História Change. - Capítulo 6


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Categorias Teen Wolf
Personagens Derek Hale, Liam Dunbar, Lydia Martin, Malia Tate, Mason Hewitt, Scott McCall, Stiles Stilinski, Theo Raeken
Tags Amizade, Aventura, Continuação, Lemon, Liam, Luta, Romance, Serie, Teenwolf, Theo, Thiam, Yaoi
Visualizações 328
Palavras 1.894
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OINNN!

mais mais mais Thiam pra vocês <3

Capítulo 6 - Frustration


Fanfic / Fanfiction Change. - Capítulo 6 - Frustration

 

- acho que agora posso me preocupar. – Theo diz quando desligo o telefone, ele está sentado na cama de frente pra mim. – Liam Dunbar perdendo a esperança de um mundo melhor?

Balanço a cabeça para ele me recusando a responder e vou tomar banho.

Demorei o quanto consegui, quando sai Theo estava se exercitando no chão do quarto. O suor escorria por suas costas nuas enquanto ele se flexionava com um só braço de apoio.

Exibido. – pensei contendo o revirar de olhos.

Me vendo ele parou e se levantou pegando uma toalha que estava na cama.

- achei que tinha dormido no banho. – reclama e o ignoro novamente enquanto me visto.

Daniel realmente conseguiu recuperar nossos pertences, e eu não sabia se queria saber como.

- está me ignorando agora? – Theo pergunta levemente frustrado. Ele é bom em disfarçar, mas sou melhor em decifra-lo. Como não respondo ele continua, sua presenta atrás de mim. – ok, desculpe. – pede o que me faz travar e depois olha-lo surpreso. – eu não devia ter zombado da sua descrença.

- e nem ficar ouvindo minha conversa. – acrescento.

Ele aperta o lábio.

- nem isso. – concorda.

O encaro intrigado.

- porque está se desculpando?

- não quer que eu me desculpe?

- você nunca se desculpa.

Theo suspira pesadamente.

- só achei que precisava. – hesita. – porque é com você.

Isso foi estranho. – franzo o cenho desconfiado.

- porque sou eu?          

Ele se atrapalha um pouco ao tentar explicar.

- porque estamos em um país estrangeiro, e só temos um ao outro, e... – Theo para de falar conforme vê minha cara, então respira fundo. – apenas aceite.

- hum... ok. – respondo me virando novamente de costas para ele, fingindo arrumar minha mochila.

- então é isso? Estamos bem? – pergunta receoso e controlo a vontade de encara-lo com descrença de novo.

Dou nos ombros.

- sim, estamos bem. Se é que um dia estivemos bem. – respondo mais em um pensamento alto.

O ouço sorrir.

- fazemos uma boa equipe Liam. Scott não teria nos mandado pra uma missão assim se não fosse verdade.

Desta vez me viro novamente pra ele que joga a toalha branca no ombro.

- Scott e Stiles são uma boa equipe. Malia e Lydia são uma boa equipe. Manson e eu somos uma boa equipe. Isso aqui? – aponto para nós dois. – é no máximo aceitável.

Theo não se abala, até parece divertido. Ele sorri para mim como se dissesse que eu não o engano.

- não nos matamos ainda. – ele considera.

- por pouco. – destaco.

- somos bons lutando juntos.

- isso quando não estamos lutando um com o outro.

Theo respira fundo e cruza os braços.

- admita Liam. Somos uma boa equipe.

O encaro firmemente, mas ele não cede.

- aceitável. – destaco.

Theo ri e da nos ombros.

- você sabe que somos. – diz tranquilo e se aproxima para falar algo, mas para ao ver minha reação. Meu coração acelera, fico nervoso. Isso faz Theo sorrir. – minha proximidade te deixa nervoso? Essa é nova.

Fecho ainda mais a cara para ele, não ouso desviar meu olhar do seu.

- você está fedendo. – digo por fim.

Ele não parece se convencer, mas da um sorriso fraco e sem graça enquanto se afasta e vai para o banheiro.

Me lembro de respirar apenas quando ouço o barulho do chuveiro.

 

 Depois do almoço Yara me chama para treinar com ela. Faço meu melhor, mas ela é muito boa. Enquanto apanho na maioria das vezes, Yara me dá incentivos para controlar minha raiva, para não me transformar, apenas usar isso como auxilio.

Na varanda Maria e Theo conversam enquanto nos observam. Tento não me importar com o fato de ser observado ainda mais do que de costume.

Yara ataca, eu desvio, avanço, ela desvia. Seguimos uma sequência de golpes assim enquanto minha mente se distrai com a voz dele ao longe.

- Não podemos ficar muito tempo. Agradecemos sua hospitalidade, mas se não for conosco, temos que ir atrás de outros bandos. – Theo diz a Maria.

- Devo avisar que não há muitos restantes.

- você não vê? Estamos sendo extintos.

- porque você se importa? – Maria pergunta seria.

- o que quer dizer?

- sei da sua história Theo. O garoto que matou a própria irmã para se tornar uma quimera e servir de experimento. O mesmo garoto que quis tanto poder que matou seu alfa achando que podia roubar o poder dele. Você os enganou, manipulou como peças de xadrez. Então porque se importa com o que nos acontece?

Yara me acerta na barriga e eu caio, me xingando por desviar a atenção.

- Não me importo. – Theo responde o que me faz ficar no chão mais um pouco. – quero dizer, cometi erros e calculei mal as coisas. Mas não me importo com todos, e sim com alguns, e comigo. Se os seres sobrenaturais forem exterminados, será mais fácil me acharem. Se não houver mais lobisomens, como terei o poder de um bando?

Sua resposta me faz bufar e levantar em um salto. Yara se prepara, ciente do perigo, ciente de que estou transtornado.

- Liam... – ela me adverte, mas eu avanço.

Ataco e ela defende. Defendo quando ela ataca.

Há algo de libertador nisso, em liberar a raiva. Yara sorri como uma louca e acho que faço o mesmo. A adrenalina subindo cada vez mais. Até que de alguma forma nos embolamos um no outro e caímos no chão rindo. Mal percebo como estamos perto até que ela para e me encara de perto.

Yara está praticamente em cima de mim, o rosto corado e os olhos grandes avermelhados. Minha respiração sai pesada demais. Não posso negar como ela é bonita, mas algo dentro de mim se agita em negação a garota.

- até que você é bom. – ela comenta constrangida ao se levantar e eu sorrio.

- eu tento. – digo sentando.

- porque eu não acredito em você? – Maria diz quase sarcástica a Theo o que me faz olha-los.

Ela observa ele enquanto ele nos observa, os olhos claros vidrados em mim.

- não preciso que acredite em mim Maria. Preciso que acredite neles. – responde desviando os olhos de mim para a alfa que o estuda. – Eles são a esperança, não eu. – dito isso Theo se levanta e entra na casa.

Fico um momento sentado olhando para Maria que retribui meu olhar com um aceno leve.

 

Entro no quarto para tomar banho e vejo Theo arrumando sua mochila.

- o que você está fazendo? – pergunto.

- não podemos ficar aqui Liam. Vamos embora amanhã. – diz convicto, mas sem me olhar.

- o que? Porque? – faço uma careta confusa, mas Theo me ignora o que me faz segurar sua mão a caminho de guardar uma camisa. – Ei, pare. Fale comigo.

Ele me olha mortalmente.

- isso é perda de tempo.

- Theo...

- não Liam, é sério! – ele solta sua mão da minha e me fita nervoso. – essas pessoas? Não vão nos ajudar, não vão arriscar suas vidas tranquilas nas montanhas para ir a frente de uma guerra.

- você não sabe disso.

- claro que sei. É o que eu faço lembra? É quem eu sou? Um manipulador egoísta que sabe em quem investir.

Solto o ar que nem me lembrava de segurar.

- está chateado. – observo e ele bufa jogando a camisa na cama.

- não, estou frustrado. – diz sentando na beira da cama passando as mãos pelos cabelos.

- porque? É o que você fez, não? – ele me da um olhar irritado. – é o que já passou também. Você literalmente matou o Scott e ele te aceitou no bando. Se ele deixou para la, você também pode.

Theo faz uma careta.

- isso era para ajudar!? – indigna.

Bufo me sentando ao lado dele.

- se serve de consolo, eu praticamente o deixei morto para você.

Ele balança a cabeça fitando as mãos.

- não serve Liam. – fecha os olhos por um momento. – você me perguntou se eu me arrependo, agora você sabe a resposta.

Tento não sorrir e aperto o ombro dele chegando pouco mais perto para falar:

- eu sempre soube a resposta.

Vejo seus pelos se arrepiarem, mas ignoro a sensação de ima e me afasto arrumando minhas coisas também.

Ele fica quieto, me observando por um tempo.

- o que foi? – pergunto por fim.

Theo sorri de canto.

- a garota gosta de você.

Reviro os olhos.

- não fale como se tivesse 11 anos.

Ele levanta as mãos em rendição.

- só para ter certeza de que você sabe e não está apenas se fazendo de bobo.

- não estou me fazendo de bobo. Ela é bonita, mas não vai acontecer.

- porque não?

Dou um riso seco.

- você quer o que? Estimativa de vida dos lobisomens pros próximos cinco anos?

Ele pondera com a cabeça.

- isso é valido. – concorda. – mas, não significa que você não possa se divertir um pouco.

- eu não quero me divertir Theo. Quero terminar o que viemos fazer e voltar para casa, para meus amigos.

Theo fica quieto por um momento, me observando arrumar a mochila como se pensasse se deve ou não dizer algo.

- você acha que temos chance? De realmente recrutar alguém? – pergunto por fim.

- honestamente? Sim, eu acho. Mas não vai ser tão fácil como pensamos.

Suspiro.

- se eu morasse em um lugar desses, se tivesse um pouco de paz, também não iria querer ir. – confesso.

- talvez você quisesse se a Yara fosse. – provoca me fazendo lhe jogar um olhar entediado.

- cresça Raeken. – jogo a toalha nele que pega sorrindo.  – Falando nisso, nunca te vi com ninguém. Você já teve interesse em alguém afinal?

- hum... – finge pensar. – não, na verdade não. – diz casual.

- provavelmente porque você é um sociopata. – considero.

Ele da nos ombros.

- provavelmente.

- serio? Isso não te intriga?

- porque intrigaria?

- sei la. Você é assexuado? Não sente nada por ninguém?

Theo ri divertido.

- Não que eu tivesse muito tempo para namoros quando estava sendo experimento dos doutores do medo. E não que eu me importe também.

- espera ai, então você... nunca...?

Ele para de dobrar uma camisa e me fita fixamente.

- eu não sou assexuado e nem virgem Liam. Está feliz agora?

Suas palavras fazem meu rosto esquentar.

- O.k. – solto me voltando para minha pequena mala.

- tudo bem você ter perguntado. – diz ele me fazendo o olhar confuso. – quero dizer, pelo menos você teve a decência de perguntar. – o vejo fitar o nada a frente, pensativo. – sei que há muitos julgamentos sobre mim, honestamente não ligo, mas se incomodar você, então pode perguntar.

- eu não quis...

- eu sei. – seus olhos azuis voltam para mim junto com seu sorriso presunçoso. – eu não roubaria a Yara de você se é o que está temendo.

Corro os olhos.

- não estou temendo nada. Não seja idiota. Além disso, acho que o Daniel está nessa fila há muito mais tempo.

Theo sorri maldoso.

- cruel. – comenta divertido.

- você é mesmo.

Ele ri.

- não tente colocar a culpa em mim Liam. Karma é uma coisa que não falha.

- é por isso que não gosto de ficar perto de você. Seu karma deve ser do tamanho de um caminhão.

- um tanque de guerra, talvez. – pondera ele me fazendo rir balançando a cabeça.

 


Notas Finais


"Porque é com você" AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH <3
QUEM CONCORDA QUE ELES SÃO UMA BOA EQUIPE LEVANTA A MÃO õ/

Theo assexuado? shauuhasuhsa acho que não :P

o que acharam!? Espero que tenham gostado*-*


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