História Charisk - I Like You - Capítulo 1


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Grillby, Mettaton, Muffet, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne
Tags Ação, Amor, Aventura, Chara, Charisk, Colegial, Comedia, Fanfic, Friendzone, Frisk, Hentai, Mistério, Revelaçoes, Romance, Undertale, Violencia
Visualizações 152
Palavras 1.250
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Ecchi, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi pessoal, estou com essa ideia de fanfic algum tempo, mas estava com medo de executa- la.
Foi então que eu pensei mesmo que não tenha um número grande de favoritos ainda vai ter uma ou duas pessoa que gostem então ta aqui.
Eu realmente espero que gostem do fundo do meu coração. Boa leitura.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Charisk - I Like You - Capítulo 1 - Prólogo

 

Quando te vi pela primeira vez, eu me senti tão... .. .

Há alguns anos atrás

POV’S Frisk

Não me convenço, talvez já esteja alucinada, porém pela primeira vez não confio em meus olhos. Eu despenquei em um buraco e golpeei a minha cabeça em determinado lugar extremamente duro, estou ficando louca tenho certeza afinal uma flor me atacou e agora estou caminhando de mãos dadas com uma cabra de vestido que diz se titular Toriel, meus pais continuamente disseram que se um dia eu utilizasse aquelas drogas que faziam com que você enxergasse coisas que não existiam eu estaria morta para eles, contudo eu não me recordo de ter comido nada de diferente. Talvez isso tudo seja real, mas o que realmente esta me assustando é esse garoto que esta flutuando atrás de mim, nunca acreditei que fantasmas existiam... Então o que ele é?

– Quem é você? – Falei baixinho me direcionado a ele assombrada realmente estou tremendo aqui. Ele me olhou duvidoso e parou no ar.

 

Ele tornou a nós acompanhar e desta vez me abordando mais sutilmente e próximo de meu rosto. – Você... Consegue me ver? – Agitei a cabeça rapidamente e em seguida ele sorriu como se pela primeira vez em muito tempo estivesse feliz.

Pude ver ele mais de perto, ele tem cabelos castanhos um pouco por cima dos ombros e seu corpo está bastante relaxado enquanto fica suspenso sobre o ar dando a entender que era tão leve quanto uma pluma, ele usa um suéter semelhante ao meu, porém da cor verde e com uma listra amarela, seus sapatos estão um pouco desgastados, contudo ainda estão em um adequado estado e seus olhos... São rubros brilhantes e intimidadores, me arrepiei um pouco ao reparar neles com mais cuidado, levantei meu braço com cuidado passando por seu corpo levemente translucido,  e reparei que era com se fosse um pouco solido porem ainda atravessava ele com uma leve facilidade. Ele suspirou sem nenhum tipo de entusiasmo.

– Desculpe. – Falei baixinho de novo e ele balançou a cabeça concordando.

Toriel me guiou por varias coisa estranhas um corredor com espinhos sala com alavancas e conversas com sapos, mas eu não sei por que ainda estou estranhando tudo isso, logo ela me deixou sozinha com um celular pedindo para que eu não seguisse adiante.

– Vai mesmo ficar aqui? Parada?  – Olhei para ele com medo de dar uma resposta que fosse reprovada pelo mesmo. – Vamos lá, eu prometo que não vamos nos machucar, e se você estiver com medo pode segurar na minha mão. – Tremi um pouco antes de concordar aceitei segurar na sua mão que agora parecia bem mais solida e quente do que antes.

Acompanhamos de mãos dadas pelo caminho proibido por Toriel, e a única coisa que realmente me chamou a atenção foi à cama de flores vermelhas que sem duvida se destacava com uma estrela brilhante flutuando em cima dela eu vi uma antes no caminha para cá, porem não dei tanta atenção eu ainda estava praticamente em choque, Foi quase automático, comecei a caminhar em direção à estrela completamente impaciente e atenta a aquele brilho hipnotizante erguendo minha mão em sua direção à curiosidade que senti sobre aquela estrela estava quase me matando e quando finalmente a alcancei foi como se uma imagem aparecesse somente em minha cabeça.

– Brincar sobre as folhas quebradiças te enche de determinação. – Ele leu como se estivesse hipnotizado eu também via palavras, mas ainda não aprendi a entender o que elas expressam.

Ele me explicou para apertar em uma palavra que significa “salvar” e de repente eu me sentia segura e muito bem. Isso é tão estranho.

– Aproposito... Eu meu chamo Chara, qual é o seu nome?

– Eu me chamo... Frisk.

.

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.

Depois de tudo, das amizades que nós dois desenvolvemos no subsolo e da briga com seu melhor amigo tivemos que dizer um... “Adeus” e depois de alguns anos, mesmo que fosse contra a minha vontade eu sentia saudades, eu não queria admitir porque eu estaria dando uma de ingrata, não é mesmo? Tendo uma a vida abençoada como a nova princesa e próxima governanta dos monstros, mesmo tendo tudo que sempre quis... Uma família que me amasse amigos que me apoiassem sempre tinha que ter algo para reclamar, mas eu não conseguia admitir que tinha deixado eles dois para trás para sofrer presos por toda uma eternidade, na minha cabeça suas vidas foram roubadas deles da pior maneira mesmo tendo um bom motivo por trás, eu tentei voltar lá, mas os dois tinha sumido tanto Asriel quanto a alma do Chara, me perguntei se sua determinações haviam acabado ou se no momento em que eu levei os monstros eles não haveriam motivos para continuarem aqui.

Resolvi conversar com minha amiga Alphys já que ela entende mais dessas coisas do que eu e a única coisa que ela me disse é que veria o poderia fazer, mas já se passarem dois anos e nada... Uma única noticia, ou novidade sobre o processo. Sinto-me tão frustrada porque no final não a nada que eu possa fazer e isso me leva a me sentir inútil, minha mãe Toriel percebeu isso e com a maior gentileza possível lembrava Alphys todos os dias sobre o meu pedido, mas isso só me deixava pior porque eu não gostava de ser pressionada imagina a Alphys, mas no meu aniversario de 11 anos Alphys me disse que me daria o melhor presente da festa inteira e eu fiquei ansiosa não conseguia imaginar o que poderia ser.

– Então... O que vocês queriam me mostrar? – Segui no corredor do laboratório de Alphys junto com a Toriel que estava tão animada quanto eu, nos duas de olhos vendados sendo guiadas pela Undyne para a parte proibida do laboratório da Alphys... Pergunto-me como não poderíamos ficar ansiosas.

– Surpresa! – As duas falaram em sintonia tirando as vendas enquanto eu me dava de cara com uma porta branca, olhei ao redor e a única coisa que estava escrita era, ”Por favor, faça silencio.”

– Uma porta? – Toriel parecia tentar não desaponta-las mesmo sendo algo bem confuso sorri achando graça. – É uma porta bem linda, obrigada pelo esforço doutora. - Prosseguiu ela com um leve sorriso não lábios.

– O que? – Alphys parecia ofendida enquanto Undyne ria sem conseguir se controlar. – O presente esta atrás da porta. – Toriel pediu desculpas riu de si mesma. – Mas esta aqui é da princesinha, a poderosa rainha verá a sua um pouco mais adiante. – Alphys quase não alcançava os ombros da Toriel, mas tentava guia-la pelo corredor. – Não seja assim Frisk pode abrir a porta.

Encarei a porta enquanto a três se distanciavam gradualmente seguindo para outro lugar, sinto uma onda de ansiedade caminhar pelo meu corpo e sem cerimônias minhas mãos descarregam seu peso na maçaneta.

– Com licença... – Olhei para seu interior, meus olhos vagarosamente habituam se com a luz repentina.

Engoli seco ao ver seu semblante, meu corpo parecia desabar e meus sentimentos começaram a transbordar. Dei um passo para dentro tentando entender se era um sonho.

– Frisk! – Seu rosto se iluminou ao perceber a minha presença na sala e então finalmente transbordei, meu coração gritava de alegria e eu ia ao seu encontro estendendo os braços já não me aguentava.

– Chara! – Ele me recebeu com forte abraço, seus lábios se entre abriam para demonstrar  um sorriso acolhedor, eu não sei como, mas meu corpo parecia se preencher com uma felicidade que eu nunca senti em minha vida, queria que esse momento durasse para sempre.


Notas Finais


E então? Ficou bom?
Espero que sim (ツ).
Obrigado pela sua atenção e por lido até aqui me desculpe quaisquer erros ortográficos... Tchauzinho e beijinhos.


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