História Indefinido - Capítulo 25


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ryan City
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Palavras 4.129
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Canibalismo, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Terry e Charlie tentam impedir o rompimento de um casamento.

Capítulo 25 - O Casal Escocês


Fanfic / Fanfiction Indefinido - Capítulo 25 - O Casal Escocês

Escócia

 

Ty – “Por que você se mataria? Só estaria fazendo um favor ao mundo.” – Charlie está lutando contra Terry. Ele tenta socar ela, mas ela vira sua munheca e o põe de joelho no chão, segurando seu braço e pisando em suas costas.

Terry – Concentração!

Charlie (S) – É agora! – Charlie tanta acertar um cruzado nela, mas ela devia. Ele chuta Terry que faz um bloqueio com as duas mãos e se afasta um pouco pra trás.

Ty (Tom Dramático) – “Ridícula!” “Maldita!”

Terry – Assim está bem melhor.

Charlie e Terry – Aaaaaargh! – Pressão.

Ty – “Já ouvi frases como essa, mas a culpa não é dele, mas sim minha. Eu disse que nunca queria ter te conhecido, mas enfim. A verdade é que eu tô pouco me fodendo pra isso no momento. Quando estamos com raiva à gente quer jogar tudo pra cima do outro mesmo, mas quando a gente se acalma finalmente vemos a besteira que gente fez...”

Terry – Esses guias escoceses não são nada bons. – Terry dá um chute no peito de Charlie.

Charlie – Tempo!

Terry – De novo?

Ty – Querem que eu continue?

Terry – Isso trás mais tensão para o momento.

Charlie – Ahr... ahr... uhr...

Terry – Tudo bem?

Charlie – Isso com certeza é melhor do que treinar com a Sandy. Ela me enchia de porrada! Fiquei até traumatizado.

Terry – Está dizendo que eu pego leve?

Charlie – Não!

Ty – Eu acho que ele está certo.

Terry – Continua a recitar.

 

...

Spencer – Terry!

Terry – Oi! – Eles estão pescando.

Spencer – Você não tá fazendo nada. O que você quer da sua vida?

Terry – Por enquanto descobrir uma maneira prática de como fazer isso aqui.

Spencer – Sabe?

Terry – Diga!

Spencer – Eu também já tive esse mesmo olhar perdido que você tem.

Terry – Mesmo? – Ela ri. – Consegui!

Spencer – Você sempre consegue.

Terry – Acho que quando acabar literatura. Seria uma boa.

(Terry) – É!

...

 

Terry – Lerdo!

Charlie – Uau! Mesmo assim ainda acho que ganho do Mike!

Terry – Se perdesse pra ele aí sim você seria um completo inútil.

Charlie – Eu sei que você treinou com a mãe da Emily e ela é muito boa, sério! Mas...

Terry – Diz logo!

Charlie – Como é que você faz pra fazer as coisas que faz?

Ty – Bom, se não sabe ela é uma descendente direta do Capitão América e o soro do Super Soldado se manifestou mais forte nela do que em qualquer outro da nossa longa linhagem. Ela é rápida, forte e aprende as coisas muito fácil. 5 delas seriam o suficiente pra dominar uma nação inteira numa única noite de vacilo. Sem contar que ela fala diversos idiomas.

Charlie – Parece que cada um de nós tem uma coisa que nos torna especiais.

Terry – Gostei do jeito que você falou a coisa, é bem (...) Desculpa!

Charlie – Tudo bem?

Terry – Eu pescava aqui quando era menor.

Charlie – Conseguiu pegar o Monstro do Lago Nés? –Ela ri.

Terry – Hum... (Balançar) tudo que eu consegui foi uma vaga pra assistir um filme. Ali em frente! Ali! E ali! Pensando bem acho que vimos o mesmo filme. Acho que não importava, afinal era sempre divertido.

Ty – “Você já reparou nas letras miúdas de propagandas e cardápios? A ideia é vender algo atraente, que pareça extremamente saboroso. Lembre-se de que as informações nutricionais vão além das calorias e da aparência saudável. Por isso, antes de escolher o produto, use a mente para escolher a refeição...”

Terry – Ty!

Ty – Foi mau. Estava lendo atrás.

Terry – É legal ter um tio?

Ty – Suponho que o Choi não tem nada haver com isso. Não sei, a minha tia ou ex-tia, seja lá como for, te obrigou a me trazer até aqui. Sinto muito por isso!

Terry – Acho que cada um de nós tem um fardo que deve carregar. Tipo ele com o irmão dele.

Charlie – É? Como assim?

Terry – O seu irmão faz de você alguém especial. O estado em que ele (Ty) se encontra o torna alguém diferenciado, sabe?  São diferentes pesos. Você ele, você, a sua doença, eu, minha mãe... passamos por diferentes crises, aí você olha pro canto e fala “Qual a sua validade no mundo?”. Se não provarmos nossa validade quer dizer que não provamos a nossa existência no mundo, é a isso que atribuímos nosso valor.

Charlie – É? Tipo uma autocondicional?

Terry – A minha mãe! Ela passou por um período muito difícil na faculdade. Basicamente o que ela tinha que fazer era entregar cada dever de casa que ela não tinha feito e ajustar isso a seu período de provas já que faltavam 3 semanas pra acabar as aulas. Foi então que ela conheceu meu pai, ele trouxe uma motivação pra ela. Assim era dado início ao Plano 33,33% de chances! Era isso ou nada mais. Ela passou com louvor. E quando terminou o semestre descobriu que estava grávida, Roman foi o primeiro a parabenizar ela. Semanas antes ele descobriu que sua esposa estava grávida. Ela tinha 17! Se formou com 19! (Rir) Esse plano idiota fez com que ela criasse uma estratégia pra que passasse mais rápido na faculdade e já tivesse como companheira uma das experts no ramo. Antes, após o meu nascimento, algo aconteceu com os meus tios que os levou pra bem longe. Só descobri o que aconteceu com eles tempos depois. Hoje eu tenho 9 anos, 9 anos após minha mãe ter conhecido o meu pai. Sempre me senti distanciada deles.

Charlie – Por isso resolveu vir?

Terry – Bil Gates! “O sucesso é um professor perverso. Ele seduz as pessoas inteligentes e as faz pensar que jamais vão cair.” É assim que me sinto, só que... com a vida e comigo. Isso que acontece com as pessoas, mas um dia tudo se acaba. Sabe? Não importa que se mesmo que você tente você esteja errado. Você já erra em todos os arremessos que não tenta. Isso ele dizia pra alguém que preferia dar passes pro lado do que tentar acertar e perder. Essa era eu! Tá na hora de quem sabe... tentar pra ver se acerto. São nas cavernas mais escuras e dentro de rochas que aparentemente são formados os mais preciosos diamantes. É no fundo do oceano, dentro de simples ostras ficam guardadas as pérolas. São nas montanhas mais altas e nebulosas que ficam as mais fantásticas paisagens. É dentro das maiores e mais perigosas colmeias que fica o melhor mel. É em meio a tantos espinhos que nasce uma rosa. Sendo assim, acho que o que mais queremos está guardado no lugar mais profundo de nossos corações. Talvez seja num olhar perdido que encontremos a esperança em nossas vidas. Ele viu em mim e fez com que eu visse nos outros. É como um tio pra mim, por isso não posso... Batoru City foi à história que ouvi enquanto crescia. – Ela sorri.

Charlie – Basicamente foi por causa dele que você viu uma luz em meio há todas as essas coisa ruins. Você marca em sua pele a contagem de cada um daqueles que você matou, pelo mesmo motivo que tudo que sempre queria tinha escrito por cima, segundo você “Não!”. Isso porque não tentava.

Terry – Similar?

Charlie – Bastante.

Terry – Vocês me encheram o saco a viagem inteira pra não fazer isso. Vocês vão ficar parados aí? Eu não! Não sem tentar antes. Tchau! – Terry vai andando.

Ty – Devíamos ir com ela?

Charlie – ...

 

Mundo Interno.

 

Joy – Oi! Ainda pensando em nós?

Sadness – Você sabe que sim.

Joy – Por que ainda não contou pra Sandy?

Sadness – Acho que não vai dar certo. Eu não sou alguém de arriscar muito. Nunca fui! Mas... sabe? Acho que... isso... isso também tem os seus lados bons.  Não é tão ruim assim como achava.

Joy – Vamos recapitular como você era antes de ter vindo morar com os Ryan.

Sadness – Alguém desesperado...

Joy – Sem confiança...

Sadness – Que não acreditava mais na felicidade...

Joy – E no amor...

Sadness – Eu havia desistido de tudo. Kendall me ensinou que não é tão ruim assim a vida que vivemos...

Joy – Mike te mostrou que não era tão ruim se aproximar dos outros se você tentasse...

Sadness – Eu tava morrendo de medo no fundo de apresentar ele a Darcy, mas eu fui perdendo isso graças a Terry...

Joy – Com isso você passou a ter mais felicidade e acreditar no amor. Antes disso Sandy tinha feito de tudo por você.

Sadness – Agora ela não se lembra mais. E se ela me rejeitar, pior! Se nunca voltar a sentir de novo?

Joy – Certo ou errado só tem um jeito de saber. Você deve pegar a bola e tentar arremessá-la na cesta.

Sadness – Não é a primeira vez que a Terry me ajuda com a Sandy. Ela sempre tem participações decisivas na minha vida amorosa. Acho que vou ajudar ela também. – Joy sorri.

Joy – ...

 

Mundo Externo.

 

Apê no Lago!

 

Terry – Ela conduz a bola, faz um drible de corpo, se posiciona e... – Terry bate a bola três vezes no chão, dá um giro com a bola, olha pra tabela e... – Cesta!

Spencer – Olha só quem é? Vejo que melhorou bastante.

Terry – Hum... é! Você chegou? Trouxe as batatas! Você pode fazer aqueles bolinhos maravilhosos?

Spencer – Vejo que o dia vai ser bem longo.

 

Anos antes...

 

“Meu nome é Spencer Andrews! Desde que era pequeno eu tenho me dedicado exclusivamente ao mundo da arte. Eu estudo numa escola que atende as minhas necessidades. Nas horas livres eu também sou um grande avaliador. Tenho 16 anos e meu grande objetivo é fazer das minhas pinturas obras famosas. Quero criar um legado...”

“Stephany Lewis! 17 anos de idade, último ano no Ensino Médio! Basicamente uma pessoa incompreendida pela sociedade. Eu estudo numa escola que não atende as minhas necessidades. Nas horas livres também faço um bico como mimica. A vida é sem sentido. Quem disse isso? Não sei, porque me perguntar isso não teria nenhum sentido. Não ligo pro que as pessoas pensarão de mim lá na frente...”

“Ela...”

“Ele...”

Hudson – Os dois! Estão me ouvindo?

Spencer e Stephany – Sim!

“Nosso trabalho é o de pegar certas investigações e descobrir o que acontece no meio dos alunos, após somos recompensados por isso... não é o tipo de negócio que imaginava, mas é o jeito mais fácil de arrecadar dinheiro pra faculdade...”

“Esse homem! Hudson! Ele soube sobre os problemas que eu tinha e fez de mim a pessoa perfeita pra andar no meio da “mancha” que denigre a nossa sociedade. Eu sou como eles e isso faz de mim a pessoa mais certa pra andar no meio deles...”

Hudson – Chegou um pedido pra mim. Bem! Nessa missão vocês vão ter que operar juntos...

Spencer e Stephany – O QUÊ?!

Spencer – Não acha que eu vou andar junto com essa renegada?

Stephany – Nem morta que eu iria querer colaborar com esse arrogante esnobe.

Spencer e Stephany – DE FORMA ALGUMA QUE VOU FICAR AO LADO DESSE... (DELA)!

Hudson – Como se eu me importasse com o que vocês pensam disso. Além do mais que opção vocês têm? – Eles se olham

Spencer e Stephany – Hughr...

Stephany (Olhar Possuído) – Se continuar me olhando desse jeito vai acabar descobrindo qual era o destino das minhas bonecas quando eu era menor. Ponha-se no seu lugar seu lixo!

Spencer (Olhar Possuída) – Macaca!

Stephany – Humpf. – Ela dobra os braços, curva a cabeça pra cima e fecha o rosto. – Vou querer um aumento por isso.

Hudson – Háhahahahahahahahahahaha... uh uh ahi... ahahahahaha!

Spencer (Caricato) – ... – “Ele não está nos levando a sério.”

Hudson – Dá pra repetir de novo?

Spencer – Vá direto ao ponto! Diga logo o que eu vou ter que fazer praticamente sozinho.

Hudson – Bagulho é o seguinte: Eu tava dentro de um recinto junto com o meu meio irmão Carlitos, tinha uma dúzia de pessoas, aí ele me falou da Susan que é uma mina que a gente chamava de Lindsay Lohan na época da escola, mas cuidado na hora de utilizar esse nome porque eu ouvi dizer que dava uns processos...

Stephany – Caralhos!

Spencer – Por que você sempre faz isso?

Hudson – Deixa que o neguinho aqui explique pra vocês, não confiam?

Spencer – Chega de enrolação! – Ele sorri.

Hudson – Ele falou que agora ela é baba e cuida de uma casa com um menino e uma menina, e que agora ela tá viciada numas coca colas, negócio bem louco mesmo... ela por acaso agora conhece o Estevão! Lembram? Pois é! Aí ela foi e contou sobre a casa que ela estava trabalhando, disse que lá havia um adolescente chamado Peter que é o cara que eu quero que vocês investiguem, só que o Carlitos e o Estevão são da mesma trupe e eles compartilham esse mesmo tipo de coisa, demorou? O Estevão então lhe disse “Aí otário! Esse rapaz, é, o Peter? Ele e o irmão dele tem um depósito cheio de drogas pra vender pra galera mais jovem graças há um fornecimento especial que chegou. Cê tá ligado?” Aí o Carlitos veio falar comigo, que eu sou super de boa! Aí eu disse “Ah, é?” aí ele falou pro Estevão que falou pra você que a Lindsay tinha dito pra falar pra mim, então eu disse pra ele “Qual é a dessas drogas mesmo?” e ele respondeu “Que o fornecedor deles era secreto, mas que com certeza nos levará para dentro do sistema”, sacou? Essa é a missão de vocês! – Ele fica balançando a cabeça.

Spencer – E o que nós vamos ter que fazer... – Diz ele todo desajeitado e com a carteirinha na mão.

Hudson – Você! – Ele aponta!

Stephany – Quem? Eu?

Hudson – É... você que vai colocar ele no meio dessa caralhada.

Spencer – Quem? Eu?

Hudson – É! E vocês já deviam estar agindo.

Spencer – Foi mau. Eu já tinha esquecido.

(Hudson) – Vocês já repararam em como o irmão dele, o Pietro, olha para a Stephany? É...

Spencer – Ele deve ser louco.

(Hudson) – A Stephany vai chegar com ele “Eí brow! Conheço um mauricinho que tá muito afim de entrar com a boca nisso tudo. Cê tá ligado?” “Sim, tô ligadisssímo!” “Ele tem muita grana, disse que pode ajudar a vender muito mais do que vocês produzem em uma semana.” Aí a Stephany vai te fazer chegar no Peter logo após ter rejeitado o Pietro “Por que você não quer casar comigo Stephany?” “Aí! Se eu me casar com alguém algum dia vai ser com o meu Lawrence” que por acaso é você Spencer...

Spencer e Sthephany – Caralhos!

(Hudson) – É claro que depois de um tempo ele ia aceitar vocês.

Spencer – Oi!

Peter – E aí parceiro? Seja muito bem-vindo a nossa trupe!

(Hudson) – Aí vocês fariam o aperto de mão de secreto como ato de inicialização.

Spencer – O quê?

Peter – Aí parceiro, por que tu tá falando sozinho?

Stephany – Não liga, ele tem problemas!

(Hudson) – Boa! Claro que a Stephany ia ficar com maior ciúme...

Stephany – Na verdade não estou.

(Hudson) – O lance é que vocês seriam brotherzinho, estilo Anjos da Lei, cês sacaram?

Spencer – Cara! Esse trabalho não te faz bem.

(Hudson) – Se prepara, que ele tá vindo.

Peter – E aí?

(Hudson) – Stephany! Fique na entocada!

Peter – Esse aqui é o Mandarín, o nosso chefe!

Membros (Gangsterês) – Hai!

(Hudson) – Mas cês tão ligado que o Mandarín não era o cara de verdade...

Spencer e Stephany – O quê?!

(Hudson) – Calma, calma, calma! Após uma investigação de três semanas, O Igor ia nos levar a Elizabeth que nos levaria ao “Ratum” pra dizer para a Elizabete para informar o Igor que a investigação estava em pauta e que hoje mesmo iriam apreender as drogas.

06 – Se ligou! Se ligou! Vamos!

(Hudson) – Depois haveria uma grande reviravolta na história!

Spencer e Stephany – Sr. Arnold?

(Hudson) – É, o zoiodinho!

Peter – O quê? Por que fez isso comigo Lawrence?

Stephany – O nome dele não é Lawrence.

Peter – Eu fui tão legal com você...

(Hudson) – “Desculpa Brotherzinho, mas qui é o trabalho, cê sabe como termina.”

Spencer – Eu não disse isso. Na verdade eu nem ligo pra ele.

(Hudson) – “Ah é seu desgraçado? Então morra!”

Stephany – Ahyr... (Suspirar)

(Hudson) – “Cê tá ligado que aqui não é vacilação não oh panaca! Aqui é na base do Hadouken Shoriuken! POW!” Só que o cara de verdade ainda não tá preso, só pegamos o que faz as fórmulas. Por isso desse dia em diante vocês vão ter que viver como espiões.

Stephany – Eu não mereço!

(Hudson) – Só que vocês vão ter um apoio...

Spencer – Qual a sua super habilidade mesmo?

(Hudson) – Cês pensaram que ele não taria aí, mas, TOMA! Ele mesmo senhoras e senhores, PETER! Bum! Mas não o Peter que acabamos de apreender, mas aquele que arrasou em Deadpool 2!

Stephany – Sorte pra nós.

(Hudson) – Vocês estão agora no confronto final contra ele, Steven McGregor do nosso plano real. “(Voz de Donald) Essa não, como faremos pra lidar com ele?” “(Voz de Mickey) Não sei meu caro parceiro.”

Spencer – Caralho! Isso aqui tá uma merda!

Stephany – É! Segue o plano!

(Hudson) – Após uma seção de Doce País Spencer sacaria as suas Facas De Trincheira que emitiriam uma grande quantidade de energia cortante.

Stephany – Não olhe pra mim, eu já gastei boa parte do orçamento com uma centena de capangas. – Ela morde sua alface.

(Hudson) – Dead’s Mode Play! CATCHAU Uh!

Novais – Você não pode me vencer! – Ele pega seu espadão e confronta as trincheiras de Spencer!

(Hudson) – “E agora, o que eu faço gente? Me ajuda a pegar, eu vou conseguir!” Yeaah! – Ele detona o submarino afundando tudo e derrotando o chefão de Batoru City! Mas isso não acabou, como sabemos Geese Howard acaba voltando de uma forma ou de outra. Pra saber mais sobre isso, só num Spin Off.

Stephany – Aí, vamos transar?

(Hudson) – Final feliz! Ou até uma próxima vez...

Spencer – Esse trabalho é estressante... – Diz ele pra ela, os dois estão encostados na parede exaustos quase caindo no chão.

Stephany – Eu te odeio!

Spencer – Eu te odeio mais!

 

Anos depois...

 

Terry – Então acabaram as brigas em Batoru City?

Spencer – Eu acredito que sim.

Terry – Por isso estão se separando?

Spencer – Não, não é bem assim. Pelo contrário, estamos melhorando. A verdade é que nós dois sabíamos que isso não daria certo.

Terry – Sei.

Spencer – E aí velho?

Hudson – Oi... Zzz!

Terry – O que ele tá fazendo aqui?

Spencer – Pega leve! A filha dele acabou de o abandonar.

Terry – E você e a Stephany?

Spencer – Eu já falei pra esquecer. Além do mais, não sei se o problema é diretamente comigo. Eu estou tentando mudar, entendeu?

 

...

 

Charlie (S) – Como é que você pode dizer uma coisa dessas?

Stephany – Porque estou dizendo, né?

Ty – Quando é que vamos acabar com isso?

Julie – ...

Andrews – ...

Charlie – ...

Julie e Andrews – Tchau mãe!

Stephany – Tchau crianças?

“Que sensação é essa?”

Se concentre, Sad.

Stephany – Como já disse, Roberto, nós já tivemos os nossos momentos bons, mas... atualmente o convívio é horrível. Talvez seja melhor pras crianças assim. Eu vou embora com as crianças e no final do ano elas passam as férias com ele.

Ty – E a casa?

Stephany – Ele disse que poderíamos ficar todo o tempo que precisássemos, até nossa mudança estiver pronta.

Charlie – Você disse que já tiveram momentos bons antes, não é?

 

Anos antes...

 

Escola...

 

Stephany – Oi!

Spencer – O que você está fazendo aqui?

Stephany – ... – “Não posso dizer pra ele o que estou fazendo aqui.” – Melhor você olhar por onde anda seu idiota!

Spencer – ... – “Essa cobra!”

Stephany – Ohayo! – Ela se afasta.

Spencer – Se bem que ela está certa. Essa investigação é minha, melhor começar a investir nisso. Vemos? Melhor me certificar de que ela não esteja aqui depois.

Stephany – ... – “Não o posso encarar, disso eu tenho certeza. Melhor esperar.”

 

Tempos depois...

 

Duas mãos se cruzam na mesma fechadura de porta...

 

Stephany e Spencer – Aiiiiiiiiiir (Se arrepiar)!

Spencer – O que está fazendo?

Stephany – Estou numa missão seu Toppy Boy Tarado!

Spencer – Eu também estou numa investigação MACACA!

Stephany – Pois então vamos abrir ao mesmo tempo idiota!

Spencer – O quê?!

Stephany – Hum? – “O que eu disse.” O coração dos dois bate.

Spencer – Atrás de você...

Stephany e Spencer – AAAH! – Eles são jogados pra dentro do cômodo.

??? e ??? – Vocês tem que ficar juntos! – Trancar!

Spencer – Eí! Abram essa porta!

Stephany – Aqueles eram?!

Spencer – ABRAM! – Bater! Bate! Bater!

Hikari – Bom trabalho!

Nádia – Huhuhuh! – Eles batem as mãos.

Hikari – Vamos deixar o casal refletir um pouco.

Nádia e Hikari – Até mais!

Spencer – Esse dois?! Hikari!

Stephany – Nádia!

Stephany e Spencer – O QUÊ?!

Spencer – Você conhece ela? – Apontar.

Stephany – Você conhece ele? Apontar.

Stephany e Spencer – ORA SEU (SUA)...

Spencer – Se acalma aí! Vamos admitir que nós dois fomos enganados por eles.

Stephany – É! Isso facilitaria tudo. Mas não estou concordando você... o que foi?

Spencer – Não sou o maior fã de cantos apertados.

Stephany – Nem eu da situação que estamos. Por falar nisso... naquele outro dia...

Spencer – AQUELE DIA? Por favor, esquece.

Stephany – Não, é que eu fui muito dura com você. Eu queria me desculpar.

Spencer – ... – “O quê? Essa ogra está se desculpando?” – Tudo bem então se você concorda.

Stephany – Humpf. – Ele se encolhe em si mesmo.

Spencer – Por favor acabe! Por favor! Por favor! Por favor!

Stephany – Por que você tem tanta repressão há lugares apertados? – Vomitar comicamente.

Spencer – Bem... Quando eu tinha 7 anos a minha mãe sem querer me esqueceu dentro da máquina de lavar após a gente fazer um parquinho. Basicamente é essa a história... – Ela olha pra ele com um olho fechado e o outro aberto.

Stephany – Tudo bem, todos nós temos fobia de algo.

Spencer – Não vai rir de mim?

Stephany – Pra quê? A sua vida já é uma piada.

Spencer – Você poderia ter guardado isso pra si mesma. Sério, não precisa sentir pena de mim. Você é a princesa da crueldade, não é normal que se importe tanto com um simples mortal dessa maneira...

Stephany – O que está tentando dizer?

Spencer – Nada. Enfim.

Stephany – ... – “Não acredito que vou ficar presa com ele depois de todo aquele lance vergonhoso daquele dia. Humpf.” Ela se senta no chão, dobrando os braços sobre as pernas e com a cabeça em cima dos joelhos.

Spencer – O que o seu pai faz da vida?

Stephany – Não é da sua conta.

Spencer – E a sua mãe?

Stephany – Também não é da sua conta.

Spencer – Você tem algum irmão?

Stephany – O que está fazendo?

Spencer – Conversa um pouco comigo pra ver se esquecemos essa situação.

Stephany – Cala a boca!

Spencer – Você é grossa!

Stephany – Já falei pra não falar comigo.

Spencer – O que está fazendo? – Ela colocou a cadeira pra tentar achar um caminho por cima.

Stephany – Estou tentando sair daqui.

Spencer – Não pode me deixar aqui sozinho, eu vou ficar com medo.

Stephany – Eu chamo ajuda.

Spencer – Isso não é justo!

Stephany – Eu já disse...

Spencer – ... – “O que é isso?” Ela caiu em cima dele.

Stephany – O quê?! – Ele faz glup. “Ele está tão perto.” O coração dos dois começa a bater.

Spencer – ... – “Posso sentir o seu pulsar.”

Stephany – ... – “NÃO ME OLHE ASSIM TOPPY BOY TARADO OU EU... espera! Nossos lábios estão se aproximando.”

Spencer – ... – “O QUÊ?! Mas olhando assim de perto ela não parece um monstro tão terrível... Glup! SOCORRO!”

Stephany – Spencer...

Spencer – Fala!

Stephany – Eu... eu sou uma completa idiota por estar pensando em beijar você. Glup!

Spencer – ... – “O que eu faço? Estou pensando também...”

 

Na hora...

 

Hudson – Achei vocês!

Stephany – Saí de cima de mim! SEU HENTAI! HENTAI!

Spencer – O quê? Foi você que me atacou.

Stephany – Não foi isso o que aconteceu. RETIRE O QUE DISSE!

Spencer – Mas eu...

Stephany – Você nunca viu nada, ouviu?

Hudson – Do que vocês tão falando?

Spencer – Nesse caso... – Os dois começam a rir e depois riem de novo.

Stephany – Preciso ir! – Ela olha de forma corada e sorrindo pra ele. Depois vai embora.

 

Anos depois...

 

Charlie (J) – Quer dizer que você ficou presa com ele por quase o final da tarde inteira?

Stephany – Você mudou a cor dos olhos. – Piscar duas vezes.

Charlie – É que o meu outro eu não aguenta muito quando são histórias com finais felizes.

Ty – Recapitulando, foram seus melhores amigos que armaram isso pra vocês?

Stephany – Isso foi após a nossa primeira missão.

Ty – Uh! Que história longa!

Stephany – É! Eu preciso ir...

Charlie – TERRY! Glup! – Seu coração começa a bater mais rápido.

Terry – O que foi?

Charlie – Melhor mudar. Vai... – ... – (S) Hum? Onde estou? Como é que acabou a história?

Ty – Você voltou?

Terry – Quer saber mesmo como a história acabou? Vai ter que ler todos os volumes de Batoru City.

Charlie – Hum? – Ele pisca o olho duas vezes.

Terry – Aí Charlie!

Charlie – O que foi?

Terry – Vamos prometer que se algum dia nós tivermos um problema na vida amorosa vamos ajudar um ao outro?

Charlie – Claro! – Ele dá a mão e ela ajuda ele a se levantar.

 

“ – Isso era apenas o começo de uma coisa boa. – “


Notas Finais


Agora falando sério eu queria criar um história chamada de "Batoru City", claro que não seria daquele jeito que estava parodiado no início, mas naquele Naipe. A história se passaria no passado da linha cronológica de "Charlie" e diferente de "Charlie" e "Amor em Crise" ela não se passaria em Ryan City, mas sim em Batoru City. Guardem esse nome, "Novais". Enfim, me digam o que acham se assim desejarem.


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