História Chance ao Amor - Capítulo 46


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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Bia, Boris, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Letícia, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Violette
Tags Amor, Amor Doce, Armin, Castiel, Kentin, Literatura Feminina, Lysandre, Namoro, Nathaniel, Professor Zaidi, Romance, Ryan, University Life
Visualizações 87
Palavras 3.220
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sim.
Lá vamos nós com mais conflitos sentimentais. Espero que estejam gostando dos capítulos.
E me desculpem pelo último que postei, demorei pois estou muito ocupada. Mas com os recentes acontecimentos do país... eu consegui folgar um pouco.
Acho que quem acompanhou com cuidado desde o início notou que não tenho mais descrito as vestes dos personagens com tantos detalhes como antes, mas eu resolvi colocar links quando for o caso de algum evento especial, como o de hoje.

Capítulo 46 - Vamos Com Calma


Fanfic / Fanfiction Chance ao Amor - Capítulo 46 - Vamos Com Calma

 Ela me olhou criticamente. Seu olhar não era dos mais comuns, se bem que nada que fosse Rosalya era comum, mas dessa vez a situação era diferente, até eu senti o impacto disso. Não esperava ficar tão ansiosa por aquilo, ainda mais depois da conversa com o Castiel. Mas estou, e o mais surpreendente é que estou contente por estar passando por isso, um grande fluxo de ansiedade e alegria flui por minhas veias e... acho que não estou pensando coisa com coisa. Melhor parar e focar nos olhos dourados críticos.

- Você vai terminar isso ou não?

Disse impaciente.

- Calma! Não pensei que fosse tão complicado pensar em alguma coisa que combine com o Armin.

- Você está brincando não está?

Ela ergueu a sobrancelha.

- Por que?

- Você está esse tempo todo bolando roupa que combine com o Armin?

- Qual é? É melhor prevenir do que remediar.

- Prevenir o quê?

- Ai... é melhor que cause uma boa impressão nele.

Estremeci.

- Saiba que vamos sair apenas como amigos, e não é preciso de todo esse cuidado.

Ela pôs uma mão no rosto como zombaria.

- Marjorie, não que vá ir tão direto com ele, mas... é melhor dar uma adiantada.

- E?

- O Armin gosta de você. Todos nós sabemos e ele nunca fez muita questão em esconder isso.

De novo?

- Isso não é problema meu. Eu não quero mais isso.

Ela tocou meus ombros.

- Veremos o quanto você não quer.

- Rosa, acha mesmo que estou em condições de iniciar um caminho para isso de novo? Tão cedo e... Não faz nem duas semanas que eu e o... você sabe. Não tenho estruturas mentais para isso.

Cruzando os braços ela se sentou na cama.

- Você guarda muita mágoa em seu coração. Pelo que me disse, a Kim te induziu a tentar negociar uma amizade com o Castiel, e isso já os deixa livres de quaisquer ligamentos com o outro, além do mais... ele já está seguindo em frente.

- Valeu!

- E o Armin... pode ser um bem.

- Um bem que não precisa ser mais que amigo.

Ela sacudiu a cabeça negativamente.

- Vamos logo com isso. Só vai me causar dor de cabeça tentar discutir isso com você. Pode pegar isso e substituir por aquilo.

Rosalya era mesmo inacreditável, conseguia mudar de assunto no exato segundo que o iniciava. Ao final de toda aquela tortura humanitária, eu estava bem... peculiar...

Ainda me senti tentada a comparar essa situação com uma anterior, uma bem estressante para mim. Mas que insistia em contrariar minha vontade e em ser ainda a causadora de um frio de ansiedade. Mas dessa vez era com outra pessoa, não teria de me preocupar em não me sentir envergonhada por brincadeiras subjugantes. Mas ainda era o Armin, e tudo bem que nossa maior aproximação só veio acontecer depois de tudo aquilo a algumas noites, mas sabia que ele podia ser bem mais leve e com maior tendência a fazer certos tipos de brincadeiras que o Castiel. E essas mesmas poderiam me deixar constrangida. Acho que isso é o mesmo que o suposto “sexto sentido feminino”. Espero estar completamente errada.

- Está bom?

Seu rosto estava iluminado pelo seu brilho de razão. Ela só perguntou mesmo porque esperava uma confirmação minha, ela sabia que tudo que fazia era bem sucedido, porém... comigo o negócio é mais embaixo.

(Tá, eu sei que soou estranho para a Marjorie, mas foi para dar uma leveza no assunto. Onde moro é bem comum usar... se bem que eu não uso... só escuto os outros a falar. Mas vamos seguir com a história)

- Bom... eu preferiria...

- Está quase na hora dele te buscar.

- Eu devia ter chamado o Alexy, e não você.

- Como se ele pudesse fazer um trabalho melhor do que o meu.

- No quesito paranoia ele é bem igualável.

- Mas ele é homem, e eu sou Rosalya. E você só confia em mim. Pronto.

- Você já pensou em ser mais humilde?

- Humildade não é meu forte.

Estava pronta para dar uma resposta para ela, mas a campainha tocou, a deixando animada e me deixando com o estômago em água com gelo. Foi mais intenso do que antes... era praticamente a segunda vez que aquilo acontecia em minha vida toda, e da primeira era uma situação diferente.

A Rosa tocou minhas mãos.

- Estão geladas. Tem certeza de que ele é visto como amigo apenas?

Havia uma maldade maliciosa em seu tom e em seus olhos de ouro derretido.

- Valeu pelo apoio moral.

- Eu só quero quebrar um pouco desse seu orgulho.

Cerrei os olhos e deixei os braços caírem pesadamente.

- Agora, vá abrir a porta.

Eu fui, antes ela marcou um sorriso com os dedos em meus lábios.

Quando abri o Armin estava encostado em um dos corrimãos prateados. Seus olhos ganharam um brilho prateado ao finalmente me ver, acho que demorei mesmo. Ele estava bem. Usando uma calça jeans azul, com leves insinuações de rasgos, uma camiseta cinza e um casaco de cor clara.

- Oi.

Disse.

Ele se afastou de onde estava e antes de responder me deu uma boa vistoriada com os olhos.

- Oi. Você está incrível.

Palavras diretas e intensas.

- Obrigada...

Ele deu de ombros sorrindo.

- Acho que posso te levar agora.

- Prefiro que possa me acompanhar.

- Você é mesmo uma graça.

Sua ironia me fez rir.

- Tudo bem. Pode me levar.

Ele sorriu e pôs um braço sobre meus ombros e me guiou ao descer as escadas.

Pude escutar a Rosalya fechar a porta e rir.

Por Rosalya.

Finalmente eles se foram. Fechei a porta e ri, acho que ela escutou.

A situação me lembrava muito a que aconteceu a alguns dias atrás... mas acho que agora ela estava mais confiante. E eu menos preocupada com a pessoa. Digamos que a empatia nunca esteve em uma tentativa de socialização entre o Castiel e eu, mas com o Armin... sempre fomos amigos. E acho que ele pode ser sim uma boa para alguém com a personalidade da Marjorie.

Mas ainda senti meus radares indicando que ela precisava acertar tudo definitivamente com o Castiel.

A Agatha desceu e sorriu.

- Eles já se foram?

- Sim.

Ela se sentou no sofá e indicou para que me sentasse também, e assim o fiz.

- Sabe Rosa, por mais que eu esteja feliz por ela. Que ela esteja seguindo em frente com outra pessoa... eu sei que ela não está fazendo isso com liberdade.

- Como se fosse uma obrigação?

Isso! Essas eram as palavras que faltavam em minhas conclusões. Ela estava se forçando a fazer isso, para quem sabe esquecer de vez o Castiel. Mas não estou certa disso. Ela é mais inteligente do que isso.

- Exatamente. Ela nunca se abriu com ninguém sobre os sentimentos, mas estava muito claro que aqueles dois eram...

- O complemento do outro?

Ela assentiu.

- Pode ser, mas a Marjorie é mais inteligente e estourada que isso. Posso conhecê-la a pouco tempo, mas ela e minha melhor amiga, já notei seu comportamento. E sei que se esse fosse o objetivo dela, já estaria bem claro.

Ela refletiu.

- Tem razão. As vezes me esqueço do seu caráter.

- Mas concordo que ela e o Castiel pareciam ter sim uma forte ligação. Mas não podemos julgar, quase nunca os vi juntos e não sei opinar sobre isso. Mas o que ele fez com ela talvez tenha sido uma porta para ajudá-la a abrir os olhos.

- Tem razão. Estamos opinando sobre um dos mistérios da natureza. Marjorie e Castiel: como vivem, o que são e o que fazem.

Ri com as mãos nos lábios.

- Faltou... como se entendem.

- Isso.

Rimos e conversamos sobre algumas coisas até meu celular tocar e tirar um momento para atendê-lo.

“- Alô?

A voz do outro lado me deixou pálida.

- Rosalya?

- Castiel? O que...

- Não vamos enrolar. Tenho algo para te falar, não seria uma boa opção, mas o Lysandre também não. Então vai você mesma.

- Oh! O que a grande supremacia do universo quer comigo?

- Não pretendo falar por telefone. É muito importante mesmo.

Para ele querer falar comigo, o assunto só podia ser um código de destruição mundial.

- Certo! Tenho tempo para quinze minutos. Nos vemos no shopping.

- Eu não vou lá.

Ele me ordenou um endereço de uma loja de músicas, do tipo que acontecem os ENCONTRÕES que ele e o Lysandre, até o Lysandre, frequentavam. Não tive tempo para discordar. Ele desligou. Sinceramente não sei como alguém pode resistir a tanta delicadeza no Castiel”.

Voltei para a sala.

- Bom... eu tenho que encontrar um amigo.

- Oh sim.

- Eu vou indo. Até mais.

- Não quer ficar mais um pouco?

- Obrigada, mas não. Tenho mesmo que ir.

- Se é assim...

Me despedi dela e fui para minha missão complicada. Seria algo bem difícil para ambos os lados.

Por Marjorie.

Ele sorriu novamente e me induziu a fazer o mesmo.

- Você fica mesmo encantadora quando está nervosa.

Dizendo isso ele tocou meu nariz.

- Eu sou mesmo um alvo fácil para brincadeiras. Não deveriam tirar tanto proveito de minha bondade.

- Que você é um alvo fácil eu concordo. Mas que é boa... a história é outra.

Lhe lancei um olhar desafiador.

- Você é mesmo complexo.

- Com os anos você se torna muito experiente nisso.

- Ah sim... quanto tempo de sua vida passou vidrado em um de seus joguinhos?

Ele franziu a sobrancelhas.

- Eu nem sei. Acho que fui gerado perante um e...

- Chega Armin. Essa conversa está tomando um rumo estranho.

Estava muito desconfortável nossa conversa, acho que pela situação.

- Está incomodada? Eu sinto o mesmo.

Ele me pegou desprevenida.

- Não tem como não me sentir assim.

- Talvez seja por nossa falta de proximidade, mas podemos aproveitar para nos conhecer melhor.

Não pude deixar de conter o riso.

(Eu faço isso... sempre que algum menino tenta alguma coisa comigo eu dou muita risada. Rio mesmo! Eles odeiam, mas eu sou assim, não pedi para ninguém se apaixonar por mim. Até me nomearam como Coração de Pedra... ou Gelo... não me lembro. Mas enfim, ser cínica não é o melhor caminho para despachar alguém sentimentalmente falando, mas se você prefere ser menos dura... aposte na risada, sempre funciona)

- Sim. Pode ser um início de uma boa e mais íntima amizade.

Sua expressão era amarga.

- Hum... eu não te chamei para sair e ficarmos com assuntos chatos. Vou te levar à um bom lugar.

Duvidei que aquele lugar pudesse ser algo que eu gostasse. Os gostos do Armin eram muito diferentes dos meus.

- Vem cá, Armin. Esse lugar tende a me agradar?

- Com certeza. Eu gosto e você vai amar.

- É algo ligado ao seu estranho ardor por jogos?

Ele deu de ombros.

- É mesmo complicado te fazer surpresas.

- Ou talvez você seja previsível.

Sorri e tomei um de seus braços.

- Posso te chamar de fantasma?

- Hã?

- É que você é muito branca.

- Devo estar assombrosa agora.

- Até que não. Gosto disso, e você o tem como acréscimo ao seu charme.

Pigarrei.

- Vamos?

Ele riu.

- Vamos.

Ele não disse nada. Seguimos em silêncio até uma Game Store. Sorri incrédula.

- Gostou?

- Armin!

- Sabia.

Ele segurou minha mão e me levou para dentro. Havia muitas pessoas lá, todas pareciam bem a vontade, mas nenhum deles se comparavam ao estado de excitação do Armin. Seus olhos brilhavam como um céu estrelado em uma floresta.

- Vem comigo.

Ele não esperou minha resposta e se sentou na primeira zona, me colocando de seu lado. Fiquei ereta.

- O que...

- O que acha de um desafio?

- Eu não sei jogar isso.

Ele piscou.

- Ué! Eu te ensino.

Uma onda de empolgação me invadiu.

- Mesmo?

- Claro.

Ele começou com passos simples, até agora estava tudo muito fácil, mas logo vieram as complicações. Ele deu muita risada de mim, mas eu consegui levar na graça.

Foi um momento leve, de descontração que jamais tive em minha vida, de pureza. Não comparáveis aos com o Castiel, mas a nossa relação não era a mesma. Com o Armin estava sendo amizade, uma boa descontração em minha vida. No desenrolar de tudo, eu aprendi sim tudo que ele me ensinou, porém, perdi inúmeras vezes.

- Você está me dando uma surra. Isso não é nada cavalheiresco.

- Agora a senhorita está apelando. Não é tão difícil, você pode conseguir... um dia.

- Como?

Exaltei.

- Sim, porque eu sou um mestre nisso tudo.

Agora ele brincou com meu ego. Resolvi me dedicar muito ao desafio imposto por ele e...

- VENCI!!!! EU TE VENCI!!!

As palavras saíram muito altas. Mas meu entusiasmo era muito maior que meu senso de regras, por agora.

- Que droga!

- Não fica assim SuperGamer, eu só estou tendo um momento único.

Ele ergueu uma sobrancelha e tocou meus cabelos. Seu olhar era terno e me deixou confusa.

- Gostei! Para te ver assim, radiante, eu te deixo ganhar mais vezes.

Aproveitei a deixa.

- Você está insinuando que...

- Eu deixei você ganhar.

- De forma alguma! Eu fiz por merecer.

Ele tocou meu rosto.

- Como quiser garota. Mas... vamos tomar alguma coisa, estou exausto do trabalho que você me deu.

Sua ironia me fez dar um leve puxão em sua touca.

- Ei!

Fui na frente e ele ficou me observando.

- Um belo andar.

- Vá se ferrar.

Claro que tudo aquilo se passou em tom de brincadeira. Eu estava me divertindo muito. Nos sentamos em algumas banquetas em frente ao balcão de atendimento.

- Foi muito legal.

Disse sorrindo e tocando suas mãos.

- E eu nunca prestei pouca atenção em algum jogo como fiz hoje.

- Armin...

Ele tocou meu rosto.

- Você é incrível.

Abaixei os olhos.

- Armin...

- Tudo bem, nós vamos com calma.

Preciso falar sobre isso.

- Não é que não esteja receosa sobre você, mas... eu acabei de sair de uma relação complicada e...

- Como eu disse, vou ser paciente. Tudo ao seu tempo.

Não resisti e lhe abracei. Ele pareceu surpreso, mas logo seus braços envolveram minha cintura.

- Você é mágico.

Rimos da qualidade que lhe apliquei.

- Com licença.

Era o atendente. Ele e o Armin pareciam se conhecer.

- Armin. Finalmente reapareceu.

- Eu tenho estado ocupado com a escola. Sempre tem algo que atrapalha o bom da vida.

Os dois riram, pelo visto eu era a única que não pensava assim.

- E essa é sua namorada?

Com certeza eu devo ter procurado um buraco para me esconder. O Armin riu e o outro também.

- Eu não sou namorada dele. Somos amigos.

- Me desculpe, eu vi vocês tão íntimos e...

- Ela não é ainda. Eu estou indo nível a nível para finalmente vencer e ter minha recompensa.

Sacudi a cabeça.

- Você é inacreditável.

- Vocês formam um casal interessante.

- Viu? Mais um motivo para pensar melhor.

Apoiei o rosto em uma das mãos.

- Vamos logo com isso.

Fizemos nossos pedidos e conversamos um pouco.

- Por que decidiu sair comigo?

Vou dizer a verdade.

- Pode parecer que fiz isso na intenção de algum modo criar ou acabar com a situação do Castiel, mas... eu fiz essa escolha por mim mesma. E por você também.

- Fico extremamente feliz. Mas... como vocês estão?

Me movi desconfortável em meu lugar.

- Bom... eu acho que posso dizer que estamos de forma pacífica. Mas quando o assunto é Castiel é melhor ficar esperto.

Com um dos dedos e colocou espuma de milk-shake em meu nariz.

- Por que fez isso?

- Eu não te trouxe para ficar triste. Resolvi te dar uma animada.

- Isso vai ter troco.

NUNCA o vi tão sorridente. Foi uma noite agradável. Depois de tudo, fomos embora daquele lugar. Ao sair notamos que havia neblinado um pouco.

- Me surpreendi pelo resultado de seu lugar. Não imaginava que pudesse ser tão divertido.

- Eu ou o ambiente?

- Ambos.

- Wow! Acho que meu irmão pôs ideias bem distintas de mim em sua cabeça.

- Mais ou menos. Mas você me pegou de surpresa, pensei que passaria a noite sem entender nada e me sentir deslocada. Mas você foi super legal.

- É bom ouvir isso de você. E eu pensei seriamente em seu estouro temperamental. Mas você foi até boazinha.

- Obrigada pelo elogio?

- Por nada.

Estava na hora do troco. Havia um arvoredo bem próximo dali, me aproximei e ele me seguiu sem perguntar o que estava fazendo.

- O que você vai...

Simplesmente esperei que ele se aproximasse o suficiente para estar sob as folhas e sacudi as mesmas, fazendo que água ou melhor, gotas de água o molhasse. Não esperei para observar sua reação, arrisquei uma corrida enquanto ria muito.

- Você é terrível.

- Eu apenas me vinguei.

Gritei.

Notei que ele me acompanhava. Logo ele me alcançou, me agarrou pela cintura e me puxou para si. Nossos rostos ficaram bem próximos, minhas mãos pousaram em seus ombros em busca de equilíbrio. Seus olhos realmente eram incríveis, tão azuis e... se eu não mudasse aquela situação, poderia terminar em algo bem... indesejável no momento.

- Caramba! Como seus olhos são bonitos.

Isso foi a minha saída estratégica que iria me livrar de um beijo?

- Como você é bonita! E seus olhos também. E muito obrigado.

Dei um sorriso abafado e um tapa leve em seu ombro.

- E melhor agente ir.

- Estava tão bom...

- Não vamos apressar as coisas.

- Oh meu Deus!!!!

Puxei sua mão e fomos embora. Claro que houve muitas brincadeiras indiscretas, mas eu soube muito bem como contornar. Foi bom.

Por Rosalya.

- COMO É QUE É?

Bati com as mãos na mesa erguendo o corpo.

- Eu não acredito que você fez isso.

Ele parecia calmo. Mas o que esperar de alguém como o Castiel?

- Pode acreditar. Nem eu acredito tanto que fiz isso.

- Você... você faz isso e ainda me diz com a maior calma do mundo? Como...?

- Não me culpe. Eu fiz de cabeça quente.

- E quando é que você não está de cabeça quente?

Ele me lançou um olhar calmo.

- Como é que você faz um negócio desses, criatura? Eu vou... ter que contar para ela.

Ele se ergueu.

- De jeito nenhum.

Eu não estava entendo o objetivo dele.

- Por que?

- Eu não vou enfrentar ela de novo. Eu a fiz mal, não posso atrapalhar a vida dela.

Ele me comoveu com a sinceridade.

- Pelo menos isso você reconhece.

Ele não me deu resposta.

- Mas se você tomou uma atitude assim... meio que perde...

- Eu só contei isso pra você porque é próxima dela. E você é a pessoa que eu menos quero enchendo os pacovás.

Ele não muda mesmo.

- Certo. E o que vai fazer agora?

- Deixar seguir.


Notas Finais


Aqui está a roupa da querida:
http://pinterest.com/pin/708683691339179443/?source_app=android
Gente, eu não sei se vocês estão conseguindo ver...


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