História Chantageando meu professor - oneshot ( Kim SeokJin) - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Seokjin (Jin)
Tags Bts, Chantagem, Eroticgirl, Hot, Jin, Kim
Visualizações 419
Palavras 2.858
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Hentai
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente, por que é tão dificil achar fic do Jin? Esse homem é maravilhoso

Essa historia é inspirada em um conto que li há alguns anos atras.
Em breve - quando terminar minha fic do Jimin - pretendo começar uma shortfic do Jin. Porque esse homem e o Nam merecem mais fanfics

Capítulo 1 - Meu querido Professor - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Chantageando meu professor - oneshot ( Kim SeokJin) - Capítulo 1 - Meu querido Professor - Capítulo Único

Após seis meses me matando de estudar para passar nas drogas das provas, finalmente consegui concluir o período da faculdade com sucesso. Sai da sala de aula, depois de uma cansativa – mas última –  prova de genética, por volta das 21:30 e resolvi tomar um café para amenizar um pouco meus nervos, logo após tomar meu delicioso elixir da vida, decidi que daria uma volta pelo campus, já que, em período de provas, a faculdade sempre ficava praticamente vazia após o horário das mesmas. As pessoas costumavam ou ir direto para seus dormitórios ou se esconder na biblioteca para correr atrás do prejuízo, eu não precisava dessas coisas, tenho costume de adiantar minhas matérias para não passar sufoco.

Sempre gostei de caminhar em lugares silenciosos durante a noite, estávamos ali apenas eu e meu querido amigo fone de ouvido, que estava sempre comigo durante o dia e noite também, fui passando pela minha playlist até achar alguma música que me agradasse naquele momento, eu sempre fui chata para música, então tinha uma música exata para cada situação. A música escolhida para aquele momento, criava uma confortável sensação, o conjunto de um campus deliciosamente vazio e, quase que completamente escuro, me deixava ainda mais relaxada.

Depois de caminhar por quase toda área da universidade, acabei despertando de meus devaneios e percebi que estava próximo ao estacionamento dos professores e diretores. De longe, percebi a silhueta de duas pessoas extremamente coladas, elas se beijavam intensamente, era quase como se transassem de roupas num cantinho escuro do estacionamento, acredito que os dois pombinhos estavam tentando se esconder, mas bem, era óbvio que isso não deu muito certo. Como tinha acabado de fazer minha última prova, eu não tinha nada de útil para fazer naquele momento e, para ser sincera, sou bastante curiosa também, então resolvi me aproximar lentamente e, com cuidado para não ser pega, tudo isso numa tentativa de tentar reconhecer as duas pessoas que se pegavam incessantemente em um lugar público. Quando cheguei próximo o suficiente, pude ver que uma das pessoas era meu querido professor de anatomia, Kim Seokjin, ou como chamo carinhosamente, o gostosão do anatômico. Ele se agarrava com uma caloura, completamente sem sal – digo isso por pura inveja, porque ela era bem bonita.

Minha boca estava completamente aberta, eu não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Esfreguei meus olhos algumas vezes para ter certeza de que tudo aquilo era real. Apesar do choque, minha primeira reação foi pegar meu celular e tirar algumas fotos da cena, eu sabia que era errado e eu poderia ter problemas por invasão de privacidade, mas eu não estava pensando direito no momento. Fiz questão que os rostinhos dos dois ficassem bem visíveis, por sorte minha câmera era boa e isso foi possível.  Depois de vários minutos de pegação, eles pararam de se beijar e entraram no carro, não satisfeitos com a sessão de beijos, começaram a arrancar as roupas dentro do veículo, que o universo me perdoe, mas eu comecei a filmar a cena. Na filmagem era bem nítido que eles estavam fazendo muito mais do que conversar sobre as notas dentro daquele carro, mas depois de algum tempo os vidros se embaçaram e não consegui mais filmar nada.

Fiquei ali do lado de fora apenas pensando naquela situação toda, estava extremamente tentada em chantagear meu querido professor com aquelas filmagens, já que, havia um tempo que sentia um enorme tesão naquele homem, afinal, Jin era um homem gostoso. Não conseguia nem me concentrar na maldita aula de anatomia por conta de seu lindo rostinho, combinado com seus maravilhosos ombros largos, ainda tinha os dias em que ele insistia em ir vestido com uma calça mais apertada, deixando evidente o volume que ele guardava entre as pernas. Alvo de minhas masturbações quase todas as noites, agora então, depois da visão de seu corpo quase desnudo, era praticamente impossível evitar ter pensamentos maliciosos com aquele poço de perdição. Sempre quis sentir aquele homem dentro de mim, sentir suas mãos passeando por todo meu corpo, sua língua me tocando em todos os lugares possíveis e, agora a minha chance estava bem ali, na minha frente.

Depois de alguns bons minutos, os dois saíram do carro, estavam extremamente suados, a menina estava ofegante e descabelada. Se despediram sem ao menos dar um beijo, o que me fez soltar um risinho de lado, a caloura caminhou até os portões da faculdade e Jin continuou encostado no carro enquanto bebia água de sua garrafinha. Era aquele o momento, ou não seria nunca mais

– Boa noite, Professor

No susto ele se virou para mim em um pulo, seu rosto estava num tom avermelhado, seus olhos extremamente arregalados

– Garota! Você quase que me mata do coração – disse enquanto levava sua mão ao peito

– Me desculpe, professorzinho – dei um sorrisinho de lado e levei minhas mãos aos seus maravilhosos ombros

– Tudo bem, como você está?

– Bem – abaixei a cabeça e fiz uma carinha de inocente – as coisas devem melhorar agora

Peguei meu celular no bolso e mostrei as imagens que tinha acabado de fazer de sua recente transa. Sua pele adquiriu um aspecto completamente pálido, achei até que ele desmaiaria ali, começou a tremer um pouco e sua garrafinha de água acabou caindo no chão

– O-o que? Apaga isso, por favor – seu esforço para não gaguejar foi completamente falho. Cheguei até a ficar com um pouco de pena do pobre coitado.

– Talvez eu vá realmente apagar. Mas não antes de conseguir o que eu quero, professor

– E o que você quer, garota? Dinheiro? Já sei, notas para passar, é isso, né?

– Não e não de novo. Quero que faça comigo a mesma coisa que acabou de fazer com aquela caloura, mas não quero que seja aqui. Quero estar em um lugar mais... apropriado, para que eu possa curtir cada pedacinho de você... dentro de mim

Seu rosto passou de medo e surpresa, para completa indignação. Ele parecia não estar acreditando no que eu estava pedindo, mas o que se esperaria de uma pessoa viciada em sexo? Uma mulher que estava completamente viciada em sentir tesão naquele homem?

– Você tem noção do que está sugerindo, garota?

– Tenho total conhecimento dos meus atos, e também não duvide que não mandaria esse vídeo para sua querida namorada. O que será que aquela pobre mulher pensaria ao ver que seu amado come as calouras da faculdade? – Fiz um biquinho fingindo estar com pena – Ou você aceita, ou eu mando as fotos e o vídeo para ela – disse firme, mas com um risinho debochado no rosto

Coloquei ele numa situação completamente complicada e ele, caiu perfeitamente no meu joguinho de manipulação. Ele disse então que, me levaria para sua casa, aproveitaria que sua namorada estava viajando, isso significava que a casa seria só nossa, a noite inteira. Entramos no carro e ele tremia, não tinha certeza se era de medo ou raiva. Mas uma coisa pude perceber, ele estava extremamente constrangido e nem ousava olhar para mim. Durante a viagem, ia olhando as fotos e o vídeos, minha intimidade estava pulsando de tanto desejo  

– Acho que nunca vou apagar isso, vai ser meu pornô particular

Eu estava sorrindo e debochando dele, mas sua expressão não mudava, ele ainda estava sério e não ousava me encarar. Comecei a alisar suas longas pernas, minhas mãos subiram até seu membro e fiquei ali, acariciando e apertando de vez em vez, até chegarmos finalmente em sua casa. Quando o carro parou em frente à sua casa, pude perceber como aquele lugar era grande

 – Ser professor deve pagar bem –  ele não me respondeu, apenas tamborilava os dedos sobre o volante de seu carro

Ele entrou com o carro na garagem e me direcionou para dentro de sua casa, entramos juntos pela porta e, quando já estávamos na sala ele me olhou nos olhos com o semblante muito sério e disse

– E pensar que uma pessoa como eu, estaria nas mãos de uma pirralha igual a você

– Então é melhor você tomar cuidado com quem e onde transa naquela faculdade, né seu cachorro sem vergonha? – Ele continuou me encarando sem dizer uma palavra

Me sentei no sofá confortável de sua sala e cruzei as pernas e, resolvi que brincaria um pouco com ele, afinal, esse cafajeste estava nas minhas mãos e eu poderia fazer o que quisesse com ele.

– Começa desabotoando essa camisa. Quero ver o que você esconde embaixo dessa camisa social.

Ele foi desabotoando a camisa, botão por botão. Me deixando cada vez mais ansiosa pelo que viria a seguir. Só de ver sua carinha cheia de raiva, misturada com vergonha por estar sendo dominado por uma simples garota de faculdade, já me deixava ainda mais excitada, minha boceta já estava extremamente molhada

– Ajoelha aqui, cafajeste

Ele obedeceu e eu já fui desabotoando sua calça, deixando a visão da sua indecente cueca branca. Retirei meus sapatos e, ainda de meia comecei a acariciar seu membro por cima da cueca, pressionava e as vezes dava uns apertões. O cachorro do meu professor já não aguentava e gemia baixinho, sua ereção já era mais evidente que minha falta de vergonha na cara. Mesmo estando sendo dominado e chantageado, aquele safado conseguia sentir prazer. Ah, mas eu peguei um filho da puta daqueles

– Tira essa calça e fica de costas pra mim

Ele novamente obedeceu, se levantou e retirou, não somente a calça, mas sua cueca box também, me dando a visão perfeita de seu corpo bem definido. Me aproximei dele e resolvi castiga-lo um pouco, dei um leve tapinha em sua bunda branquinha, o que fez ele soltar um gritinho em surpresa. Mordisquei suas costas e fiquei na ponta do pé para aproximar minha boca de seu ouvido

– A quem você pertence de agora em diante, heim?

Ele relutava em responder, então segurei os poucos fios de seu cabelo em sua nuca e puxei um pouco, com minha boca, dei uma mordida um pouco mais forte em seu ombro. Eu tinha certeza que aquilo não seria doloroso o suficiente, mas mesmo assim ele abriu a boca e respondeu

– A você. Só a você

– Isso mesmo, vai ser meu cachorrinho agora

Ainda por trás dele, levei minhas mãos até seu pau, que estava completamente duro. Ordenei para que ele cuspisse em minha mão e comecei a acariciar seu pau lentamente em movimentos de vai e vem perfeitamente sincronizados. Sem mais aguentar a necessidade de sentir aquele enorme membro na minha boca, ajoelhei-me a sua frente e comecei meu trabalho

Lambi a cabecinha de seu membro lentamente, enquanto minha mão segurava em sua base, sem mais delongas, enfiei todo seu pau na minha boca, chupei, mas chupei com vontade, lambia toda a extensão daquele pau delicioso. Ele já não estava mais nada tímido e fazia movimentos para frente e para trás, como se estivesse fodendo minha boquinha

– Chupa vai. Chupa o pau do seu professor safado

Ele falava ao mesmo tempo gemendo e mordendo seus lindos lábios carnudos, um tesão de homem completo. Me levantei bruscamente e mandei ele deitar no sofá, me posicionei entre suas pernas e voltei a chupá-lo cheia de vontade. Depois de um tempo, usava minhas mãos para masturba-lo e, com minha boca lambia e sugava suas bolas, seu pau já estava completamente melado do seu pré-gozo, um sabor delicioso. Naquele momento, descobri que não havia nada mais gostoso do que ter um homem completamente submisso em minhas mãos.

Ele gemia alto e rouco, tentava acariciar meus seios por cima da minha blusa com uma mão e, com a outra, segurava meu cabelo firmemente contra seu pau, fazendo que os movimentos fossem intensificados cada vez mais, eu estava adorando aquilo

Ele estava completamente entregue a mim

Não demorou muito para que ele gozasse fortemente na minha boca, eu como uma boa vadia que sou, fiz questão de engolir tudinho. Para mim, esse foi um momento mágico, afinal, aquele homem que era meu objeto de desejo por meses, finalmente havia gozado para mim pela primeira vez e, o melhor de tudo, como meu submisso. Naquele momento eu sabia que era a primeira gozada de muitas. Enquanto ele se recuperava, aproveitei para deixar um chupão em cada cantinho do seu corpo

Fui subindo os beijos e chupões em direção a sua boca, aproveitei cada centímetro daquele corpo gostoso, até colar nossos lábios em um beijo intenso, cheio de desejo. Um beijo de cinema entre aluna e professor, dominadora e submisso, um beijo um tanto quanto proibido. Nosso beijo foi longo e saboroso, ele não demonstrava mais nenhuma preocupação ou vontade de fugir de mim, ele estava entregue e, nessa hora, era meu. Me levantei, saindo de cima dele, e lentamente comecei a me despir em sua frente. Retirei minha blusinha fina e comecei a desabotoar minha saia lentamente, até que ficasse visível apenas minha pequena calcinha de rendas, que nesse momento encontrava-se completamente encharcada de tanto tesão, vi ele morder os lábios ao ver a cena, seus olhos tomaram uma cor ainda mais escura quando retirei meu sutiã.

Ele me desejava

O chamei com o dedo e, ele caminhou até mim sem hesitar colando nossos corpos desnudos, continuamos nos beijando ali, eu agarrava cada parte de seu corpo e ele fazia questão de fazer o mesmo. Suas mãos grandes encontravam-se agarrando minha bunda, chegando a encostar seus longos dedos em meu cuzinho. Ele começou a lamber meus seios, os mordia de vez em quando sem desfazer nosso contato visual e, eu já estava gemendo alto nesse ponto.

Ele pediu para que eu me deitasse confortavelmente no sofá, naquele momento ele quem me daria prazer. Apesar de eu estar dominando o momento, nunca recusaria um pedido desses, então retirei minha calcinha e me deitei no sofá de pernas abertas

– Seu cachorro, me chupa gostoso. Quero gozar na sua cara

No momento em que seus lábios carnudos entraram em contato com minha boceta completamente molhada, foi como se uma onda de correntes elétricas tivesse atingido meu corpo com força, gemi e me contorci de prazer. Ele realmente sabia como dar prazer a uma mulher, aquele cafajeste era bom naquilo. Vez ou outra ele descia sua língua e ia até meu cuzinho, o deixando bem molhado e depois voltava a lamber meu clitóris inchado. Logo senti seu dedo deslizar para o meu botãozinho, forçando a entrada, não desistiu até que conseguisse me penetrar ali.

Ele fazia movimentos de vai em vem por trás, enquanto continuava a lamber minha boceta, aquilo era simplesmente maravilhoso e, em meio aos meus gemidos e gritos, senti um longo espasmo, meus dedos se contorceram involuntariamente e logo gozei, mas foi um orgasmo daqueles, como nunca havia tido antes, talvez toda aquela situação inusitada tivesse feito com que eu perdesse minha sanidade.

– Mete esse pau em mim, seu cachorro – disse com a voz um pouco fraca devido ao orgasmo recente, mas ainda não tinha arrancado tudo o queria dele

Logo senti seu membro me penetrar, sem aviso prévio. Ele me invadia com força e brutalidade, suas mãos firmes agarravam minha cintura com possessão, as minhas agarravam sua nuca aproximando nossos rostos e forçando beijos molhados. Ele fodia como ninguém, era realmente um homem experiente e com pegada.

Ele continuava as estocadas rápidas e fundas a todo momento, enquanto isso chupava e mordiscava meus seios

– Tá gostando disso? De sentir o meu pau dentro de você? Gostosa

Eu apenas gemia algo que deveria ser um sim. Aquele cachorro estava tentando tomar o controle da nossa transa, mas não cheguei a me importar com isso. Não demorou muito para que eu gozasse novamente para meu querido professor. Ele soltou um gemido alto e rouco e gozou logo em seguida

Fiquei lá, atirada no sofá, sem forças para nada. Meus olhos apenas o seguiram quando ele se levantou e pegou meu celular dentro da minha mochila. Eu não ligava que ele apagasse as fotos, afinal eu já havia conseguido tudo o que queria, na verdade, tinha tido até um pouco mais. O que me surpreendeu foi o que ele fez após jogar meu celular pro lado

– Da próxima vez é só chegar e enfiar essa mãozinha gostosa no meu pau. Você não precisava dessas fotos – Olhei confusa para ele

Ele se encaixou novamente entre minhas pernas e deu um selar em meus lábios, seguido de uma mordida no lóbulo da minha orelha

– Eu terminei com minha namorada há semanas atrás – me surpreendi com suas palavras, se ele não tinha namorada, aquele cachorro não precisava ter transado comigo, ainda mais fazendo papel de submisso – E agora quero te comer quantas vezes eu quiser – disse como um sussurro

Com suas mãos começou a acariciar meu clitóris, ainda sensível, enquanto me dava um beijo irresistível, o que me fez gozar novamente em questão de minutos. Descansamos um pouco até que ele me convidou para tomarmos um banho juntos, e era bem óbvio que eu não recusaria um convite desses, ainda mais vindo de Kim Seokjin, meu cachorrinho. Entre beijos e carícias terminamos o banho e fomos até seu quarto. Transamos mais algumas vezes naquela noite, até pegarmos no sono.

Transar com aquele homem foi um sonho realizado

Ouvir que ele estava solteiro um prêmio


Notas Finais


Aqui quem manda são as mulheres malucas. Eu devia me tratar, porque o tanto de personagem feminina com um parafuso a menos que eu crio, tá dificil.


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