História ChanYeol nera gay? - Capítulo 1


Escrita por: e heartrouxa

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, Kai, Personagens Originais, Suho, Xiumin
Tags Chanyeol, Hetero, Mention!chanbaek, Park, Park Chanyeol, Sexo
Visualizações 266
Palavras 1.636
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Hentai, Lemon, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom, já que a viada não colocou nada, tomei isso como um sinal para me manifestar.

Olá, eu sou a nova autora de Chanyeol nera gay? e espero ser bem recepcionada por vocês. Me chamem de Ara.

A história sofreu alterações mas o contexto será o mesmo.

Boa leitura❤

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E ai meu povo, tudo bão?
Finalmente estou de volta! (Após quase um ano aaa)
Resolvi chamar uma friend maravilhosa minha para escrever a fanfic junto comigo. Como ela disse, ela sofreu algumas poucas alterações, mas o contexto é o mesmo.

Espero que gostem, e boa leitura! ❤

Capítulo 1 - Um tanto primitiva


Fanfic / Fanfiction ChanYeol nera gay? - Capítulo 1 - Um tanto primitiva

Capitulo 1 - Um tanto primitiva


Fazia exatamente um mês desde que eu estava desempregada.

Um maldito mês que eu poderia ainda estar trabalhando para os Syong. Se não fosse pela filhinha mal-amada daquela família, eu ainda continuaria com o meu emprego. Eu continuo sem acreditar que ela armou para mim e colocou laxante misturado no açúcar. Como eu poderia saber que tinha laxante no açúcar?! Simplesmente fui e preparei um café da tarde com direito a bolos, pães, café e sucos, e no fim do meu expediente recebi a notícia de que estava demitida.

Syong Yoo Ra, eu te odeio!

Tudo isso por ciúme. Eu não tinha culpa nenhuma se o namorado dela ficava me secando, olha quem quer, mas eu não era a favor disso. E isso custou meu amado empreguinho que faria 6 meses quinta-feira que vem.

ㅡ Aqui sua comida, Hye. ㅡ Minha amiga trouxe meu jantar e eu agradeci com um sorriso fechado.

Não era nada fácil manter a faculdade desempregada, graças a Deus que eu durmo aqui senão eu estaria muito fodida.

ㅡ Yaah! Porra, tá quente! – Falo com uma pequena porção de ramen na boca, queimando-a toda, e me fazendo ficar vermelha. Nara ria histérica da minha desgraça e eu a xingava de mil e um palavrões mentalmente. Apressada, peguei o copo com Coca-Cola quase transbordando de tão cheio e virei metade do líquido quase de uma vez só. ㅡ Não acredito que eu sempre caio nessa, aff. Nunca lembro que a comida vem pelando. ㅡ Eu meio que hiperventilava para fazer um arzinho fresco passar por ali e minimizar esse inferno na minha boquinha linda.

ㅡ Você é muito idiota, dongsaeng. ㅡ Sua risada ia diminuindo o volume gradativamente. ㅡ Toda hora você se queima com a comida e toda hora eu esqueço de gravar essa cena.

Eu a encarei feio, estreitando a vista, e por pouco não lhe mostrei meu dedo do meio. Mas eu tinha que me conter. O que eu mais tinha no meu histórico escolar eram advertências e relatórios de professores, e outros funcionários do campus, falando do quão primitiva eu sou pelo meu comportamento inaceitável. Exatamente, primitiva. Quem usa isso para definir a personalidade de alguém? Já me chamaram de porra louca, retardada, desgovernada, idiota… MAS PRIMITIVA?! Juro que eu gritei mais alto que uma puta fingindo um orgasmo de tão exaltada que fiquei.

ㅡ Não vou falar nada, porque eu não duvido que algum dia você realmente consiga gravar isso e acabe postando no Snow ou no Instagram. ㅡ Arrumei minha franja e dei mais um gole no refrigerante, bem mais calma.

Nara era uma das poucas amizades que eu cultivava no campus. Nos conhecemos no primeiro ano da grade e eu a recepcionei quando a mais velha fora transferida da sua faculdade de Incheon para cá. Sua família tinha descendência japonesa, mas ela tinha nascido em solo sul-coreano.

Eu e Nara ficamos no refeitório até o término do horário do lanche, ㅡ que tecnicamente era o horário da janta ㅡ e logo retornamos para a sala de aula.


[...]


ㅡ Dongs, péssimas notícias para você hoje: Terei que cobrir o turno do Seok,  parece que aconteceu algo com a sobrinha dele e ele teve que acompanhá-la no hospital. ㅡ Tínhamos combinado de passar a madrugada numa conveniência arrumadinha. Eu estava animada para jogar conversa fora com a minha amiga e não pude deixar mostrar a minha surpresa com a notícia. ㅡ Eu também fiquei triste por ter que te abandonar. Mas você sabe que eu odeio decepcionar a senhora Jeon, ela é super compreensiva comigo e me deu o emprego de garçonete quando eu mais precisava.

Era extremamente difícil para ambas nos mantermos despreocupadas financeiramente, já que morávamos longe de nossos pais, e depender dos velhos com mais de vinte e dois anos de idade não dá.

ㅡ Sem problema. ㅡ Suspirei e sorri para tranquilizá-la. ㅡ Dinheiro antes da diversão, é o nosso lema e você deve seguí-lo. Está tudo bem. Eu posso chamar, sei lá, o Dae para me encontrar lá, assim eu não fico sozinha, porque eu realmente não estou afim de voltar pro dormitório, e os portões só voltam a ficar abertos às seis, e…

ㅡ Ok, ok, eu já entendi, boba. ㅡ Deu um peteleco na minha testa, rindo. Nara carregava consigo alguns costumes “fofos” apesar de ser delicada como uma tijolada na cara, e eu, acostumada com isso, apenas rolei os olhos. ㅡ Olha lá o que vocês vão fazer, hein! Será que meu otp finalmente ficará junto?

Ri alto.

ㅡ Não. Não inventa, Na. ㅡ Neguei com a cabeça. ㅡ Ele acabou de dar um tempo no namoro e sair talvez seja bom pra ele também.

ㅡ Iiiihh, que porra, viu! Só não faz merda nenhuma porque com cara comprometido não se mexe.

ㅡ Yah! Pare com isso, quem criou um universo paralelo onde eu tenho pretensões com o meu amigo é você! ㅡ Empurrei seu ombro, e ela voltou a rir, provavelmente fiquei corada.

ㅡ Tudo bem, você venceu. ㅡ Enfim havíamos chego a estação de metrô, agora cada uma seguiria para uma lado diferente. ㅡ Eu sei que você é bem crescida, mas tome cuidado. ㅡ Nos despedimos rapidamente e eu peguei meu trêm, que por sorte passara instantes depois de Nara ter me deixado.

A noite era o período do dia em que eu me sentia mais viva.

Desde de pequena sempre foi um caos para alguém conseguir me tirar da cama, mas os estudos me obrigavam. Ficava sonolenta, de mau humor e insuportável. E a partir do ensino médio, tudo pareceu melhorar, pois passei a estudar pela tarde. Me agradava o sereno, o silêncio e o ermo, embora eu seja primitiva demais.

“Dae? Tá livre hoje, viado?”, tinha certeza de que se eu atendesse uma ligação dessa maneira de dia, seria julgada por inúmeras pessoas por ter um linguajar ruim.

Foda-se.

“Provavelmente sim, por quê? Onde será o rolê de hoje?”

“Você fala como se eu fizesse isso toda terça-feira à noite!”, sua risada era tão escandalosa que às vezes me forçava a afastar o aparelho da orelha.

“Mas é quase verdade.”

“Omo, estou sendo caluniada por todos os meus amigos hoje!”, confesso que exagerei mas não ligava, “Sabe a conveniência perto daquela avenida que a Nara deu pt?”

“Tá brincando, como esquecer?! Pensei que chamariam a polícia, porque ela ficava xingando todo mundo que ousava olhar para ela.”

“Sim, e eu que sou a inconsequente!”, rimos.

“Combinado. Em quinze minutos eu chego aí.”

“Eu ainda estou no metrô, mas tudo bem.”

“Ah, sim.”, ouço o som de uma porta sendo fechada, “Em quinze minutos eu chego lá.”

“Ok, até.”

“Até.", finalizo a ligação.

Fiquei mexendo no celular por mais alguns minutos até chegar na minha estação. Não estava com pressa, e por pouco, quase esqueci alguns livros que tinha deixado ao meu lado no banco do vagão, mas graças a uma mulher, fui salva a tempo da minha quase burrada. E agora, os livros estavam apoiados em meu peito enquanto eu caminhava.

A rua não estava tão vazia quanto imaginei.

Outros grupos de jovens também estavam espalhados pela avenida, com bebidas ou celular nas mãos, rindo e aproveitando o começo da noite com seus amigos. E comigo não seria diferen…

“Hye, desculpe, mas eu só consegui sair do meu apartamento agora…”, seu tom de voz estava baixo, talvez na tentativa de me deixar mais calma.

“Ah, depois você me explica por quê.”, bufei. Eu realmente estava irritada, ficava desconfortável sozinha no meio de tanta gente acompanhada. “Mas pra quê você me ligou?”

“Ah, sim… Então, minha linda, tem como você enviar o endereço da conveniência para eu colocar no meu GPS?”

Puta que pariu, nunca vi ninguém tão enrolado quanto Kim Jong Dae! Ele costumava me chamar de nomes bonitinhos quando pedia favores e tentava me deixar menos irritada.

“Tudo bem. Mas caralho, vê se não me apronta mais nada, por favor!”, encerrei a ligação e logo enviei o bendito endereço.

Bem que ele podia ter jogado no Google, né?!

Caminhava com um pouco de dificuldade. Livros, celular, fones de ouvido e a mochila, que a alça havia escorregado e agora todo o peso estava sendo sustentado em meu antebraço. Ou seja, estava péssima. Nara vive falando que eu seria uma boa garçonete por conseguir carregar tanta coisa, mesmo que desajeitada.

O celular tocou novamente.

Caralho, Jong Dae. O que foi, praga dos infernos?”, atendi, quase que no último toque e nem tive tempo de verificar se era mesmo ele.

Só poderia ser ele, certo?

“Quem fala é Jung Hye Rim? Eu sou Byun Baek Hyun, você deixou seu número para o cargo de doméstica na casa do Park Chan Yeol e ele gostaria que a senhorita viesse sábado de manhã ao prédio secundário da empresa para um entrevista.”, faltou pouco para eu derrubar tudo. Que gafe!

“É-É claro que eu vou comparecer, senhor Byun.”

“Ah, “senhor” não! Você provavelmente deve ser mais nova que eu, mas eu não aceito ser chamado assim, poxa! Eu sou um homem jovem!”, foi impossível não rir. Esse cara aparentemente tem um bom senso de humor, gostei dele, ainda mais por não ter se incomodado com a minha recepção nada amistosa, ou pelo menos não ter demonstrado estar.

“Tudo bem, peço-lhe desculpas, Byun Baek Hyun.”

“Está tudo bem. Estarei enviando algumas informações pendentes, além das que eu já informei a você, mas fique tranquila, Chan está mesmo precisando de alguém e com certeza você será contratada. O que eu mais ouço dele são reclamações em relação a refeições rápidas e sem gosto, realmente estou farto de ter que aturar isso toda refeição que fazemos juntos.”

“Ok. É ótimo saber disso.”

“Então nos vemos sábado, senhorita Jung. E não vá fazer nenhuma atrocidade com esse seu amigo, você parecia bem estressada. Até mais.”

“A-Até…”, ouço uma risada fraca do outro lado da linha e instantes depois a ligação é encerrada por Baek Hyun.

Demorei alguns segundos até começar a dar pulinhos de alegria. Agora eu tinha um quase emprego, caralho!




Notas Finais


Essa capítulo foi apenas um pequena prévia do que irá acontecer nos próximos capítulos. Se estou ansiosa? Sim ou claro? AAA estou surtando legal!

A personagem principal é "baseada" ㅡ lê-se igual ㅡ na minha personalidade. E a personagem da melhor amiga dela é a personalidade da Nandinha.
Espero realmente do fundo do meu coração de iceberg do Titanic, que vocês tenham gostado. K


Até o próximo bebês.

~xoxo, tia YeoLoly


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