a porta, vindo até mim. – Precisa de algo? – Notei seu breve olhar pelo meu corpo, mas ele é respeitoso, então disfarçou bem. – Aonde vai?

- Preciso que me leve até aquele lugar que os garotos se reúnem, David. – Sorri.

- Como é?!

- Aquele lugar lá... – Disse, tentando disfarçar para as crianças. Qual é? Não quero que eles saibam que têm um irmão bandido! Isso estragaria a vida de qualquer ser humano, né gente?!

- Ela quer ir pro casarão, David. Tu é meio lerdo, né? – Jaxon respondeu, rindo.

Meu Deus. Que crianças são essas?

- Ah, eu entendo...porém, não posso levar você, senhorita. Justin me deu ordens para cuidar de você, em casa. E estando segura. – Ele suspirou, já revirei meus olhos. – Me desculpe.

- Tudo bem...eu acho o caminho sozinha. Sem problemas. – Sorri, simples.

- E como a senhora pretende conseguir o endereço, por acaso?

- Vou até a casa da Hailey, atiro na barriga dela e a obrigo à me dar o endereço. – Pisquei.

- Ok. Vamos, senhorita. – Ele arregalou seus olhos, fazendo todos nós rirmos! – Gênio difícil...

- Você não tem ideia, meu amigo. – Fiz um toquinho com ele, andando na frente.

 

***

- Alguns minutos depois. -

 

David estacionou a grande Range Rover preta e fosca logo em frente ao casarão. Pra ser sincera, eu esperava algo BEM diferente disso aqui. Era literalmente uma casa, enorme e completamente afastada da cidade. Havia um mundo de homens ali, todos com aquelas grandes armas, com coletes e caras nada agradáveis. Deu um pouquinho de receio.

- Nós chegamos. – Ele riu, baixo. – A senhorita tem certeza? Não prefere minha companhia?

- Você um fofo, David. Obrigada, mas, eu me viro sozinha. – O agradeci, descendo do carro.

Joguei meus cabelos pra trás e arrumei a bolsa ao meu lado, andando entre a velha estrada e observando o portão preto e alto se abrir pra mim. Puta merda, os caras me encaravam como se eu fosse uma miragem. Não sabia se ria ou chorava! Continuei andando, sem me intimidar.

- Olhe só o que nós temos aqui! – Um loiro, de altura média e sorriso bonito me encarou.

- Cole, essa aí é a protegida do Drew. Nem tenta. – Um outro chegou perto também. Esse era moreno, e mais alto. – É um prazer, me chamo Michael. – Ele sorriu, educado. Retribui. – O que faz por aqui? Aconteceu algo?

- Quero falar com o Justin. – Respondi, séria. – Ele disse que ficaria até tarde aqui, hoje. Né?

- Senhorita, acho que o senhor Bieber não iria gostar de ver você por aqui. – Michael fez uma careta de medo, pelo que pareceu. – Não acha melhor esperar ele chegar em casa e... – O cortei.

- Ou vocês me levam até ele, ou eu mesma descubro aonde aquele projeto de retardado está e coloco esse lugar abaixo. Vocês que sabem! – Cruzei os braços, irritada. – Vamos! Se decidam!

- Já vi porque o Drew pirou fácil em ti.... Vamos logo, gatinha. – O tal Cole sorriu, de lado.

Sorri, vitoriosa. Ambos me levaram pela longa estrada de pedras e depois, abriram as portas principais para mim. E lá vieram outros olhares curiosos. Eu era LITERALMENTE o centro das atenções daqueles caras. Suspirei e subi as escadas, ajudada por Michael. Um cavalheiro.

- Justin provavelmente está na última sala. É o escritório de reuniões. – Cole me explicou.

- Obrigada, garotos. Vocês foram muito gentis. – Pisquei.

Depois dali, segui sozinha pelo corredor, até escutar o barulho de vozes altas, risadas e praticamente uma Rave de três dias acontecendo naquele escritório! São uns velhos de 30 e tantos anos que se comportam feito crianças, puta merda...

Bati na porta umas quatro vezes e ouvi todas as vozes cessarem. Em poucos segundos, ouvi o barulho do trinco das portas e em seguida, vi o Chaz, abrindo um baixo sorriso ao me ver! SAFADO!

- Deus é justo minha gata, mas essa sua roupinha... – Ele mordeu o lábio inferior.

Lá vem. Meu Deus do céu.

- Charles, mas que merda! – Reclamei, rindo. – Cadê o inútil do seu amigo?

- Ô bonitão, a tua Beyoncé tá aqui fora. E tá com cara de quem vai te matar... – Chaz se afastou, abrindo mais a porta.

- Nem fodendo, caralho. – Ouvi a rouquidão sexy e filha da puta se aproximando da porta.

Quando Justin me viu, junto com os outros garotos, rolou uns cinco segundos de silêncio de todos os idiotas babando, NA CARA DURA, por mim. Revirei os olhos, rindo daquilo tudo.

- Puta que pariu, Elizabeth. Que porra é essa?! – Justin me comeu com os olhos, mordendo seu lábio inferior. – O que tu tá fazendo aqui, pivete?! E com essa roupa MINÚSCULA?! – Ele rosnou, se irritando no mesmo segundo.

- Nós precisamos conversar, Bieber. – Rebati.

- CLARO QUE SIM, CARALHO! TU SUMIU! NÃO ATENDE ESSA MERDA DE CELULAR! – Justin gritou, puto da cara comigo. – Onde que tu tava o dia todo, hein?! Tu não voltou pra porra da minha casa desde de manhã! Tá maluca de vez?! – Ele reclamou, me fuzilando com os olhos.

- Desculpa, papai. – Debochei, vendo os garotos morrerem de rir. – Terminou o seu discurso?!

- Papai é só na cama, angel. – Bieber piscou e eu fiquei ROXA de vergonha. Senhor...

Dei um tchauzinho para os garotos lá dentro, que sorriram, pouco antes de Bieber me puxar pelos cotovelos, com toda aquela DELICADEZA natural dele, em direção à um outro cômodo do casarão. Justin então abriu uma porta qualquer e me colocou lá dentro, acendendo a luz.

Era um outro espaço, dessa vez com uma grande cama. Era um quarto bem simples. Todo neutro e com pouquíssimos móveis. Ele deve dormir aqui, quando não volta pra sua casa. Encarei aquilo, confusa.

Justin veio pra cima de mim, me apertando com mais força.

- Credo! Tem como ser mais bruto?! – Resmunguei, o vendo me mostrar o dedo do meio.

- Eu devia era te surrar por me largar no vácuo o dia todo, sua filha da puta. Tá se achando a surtada agora?! TU QUER MORRER?! Sumir por aí?! Tu podia estar é morta numa vala! - E foi longa a lista de possibilidades de mortes pra mim, de acordo com o paranoico do Justin.

- Segura o seu drama. – Rebati, vendo Bieber franzir o cenho. – Tô aqui pra falar sobre a nossa briga de hoje de manhã. Escuta bem, se não for pra entrar de cabeça nessa, vamos terminar!

- Primeiro, foi tu que brigou sozinha. – Ele retrucou, debochado. – Segundo, tu agiu feito uma criança, cacete. Queria o quê?! Flores e violino, cacete? Olha pra mim! Tenho cara disso?!

- EU NÃO SOU ACOSTUMADA À TER UM HOMEM QUE NÃO ME RESPEITA. – Gritei, vendo Bieber, pela primeira vez na vida dele, calar a boca dele. – Eu jamais permitiria que Tristan se intrometesse na minha vida, da maneira que VOCÊ deixa a Hailey se intrometer na sua, Bieber!

- Já falei com ela sobre isso, pivete. Hailey vai maneirar. Satisfeita?! – Ele cruzou os braços.

- ÓBVIO QUE NÃO, JUSTIN! – Ri, alto. - O problema aqui é a dificuldade que você tem em me contar o que eu preciso saber! Por que você faz isso, cara?! Por que tenta me manter longe?

- Não queria aguentar o teu mimimi de adolescente à toa, caralho. Não tem motivo pra tu infernizar a minha vida e nem se estressar por causa da... – O olhei feio. – Da mina. Se fosse pra eu te chifrar, nem aqui eu tava agora. SÓ PRA COMEÇAR, ELIZABETH. – Bieber riu, falso.

- É difícil acreditar nisso quando nem você mesmo acredita, né? – Ri, irônica.

 - Eu acredito nessa porra. Acredito na gente. E tu?! – Bieber me colou na parede do quarto, bruscamente. Segurei o suspiro de susto com seu ato. – Fala aí, pivete. Tu acredita na gente?

Seus olhos cor de mel pareciam estar encarando o fundo da minha alma.

- Não estaria aqui se não acreditasse, né Bieber. – Bufei, o vendo sorrir. – Mas, eu exijo mais consideração! Mais respeito e principalmente, um corte de relações suas com essa vaca aí!

- Dá pra resolver isso, vai? – Ele argumentou, todo sacana.

- Eu fui visitar a Sadie hoje, de novo. – Justin revirou os olhos. – Ela me contou muita coisa importante sobre Caleb e o meu passado, principalmente. E depois, fui ver a Alexia. Só isso.

Ele ia me perguntar mais alguma coisa, mas meu corpo foi mais forte e agarrei Justin, o beijando com rapidez. Merda, eu estou viciada nesse beijo bom dele. Senti sua respiração quente e a pegada forte na minha cintura, me roçando mais na parede. Apertei sua nuca.

Puxei suas correntes de diamantes e colei nossos corpos. Justin apertou minha bunda e me deu impulso para subir em seu colo, nos fazendo cair naquela cama. Mordi meu lábio quando senti suas mãos passeando por todo o meu corpo, como fogo.

- Tu não faz ideia da vontade que eu tô de te foder, Elizabeth. Puta merda. – Bieber suspirou.

- Já transou com a Hailey nessa cama?! – Retruquei, vendo o puto rir. – PODE QUEIMAR ISSO!

Já fui me levantando, mas Bieber me puxou de volta, bruto. Ele me prendeu entre seus braços tatuados e começou à fazer cócegas em mim, cacete! Eu comecei a rir que nem uma retardada! Justin beijava meu pescoço e ria contra a minha pele também. Então, meu corpo foi jogado outra vez na cama, em milésimos de segundos.

- Toda estressadinha...né, pivete? – Ele sussurrou no meu ouvido, voltando à me morder.

Apertei sua cintura com minhas pernas e o puxei pra mais um beijo, e mais outro, e outro. Sentia sua ereção contra o meu jeans e sorri, satisfeita. E lá estava eu, maluca pra transar!

- Eita...tá rolando um pornô bonito aqui, meus manos. QUALIDADE. – Chaz abriu a porta, batendo palmas pra cena que ele pegou, no flagra. – Lisa, tu tá de parabéns! Olha essa chave de coxa!

- SAI DAQUI, SEU ARROMBADO. – Justin gritou, quase botando o lugar abaixo. Chaz riu alto.

- Vim pra avisar que geral vai pra casa do Christian, se reunir com a Caitlin. Vamos comemorar que a piranha tá bem, e lógico, usar o cartão de crédito dela pra comprar cerveja. – Chaz sorriu, toda mal-intencionado. – Vocês vão colar, queridos? – Perguntou, cruzando os braços.

- NÃO, CACETE. – Justin gritou, mais estressado ainda.

- CLARO QUE VAMOS. – Rebati, nervosa. – Eu preciso ver a Cait, Bieber! SEM EGOÍSMO!

- Tu tá me provocando demais, pivete do caralho... – Bieber suspirou, me fazendo rir.

- Vamos, vai? É a Cait! – Sorri, roçando nossos narizes e jogando meu charme. – Vai, Jus!

- Tá, né porra. A gente vai nessa merda, Charles. – Bieber revirou os olhos, puto da cara.

- “Jus”! ESSA DAQUI EU VOU CONTAR PRA GERAL! Tu come na palma da mão dela, cachorrão. EU VIVI PRA VER UMA PORRA DESSAS! – Chaz rebateu, rindo horrores do amigo dele.

- SOME, CHARLES. – Eu e Justin gritamos ao mesmo tempo, o vendo fechar a porta, num salto.

Justin e eu rimos, pouco antes de nos levantarmos da cama bagunçada e nos encararmos. Limpei o canto da boca dele, que estava suja de batom vermelho. Eu não estava diferente.

- Tu que quis ir nessa porra de festinha, então, quando a gente voltar, tu vai me dar a noite inteira, Elizabeth. Só por ter bancado a engraçada, sacou?! – Bieber rosnou, rouco. Sorri.

- Eu até penso no seu caso, Bieber. PENSO. – Pisquei, abrindo a porta logo depois.

 

***

- Justin Bieber. Pov. –

Quando eu estacionei o Trevita na garagem subterrânea do Chris, Elizabeth arrumou seus cabelos castanhos, pelo espelho do passageiro. Ela retocou o batom durante uns cinco anos.

- Quer demorar mais?! – Rosnei, só pra provocar a idiota. A pivete me mostrou a língua.

Saímos do carro e ela entrelaçou nossas mãos, no mesmo minuto. Essa parada me deixa maluco nela. Elizabeth consegue ser toda meiguinha, mas bate de frente comigo como nenhum retardado já fez na vida. Talvez seja essa porra. Ela não tem medo de mim, cacete.

Essa garota é muito corajosa. Essa é a única coisa que o maldito do Karev deu pra ela.

Subimos as escadas de vidro coloridas e chegamos no primeiro andar. Geral reunido na sala, jogando sinuca, enchendo a cara ou cheirando umas carreirinhas, na boa. E porra...tinha cada gostosa, hein? Tive um autocontrole do CARALHO pra me segurar e não tomar um servidão da Elizabeth. Ri, só de pensar numa porra dessas...Justin Bieber ignorando mulher!

Essa pivete fodeu comigo. Fodeu com tudo.

Notei geral olhando pra pivete, impressionados com bonitão aqui trazendo alguma mulher junto nos lugares. Agora oficializou, vamos ser assunto nos próximos dez anos em Angeles.

- AMIGA! ALELUIA QUE CHEGOU! – Lá veio a Alexia berrando e agarrou a pivete, com tudo.

As duas ficaram lá se agarrando e eu vazei pra junto dos caras. Peguei um copo de Vodka e vi Caitlin vindo até mim, sorridente. Certeza que vai me zoar, eu conheço essa desgraçada.

- E não é que eu estava certa?! Você gosta dela, Bieber! Isso é um milagre! – Ela riu, me abraçando. – Eu estou orgulhosa de você, garoto. Estou mesmo, juro. – Cait riu, apertando meus ombros.

Notei alguns belos machucados em seu rosto, por baixo da maquiagem. Passei meu polegar por seu queixo desenhado e ela fez uma leve careta de dor, mas disfarçou, rindo pra mim.

- Quando eu pegar aquele filho da puta, ninguém vai nem reconhecer no caixão. – Prometi.

- Relaxa, bonitão. Temos preocupações maiores, não é? – Caitlin encarou Elizabeth, que estava tentando jogar ping-pong com a Alexia. Ri com aquilo. – Chris me contou tudo...

- Ela tá bem. Elizabeth é forte pra caralho, tu sabe. – Garanti, sorrindo. – Ela não tem muito juízo, mas já passou por muita coisa. Karev não vai mudar essa porra nela. – Dei de ombros.

- Graças à Deus que a Lisa entrou na sua vida! Tá até sendo carinhoso! – Caitlin zombou.

Mostrei meu dedo do meio pra ela, antes de beijar sua testa. Vi Cait ir até Lisa e a pivete abraçar ela por uns mil anos, sussurrando alguma coisa em seu ouvido que a fez sorrir. Elizabeth passou as mãos pelos cabelos de Caitlin, dizendo algo como “sinto muito”.

Sei que ela se culpa por esse arrombado do caralho ser o PAI dela, mas porra, não é justo.

Chaz me chamou e eu e os manos nos sentamos lá fora. Ficamos bebendo, vendo cidade toda de cima e fumando, tranquilos. Até o veadinho do Malik sentou com a gente, só pra relaxar.

- Lisa é muito bonita, Bieber... – Zayn me encarou, rindo. – Bonita demais pra você, eu diria.

- Engraçado que a tua mãe não reclamou ontem à noite quando eu comi ela de jeito, seu puto do caralho. – Sorri, falso. Ele e os caras caíram no riso, feito uns otários.

- Ele gosta dela... – Malik e os manos comentaram ao mesmo tempo, me sacaneando.

Não deu nem tempo de responder, porque quando eu olhei pelos vitrais da casa do Chris, vi a louca da pivete CAINDO NO CACETE com a vadia nova do Butler, aquela Hilary. Juntou geral pra ver a porradaria e eu corri que nem um desgraçado pra chegar lá e tentar separar!

Ryan juntou de um lado e eu do outro, mas as duas TINHAM UMA RAIVA DESGRAÇADA que não deixava a gente separar. Elizabeth recuou no exato momento em que Hilary acertou um soco forte no queixo dela, fazendo sua cabeça girar. Puta que me pariu. Nem fodendo...

- TÁ AQUI O SEU TROCO PELO MEU NARIZ, SUA PUTA! – Hilary gritou, convencida.

Puxei a pivete pra mim, vendo o sangue escorrer pelo corte em seu queixo.

Elizabeth virou para Hilary, estilo aquela mina do exorcista, e riu, debochada pra caralho.

- Você bate que nem uma menininha de merda...

A pivete mordeu seu lábio inferior, pouco antes de VOAR de novo em cima daquela mina aguada, enchendo ela de tapa, murro, tudo que ela conseguia. Eu comecei a rir igual um idiota, adorando aquilo! Butler revirou os olhos pra mim e arrancou a Elizabeth de cima da Hilary, fazendo um esforço surreal pra isso. Essa garota é dura na queda, porra.

- PARA COM ESSA PORRA AQUI, AS DUAS, CARALHO! SÃO CRIANÇAS?! – Ryan berrou, puto.

- E da próxima vez que você chatear a minha amiga, eu termino o serviço. – A pivete riu.

Dito isso, Elizabeth saiu de lá, largando Hilary no chão e com Alexia a tiracolo. Revirei meus olhos, indo atrás das duas. Quando eu cheguei nos jardins do Christian, vi as duas retardadas na escadaria. A pivete estava sentada num dos degraus, chorando copiosamente.

- O que foi aquilo, hein Elizabeth?! – Rosnei, puto da cara. – Que merda acontece contigo?!

- Vou deixar vocês dois sozinhos... – Alexia suspirou, baixo. – E mais uma vez, muito obrigada, amiga. Eu te amo. Você sabe! - Ela completou, beijando a testa da pivete, antes de sair de lá.

Quando sua amiga já estava longe o suficiente, ergui o rosto de Elizabeth, vendo as lágrimas descendo por todo o seu rosto. E claro, aquele corte feito em seu queixo estava pior ainda.

- O que foi que aconteceu, angel? Fala pra mim, anda. – Respirei fundo, tentando ser mais paciente com ela.

Alguma parada bem séria aconteceu entre essas duas naquela sala.

 

 


Notas Finais


Amados e amadas! KKKKKKKKKKK
SÓ TRETA ATRÁS DE TRETA! Elizabeth caiu na porrada...gente! Chocada!
Qual foi o motivo disso tudo, hein?!
Será que essa relação explosiva entre Hilary e Elizabeth vai estremecer a relação de Justin e Ryan?
E Sadie? Devemos acreditar em toda a história contada por ela?
Aonde está o Mark?
E o louco do Caleb? O que fará quando sair da prisão?

Aaaah, só no próximo capítulo pra saber (tô boa no marketing, hein? KKKKKKK)
Obrigada pelos comentários e favoritos, meus amores!
Estamos cada vez MAIORESSSS!

Beijinhos, lindezas.
<3


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