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História Changes - Little Nightmares AU - Capítulo 5


Escrita por: mellyintaffyin

Notas do Autor


opa gente, mais um capítulo!

desculpa por não ter postado mais, tentei fazer o meu melhor para trazer um pouco da história de certos personagens, e talvez eu edite alguns capítulos antigos para isso <3

então, vai ter mais crianças do jogos e comics citados aqui, e se eu esquecer uma aqui, por favor dizer para eu editar para ficar melhor cada um!

então, espero que gostem! S2

Capítulo 5 - 4.0 - a cidade pálida - parte 1


Enquanto navegamos, RCG resolveu contar algumas histórias que ela ouvia antes de se conhecer o grupo. contavam certas partes de seu passado mas a mesma evitava perguntas até chegar numa história familiar para todos...

– então espera, você já esteve cara a cara com a Lady? – Two falava surpreso e curioso – digo, a dona daquele inferno todinho? 

– foi insuportável, eu conheci algumas crianças lá, mas elas preferiam ficar lá para cuidar de algumas que caí naquele inferno igual a mim.

– então.. como foi ver a mulher que vocês falam cara a cara? 

– boa pergunta Mono. continuando, foi horrível, tinha pessoas que trabalhavam lá que nem o faxineiro, cozinheiro, recepcionista.... – RCG falava lembrando mais, até lembrar daquilo –e aconteceu tanta coisa que até hoje não acredito no que eu vi...

– foi muito traumático para você... nem quero imaginar como você me via.. – dizia Pretender meio mal

–  primeiro: você não deveria se cobrar muito, eu mal te conheci direito, segundo: agora somos amigas, deveríamos nem se preocupar com isso

– ah certo.. obrigado..


Enquanto isso, Mono e Two se viram se questionando um ao outro sobre a amizade da Pretender e RCG que continuaram a conversar

– elas são muito unidas, igual o nosso grupo!

– ahm.. eu nem te conheço, agora tu poderia se apresentar né?

– meu nome é Mono! – Mono falava em harmonia e bem calmo– E o seu pequeno?

– PEQUENO É SUA FUÇA, nem ouse me chamar assim, papelão! – Two aproveitou essa cena para rir – me chamo "Two" por essas garotas, mas eu não sei se vou continuar com esse nome

– seu nome é Two por causa do seu centímetros?

– isso é bullying! – Two cruzava os braços em negação – sabia que isso é errado!?

– tá bom parei, mas achei bonitinho esse fato - dizia Mono rindo fraco mas com o olhar sincero

– será que vocês dois poderiam calar a boca, tô tentando dormir...  - Six bocejava e seus olhos estavam meio abertos mesmo não sendo mostrados – tá difícil viu?

– desculpa Six, ainda tá com fome?

– não muito.. – a barriga de Six ronca e a mesma vai atrás da mochila e pegando um biscoito de dentro e comendo satisfeita

– melhor ficamos de olho na Six, parece que ela tem problemas com fome!

– vai você cara, a gente tem outros maiores problemas, não que isso seja..

– não diga que eu avisei.

Mono após falar isso foi até as meninas para ouvir mais histórias e Two estranhou mas foi se deitar na madeira do tal bote que navegava lentamente até um mar imenso..
parecia que a viagem iria ficar longa, e mais um dia passava naquele barco naufrágio do grupo.


[Escola - Inicio]

(Ponto De Vista do Garoto Doce)

Novamente sozinho, a professora quase me pegava de novo bisbilhotando aquelas crianças de porcelana. Até que resolvi vim no refeitório para pegar comida mas tive que ir por baixo de mesas.

Quando cheguei na cozinha da merenda, não tinha ninguém, então peguei alguns sanduíches, bebidas, água e alguns doces e deixei dentro da minha pequena mochila.

Quando precisei voltar, tive que ir novamente por baixo da mesas, eram horríveis pois lá tinha as crianças de porcelana, crianças monstruosas que foram transformadas assim.

– não preciso ter medo, ignora... – o garoto passava a meio de baixo de mesas – vai ficar bem.... vai ficar

Só que eu não esperava ver uma criança de porcelana se abaixando... ela me viu.... FERROU FERROU FERROU FERROU.

– olha o que temos aqui? – dizia uma criança de porcelana com metade da cara estourada que acabou de se abaixar na mesa

– a não, você... – eu seguro meu doce com mais força em seu cabo – seu monstro...

E o garoto doce começou a sair correndo daquela mesa, e saindo da sala do refeitório.

– monstro é você.... O HUMANO FUGIU!

O grito foi dado, e as crianças de porcelana corriam rindo malucamente que nem animais selvagens em fúria.

Um dos garotos de porcelana saiu avançando atacando o menino do pirulito, ele tentava morder a carne do garoto mas ele recebia investidas do CABO do doce que está na mão do mesmo. A cada passo dava, a montanha de porcelana parecia chegar nele, era uma corrida imensa para viver


Ele corria subindo as escadas, chegando a cima, corriam até chegar numa biblioteca que existia ali, o garoto derrubara milhares e enormes livros para despistar aquela ganguezinha, e conseguiu de maneira ou outra
Aproveitando isso para se esconder novamente no seu pequeno armário, onde sempre esteve.

Os garotos de porcelana pareciam perdidos e começaram a vasculhar os armários, derrubaram um por um, o barulho e agonia eram terríveis. O garoto fechava os olhos, até que...


A Professora com seu olhar fechado, olhava para aqueles trambiqueiros e encarou de forma caotica e sorrindo. aquelas crianças se assustaram e correram por mais de milhões, a professora coloca os armários nos lugares até ela olhar para o tal armário onde estava o garotinho


mas ela não via nada, e passou reto. O garoto suspirou e começou a chorar dentro do armário como sempre.


(Ponto de Vista do Garoto Doce)

Até que percebo, que novamente me escondi que nem um perdido como sempre.. Eu preciso mas queria ser mais forte do que eu penso ou imagino, mas aqui dentro tem mais paz e um alívio melhor.

um sossego...

mais uma vez eu peço a quem estiver vivo, que um anjo me tire desse inferno!

(POV - Fim) // [Escola - Fim]


Se passou mais um dia, e o grupo acordava... com terra avista! eles dormiram tanto que não conseguiram ver se chegaram a algo.

– gente chegamos,  fiquem atentos, esse lugar parece inseguro!

– só disse o óbvio, não? – Two descia do bote com sua lança e tralha de coisas – tipo, esse lugar, de cara não é algo bom.

– mas é melhor alertar

RCG andava na frente com Pretender, e o trio andava atrás delas, o lugar era uma praia enorme, e uma pequena luz iluminava perto de uma porta enorme.

enquanto andavam e se aproximavam, a escuridão e aquela pequena luz aumentava mais e mais, ao passarem da porta para dentro, era uma pequena cidade naquele fim de mundo.

– então essa é a famosa "a cidade pálida"? – Mono arrastava uma das bolsas – tá mais para a cidade morta...

– vamos para de enrolar e seguir em frente. (Six)

– mas para onde a gente vai? você não falou pra onde ainda.. (Mono)

– eu.... a gente vamos par-

– GENTE, SE ESCONDE!

Two fala isso enquanto puxava RCG para trás para se esconder atrás de uma bancada largada. Mono, Six e Pretender acabam se escondendo dentro de caixas de papelão, vários viewers corriam muito rápido, parecia uma manada enorme.

o silêncio era constrangedor, os barulhos de chiados e vozes de várias pessoas falando apenas coisas inadiáveis, eram gritos de ajuda? não se sabe.

quando a manada passou e tudo parou, tudo ficou mais calmo como antes

– caramba, que raios foi isso?? – Two crusa os braços segurando suas coisas – eles são estranhos pra caraca..

– adultos viciados? minha teoria (Pretender)

– não gente, eles são espectadores ou viewers, pessoas que vivem de assistir a televisão compulsivamente, que nem uma droga sabe?

– Mono? como tu sabe isso??? (RCG)

– essa cidade só tem televisões, em todo lugar tem uma TV enfiada em tudo, lojas, no chão mesmo e até nas plantas!?

– belo ponto – Six questiona fazendo uma pose com as mãos – mas você não contou direito, mas ninguém liga, né?

– boa amiga, né?

– eu tento, mas é a verdade – dizia Six arrumando e tirando o pó da roupa – sou sincera.

– a gente entendeu – o grupo falava em coral

– então, qual é o próximo passo, RCG? digo, estamos rodando aqui a tempos, precisamos andar mesmo? (Two)

– precisamos certificar que tem crianças aqui ou não, então vamos?

Então o grupo foi andando e passando por várias casas, e acabando entrando dentro de um supermercado enorme... cheio de certos alimentos velhos e cheio de água.

– eca... nem tem como reutilizar isso? já olharam a validade!? (Pretender)

– tem uns que passaram, mas tem outros que tem estoque novo?? essas pessoas comem ainda?? – RCG segurava um pacote de salgadinhos que não estava vencido, e parecia novo – é possível?

– acho que não seja os adultos que estejam fazendo isso... TALVEZ SEJA UMA CRIANÇA! (Two)

– boa, Two!!! agora precisamos correr contra o tempo para achar essa criança perdida aqui, mas precisamos de alimentos, já que certa pessoa comeu de mais. (RCG)

– sempre eu, né? (Six)

– bem que o Mono avisou dela, desconfiei total dessa guria (Two)

– vamos ignorar isso e focar nas crianças e comida gente??? não quero ninguém morrendo de fome aqui (Pretender)

Depois do sermão da Pretender, todos foram pegando um pouco de cada coisa para levar na viagem, certas frutas, alguns salgadinhos e pequenos tipos de massas foram levadas. E saindo do mercado, eles foram andando, até que algo aconteceu....



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