História Channel 13 - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~AnaLuLuza

Postado
Categorias Undertale
Personagens Frisk, Personagens Originais, Sans
Tags Drama, Frans, Mistério, Revelaçoes, Sanrisk, Sans X Frisk, Sobrenatural, Underspirit, Undertale
Visualizações 129
Palavras 2.828
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Mistério, Misticismo, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


YAAAAY MEU PRIMEIRO COLLAB UHU
vai ter mais um collab com a CakeNeko, se tudo der certo sai em breve e.e

O prólogo eu que fiz.
O capítulo 2 vai ser feito pela ~AnaLuLuza.
E o final vai ser feito pela ~CakeNeko.

Capítulo 1 - Prólogo.


Fanfic / Fanfiction Channel 13 - Capítulo 1 - Prólogo.

Ele arrastava seu corpo pelo corredor, não andava devido ao fato de sua perna esquerda ter sido ferida da forma mais estúpida possível. Desespero nítido em seu olhar, enquanto suas mãos e braços faziam o trabalho de suas pernas, — de movê-lo pra frente —, suor excessivo escorrendo pelo rosto e os olhos arregalados a procura da entidade que o perseguia no escuro. Essa era a parte engraçada, ele não a enxergava, estava correndo do completo desconhecido! Mal sabia o que estava o perseguindo, apenas ouviu sons estrondosos vindo em sua direção, e ao correr acabou prendendo a perna em uma armadilha pra urso! Uma armadilha que com certeza não era dele, e em sua mente não se passava nenhum motivo pra alguém em santa consciência ter posto aquilo ali.

Mas é, ainda sim, estava fugindo de algo, mesmo sem saber do quê. Não sabia o que aconteceria se fosse pego, e sinceramente, não queria descobrir. Encostou-se na parede, ofegando, enquanto tentava tirar a maldita armadilha ainda presa a sua perna. Um mísero toque já o fazia praticamente gritar de dor, e atrair aquela coisa para perto era o que ele menos precisava, então tapou a boca com uma das mãos, e com a outra puxou a peça metálica com toda a força que pôde. A armadilha fez um estalo, o ruído foi tão alto que ecoou pelas paredes do corredor, derrubando um dos quadros. O baque fez com que ele imediatamente arregalasse os olhos, seu coração bateu tão aceleradamente que era possível ouvi-lo, como se estivesse muito próximo.

Percebeu passos se aproximando, eles corriam e cada vez mais depressa. Num movimento rápido levantou-se e pôs-se a correr, e a cada momento que seus pés tocavam o chão o ruído ficava cada vez mais veloz e mais próximo, seu jeito desengonçado de correr deixava claro o desespero e medo que tomava conta de si, e antes que pudesse abrir a maçaneta, algo agarrou seu pé. Sua mão ensanguentada desceu lentamente pela porta, manchando a madeira clara com o líquido, antes que pudesse cogitar a ideia de correr, seu pescoço havia sido quebrado, por algo, ou alguém, tudo foi tão rápido que ao menos teve tempo de ver o seu assassino. Morreu na hora, e a casa voltou a ter o mesmo silêncio de antes, nenhum sinal de passos.

Policiais chegaram ao local, nenhuma pista de quem havia o matado. O caso foi dado como encerrado em poucos meses. Mal sabiam eles, que o que fez aquilo, não era corpóreo e muito menos, humano.

O albino segurou uma risada. — Pfffft... — Dirigiu seu olhar para a amiga. — Não vai me dizer que você acreditou nisso, né?— Questionou.

A ruiva, que estava bastante concentrada no “Baseado em fatos reais”, bem visível na televisão, rapidamente jogou uma almofada na cara do amigo, que a segurou com as mãos antes que a mesma entrasse em contato com seu rosto. — Essa história pode até ser mentira, mas eu sei que espíritos e entidades existem, não estamos sozinhos. — Undyne cruzou os braços.

— Isso pra mim é pura bobagem. — Sans levantou-se, acendendo as luzes. — Temos que ter medo dos vivos, não dos mortos. — Pegou a tigela e os copos, os levando para a cozinha e depositando na pia, Undyne o seguiu, ainda de braços cruzados. — Isso é puro marketing, minha querida amiga. — Esboçou um sorriso irônico.

Undyne foi até seu casaco, o retirando do sofá e o vestindo. — Não subestime os espíritos, Sans. — Avisou, fazendo uma voz tenebrosa, Sans apenas riu fraco. — Vamos assistir juntos outro dia, você compra a cerveja. — Concluiu.

— Sim senhora, policial. — Fez um sinal com as mãos, a ruiva riu fraco, fingindo ajeitar um quepe imaginário, piscou para o albino. — Lembre-se de não usar suas algemas só na cama, Undy. — Fez referência a vez que a policial deixou um delinquente escapar apenas por ter esquecido as algemas em casa. A ruiva prendeu o riso, levantando o dedo médio para o amigo, e em seguida, saiu.

Sans se jogou no sofá, encarando a televisão, onde o filme já havia terminado. Suspirou, jogando a cabeça pra trás, a apoiando no encosto do sofá. Undyne não poderia estar tão convicta, afinal, ela nunca havia presenciado um acontecimento sobrenatural. Ou será que sim? Ele ao menos sabia porquê de estar refletindo sobre isso, entidades sobrenaturais não existiam e não era um filme que faria ele duvidar da verdade. Mesmo depois de ter comido quase uma tigela inteira de pipoca, o albino ainda tinha fome, mas assim como sua fome a preguiça também estava presente, então decidiu comer algo fora, apenas pra não precisar cozinhar.

Levantou-se do sofá, pegando seu celular e suas chaves. Colocou o capuz sobre a cabeça e saiu, brincando com as chaves entre os dedos. Eram quase cinco horas da tarde, horário de verão, o céu ainda estava claro e haviam algumas crianças correndo no meio da rua, sem se importar com a chance de serem, provavelmente, atropeladas por um veículo. Elas corriam e riam como se aquilo fosse a coisa mais divertida do mundo, felicidade, era algo que o albino não vinha sentindo, 99% dos sorrisos que esboçava eram de pura ironia ou fingimento.

Não precisava preocupar ninguém, Papyrus, já estava preocupado o suficiente. Sans não andava se importando com muita coisa recentemente, desde que seu irmão mais novo decidiu tentar seguir seus sonhos ao se mudar para a Alemanha, a casa havia ficado mais quieta e ele sentia falta até da comida ruim que o mesmo preparava. Mas com certeza, se naquele momento, Papyrus aparecesse com um prato enorme de Espaguete, ele recusaria, estava com fome, mas nem tanto.

Avistou a placa em LED, acima de seu bar favorito, aquilo realmente chamava a atenção e não era a toa que o local era cheio de clientes. Atravessou a rua, quase sendo derrubado por algumas crianças que corriam por ali. Levou a mão a porta, empurrando-a e sentindo o cheiro de gordura e cerveja invadir suas narinas, aspirou o aroma, adentrando o local, e caminhando lentamente até o balcão, cumprimentando alguns conhecidos pelo caminho. O albino mantinha sua expressão misteriosa de todos os dias, aquela cara inexpressiva que ao mesmo tempo carregava consigo um sorriso largo até demais, ele ainda achava que o motivo disso era a viagem do irmão, mas nem ao mesmo entendia aos outros, quem dirá a si mesmo.

Sentou-se num dos banquinhos de frente para o balcão, e logo seu amigo veio o atender, Grillby esboçou um sorriso ao vê-lo, há algum tempo Sans não aparecia por ali, era gratificante ter sua presença novamente. O ruivo apoiou-se no balcão, ajeitando seu bloquinho entre os dedos e retirando uma caneta detrás da orelha.

— Sans! — Sorriu ainda mais. — Quanto tempo não te vejo por aqui.

O albino contagiou-se com a animação costumeira do barman. — Heya, Grillbz! — Sorriu também, apoiando o cotovelo no balcão.

— O que vai querer? — Indagou, balançando as canetas entre os dedos.

Fez uma pose pensativa por um instante, mas logo pôs-se a falar. — Cebola empanada, com batatas e bacon. — Sorriu satisfeito. — E uma soda também.

Grillby riu anasalado. — Sempre saudável, não é, Sans? — Arrancou a folha do bloquinho.

— Você me conhece. — Piscou, sorrindo de lado.

O barman foi em direção a cozinha, e o albino decidiu ir até alguma mesa. Escolheu uma perto da janela, então sentou-se, batucando com os dedos na mesa, enquanto admirava a paisagem do lado de fora. Novamente, as mesmas expressões de felicidade. Seria mesmo Papyrus que estava causando a sua tristeza repentina, ou seria só o fato de estar sempre sozinho? Era o fato de que sua única companhia havia ido embora ou era porque a sua única companhia já tinha uma família formada e ele ao menos tinha conhecido alguém legal? Isso era porquê ele ainda nã-...?

BLAM!

Uma bandeja foi depositada sobre a mesa, o libertando de seus pensamentos, que por um lado, já estavam indo longe demais. Reconheceu rapidamente a dona dos cabelos esverdeados que lhe jogava um sorriso terno. Sorriu de volta, embora lá no fundo, não quisesse. Fuku retirou da bandeja o pedido de Sans, e a bebida, colocando os dois sobre a mesa, e depois pondo a bandeja debaixo do braço.

Estalou os dedos arregalando os olhos, a típica expressão de quem havia lembrado de alguma coisa. Rapidamente foi até o balcão e voltou. — A-aqui, Sans. — Colocou um vidro de Ketchup sobre a mesa. — Sei que você gosta muito disso. — Sorriu, enrolando uma mecha do cabelo em um dos dedos.

Sans suspirou, mas colocou um pequeno sorriso no rosto. — Obrigado, Fuku.

— D-de n-nada! — Ela saiu apressada.

Fuku era filha de Grillby, quem Sans, recentemente, descobriu que tinha uma queda por ele. Ele se sentia um lixo por não corresponder ou até mesmo por tentar aproveitar a oportunidade e finalmente tomar algum juízo. Fuku parecia ser incrível, admirava a garota pela coragem de tingir os cabelos de verde mesmo sabendo o quão diferente as pessoas iam achar. Ela sempre fora simpática com ele, as vezes até lhe dava algumas coisas por conta da casa e já chegou a passar um tempo conversando com ele no balcão. Mas mesmo assim, tudo que fazia não era o suficiente para conquistar o coração de Sans, que Fuku achava que só tinha espaço pro irmão, já que era seu único parente vivo, isso a entristecia, mas ela não desistiu tão fácil.

Dando um último gole na sua bebida, ao retirar mais algumas batatas de sua porção, encontrou um papelzinho, curioso, abriu o mesmo, até ver do que se tratava.

"98457-6502 Fuku ♥"

Sans suspirou, amassando o papelzinho e o jogando em algum lugar aleatório. Levantou-se antes de terminar de comer, então acenou para o barman.

— Põe na minha conta, Grillby. — Então, foi em direção a porta.

E novamente os gritos das crianças voltaram a se fazer presentes. Ouviu a porta batendo atrás de si, então colocou as mãos nos bolsos e voltou a andar, de volta para casa. Se sentia um velho carrancudo, pois sempre que alguma criança se aproximava, ele só conseguia sentir raiva, e não entendia o motivo, já estava começando a achar que o menor resquício de felicidade alheia o afetava, isso não era normal. Enquanto caminhava pela calçada, se deparou com uma vitrine um tanto chamativa. Eram aquelas lojas, que vendiam aparelhos eletrônicos, e aparentemente, hoje as televisões estavam com 30% de desconto. Não que quisesse comprar uma televisão nova, afinal, já tinha a sua, que estava em bom estado. Mas, um aparelho em especial, chamou sua atenção. Em meio a tantas televisões de LED, havia uma diferente, que se destacava em quesitos de antiguidade.

Uma televisão antiga, amarronzadas, com aqueles botões que você tinha que girar, ao menos tinha um controle remoto. Aquele fato deixou o albino intrigado, por que aquilo ainda estava ali? Não era pra estar no ferro-velho, ou sei lá? Porém, o que mais chamou a atenção de Sans, era o que se passava naquele televisor em especial. Apesar da imagem de péssima qualidade, ele conseguia distinguir um rosto feminino.

Apertou os olhos, fitando atentamente a tela. Podia jurar que viu uma garota ali, ela parecia desesperada, seus olhos arregalados em puro medo e angústia, como se algo ruim pudesse acontecer a ela a qualquer momento, e estava tão ofegante que chegava a ser visível de longe. Que programa era aquele? De qualquer forma, aquela atriz era boa, sua expressão de aflição e agonia era muito real, parecia que ela estava mesmo, perdida num cenário que parecia ser uma floresta, e que estava com muito, mas muito medo. Sans aproximou-se um pouco mais da vitrine, gravando os traços daquela garota.

Olhos castanhos, num tom claro, madeixas de cor chocolate e uma pele morena. Ela usava um suéter azul, com listras roxas, ele conseguia ver o quão amedrontada ela parecia. Um pingente dourado se encontrava em seu pescoço, e ela o apertava com força, como se não pudesse soltá-lo. Se surpreendeu ao enxergar esses detalhes, já que a imagem da televisão era precária. Em alguns segundos atentos a ela, Sans percebeu que ela estava chorando. Ele queria realmente saber de que filme se tratava, parecia muito bom, porém estava mudo. Algo que o deixou bastante confuso, era o fato da garota apenas ficar ali, chorando, desesperada. Ela não corria, o cenário não mudava, as câmeras não trocavam de posição, e a garota, menos.

Ele não conseguia desgrudar os olhos da tela, não importava o que fizesse, parecia ser uma missão impossível. Logo a mesma garota começou a olhar em volta, e quando o albino percebeu, ela estava olhando pra ele, diretamente em seus olhos, como se pudesse vê-lo, como se pudesse perceber que ele a encarava. Sans levou um susto, quase caindo pra trás, aquilo era muito real pra ser um filme. A garota voltou a arregalar os olhos, dessa vez, gritando algo, e batendo na tela da televisão. Ela batia com tanta força, que ele podia jurar que viu a tela de vidro se quebrando um pouco. Rapidamente afastou-se dali, balançando a cabeça para afastar aqueles pensamentos, era só um filme, nada mais.

Um senhor saiu de dentro do estabelecimento, vendo que o albino estava há um tempo encarando a televisão, resolveu aproximar-se, um pouco desconfiado.

— Vai querer comprar? — Questionou.

— Uh?

— A televisão. — Apontou para a vitrine. — Te vi olhando pra ela por um tempo.

— Ah, não. — Respondeu, coçando a nuca. — Só estava vendo o programa que estava passando, não pretendo leva-la.

— Oh, certo. — O senhor deu de ombros, e Sans suspirou.

Deu uma última olhada para a garota, que ainda parecia gritar desesperada, então, percebeu que o filme se passava no canal 13. 

...

Surfava pelos canais sem muito interesse. Canal 5, nada, 8, também não, 13, menos ainda. Já havia desistido. Não fazia nem dois minutos de que saiu daquela vitrine e o filme não estava passando. Olhou várias vezes em todos os canais e nenhum sinal da garota que viu na televisão. Aquele incidente já estava o deixando paranoico, era tão real.

Optou por tirar um cochilo, estava entediado, de qualquer forma. E no momento em que seus olhos se fecharam e ele pegou no sono, tudo estava diferente. O que antes era sua sala, havia se transformado numa floresta negra e assustadora. Aquele lugar parecia muito familiar, mas ele não se lembrava de ter ido até algum local parecido, nada parecia fazer sentido naquele momento e tudo que passava por sua cabeça era o fato de estar perdido, e a sensação de que a qualquer momento algo ruim poderia acontecer o deixava cada vez pior.

Felizmente conseguia se mover, porém o medo fazia seus pés fincarem no chão e não se soltarem por nada. Ele conseguia ouvir ruídos, galhos se quebrando a cada passo que dava, sentia que estava sendo observado. O vento forte balançava as folhas que ainda restavam naquelas árvores mortas, as fazendo ir diretamente ao chão sem rodeios. Deu um pulo pra trás ao ouvir gritos, gritos tão desesperados que ele só conseguia pensar que quem quer que estivesse gritando provavelmente estava encarando a própria morte. Pôs-se a correr floresta a dentro, ouvindo estalos de armadilhas pra urso, que a cada passo que dava eram ativas, por sorte não pegando em seus pés. Empurrava os galhos e folhas secas, não se importando se estava sendo perseguido ou não, aqueles gritos faziam seu corpo automaticamente segui-los, embora seu cérebro gritasse que não era uma boa ideia.

Chegou ao meio da floresta, um local livre de árvores, pinheiros apenas em volta e então ele viu algo. Aproximou-se sorrateiramente da silhueta arregalando os olhos ao notar uma garota, que estava de costas, ela ainda continuava gritando. Reconheceu rapidamente o suéter azul, e os cabelos castanhos. Em passos leves, foi se aproximando cada vez mais da morena, que ainda continuava de costas, seus gritos eram ensurdecedores e Sans torcia pra que ela parasse. Ao tocar no ombro da garota, esta virou-se rapidamente, assustando-o. Seus olhos estavam cheios de lágrimas e sua face estava avermelhada, os lábios estavam secos, e a pele estava pálida, branca como papel. Os gritos pararam, ele só conseguia ouvir o barulho da respiração ofegante de ambos.

O albino franziu o cenho, quem era ela, o que estava fazendo ali e por que estava gritando? Mal teve tempo de ponderar suas próximas ações, apenas viu a garota arregalar os olhos e apontar para trás dele. Quando virou-se, imediatamente foi ao chão, sem ao menos ver quem o havia derrubado, sentiu seu peito sendo rasgado e a dor era real, tudo estava escuro de repente. Rapidamente levantou-se do sofá, ofegando, suado e com uma dor indescritível em seu peitoral.

Correu até o banheiro, tirando a jaqueta e a camiseta, vendo que em seu torso haviam marcas de garras, que sangravam e ardiam. O sangue escorria por seu peito, a dor era tão grande, que foi impossível abafar um grito.

Ouvindo sua voz grossa ecoar pelo banheiro, tudo que se passava em sua mente era a face desesperada daquela garota.


Notas Finais


comentem o que acharam! é bom saber o que posso melhorar! :3
vai ser curtinha, só 3 capítulos c:
os próximo capítulo vai ser escrito pela ~AnaLuLuza! <3
aposto que vocês vão amar a escrita delas tanto quanto eu amo rere

visitem os perfis delas! elas também escrevem Frans, cês vão adorar.

~AnaLuLuza: https://spiritfanfics.com/perfil/analuluza
~CakeNeko: https://spiritfanfics.com/perfil/nekochankawai

CRIAMOS GRUPINHO NO ZIP ZOP QUEM QUISER ENTRAR TÁ CONVIDADO: https://chat.whatsapp.com/8FbjRE8lsLhKQ8qp8QSyhr

normalmente eu deixo os links das minhas fanfic aqui mas como tô com um monte
criei uma tag justamente pra deixar minhas histórias, então se você acessar a tag Underspirit,
vai encontrar todas as fanfics que já postei!

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e um comentário! :D


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