História Chance ao Amor - Capítulo 46


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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Bia, Boris, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Letícia, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Violette
Tags Amor, Amor Doce, Armin, Castiel, Kentin, Literatura Feminina, Lysandre, Namoro, Nathaniel
Visualizações 74
Palavras 1.080
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Dei uma concertada no que fiz. Aproveitem a leitura.
Muito obrigada pelos comentários e favoritos, isso me anima muito!!!
Muito obrigada por estarem lendo e pelas Listas de Leitura.
Muito obrigada por gostarem da historia.

Capítulo 46 - Culpa


Fanfic / Fanfiction Chance ao Amor - Capítulo 46 - Culpa

Por Castiel 

 Me levantei depois de permanecer sentado nas escadas durante algumas horas... o Dragon me olhava sério, acho que sabia o que se passava comigo durante cada vez que tentei me distrair com algo diferente daquela garota insuportável e que... me deixou como um babaca por ela...

 Eu não pensei que isso fosse me deixar tão atônito como está me deixando. Quando isso aconteceu com a Debrah, foi por minha decisão e mesmo assim eu fiquei mal, porém agora meio que nenhum de nós decidiu algo, mas não era nada que determinasse que estava tudo bem entre nós. Isso me deixou angustiado, eu fui um idiota muito grande dessa vez, muito otário. Eu devia ter sido racional quando vi aquilo, devia ter falado com ela e devia... ter confiado nela, e principalmente, não devia ter me contaminado com a Debrah... isso só ajudou e atrapalhou. Atrapalhou porquê agora a Marjorie está... sei lá como descrever seu estado, e ajudou porque a Debrah vai se gabar por um bom tempo pelo fraco que eu tenho por ela... 

 Se bem que eu só fiz no momento da raiva, quem eu quero mesmo... não merece esse tipo de coisa. 

 Me sentei de novo, dessa vez no sofá. Eu não tinha nada para fazer. Corri as mãos por meu rosto e as deixei atrás da cabeça. Ouvi a campainha tocando.

- O que é dessa vez...

 Relutante resolvi fazer um gesto educado pelo menos uma vez no dia. Ao abrir... o pessoal do time de basquete. Inclusive o Lysandre, o que era bem estranho e difícil de acontecer, ainda mais depois dele começar aquele espetáculo de frescura com a Violette. 

- Falaí cara.

 O Dajan estava com um sorriso bem desconfiável.

- O que vocês querem aqui?

- Castiel, tente ser um pouco menos você. 

 O Lysandre estava me censurando. 

- Calma... vou logo ao ponto.

- Ótimo.

- Bom, você se lembra de que o time marcou de sair hoje, não?

- Não. 

 Normalmente eu não me dava ao trabalho de sequer me ligar nesses papos.

- Cara! Marcamos de dar um passei com as líderes de torcida. 

 O Lysandre pareceu desconfortável ao ouvir aquilo, se bem que eu não estava muito animado para isso.

- Oh sim... vamos para o shopping? 

 O Dajan franziu a testa. 

- Claro que não. Vamos fazer uma boa companhia para elas e quem sabe... depois...

- Tô fora.

 Eu não queria saber daquilo por enquanto. Não agora.

- Você o quê? 

- Você... está com alguma enfermidade? Não parecia ter isso hoje.

 Lysandre sempre ajudando. 

- Caras, eu tô legal. Só não quero esse tipo de program para hoje. 

 Eu estava me sentindo mal por aquilo, pela Marjorie...

 Eles se entreolharam e olharam para os outros atrás de si. 

- Você não está nada bem.

 Do Lysandre eu recebi um olhar de censura e de que como soubesse o que estava acontecendo.

 - Rapazes,  eu preciso de uma palavra com o Castiel.

 Eles assentiram e o Lysandre entrou. 

- Diz aí.

 Ele cruzou os braços. 

(Gente, eu reparei que o Castiel e o Lysandre são mesmo lindos demais... )

- O que está havendo com você? Eu sei que está namorando e que esse tipo de  programa que vocês têm como fim de  seria bem errado e...

- Eu não sei se estou com ela.

- Como assim?

 Contei tudo para ele.

- Você... a Debrah... você...?

- É.

- Você teve coragem de dizer tudo aquilo para ela? Você é um...

- Eu sei muito bem o que eu sou, não me lembre disso.

- Castiel...

 Já estava farto.

- Quer saber? Vamos logo com isso. 

 Peguei minha jaqueta.

- Como assim?

- Vamos logo nessa porra que vocês inventaram. 

- Mas...

- Vamos nessa.

 Saí e esperei que ele me acompanhasse. Ao passar por mim, recebi um olhar estranho e "nada vitoriano".

 Fomos no carro  de um deles, não me interessei em saber a quem pertencia. 

 Logo eles cederam espaço para as líderes. Umas meninas que viviam insistindo em provar desse deus grego aqui. Não sei exatamente o nome delas, mais o que mais importava é que nenhuma delas era a Debrah. 

 Resolvi não me importar com elas. No momento... não era que eu estivesse obcecado por ela... ou talvez... não, mas eu estava com um enorme peso de culpa. Por minha culpa eu a perdi, logo ao descobrir que a amo...

 Aqui se faz, aqui se paga.

 Quer saber? Não vou ficar aqui nessa idiotice. Quando me preparei  sair dali... meio que já estava sendo prensado por uma das garotas. 

- O que você quer?

 Ela tinha cabelos negros e grandes olhos verdes acompanhados de lábios  finos.

- Alguns minutinhos com você.

 Ergui uma sobrancelha...

- Olha, eu não estou afim disso, não hoje.

- Nossa... pelo visto o que dizem sobre você não é tão verdade.

 Eu sabia exatamente o que diziam sobre mim.

- Pode ser... mas eu tenho revisado meus conceitos do que desejo... e me refinei mais.

 Me afastei dela, mas ela me segurou pelo braço. 

- Não vai não.

- Bom... meus pais não mandam em mim, quem dirá você. 

 Me soltei de suas mãos e me sentei em um lugar sozinho...

 O Lysandre se sentou e tomou algo.

- Servido?

- Não. 

 Ele abaixou ou olhos e sorriu. 

- Isso mecheu muito com você, não?

- Até que sim...

- Mas isso só aconteceu porque você...

- Não me lembre disso. Na hora me pareceu uma boa isso, mas agora... 

- Castiel... como isso pode ter sido uma coisa boa? 

 Olhei profundamente e ele entendeu minha mesmagem.

- Você sabe muito bem como pode.

- Só você mesmo. 

- Sim. 

- Eu poderia te dizer para procurar por ela tentar reparar parte da situação, mas isso seria egoísmo da minha parte.

- E por que? 

- Bom, eu estaria pensando apenas no seu lado moral e emocional, apesar de você não demonstrar ter nenhum dos dois.

- Isso não me abala. Mas continue seu raciocínio. 

- Como eu dizia... estaria apenas de seu lado, me esquecendo completamente do lado da Marjorie, o lado que foi atingido brutalmente de todas as formas possíveis nesse seu maldito surto.

- Eu já estou muito mal para você continuar me jogando a verdade tingida de vermelho e vibrando em chamas em minha cara. 

 Estranho. 

- Uma bela analogia para você. 

- Chaga disso cara. Você está me incentivando a fazer uma besteira que não quero. 

- Ai Castiel...

- Eu vou nessa.

- Você está mesmo mudado. 

- Correção: eu estou cansado.

 Me levantei e fui para a saída. Esse meu estado tinha apenas uma palavra para definir. 

 CULPA. 



 



Notas Finais


Me desculpem pelo curto e estúpido capítulo.
( claro que essa análise e minha...)


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