História Change me. - Capítulo 11


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Categorias Arrow
Personagens Amanda Waller, Donna Smoak, Felicity Smoak, Helena Bertinelli, John Diggle, Oliver Queen (Arqueiro Verde), Personagens Originais, Roy Harper (Arsenal), Thea Queen
Tags Olicity, Reino, Universo Alternativo
Visualizações 127
Palavras 886
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Fluffy, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Pessoal, sei que havia dito para vcs nas respostas que atualizaria a fic logo, mas tive tema de casa pra fazer, saí domingo e a net tá uma porcaria, foi mau.Tá, também teve aquela falta de criatividade e preguicinha mínima, hehehe!
E outra, eu sei que esse cap nn ficou lá essas coisas, desculpem.
Mas mesmo assim, coloquem Lana Del Rey LOVE para tocar e tenham uma boa leitura!

Capítulo 11 - Brincando com fogo.


(POV Felicity.)

Gostaria muito de dizer que os dias têm se passado de maneira calma no palácio, porém calma é o que minha vida não é.

O reino está, vamos dizer mais movimentado que o normal por conta de meu casamento com o príncipe, cujo os preparativos estão a todo vapor.

Por mais que não deixe transparecer, os olhares de certa forma irritadiços, e até mesmo de comentários maudosos por parte de alguns membros da realeza, tais atitudes deixam-me ainda um tanto incomodada.

   Outra coisa que pude notar, no período relativamente curto que se passou desde minha chegada foi que, para minha surpresa Oliver Queen não tem quase nenhuma autoridade sobre os assuntos do reino. Apesar de seu pai inteirá-lo de tais questões, não o deixa participar de reuniões importantes, e por muitas vezes me parece que rei Robert quer manter certa distância do filho.

E admito, passei a pensar seriamente se será um bom plano tentar convencê-lo a tirar minha mãe da vida que leva.

Quer dizer, Oliver já demonstrou ser algo bem diferente do que eu pensava, e creio que se eu soubesse utilizarme das palavras certas eu conseguiria realizar meu objetivo. O problema, é o pai dele. Rei Robert simplesmente ignora que eu existo, e quando tem de estar comigo trata de ficar o mais longe possível.

   --Calma, eles irão se acostumar com você. – Fala Oliver, após voltarmos de um paseio pela cidade e eu ser alvo de comentários e olhares de certo modo maudosos por parte de damas e cavalheiros da nobreza.

--Não ligo se irão ou não acostumar-se comigo, será um trabalho a mais para eles. – Debocho e meu quase marido sorri.

--Foi isso que me encantou em você. Seu jeito corajoso... Rebelde de ser. – Fala e sorrio ao imaginar que meu “jeito rebelde” não surtiu o efeito esperado, visto que estou agora como noiva do príncipe.

--Estão sumindo. – Oliver se pronuncia e eu o olho confusa.

--De que está falando? – Indago.

--De suas marcas. Tem certeza de que não quer me contar o que aconteceu? – Pergunta. Um suspiro sai de meus lábios.

--Vejo que vai ficar insistindo. Tudo bem, eu estava pensando em te contar. – Falo e me sento.

--Seu pai, ele sabe dessas marcas? – Fala e engulo em seco.

--Nunca mais repita isso. – Profiro séria. - --O que, ele não é seu pai? – Oliver indaga um tanto surpreso.

--Claro que não. É apenas um cara bêbado e canalha. – Cuspo as palavras e meu noivo coloca a mão em meu ombro.

--Isso... – Diz apontando para uma marca quase apagada. - --Foi ele quem fez? – Pergunta.

--Essa e muitas outras. – Respondo, e meus pensamentos se voltam para minha mãe. Como será que ela está? Quer dizer, quase toda semana recebo cartas suas, dizendo que com ela está tudo bem. Porém sinto que ela me esconde qualquer coisa, que me deixa inquieta.

--Se não quiser falar, não precisa. – Fala ele.

--Não. A verdade, é que desde que meu verdadeiro pai morreu, minha vida não foi mais a mesma. Aliás, digamos que eu não vivia, eu sobrevivia. – Falo. - --E tudo por causa dele, tudo por causa de Damien Dark. – Profiro, enquanto sinto a raiva tomar conta de mim.

--E foi ele quem fez isso? – Pergunta Oliver e eu assinto.

--Er... Sem querer ser indiscreto, mas e sua mãe... Por que ela não... – O interrompo, já presumindo o que irá dizer.

--Dark desde sempre foi obsecado por ela. Ele iria até o fim do mundo atrás dela se ela se separasse. - --Oliver, tudo o que eu queria era que ela pudesse sair do lado dele, e que ficasse em segurança. – Falo sentindo um nó na garganta. Minha voz fica por um tempo embargada, porém logo me controlo.

--Eu... Sinto muito. - Diz ele, me abraçando em seguida.

*

(POV Oliver.)

   Desde o dia em que estive na casa de Felicity, pude ver o quão ela e a mãe são ligadas.

E agora posso compreender uma sena que presenciei.

(FLASH BACK TERCEIRA PESSOA ON)

--Para mim e minha família é uma enorme honra tê-los aqui, altesas. – Dark fala enquanto faz uma reverência à Teha e Oliver. Nesse momento, a figura de Felicity surge nas escadas da simples residência, enquanto sua voz soa rísída.

--Você não faz parte de minha família, e nunca fará. – Diz, e o homem limita-se a lançar um olhar discreto, porém fulminante para a enteada, que retribui com um sorriso desafiador.

(FLASH BACK TERCEIRA PESSOA OFF)

   --Ao lembrar-me de tal sena, um sorriso tenta escapar de meus lábios. Não é hora para sorrir, porém devo admitir que minha noiva parece gostar de brincar com fogo.

Eis que, repentinamente meu rosto se ilumina com uma idéia que tive.

--Felicity, acho que sei como tirar sua mãe de lá. – Falo, e Felicity abre um sorriso, me olhando em seguida com uma expressão surpresa.

--Como? Sabe que o rei... - A interrompo, sussurrando em seu ouvido.

--Se você soubesse de todas as coisas que fiz sem que rei Robert ficasse sabendo... Eu e você brincamos com fogo, Felicity. E não temos medo de nos queimar. – Falo e a puxo para um beijo.

--Amo você, Felicity. – Falo. Algo que, se fosse em outros tempos seriam apenas palavras ditas da boca para fora. Mas hoje... Digamos que estou feliz por não o ser mais assim.


Notas Finais


Sei que têm um montão de erros, reedito quando der!
COMENTEM, BEIJOS DE BIGADELO! kkkk. <3 :) ♥


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