História Chantagem - Norminah - Capítulo 36


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Dinah Jane Hansen, Normani Hamilton
Tags Chantagem, Dinahjane, Fifthharmony, Normanikordei, Norminah
Visualizações 487
Palavras 1.170
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


CHEGUEEEEEEEI
Já deixo avisado, esse capítulo ta muuuuuuuuito tenso, mas MUITO MEEEESMO. Já deixem suas armas carregadas e preparadas, porque vão querer matar uma Themonia hoje.
Sério, KKKKKKKK to rindo de nervoso e raiva.

Bora ler 🔫

Capítulo 36 - Capítulo 36


Normani desceu minhas pernas, mas manteve-me pressionada contra a parede, ainda dentro de mim.

Acariciei seu rosto marcante. Era surpreendente, mas ela continuava ereta em meu interior.

- Quero mais. – Ela sussurrou.

- Normani, a Manuela…

- Vá até lá vê-la e volte. Não vamos demorar. Troca essa rpupa e vista o robe em meu banheiro.

Eu era uma sem-vergonha mesmo. Não conseguia negar, não com ela dentro de mim, com seu cheiro entranhado em minhas narinas.

Ela se afastou e, percebendo-me trêmula, ajudou-me a vestir. Fui até a suíte. Manuela dormia tranquilamente, como um anjinho. Mal pude demorar, culpada e excitada. No banheiro, despi-me, lavei-me rapidamente, vesti seu robe negro, que ficou acima dos joelhos e voltei à sala.

Ela havia apagado a luz e estava sentada no sofá, completamente vestida e recuperada. A única luz vinha da televisão enorme, onde passava um filme.

O olhar penetrante dela me fez chegar perto, mas eu ainda mantinha um resquício de consciência.

- Normani, isso é perigoso demais.

- Sente aqui. Serei cuidadosa e atenta. Mesmo que ela acorde, não verá nada. Não seremos explícitas.

Sentei ao lado dela, nervosa, com o coração aos pulos.

- Esse filme é ótimo. Relaxe e veja-o.

Olhei para a TV, mas só conseguia pensar e visualizar a mulher ao meu lado. O sofá em que estávamos ficava de costas para o corredor, o que dava mais privacidade. Sentia o olhar dela sobre mim, faminto e intenso. Fiquei com a respiração suspensa quando ela soltou lentamente o cinto do robe que eu vestia.

De olhos fixos na tela, senti-a abrir de leve o tecido sedoso, expondo meus seios e a barriga. Imóvel, deixei que deslizasse os dedos por meu peito e acariciasse meu seio.

Olhei para trás, para o corredor. Tudo vazio e silencioso. E eu tremendo, arrepiada. E a mão dela descendo. E a cabeça escura descendo. Os dentes nos seios, mordiscando um mamilo, fazendo meu ventre se contrair. A mão mergulhando entre as minhas pernas. Os dedos deixando meu clitóris inchado. Dois dedos se introduzindo em mim.

- Normani... – Murmurei, fraca.

Eu me dividia entre manter os olhos e ouvidos atentos no corredor, enquanto todos os meus outros sentidos só fixavam-se na mulher abaixo de mim. Ela não parou com a tortura. Mais um dedo entrou em minha vagina. Inclinou-me de lado no sofá e eu apoiei o rosto no encosto, com os olhos fixos no corredor vazio.

Senti ela abrir a calça e pôr o preservativo com uma mão. A outra continuava entre as minhas pernas. Ela se ajeitou atrás de mim, de lado. O pênis duro e enorme fez pressão em minha vagina e eu me assustei, pois ali já tinha três dedos.

- Ai! Não!

Murmurei ao sentir o pênis tentar entrar num lugar já tão apertado.

- Fique quietinha. Quero comer você, Dinah.

- Normani... Ai!

Ela forçou e o pênis, que já era grande para mim, pareceu me rasgar.

Choraminguei, com os olhos ainda no corredor. O medo de que Manuela surgisse de repente e do que ela fazia comigo, deixavam-me com o coração a mil.

– Está doendo.

Ela não parou, sem pena, parecendo fora de si, meteu apertado, com força, abrindo-me e queimando-me. Lágrimas desceram por meus olhos e tentei escapar, mas ela era forte e penetrou-me fundo. Os três dedos e o pênis entravam juntos, em arremetidas violentas.

- Para! Está doendo!

- Você gosta.

- Não! Normani para!

- Gosta de ser uma puta, não é Dinah?

Ela parecia uma louca. O pior é que eu estava molhada, mas pelo que fizemos antes desse pesadelo começar.

- Diga que gosta.

- Não.

Mas ela sentia-me latejar, melada. E metia, alargando-me, sem dó nem piedade.

- Vou meter todos os dedos em você. E o pau no teu cuzinho.

Disse sardonicamente em meu ouvido.

– Você quer?

- Não. Disse com a voz falha, presa pelo choro que ameaçava sair.

Ouvi sua risada baixa e cínica. Ela sabia que eu queria, mas estava apavorada com sua atitude. Saiu de minha vagina sem delicadeza, deixando lá só os dedos. O pênis penetrou violentamente meu ânus e aí eu chorei de verdade, surpresa com a dor. Lutei, mas ela me violentou como um animal no cio, rasgando meu orifício ainda pequeno demais.

Esqueci de tomar conta do corredor, tentando escapar dela inutilmente.

- Ai! Para, por favor... Por favor…

- Sua piranha desgraçada.

Normani me estuprava, o pênis insuportavelmente gigante em meu ânus apertado e pouco lubrificado. Metia cada vez mais rápido e fundo.

– Você vai ser tratada assim agora, como a puta que é!

Eu sentia o ódio dela, sem entender nada.

- Pare!

Estava quase de bruços no sofá, com três dedos enterrados na vagina dolorida e ardida e o pênis arrombando-me por trás. Chorava desesperada, me debatendo, invadida por sua violência.

– Por quê? Por quê?

Disse tentando entender o que se passava naquela cabeça maníaca.

- Pensa que não conheço o seu joguinho, Dinah? Vai ficar viúva logo e quer garantir o seu futuro comigo.

- Não! Eu, ai... Normani para, está doendo muito... Por favor, para...

Implorei, rouca e desesperada. Mas isso parecia enfurecê-la mais. Outro dedo tentou entrar em minha vagina, machucando-me.

– Nor... Normani! Engasguei com meu choro.

- Quer me seduzir? Quer que eu veja o quanto é boazinha? Quer que eu me encante com a sua filha e resolva ser a nova mãe dela, deixando-as seguras depois que Alfredo morrer?

- Isso não é verdade! Não!

Parei de lutar sem forças, ultrajada, horrorizada, cheia de dor. Pela primeira vez desde que começamos a transar, ela me machucava, no corpo e na alma. E só se importava consigo mesma.

Ela gemeu rouca, com raiva, gozando violentamente. Eu fiquei cansada, imóvel, chorando silenciosamente de dor enquanto ela tinha um orgasmo. Por fim tudo acabou. Tirar os dedos e o pênis dos locais machucados foi uma nova tortura.

Então ela me virou e me fitou. Seu rosto era duro e seus olhos pareciam negros, de tanta fúria. Nem ligou para meu medo ou meu rosto molhado e torcido de dor.

- Nunca mais tente ser esperta e me seduzir, Dinah. Nem traga sua filha aqui. Você está sendo paga para me dar sexo, quando e onde eu quiser. Limite-se a fazer isso. Fui bem clara?

Eu queria dizer que não era nada daquilo, mas sentia muito medo dela. Concordei com a cabeça sem conseguir dizer uma única palavra.

- Não sou o idiota do Alfredo e não vou me apaixonar. Daqui por diante você será tratada do jeito que merece: como a puta que sempre foi.

Novas lágrimas surgiram em meus olhos, mas eu fiz de tudo para que não escorressem. Ela se levantou e puxou a calça para cima, fitando-me com desprezo.

- Agora saia daqui. – Ordenou friamente.

Eu queria fugir e me esconder, humilhada e com dor. Levantei-me devagar, dolorida, sem poder encará-la. Fechei o robe e afastei-me, cada passo sendo uma tortura. Minha vagina e meu ânus pareciam ter sido rasgados.

Fui para o quarto, tranquei a porta e não tive coragem de olhar para a imagem inocente de minha filha adormecida. Só quando cheguei ao banheiro e vi meu estado lastimável pelo espelho, é que me entreguei ao desespero que me engolfava e chorei violentamente. Como eu podia ter me apaixonado por essa mulher? por esse mostro ?


Notas Finais


Preciso dizer que estou querendo matar a Normani? Que estou com muita raiva dela? Não né?!

E ai o que acharam dessa atitude ridícula dela? 😠



Obs: Gente isso aqui é fic, mas sabemos que acontece muito na vida real. Estupro é crime, se você já passou por isso, ou se conhece alguém que tenha passado, conversa com essa pessoa e denunciem, porque assim como aconteceu com você, outras pessoas estão estão sofrendo o mesmo abuso. É difícil e deixa traumas, mas tem punição para esse crime. Ligue para o 180 e vá a uma delegacia mas próxima, se possível vá em uma delegacia da mulher, la vão te instruir o que deve ser feito, exames, boletim, etc.

NÃO FIQUEM CALADOS, DENUNCIE!!!


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