História Change Me - Capítulo 13


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Comedia, Drama, Romance, Suspense
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Palavras 1.796
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oie, gente...aqui estou eu postando novo cap...as emoções surgindo entre casais...espero que gostem...

Capítulo 13 - Sem destino


CATARINA

 

Eu não sabia, mas a situação era constrangedora.

- Nos interrompeu, cara. – o Daniel disse sério e chateado.

- Não interrompeu nada, Steve. Alias chegou na hora perfeita. Obrigada pela bolsa. – eu disse sorrindo. – Eu preciso das minhas anotações. – eu disse séria. – Você fica longe de mim. A próxima que aprontar comigo, eu apronto o dobro com você. Idiota. – eu disse irritada e saindo pisando duro nos meus sapatos de salto preto.

Eu estava irritada e nervosa com o que tinha acontecendo. Eu senti ser seguida e olhei para trás.

- Catarina! Espera! – eu escutei e me virei para trás batendo contra o peito do Steve.

Ele me segurou firme pelos pulsos, me olhando intensamente com aqueles olhos verdes profundos.

- Você está bem!? O que aquele idiota aprontou!? – ele disse baixou com a sua voz intensa.

- Nada. Ele não tinha o direito. Ele me beijou. Eu não gosto de surpresas. – eu disse baixo e ele assentiu.

- Está tremendo. – ele disse e eu sorri.

- To bem. Eu só me assustei. Eu preciso ir. – eu disse e ele me soltou.

Ele se afastou suavemente e assentiu.

- Ele não sabe beijar você. – ele disse e eu olhei sem entender nada.

- Como!? – eu disse e ele me puxou suavemente pela cintura.

A sua boca se juntou na minha num beijo lento e suave. A sua boca se encaixava na minha suavemente se movendo num ritmo lento. Ele acariciava o meu rosto enquanto me beijava. Eu não conseguia pensar direito. Eu me afastei dele sem entender nada.

- O que deu em você!? – eu perguntei colocando a mão na boca.

- Eu te beijei…do jeito que você merece ser beijada. Com suavidade e apaixonadamente. – ele disse naturalmente.

Esse maluco me beijou e me deixou plantada no meio do Campus da faculdade. O que deu nesses homens!? Eu fiquei confusa com aquela aproximação tão repentina dele. Nunca fomos próximos. Eu segui para minha rotina de faculdade e ainda passaria na padaria onde estava trabalhando. Eu vesti o meu uniforme e o amarrei na cintura. Eram muitas horas em pé trabalhando, mas eu estava cheia de dividas da faculdade e a minha família também estava se enforcando em dividas. Eu precisava desse trabalho, com certeza.

Quando fechamos a loja, eu tentei correr para pegar o último ónibus, mas foi tarde mais. Teria que ir caminhando, sem mais nenhuma solução. Eu caminhei por duas horas e cheguei em casa e me joguei no sofá, sentindo o corpo cansado.

- Minha filha! Isso são horas de chegar, Catarina!? – a Dona Margarida me pergunta fechando a cara, mas logo vem na minha direção e me abraça apertado.

- Desculpa, mãe. Não queria deixar a senhora preocupada. Eu tive que caminhar para chegar aqui, perdi o ultimo ônibus. – eu disse e ela assentiu se sentando comigo no sofá.

Ela tirou meu sapato e fez uma massagem nos meus pés cansados. Eu tava quase caindo de sono com o carinho da minha mãe.

- Minha menina, está se matando para se formar. Isso não deveria estar nem acontecendo. Essa menina, deveria ter a chance de ser como as outras, Marcelo. Ela tinha que sonhar e namorar, estudar. Mas não, vive se sacrificando para conseguir, estudar. Não é justo com a Catarina. Muito esforço, para uma menina muito jovem. – a minha mãe disse preocupada.

Ela era tão carinhosa e era a mãe perfeita. Eu me deixei pegar no sono, com o seu carinho gostoso. Eu era feliz e isso era o melhor que a minha mãe poderia me dar.

 

STEVE

 

O que eu fui fazer!? Eu fiquei louco. Porque eu voltei e a beijei!? Eu fui dirigindo até a casa. Eu estava namorando a Sandra. O que deu em mim para beijar a Catarina!? Nem eu mesmo sabia o que tinha acontecido, mas sabia que alguma coisa estava estranha. Eu entrei em casa e joguei o meu casaco no sofá, me sentando.

A minha mãe se sentou do meu lado me observando e sorriu.

- O meu menino, está distante. Deu tudo certo com a Catarina!? – ela disse suave acariciando o meu cabelo suavemente.

- Ela é engraçada. Acho que é isso que eu mais gosto nela. Mas somos bons amigos de verdade. Ela é esforçada e corajosa. Mas acho que hoje passei um pouco dos limites com ela. Eu nem sei direito o que aconteceu comigo. – eu disse.

A minha mãe me olhou sorrindo.

- Você a beijou. – ela afirmou segura.

- Mãe! Como sabe disso!? – eu perguntei e ela sorriu.

- Eu te conheço, meu amor. Nunca ficou assim tão abalado por ninguém. A Catarina mexeu com você. Aí bem dentro. – ela disse.

- Eu não devia ter feito aquilo. Eu nem sei o que passou na minha cabeça. – eu disse. -Estava louco. Eu estou com a Sandra e não quero me envolver com a Catarina. – eu disse colocando as mãos nos bolsos.

- Tem certeza disso!? Não me parece muito seguro, meu filho. Pensa direito. – ela disse sorrindo.

- Tenho certeza. A Sandra é…bonita, sensual, linda e…- eu disse.

- E a Catarina!? – ela perguntou.

- É doce, mas é misteriosa com um jeito que me faz enlouquecer. Ela dança de um jeito sensual sem perceber. Mãe, você sabia que ela está fazendo estágio no Hospital Central. Unidade de terapia intensiva. Ela é inteligente e batalhadora. Tem um jeito suave e sabe ser forte. Eu sei que agora vou me focar em namorar com a Sandra. Ela é rica e bonita e…A Catarina nunca se adaptaria a estar um cara como eu. Eu sou de outro nível social e a Catarina vive numa vila. Ela é filha da nossa antiga empregada. – eu disse.

- A Margarida ficaria muito triste de te escutar falando desse jeito. Você não escolhe a sua classe social, meu filho. Seu coração não escolhe por classe social. Pense nisso. – a minha mãe me deixou pensando.

- Um cara lá, da faculdade a beijou assim do nada. São melhores amigos. – eu disse.

- Ah, entendi. Você acha que ele tem chances!? – ela perguntou e eu dei de ombros. – Tá falando desse jeito, porque está com ciúmes. Isso é ciúmes, meu filho. A Catarina tem muitas qualidades, você pensa direito antes de tomar alguma atitude. – ela disse e saiu da sala.

 - Não tenho ciúmes. Nunca tive ciúmes de uma garota. São elas que tem ciúmes de mim. – eu disse.

- Meu amor, tem certeza disso!? – ela disse me deixando plantado na sala pensando.

Mas a verdade é que aquele beijo não saia da minha cabeça, o seu gosto e o seu perfume ainda estava entranhado em mim como uma segunda pele. Os seus olhos grandes e bonitos me olhando surpresa e preocupada. A sua cara em que não entendeu nada.

 

CATARINA

 

Eu dormi um pouquinho e acordei confusa no sofá e olhei a minha mãe cozinhando concentrada.

- Comida!!! – eu disse rindo e assustando a minha mãe que riu de susto.

- Menina do céu! – ela disse colocando a mão no peito. – Você quer matar a sua mãe de susto!? – ela disse e eu a abracei apertado por trás.

- Desculpa, mãezinha. Mas comida de mãe, é comida de mãe. Hummmmm…- eu disse sorrindo e ela beijou o meu rosto.

- Minha princesa! Tá cada vez mais linda. – ela disse sorrindo e eu beijei o rosto da minha mãe.

Eu coloquei a música mais alta e vi o meu pai nos observando rindo divertido. Nós dançávamos divertidas na cozinha.

A minha mãe era uma guerreira, com certeza. Eu amava os dois do fundo do meu coração. Eu escutei baterem na porta e fui abrir. Era a Letícia.

- Letícia, entra! Que bom que veio! – eu disse dando passagem a ela.

- Letícia, como está linda, menina. –  a minha mãe disse e ela sorriu agradecendo. – Sei, que está trabalhando com o Leonardo. Fiquei muito feliz! Está dando certo!? Ele é tão calmo. – minha mãe disse e eu a olhei.

- Calmo!? Dona Margarida, ele é chato e teimoso. Affff! É tão teimoso, não sabe aceitar uma ideia nova. Como quer melhorar!? – ela disse frustrada e a minha mãe a olhou divertida.

- O Leonardo!? Tem certeza que estamos falando da mesma pessoa!? – eu perguntei estranhando.

- Claro que sim, Caty. Homem arrogante e teimoso e…aff…me deixa louca. – ela disse.

- Esqueceu sua carteira. Falando de mim!? – ele disse a assustando.

Minha mãe tentou se controlar para não rir, se escondendo no meio das panelas e seus cozinhados.

- Sim, estava falando de você mesmo. É teimoso e nunca aceita uma ideia nova. – ela disse e ele a olhou sério.

Eu e a minha mãe só os olhávamos. Ela tem certeza que quer namorar com o Miguel!? Porque esses dois parecem intensos, pegam fogo só de e olhar e ficam quase soltando faíscas.

- As suas ideias são muito complicadas e só nos vão trazer problemas. – ele disse.

- E ficar se fazendo de morto é melhor!? E volto a repetir, você tem falta de tesão. Hummm! Pelo seu trabalho. Eu tenho tesão pelo que eu faço. – Oie!? Ela disse isso mesmo!? Tesão pelo trabalho.

A minha mãe só ria baixo e o meu pai disfarça muito mal rindo divertido.

- Eu não preciso de tesão pelo trabalho. – ele disse irritado.

Essa era nova. Nunca vi o Leo, irritado assim.

- Precisa sim, tem que ter. Precisa de tesão, de ter algo que faça você vibrar com o seu trabalho. Que faça você virar leão e acreditar no que quer. Precisa ser mais confiante também. Precisa acreditar! – ela disse.

- Menina rica, você não entende nada do problema dessas mulheres. Elas não querem ser expostas. – ele disse.me

Ai, merda! O que ele disse era uma bomba prestes a explodir. A Letícia ficou irritada com ele.

- Entendo mais do que possa imaginar. Você não me conhece direito. Arrogante! Eu sou rica sim, mas não deixo de ver o que me cerca por causa do dinheiro, querido. Eu sou mulher e as entendo melhor que você pensa. Essas mulheres querem fazer esses caras pagar, por essa molestação. Se você não tem coragem, eu tenho. Eu vou fazer cada um deles pagar. Me aguarde. – ela disse e sai pegando a bolsa da mão dele irritada. – Você é que não sabe o que é ser uma mulher molestada para o resto da vida. – ela disse e eu quase gelei na mesma hora.

- O que isso significa!? Letícia! Volta aqui!? Você não vai sair de carro assim, sem explicar nada disso. – ele disse nervoso atrás dela.

- Mãezinha do céu! – eu disse nervosa.

- Filha vai atrás dela. Não deixa ela sair dirigindo. – a minha mãe me pediu preocupada.

Eu saí correndo atrás dela, o que eu não queria estava acontecendo.

 


Notas Finais


E aí gente!? O que vocês acharam!? Quero saber tudo meus amores. Comentem, preciso saber o que pensam para melhorar a história.
Bjs, :)


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