História Change Your Mind (Malec) - Capítulo 5


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Categorias Os Instrumentos Mortais
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Catarina Loss, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane, Maia Roberts, Maryse Lightwood, Max Lightwood, Ragnor Fell, Raphael Santiago, Robert Lightwood, Simon Lewis
Tags Clace, Malec, Ragnael, Sizzy
Visualizações 571
Palavras 2.342
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Amados, adivinhem o que eu fiz o dia todo no trabalho? Sim, escrevi CYM XD kkkkk
Então aqui está e pelo título eu acho que vcs vão gostar bastante 💖

Let's Have Fun!! =)

Capítulo 5 - Casal Apaixonado


Ele acabou de me pedir em namoro e eu disse não? Magnus Bane, o cara mais sexy do colégio, o dono dos meus sonhos eróticos e que tem o beijo mais enlouquecedor da história dos beijos enlouquecedores, me pediu em namoro e eu disse não?! Qual é a porra do meu problema?

Alec sentiu uma tontura e respirou fundo. Insegurança. Essa era a resposta.

- Você está se tornando especialista em me dar foras – Magnus soltou a mão de Alec com um sorriso sem graça.

- Magnus – Alec suspirou – não é isso...

- Não precisa se explicar – Magnus balançou a cabeça – você só queria ficar, eu entendo, afinal quem me levaria a sério?

- Não...

- Eu fui precipitado – o moreno interrompeu Alec – e acabei te assustando, acredite eu também estou assustado com esses novos sentimentos dentro de mim.

O coração já descontrolado de Alec acelerou ainda mais. As palavras de Magnus transbordavam sinceridade, no entanto ele não conseguia se convencer inteiramente que aquele garoto lindo, desejado e perfeito, pudesse estar realmente apaixonado por ele. 

Alec não tinha nada de extraordinário, a droga da baixa autoestima plantada por seus pais e os colegas ao redor, dizendo que ele era comum e sem graça estava tão enraizada que quando o momento mágico – como os momentos mágicos e perfeitos que ele lia em seus livros – finalmente chegou para ele, ele agiu da maneira mais imbecil possível.

- É melhor eu te levar para casa – Magnus se afastou indo em direção as escadas.

Um tremor percorreu o corpo do estudante. Se ele deixasse Magnus escapar, ele sabia que viria a se arrepender. Sendo levado por seu coração eufórico e louco para ter novas experiências, ele mandou a insegurança para as profundezas de seu cérebro e decidiu que já era hora de viver. Afinal, se Magnus tinha o escolhido, então ele tinha feito algo certo.

- Sim, eu estou assustado! – ele disse alto e sem querer acabou ganhando a atenção das pessoas ao redor. A face do rapaz ficou rosada, mas ele se manteve firme – por que eu também estou apaixonado por você.

Magnus parou. Lentamente ele se virou para o rapaz com um sorriso esperançoso no rosto.

- Então por que você disse não? – os turistas começaram a cochichar entusiasmados, alguns estavam com seus celulares a posto esperando para gravar uma linda cena romântica.

- Por que você me escolheu? – Alec perguntou, seu coração batia nas costelas e ele realmente não sabia como suas pernas estavam o sustentando – por que eu?

- Garoto idiota, você não ouviu minha declaração?

Alec cruzou os braços com a boca franzida.

- Não me xingue, seu... seu...

- Ainda não achou uma ofensa para mim? – Magnus se aproximou com um meio sorriso.

- Você é tão irritante! – Alec bufou de cara amarrada.

- E você é tão frustrante, mas também é tão... – ele agarrou a cintura do rapaz e “ohs” maravilhados ecoaram pelo local – irresistível – sussurrou mordendo o lóbulo de Alec.

O rapaz estremeceu em um misto de excitação e vergonha.

- Estamos em público – ele empurrou Magnus – se controle!

Magnus riu, o que só deixou Alec bravo e encantado.

- Você não me respondeu. Por que você disse não?

- Eu tenho medo, ok?! – Alec se virou para a vidraça para evitar os olhos curiosos de Magnus.

- Do quê? – o moreno tocou no braço de Alec, o forçando a se virar para ele.

- De que um dia você perceba que eu não sou como você espera e... me deixe – ele confessou baixinho. Era patético falar aquele tipo de coisa, afinal eles mal se conheciam, mas perto de Magnus Alec não conseguia ser outra coisa, senão verdadeiro.

- Alexander, eu não espero nada além do que você puder me dar – Magnus alisou o braço de Alec – ei olhe para mim – ele levantou o queixo do rapaz – eu apenas quero ter a chance de ficar com você, te conhecer melhor, aprender com você, brigar com você e depois fazer as pazes – ele acariciou o lábio inferior de Alec – e repetir tudo isso de novo e de novo e de novo.

Magnus fez uma pausa, encarando Alec no fundo dos olhos, hipnotizando o rapaz em uma imensidão de verdes dourados arrasadores.

- E eu quero que você também possa ter o mesmo ao meu lado – completou, agora com os olhos fixos na boca de Alec.

- Magnus... – tomado pela emoção, Alec abraçou o moreno deixando-se embriagar pelo cheiro de sândalo – me diz que isso não é um sonho?

- Vou fazer melhor. Eu vou te provar – Então ele segurou o rosto de Alec com as duas mãos e o beijou lenta e firmemente.

Os suspiros ao redor aumentaram. Alec tinha uma vaga certeza que estava sendo filmado, mas não se importou, ele tinha coisas mais interessantes para fazer naquele momento.

O beijo delicado foi terminando com sorrisos e mordidinhas na boca um do outro.

- Eu vou repetir minha pergunta – Magnus segurou as mãos de Alec junto ao peito sem desviar os olhos dos do rapaz por um segundo sequer – Alexander Lightwood, você aceita ser meu namorado? – dessa vez ele disse em alto e bom som – Se você disser não mais uma vez, minha vergonha será vista mundialmente – ele sussurrou.

Alec abriu um lindo sorriso com o rosto banhado por lágrimas de alegria, e com um balanço frenético de cabeça ele disse:

- Sim, Magnus Bane, eu aceito ser seu namorado!

Os vivas e aplausos explodiram no alto da Estátua da Liberdade, enquanto o casal apaixonado celebrava o momento especial com um beijo digno de cinema.

 

**

O caminho de volta foi para casa foi regado a beijos – quando o carro parava no sinal vermelho – conversas descontraídas e muitas risadas. Às vezes a conversa em questão nem era tão engraçada, mas Magnus estava tão feliz que podia ficar vinte e quatro horas sorrindo para o vento.

- Então quer dizer que a culpa de você ter se tornado nerd é do Simon? - Magnus balançou a cabeça como se lamentasse por Alec.

- Ei! – o rapaz lhe deu um tapa na coxa – não fale assim, eu tenho orgulho de ser nerd, ok?

- Tudo bem, foi mal – o moreno levantou a mão direita em sinal de rendição – faz tempo que vocês se conhecem? Você e o Simon?

- Desde o jardim da infância – Alec sorriu saudoso – nossos pais e os pais do Simon se conheceram na época da faculdade e sempre mantiveram a amizade e essa amizade acabou se estendendo para os filhos.

- Você sabe que ele arrasta um caminhão pela sua irmã, não sabe?

- O Simon?! – Alec perguntou surpreso.

- Alexander, em qual mundo você vive? – Magnus riu.

- Será que é por isso que meu pai tem limitado as visitas do Simon lá em casa? – o rapaz coçou o queixo pensativo.

- Por que sua irmã não pode namorar? – Magnus lembrou do que foi falado na sala dos Lightwoods.

- Bem, na verdade, até ontem nenhum de nós podíamos – Alec falou com a face corada pelo constrangimento.

- Sério?! – Magnus virou-se para olhá-lo rapidamente – eu não sou machista nem nada do tipo, mas sempre achei que essa regra besta valesse apenas para as filhas.

- Isso não se aplica aos meus pais – Alec deu de ombros – e se eles proibissem apenas Isabelle, tenho certeza que ela já tinha pedido emancipação.

- Pelo pouco que conheço da sua irmã, eu aposto que sim – Magnus concordou. – Espera... você disse até ontem?

- Chame de destino ou coincidência, mas ontem a regra foi mudada. Se eu começasse a namorar, meus irmãos também poderiam.

Magnus riu alto.

- Por isso que Jace me chamou de salvador!

- Ele disse isso? – Alec ficou espantado – eu vou matar aquele loiro de farmácia – o rapaz bufou.

- Eu apostaria meu Audi que seus pais acharam que você não arranjaria um namorado tão cedo.

Alec ficou calado de cabeça baixa.

- Ei, eu disse algo errado? -  Magnus acariciou o braço do namorado.

- Não – ele sorriu minimamente – eu também acho que foi por isso que eles mudaram a regra.

- Bem, eles não contavam que Magnus Bane fosse surgir na sua vida e te conquistar em tempo recorde.

- Minha nossa, como você é convencido – Alec grunhiu rolando os olhos exageradamente.

Magnus riu mais uma vez.

- Por que essa regra, afinal? – Magnus dobrou na rua do condomínio.

- Eles sempre disseram que namorar é apenas uma distração desnecessária – Alec falou – que só servia para nos desviar do nosso percurso mais importante.

- Que seria...? – Magnus incentivou o namorado a continuar.

- Estudar arduamente, sermos aceitos em faculdades conceituadas, estudar ainda mais arduamente e construir uma carreira de sucesso e lucrativa – Alec deu um suspiro esgotado.

- Uau...

- Pois é...

- E a vida pessoal como é que fica?

- Fica em suspenso até encontrarmos o parceiro ideal, depois, claro, que nosso objetivo profissional for devidamente cumprido – Alec imitou a voz grossa e prática do pai.

Magnus riu. Ele parou na entrada do condomínio aguardando o segurança liberar sua passagem.

- Eu acho que cheguei para acabar com os planos perfeitos dos seus pais – ele tomou a mão esquerda de Alexander e plantou um beijo no local.

- Eu acho que posso namorar você e continuar sendo um aluno exemplar – Alec falou.

- Será? – Magnus ergueu uma sobrancelha.

- Tenho certeza – Alec se inclinou e salpicou um selinho no namorado – você não é tão arrasador de corações como pensa, Magnus Bane.

- Ai que soco no ego – ele levou a mão ao peito fazendo movimentos circulares no local como se estivesse dolorido.

Alec gargalhou.

- Exagerado.

- Ah, meu bem, você ainda não viu nada – Magnus lambeu os próprios lábios e alisou a coxa de Alec. O rapaz deixou escapar um ofego manhoso.

- Eu quero conhecer seu quarto – Alec disse de repente e decidido.

- Agora?

- Agora... – As pernas de Alec tremeram, Magnus continuava alisando e apertando a coxa do rapaz.

- Mas já são dez e cinco – ele reprimiu um sorriso divertido ao ver Alec rolar os olhos – seus pais devem estar preocupados.

- Eu não ligo.

- Há dez segundos você disse que não deixaria se levar por esse arrasador de corações meia boca.

- Ah, cale-se – Alec abriu a janela para falar com o segurança – Senhor, eu sou Alec Lightwood, filho do Juiz Lightwood, meu pai vai ficar muito aborrecido se souber que estou parado há um minuto do lado de fora do condomínio.

O homem murmurou um pedido de desculpa afobado e no mesmo instante o portão foi liberado.

- Alexander, o que foi isso? – Magnus seguiu com o carro em direção a sua casa com uma expressão de surpresa no rosto.

- Desculpe ter falado assim na sua frente – ele cobriu o rosto com as mãos - eu juro que sou educado com todo mundo.

- Calma, tá tudo bem. Você só pareceu meio... impaciente.

- Paciência não é muito o meu forte – ele deu de ombros – meu pai tem fama por aqui. Quando se trata dos filhos ele é capaz de tudo.

Ouvir aquilo não foi nada reconfortante para Magnus. Ele lembrou das palavras do homem de mais cedo. Se você magoar meu filho, você irá se arrepender de ter posto os olhos nele.

Uma linha fina de suor percorreu a coluna de Magnus. Ele não tinha pretensão de magoar Alec, então não tinha por que ficar preocupado com a ameaça velada do pai do namorado.

- Mas eu juro que foi a primeira vez que usei isso ao meu favor – Alec voltou a falar rapidamente.

Magnus apenas assentiu com a cabeça.

- O que foi? – Alec perguntou – ficou calado de repente.

- Nada. – Ele sorriu para o rapaz e estacionou seu carro na garagem da mansão Bane.

- Uau! Sua casa é maior que a minha e não é tão perto como eu imaginava - Alec comentou saindo do carro.

- Isso é bom ou ruim? – Magnus o seguiu e abriu a porta interna que levava até a cozinha da casa.

- É ruim se um dia eu tiver que vim visitá-lo a pé – Alec observou.

- Deixa de ser preguiçoso Lightwood – Magnus o agarrou por trás – exercícios faz bem ao coração.

- Conheço alguns exercícios que posso fazer com você sem me cansar e ainda deixar meu coração a mil por hora – ele virou rapidamente e beijou Magnus de surpresa. Um beijo profundo e molhado.

- Minha nossa, quem é você? – Magnus puxou os cabelos de Alec para trás quando partiram o beijo louco.

- Você vai ter que descobrir. -  Alec puxou o lábio inferior de Magnus com os dentes.

- Eu aceito o desafio – ele mordeu o pescoço leitoso e carregou o moreno no colo.

A casa estava vazia e mergulhada na escuridão. Seus pais nunca paravam em casa, em outra ocasião ele teria ficado irritado e magoado pela ausência constante dos pais, mas naquele momento, com aquele moreno quente e afoito castigando seu pescoço com mordidas e chupadas, ele agradeceu por estar sozinho.

- Alec, você desligou seu celular? – ele perguntou enquanto subia as escadas aos tropeços.

- Hum, hum.

- Não acha melhor avisar aos seus pais que você está aqui comigo? – Magnus abriu a porta de seu quarto e colocou Alec sobre os lençóis negros.

- Não se preocupe, eu vou ser castigado avisando-os ou não – ele chamou o moreno com o dedo – melhor aproveitar antes.

Resignado, Magnus tirou sua jaqueta e os tênis enquanto observava Alec descartar a jaqueta preta e os coturnos pelo chão. Ele se acomodou no centro da cama king size e recostou-se nos travesseiros com os braços abertos, encarando Magnus com os olhos azuis em brasas.

Magnus não sabia onde aquilo chegaria, mas se Alec estivesse pronto, ele também estaria. Ele engatinhou sedutoramente até ficar frente a frente ao rapaz que respirava pesadamente com os lábios vermelhos entreabertos. Tirou a camisa preta que Alec usava, em seguida jogou a sua no piso e mergulhou na boca sedosa e tentadora do namorado.


Notas Finais


AAAAAAAHHH 😍😍 eu amei escrever esse cap, espero que vcs tenham gostado de ler.
Obrigada e até breve!
Ps: desculpe se tiver erros, depois vou consertá-los.


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