História Changes To Evil (Imagine Jeon Jungkook) - Capítulo 7


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga)
Tags Abo, Jungkook, Taehyung, Você
Visualizações 369
Palavras 1.911
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OIHOIHOIHOI.

❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️

BOA LEITURA MEUS AMORES! ESPERO QUE GOSTEM DO CAPÍTULO.

Capítulo 7 - Cara a cara


Fanfic / Fanfiction Changes To Evil (Imagine Jeon Jungkook) - Capítulo 7 - Cara a cara

__________ P.O.V.

Passei a noite toda acordada ligando os fatos e a confissão de Taehyung me ajudou bastante. Jungkook era um animal, eu tinha certeza, ele era um lobisomem. Porém, eu aprendi como funcionava sobre alfa, beta e omega. Jungkook estava em fase. Ele era muito novinho para se tornar um alfa. 

O que ele me disse ontem na escola não saia da minha cabeça; ele me tratou com grosseria e foi um completo babaca. Se não queria que fossemos amigos por que pediu uma segunda chance? Mas eu não acreditava que ele era perigoso, Jungkook não parecia perigoso, pelo ao contrário. Acho que Jungkook nunca iria me machucar. 

— O que está pensando? — Papai me despertou dos meus devaneios. Só agora percebi que estava pensando demais e não havia comido nada desde que sentei a mesa com meus pais.

— Na Lindt. — Menti. Eu não tinha motivos para me preocupar com a loira. Ela só estava resfriada, não era o fim do mundo. Mas de qualquer jeito, tenho que visitá-la.

— O que aconteceu com ela? — Mamãe perguntou, levando sua xícara de café para a pia. 

Papai me olhou com a sobrancelha arqueada , esperando minha resposta. Ele também estava interessado. 

— Ficou resfriada. — Ergui a colher cheia de cereais e levei até minha boca. 

— Tadinha. Esse mês vai ser de muita chuva. — Voltou a mesa e sentou-se novamente. 

Assenti, olhando para o relógio da parede, ansiosa que desse o horário de ir para a escola. Eu ia falar tudo que descobri para Jungkook ou para Taehyung. Bem, para os dois. Também estava interessada no que Taehyung era. Ele parecia bem humano, mas não acho que sua estranheza seja algo comum.

Deu o horário de ir para escola; papai estava bem distraído para lembrar que ele me levaria a escola hoje. Ele estava com o uniforme de xerife enquanto lia um jornal. De repente o telefone tocou, despertando a atenção do meu pai que antes estava no jornal. Mamãe avançou até o telefone e atendeu.

— Residência Hayes. — Ela disse com a voz calma e melodiosa. — Ah, claro. Irei chamá-lo. — Ela abaixou o telefone e depois encarou meu pai. — É pra você.

Papai saiu da mesa ligeiramente e tomou o telefone das mãos de mamãe. Depois, mamãe saiu do seu lado e pegou a xícara de café do meu pai quando passou pela mesa, a levando para a pia.

— Xerife Hayes, o que posso ajudar? — Sua voz mudou. Ficou mais grossa do que o normal. Papai estava sério. — Certo, estou indo para a delegacia… — Uma pausa na voz , e continuou. — Claro, estou indo aí agora mesmo. — Colocou o telefone no lugar e suspirou frustrado. 

Papai avançou na mesa, pegou seu caso de xerife na cadeira e deu as costas sem dizer nada. O barulho da porta batendo indicou que ele saiu sem mim. Como vou a escola? Fui ao lado de minha mãe e a encarei sem dizer nada; ela já havia entendido. 

— Deve ser um problema muito grave, não o culpe. — Sua voz continuava calma. E depois ela ergueu os olhos para me olhar e sorriu.

— Não estou culpando ninguém. Só quero saber como vou a escola.

— Consegue ir sozinha, de pé? — Sugeriu e eu sorri alegremente. — Vai ser o nosso segredinho. — Jogou-me uma piscadela.

Eu corri para a cadeira anterior e peguei meus livros. Quando fui sair da cozinha, mamãe me parou. Virei meu corpo bruscamente animada. Não era todo dia que eu ia sozinha a escola. Já estava cheia de ir aos lugares com homens me acompanhando como se fossem meus seguranças. A verdade era que eu sabia exatamente como me cuidar, não precisava de babá alguma.

— Pegue a capa de chuva no seu quarto.

— Ok, tchau mãe.

— Tchau, meu anjo.

Subi a escadaria acima e entrei no meu quarto. A capa de chuva estava dentro do meu guarda roupa. Coloquei no meu corpo e sai de casa, vendo a chuva cair. Não estava muito forte, apenas alguns chuviscos grossos caiam no chão. Apertei meus livros contra meu peito e os protegi com meu braço. A caminhada até o colégio não ia ser longa, acho que ia ser até divertido. 

Sai da minha rua e entrei na segunda quadra do sul. Eu olhava para baixo, pra não correr o desleixo de pisar em uma poça de lama. Não queria sujar os meus sapatos. E pensar que Jungkook foi tão protetor comigo e delicado, agora ele era um idiota igual os outros caras. Eu realmente gostava dele, gostava do seu sorriso de anjo, do seu modo de ser, gostava até das suas tremedeiras quando estava com raiva, os olhos cor de caramelo eram lindos. Eu não ia julgar o Jungkook, eu não sentiria medo dele.

E se ele estava me distanciando para me proteger eu não ia aceitar. Tenho dezoito anos, sei me cuidar sozinha, não preciso de mais pessoas tentando me proteger. Ninguém entendia isso; não sou frágil como todo mundo pensava. Sai da segunda quadra e entrei na terceira, já saindo do bairro. Uma silhueta apareceu no meio das árvores do lado oeste; parecia Taehyung. Ele estava sujo e meio grogue. 

Sem pensar duas vezes, corri para alcança-lo; gritei seu nome atraindo o seu olhar para a minha pessoa. Seu lábio se contraiu para um largo sorriso. Era um começo muito bom, ele não estava com raiva de mim. Ele entrou para dentro da floresta e eu o segui ainda gritando o seu nome.

Parei onde ele parou, mas nenhum sinal de Taehyung. Ele havia sumido do nada.

— Taehyung. — Gritei. — Kim Taehyung. — Gritei mais alto.

— Hayes. 

Me virei amedrontada para o rumo da voz. Taehyung estava em minha frente agora, com as roupas sujas de… sangue. Meu corpo se arrepiou com avaliação que fiz em seu corpo. Seu cabelo estava bagunçado e molhado por causa da chuva, roupa rasgada e suja, pele machucada e suas mãos estavam com sangue.

— Tae… o que aconteceu com você? — Balbuciei engolindo em seco.

Taehyung apenas riu, tombando a cabeça para trás.

— Nada. Não aconteceu nada, garota curiosa. — Desta vez gargalhou alto. Mas do nada ele parou quando seus olhos pousaram em meu colar debaixo da capa. — Belo colar. Posso dar uma olhada?

Hesitei em dar-lhe uma resposta, estava nervosa com seu estado. Mas era impossível Taehyung ter matado ou machucado uma pessoa. Sei que lobisomens são raivosos, porém, Taehyung estava muito longe de ser um monstro raivoso. Puxei o colar para fora da capa e o brilho esverdeado estava mais forte.

— É esmeralda…

— Esmeralda do diabo. — Encarou-me sério, dando alguns passos para trás. Quando me aproximei , ele se afastou às pressas, colocando as mãos na frente.

Qual era o problema?

— Como você sabe? Por acaso conhece a lenda? — Indaguei.

— Claro, todo mundo conhece. — Sorriu. Taehyung estava confiante. Se aproximou devagar perto do meu corpo e o avaliou. — Mas é só uma lenda boba. — Zombou risonho, e eu o segui com os risos. — Posso dar uma olhada de perto?

— Claro. — Coloquei os livros no chão e tirei o colar do pescoço e estendi meu braço para a sua direção. 

Os lábios de Taehyung se contraíram com um sorriso maldoso e logo um chute foi acertado em minha mão, o que fez meu colar voar para longe. Ligeiramente acolhi meu braço em meu peito e do nada um chute foi dado em minha barriga, me fazendo cair longe no meio da campina.

Tentei recuperar o ar que me foi tomado. A dor no estômago estava me deixando tonta. Não conseguia respirar, era como se alguém tivesse me sufocando. Aos poucos Taehyung estava se aproximando. Tentei me afastar mas foi em vão.

— Bobinha, seus pais não a ensinaram que não se pode confiar nas pessoas? Huh? — Abaixou-se, apoiando as mãos nos joelhos. 

— N-não entendo. — Murmurei com dificuldade. 

— Pensa S/N, pensa. — Cantarolou rodeando meu corpo. — Você não me conhece, como pode confiar tanto em nós?

— Nós? — Franzi a testa, voltando ao normal. — Você e Jungkook…

— Garota burra… — Vociferou perto do meu ouvido, atrás do meu corpo. — Jungkook não sabe de nada. Ele é apenas um lobinho solitário. — Suas mãos encontraram meu cabelo, a dor que estava sentindo quando ele me levantou o puxando me deixou desesperada. — Você não pode nos culpar. Eu estava com fome… Taehyung não tem culpa, não fique chateada com ele.

— Ahhh… — Gemi. Meus pés tinham apoio no chão, mas Taehyung continuava puxando meu cabelo.

Eu não estava entendendo nada. Mas era ele, era ele. Taehyung era o doente que estava comendo as pessoas, só podia ser ele. Eu queria chorar, mas não posso ser fraca. 

— Implore, posso pensar se deixo você viver. 

Fiz o que ele pediu. Afinal, eu não queria morrer.

— Por favor… por favor, não me mate.

— Hmmm. Não me convenceu. Mas, por favor, não fique assim. Eu ainda estou com fome, seu pai atrapalhou meu café da manhã. 

— Não. — Gritei desesperada. 

Não podia morrer. Eu não queria morrer. Era nova demais. 

— Sim. — Sua gargalhada diabólica ecoou no meu ouvido. Seu corpo estava chocado com o meu, bem próximo, eu podia sentir todo o seu tronco. Seu nariz rodeava a região do meu pescoço. Agora eu não tinha o porquê não chorar. Deixei todo o desespero sair pelos meus olhos.  — Céus, como você é gostosa. Tem um cheiro maravilhoso… 

— Por favor…

— Shhh… — Ficou em minha frente. — Vou pedir para ser forte. Não morra rápido, o gosto é horrível quando a pessoa morre. — Segurou meu queixo. Sua face estava se aproximando cada vez mais rápido. O canino pontudo e os olhos avermelhados me fizeram gritar mais alto. — Droga. — Recuou. 

Taehyung me soltou , tomando distância de mim. Ele olhava para o lado e eu não me permitia olhar também. Estava com muito medo, podia ser uma distração para me pegar de surpresa. 

— Você não aprende não é? — Uma voz conhecida soou atrás de mim. 

— Se você não percebeu, estou prestes a fazer minha refeição. — Taehyung disse ainda tomando distância. 

— Espírito idiota. — O mesmo cara da festa que tirou o Jungkook de mim , falava entredentes. — Deixe a garota em paz, deixe todos em paz. 

Ele gritava muito alto. 

— S/N, sai daqui! Vai pra escola. — Continuou, mandão.

Eu corri para sair da campina, mas um vulto impediu minha fuga. Taehyung estava em minha frente, não querendo me deixar sair. Grunhi aterrorizada, dei três passos para trás sem tirar meus olhos de Taehyung. Ele murmurava palavras desconexas. Atrás de mim, um barulho de animal com raiva eu ouvi. Vi o cara da festa com os olhos vermelhos, garras enormes para fora e seus caninos eram enormes. 

Seu corpo tremia, e uma fera horrível ele se transformou, me deixando mais aterrorizada. Ele era preto, completamente preto, seus olhos ficaram mais vermelhos e no seus caninos saim baba de raiva. Ele era um lobisomem. Ele saltou em minha frente e gesticulou o braço para outro lado. Eu entendi e corri para fora dali. Os barulhos de grunhindo altos davam-se para ser escutados até a rua da cidade. 


Notas Finais


Bem, espero que tenham gostado.
Amo vocês e até o próximo cap heuheuheu.


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