História Changing Things - Capítulo 3


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Categorias Voltron: O Defensor Lendário
Personagens Lance
Tags Amizade, Amor, Bissexual, Escolhas, Gay, Keith, Klance, Lance, Lgbt, Revelaçoes, Voltron
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Palavras 3.089
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Famí­lia, LGBT, Musical (Songfic), Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Capítulo 3


Fanfic / Fanfiction Changing Things - Capítulo 3 - Capítulo 3

~~~~

 

{POV Keith início}

 

 

 

Ainda sentia meu rosto queimando onde Lance havia o tocado horas atrás. Meus lábios ainda sentiam o a textura macia dos de Lance, e seu gosto de morango. O jogo já tinha acabado à bastante tempo. 

 

Estávamos agora assistindo uma série chamada Voltron. Era muito engraçada. Estávamos todos se divertindo bastante com ela. Eu me identificava bastante com o personagem do paladino vermelho. 

 

Os episódios seguiam sozinhos e aos poucos começamos a nos silenciar. O primeiro a dormir foi Hunk. Então logo depois Shiro caiu no sono também. Em seguida foi Allura, e depois Pidge. Restando apenas eu, Lance, e no fundo o som abafado reproduzido pela TV. Eu não prestava mais atenção na série. 

 

Estavam todos amontoados no sofá, onde eu e o cubano ficávamos colados bem no meio de todos. Allura dormia com a cabeça apoiada no ombro do namorado. 

 

"Parece que só restou a gente." Sussurrei para Lance. O moreno me encarou com aqueles olhos profundos. Nossos olhos pararam, fixos um no outro

 

"Quer sair desse bolinho de gente pra conversar em paz." Foi o sussurro que recebi como resposta.

 

"Seria bom." Disse desviando cuidadosamente do braço real de Shiro que caira em meu colo. Sai com cuidado e devagar daquela pilha de corpos adormecidos. Assim que estava fora do alcance de onde todos dormiam, ajudei Lance a sair de lá, logo que ele vagarosamente retirou a cabeça da namorada de seu ombro. 

 

"Ah, obrigado." Agradecia ele pela ajuda. "Acho que se não fosse você eu não teria saído dessa pilha de cadáveres." Brincou ele. Trocamos um sorriso. 

 

Nos distanciamos de nossos amigos adormecidos, com propósito de não acorda-los. Nos sentamos no chão, apoiando nossas costas na parede branca. Estávamos de lado um para o outro, nossos ombros encontravam-se encostados. Onde o ombro de Lance tocava o meu, sentia uma energia calorosa que atravessa  meu pijama até chegar em minha pele. 

 

"Sobre o que aconteceu no jogo..." Eu comecei, sem coragem nenhuma para continuar. Mas de algum lugar eu mim tive força para construir palavras. "Eu... me desculpa. Sei que você ama a Allura, realmente não precisava ter feito o desafio, e–"

 

"Não precisa de desculpar, ok. Não fez mal nenhum." Ele me olhava pesadamente. Seu olhar era sério. "Eu... posso te falar uma coisa? Mesmo que você não vá se importar ou, eu não sei, só preciso dizer isso para alguém." 

 

"Sinta-se livre pra dizer o que quiser pra mim. E o que acontece aqui fica aqui." Encorajei o latino.

 

"Obrigado Keith. É muito bom ter um amigo assim como você. Alguém que eu posso confiar." Ele parecia triste e precisando de um consolo. Ele respirou fundo.

 

"Tome o tempo que quiser. Eu não vou dormir tão cedo." Informei. 

 

"Bom, desde alguns poucos meses pra cá, eu tenho me sentindo meio estranho. Pra ser mais exato, 2 meses depois que comecei a namorar a Allura isso começou." Eu o ouvia com toda a atenção que tinha. "E estranho que digo é... é tipo... eu acho que to gostando de um garoto, Keith." Ele me olhou com preocupação.

 

"Lance, tudo bem." Respondi o acalmando.

 

"Mas eu não tenho coragem de falar isso para a Allura porque eu sei que ela terminaria comigo se soubesse. E eu não quero terminar com ela, não quero ver ela sofrer. Porque, de um jeito ou de outro, ela ainda é minha amiga, e eu amo ela. Mas esse garoto, ele é incrível. Acho que ninguém consegue resistir a ele. Todos meu amigos gostam muito dele. E ele é uma pessoa muito querida para mim."

 

Keith Kogane não. Não pense nisso nem por um segundo. Não seja otimista demais. Em dimensão nenhuma Lance estaria falando de você. Para de ser iludido. Faz alguma coisa seu inútil. Fala com ele. Anima ele. Põe ele pra cima. Ajuda ele!

 

Minha mente se auto bombardeava com pensamentos loucos. Por dentro eu podia estar gritando, mas for fora permanecia calado como um mudo. Navegava naqueles olhos oceânicos deslumbrantes. 

 

"Você deve estar falando de si mesmo, né?" Tentei anima-lo. "Para ser um garoto magnífico assim tem que ser você." 

 

Ele sorriu em resposta. "Obrigado Keith, mas não sou eu de quem falo." Ele respirou fundo e desviou seu olhar azulado para o chão frio. "Estou falando de você Keith. Eu não queria, realmente, me sentir assim. Eu nunca gostei de um garoto antes. Eu achei que eu era hétero, e agora to achando que sou bi. Mas não consigo controlar minhas emoções. E–" 

 

Como assim tá falando de mim criatura?! Não é possível isso. Será que ele tá delirando de febre? Meu deus!!! Morri!

 

Minha mente de novo esplendia em palavras. Estava surtando por dentro. Mas fora, aparentava tranquilamente acalmar Lance.

 

O cortei novamente. "Lance tudo bem você se sentir assim. Não precisa se desculpar. Você tem o direito de gostar de quem você quiser e bem entender. E...eu também gosto de você." Não acretido que eu tinha acabado de falar aquilo.

 

"Keith eu queria ficar com você. Queria mesmo." Ele deu ênfase a palavra mesmo. "Mas enquanto eu estiver com a Allura isso não pode acontecer. Infelizmente. Me desculpa." 

 

"Lance, eu entendo completamente. Se fosse eu no seu lugar sem dúvida eu faria o mesmo." 

 

"Sim, eu sei. Mas o problema é que há meses tento ignorar os sentimentos para ver se eles vão embora, mas ele continuam aqui. Eu ainda os sinto." 

 

"Mas seu amor pela Allura é mais forte, não é?" Perguntei assegurando a mim mesmo de que era, para que o problema não fosse maior para Lance. 

 

"É que o tipo de amor que sinto pela Allura é diferente. É de amizade, não desse tipo." O latino lamentou. 

 

"Entendo." Nossos olhares se fixam de novo. 

 

Lance lentamente deixa o peso de sua cabeça cair sobre meu ombro direito. Um pouco sem saber o que fazer, acaricio seus cabelos sedosos e hidratados. 

 

"Obrigada pelo apoio Keith." Dizia devagar. 

 

Depois de alguns minutos de silêncio percebi que o moreno tinha caído no sono. E com o vazio da noite escura, e o calor que o cubano gerava em meu corpo, logo eu estava dormindo com minha cabeça apoiada em cima da de Lance. 

 

 

{POV Keith fim}

 

 

 

{POV Lance início}

 

 

Acordei no meio da madrugada, assustado. Meu medo era culpa de meu pesadelo. Nele Allura terminava comigo e Keith me odiava, virando assim todos meus amigos contra mim. Foi horrível. Me sentia vazio. Era como se tudo tivesse ficado cinza. Cinza. Era o melhor jeito que conseguia explicar como tudo estava para mim. Devia estar ficando louco. 

 

Acidentalmente, acordei Keith com meu susto. Ele dormia com a cabeça apoiada acima da minha, que estava apoiada em seu ombro. Ele ronda estava meio dormindo então o chamei. 

 

"Keith." Ele piscou forte e abriu os olhos. "Temos que voltar para o sofá, se não podem pensar que tem algo acontecendo." Falei como um idiota.

 

Tem algo acontecendo seu trouxa! 

 

Minha mente berrava.

 

Vocês ficaram mais de uma hora inteira conversando. E agora vai amarelar e agir como se nada tivesse acontecido? Isso é importante Lance. Você não pode agir como se não tivesse acontecido! Está proibido!

 

Gritava e berrava cada vez mais alto. 

 

Você gosta dele. Você confessou isso pra ele! É melhor ainda, ele disse que sente o mesmo! Qual seu problema?! Termine com a Allura é fique com esse anjo! 

 

Mas eu não podia ouvir essa voz incessante que não parava de ecoar em minha cabeça. Não podia machucar os sentimentos de Allura. Nem  os de Keith. O que fazer? Oque fazer? O que fazer?! 

 

Me perguntava sem parar, mas não importava quantas vezes me perguntasse, eu não tinha a resposta para nenhuma dessas vezes. 

 

O sol estava começando a se levantar, e junto com ele se levantaria Coran.

 

"Ok. Então vamos. Você deita perto da Allura e eu finjo ter caído no chão durante a noite, ok?" Keith perguntou sem prestar muita atenção no meu desespero. Ele começava a andar até o sofá despreocupado e com sono. 

 

"Keith espera." O peguei pela mão. Ele parou. 

 

O puxei levemente para perto de mim, e ele facilmente veio. Ele segurava meu rosto delicadamente, enquanto eu o abraçava pela cintura. O espaço entre nossos lábios se fechou em um beijo lento, delicado, tranquilo, tudo que eu não estava. Mas Keith me acalmava. Seu toque era suave sobre minha face. Novamente, meus sistemas foram colocados em uma torradeira. Todos meus nervos ativaram-se. E senti o mesmo raio que energia passar sobre meu corpo, como durante o selinho, porém desta vez mais forte. Mais eletrizante. 

 

Keith acordou e percebeu o que fazia e o quão errado era. Enquanto eu, fui levado a um universo onde tudo são sonhos. Ele separou nossos lábios. E com razão. Eu não deveria ter dado início à aquilo. Agora eu envolvera Keith em um problema meu. Desnecessariamente. 

 

"Hããã... de volta pro sofá, né?" Keith tentou disfarçar.

 

"É... sim. Isso, isso mesmo." Desviei o olhar envergonhado. 

 

Deitei meu corpo, cheio de energia por culpa do beijo, ao lado de minha namorada. E agora, quando uma de suas mãos entrou em contato com minha perna, senti algo frio me tocar, não mais o calor vibrante que sentia antes. E junto com esse toque gelado, caiu sobre mim um enorme peso nas costas. O peso de namorar uma pessoa mas gostar de outra, que é um dos melhores amigos da sua namorada e seus. 

 

Me sentia culpado. Errado. Cinza outra vez. Fechei meus olhos e tentei cair no sono. Mas algo me interrompeu. 

 

A voz de Coran invadiu a sala. "Bom dia meus jovens! Vamos, acordem, o café já está na mesa!" Dizia animado nos acordando. 

 

Eu logo abri meus olhos, Keith também. Fingindo termos acabado de acordar. 

 

"Bom dia Coran!" Respondi com muito ânimo.

 

Keith deu um bocejo que não soube identificar se era falso ou real. "Bom dia gente." Dizia com ar de cansaço, mesmo não estando. 

 

Hunk começava a acordar bocejando. Logo Pidge acordou num pulo, como sempre fazia. Allura arguia-se lentamente de seu sono como normal, mas agora não a via tão radiante quanto antes. Ela alongava seu braços, que logo encontraram meu rosto e o acariciaram. 

 

"Bom dia Lancey!" Falou para mim amavelmente. 

 

"Bom dia Ally, flor do dia!" Fiz um trocadilho para mostrar que eu estava bem.

 

~~~~

 

 Quando acabamos o delicioso café da manhã que Coran havia preparado para nós. Começamos a organizar nossas coisas, já que Shiro e Pidge já iam embora. Nos despedimos de nossos amigos. Alguns minutos depois a avó de Hunk chegou para buscá-lo. E assim ele também se foi. Restando apenas Keith, eu e Allura. Prometi à Krolia, mãe de Keith que o levaria a salvo para casa em meu carro. Então o que me restava fazer era deixar Ally. 

 

Me despedi de minha suposta namorada, trocamos um selinho rápido de despedida. Keith me esperava em frente à meu carro. Corri até ele. Destranquei meu veículo e entramos nele. Liguei o carro e acelerei.

 

 Virando a esquina da casa de Allura, virei me para Keith e perguntei. "Quer passar um tempo lá em casa?" Convidei. Sabendo que ele não faria nada durante o resto do seu dia. 

 

"Não vejo nenhum motivo para recusar um convite tão agradável." O garoto dos olhos púrpuras respondeu. Me deixando feliz por sua resposta. "Posso colocar uma música?" Ele pediu, como de costume. Fiz que sim com a cabeça.

 

Ele já foi logo conectando o Bluetooth do celular no carro, como sempre fazia. Toda tarde, depois da escola, eu o levava para sua casa. E a cada vez colocava uma musica diferente. Sempre me pedia para colocar My Chemical Romance, mas como eu preferia as musicas que ele colocava de Andy Black ou Green Day, deixava ele selecionar somente uma música de MCR. Mas ele ficava feliz, de qualquer jeito, isso era o importante. Alegria estampado em seu rosto com um sorriso. 

 

Dessa vez não teve pedido de MCR nenhum. Ele simplesmente foi direto para a música Weak do AJR. 

 

Eu amo essa música. Me identificava muito nela. Eu sabia a letra dessa musica inteira. Quando ela começou, eu e o mullet head começamos a cantar em sintonia com o cantor. E mais do que nunca, agora ficava minha audição na voz de Keith. Era linda. E simplesmente idêntica à do cantor. Minha voz já era mais para um estilo Ed Sheeran. 

 

 

No, thank you (Não, obrigado)

Is what I should have said (É o que eu deveria ter dito)

I should be in bed (Eu deveria estar na cama)

Temptations (Tentações)

Of trouble on my tongue (De problemas na minha língua)

Troubles yet to come (Problemas ainda por vir)

 

Eu deveria ter recusado meus sentimentos por Keith na noite anterior. Eu deveria estar dormindo no sofá. Mas tentações mudaram meu destino, e agora teria de lidar com os problemas causados por isso.

 

One sip (Um gole)

Bad for me (Ruim para mim)

One hit (Um golpe)

Bad for me (Ruim para mim)

One kiss (Um beijo)

Bad for me (Ruim para mim)

But I give in so easily (Mas eu cedo tão facilmente)

 

Cada coisa que eu faço é ruim para mim. De mínima, a máxima que seja sua importância. Mas eu acabo sempre deixando acontecer.

 

And no thank you (E não obrigado)

Is how it shoulda gone (É como devia ter sido)

I should stay strong (Eu devia me manter forte)

 

Eu penso em recusar mas desisto de mim mesmo. Não consigo ser forte. 

 

But I'm weak (Mas eu sou fraco)

And what's wrong with that? (E o que há de errado com isso?)

Boy oh boy, I love it when I fall for that (Garoto oh garoto, eu amo quando caio nessa)

I'm weak (Eu sou fraco)

And what's wrong with that? (E o que há de errado com isso?)

Boy oh boy, I love it when I fall for that (Garoto oh garoto, eu amo quando caio nessa)

I'm weak (Eu sou fraco)

But I'm weak (Mas eu sou fraco)

And what's wrong with that? (E o que há de errado com isso?)

Boy oh boy, I love it when I fall for that (Garoto oh garoto, eu amo quando caio nessa)

 

Eu sou fraco. Muito fraco. E o problema é que, isso causa problemas nos quais não sei lidar, quais não sei as resoluções.

 

No, thank you (Não, obrigado)

They call me after dark (Eles me chamam depois de escurecer)

I don't want no part (Eu não quero nenhuma parte)

My habits (Meus hábitos)

They hold me like a grudge (Eles me prendem como um rancor)

I promise I won't budge (Eu prometo não ceder)

 

Meus hábitos de tentar encontrar uma solução para minha vida quando deito minha cabeça sob o travesseiro no escuro de meu quarto. Me prendo nesses pensamentos e eles me impedem de dormir. Mas eu prometo a mim mesto que vou resistir.

 

One sip (Um gole)

Bad for me (Ruim para mim)

One hit (Um golpe)

Bad for me (Ruim para mim)

One kiss (Um beijo)

Bad for me (Ruim para mim)

But I give in so easily (Mas eu cedo tão facilmente)

 

Basta um ato e já quebro minha promessa de resistência. Criar mais problemas sem solução parece irresistível para mim. 

 

And no, thank you (E não, obrigado)

Is how it shoulda gone (É como devia ter sido)

I should stay strong (Eu devia me manter forte)

 

Tento ao máximo ser forte, mas é impossível. Porque sou mais fraco que aparento.

 

But I'm weak (Mas eu sou fraco)

And what's wrong with that? (E o que há de errado com isso?)

Boy oh boy, I love it when I fall for that (Garoto oh garoto, eu amo quando caio nessa)

I'm weak (Eu sou fraco)

And what's wrong with that? (E o que há de errado com isso?)

Boy oh boy, I love it when I fall for that (Garoto oh garoto, eu amo quando caio nessa)

I'm weak (Eu sou fraco)

But I'm weak (Mas eu sou fraco)

And what's wrong with that? (E o que há de errado com isso?)

Boy oh boy, I love it when I fall for that (Garoto oh garoto, eu amo quando caio nessa)

 

Sin eu amo quando coisas como a noite anterior acontecem, mas elas acabam me prejudicando.

 

We, we fall for that (Nós, nós caímos nessa)

Wake up (Acordamos)

We fall again (Nós caímos de novo)

We, we fall for that (Nós, nós caímos nessa)

Can't wait to fall again (Mal posso esperar para cair de novo) 

 

E uma vez que não consigo resistir e cedo para minhas tentações, isso se repete várias e várias vezes.

 

One sip (Um gole)

Bad for me (Ruim para mim)

One hit (Um golpe)

Bad for me (Ruim para mim)

One kiss (Um beijo) 

Bad for me (Ruim para mim)

But I give in so easily (Mas eu cedo tão facilmente)

 

Mais e mais vezes essas coisas acontecem. Me deixando cada vez mais fraco. E me fazendo deixá-las ocorrerem mais facilmente.

 

And no thank you (E não obrigado)

Is how it shoulda gone (É como deveria ter sido)

I should stay strong (Eu devia me manter forte)

 

Como todas as vezes. Não resisto.

 

But I'm weak (Mas eu sou fraco)

And what's wrong with that? (E o que há de errado com isso?)

Boy oh boy, I love it when I fall for that (Garoto oh garoto, eu amo quando caio nessa)

I'm weak (Eu sou fraco)

And what's wrong with that? (E o que há de errado com isso?)

Boy oh boy, I love it when I fall for that (Garoto oh garoto, eu amo quando caio nessa)

I'm weak (Eu sou fraco)

But I'm weak (Mas eu sou fraco)

And what's wrong with that? (E o que há de errado com isso?)

Boy oh boy, I love it when I fall for that (Garoto oh garoto, eu amo quando caio nessa)

 

Por fim admito, sou tão fraco que até pequenas coisas – como um simples toque – são mais resistentes e fortes que eu. 

 

 

Keith se divertia com a música. E Durante seu divertimento, eu relacionei a letra da música toda com minha vida lotada de problemas que não param de surgir.

 

Keith percebeu que eu viajava um pouco e chamou minha atenção. "Lance..." Posicionou sua mão em minha coxa. 

 

Pronto mais uma vez fui fraco e não resisti em colocar minha mão por cima da de Keith. Que passava ondas de calor onde me tocava. 

 

 

{POV Lance fim}



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