História Chat Country - Capítulo 19


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Palavras 3.131
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Esporte, Famí­lia, Luta, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Acho que deveria mudar o nome dessa história para "texto country"
Acham que um capítulo por semana está de bom tamanho? Ou posso continuar assim com capítulos desgovernados? xD
Espero que gostem ( ͡° ͜ʖ ͡°)

Capítulo 19 - Encontro Explosivo


Fanfic / Fanfiction Chat Country - Capítulo 19 - Encontro Explosivo

United me chamou para um encontro, mas ele acha que sou uma mulher... 

Okay, isso vai ser divertido. — Huehuehue. — Mas ao mesmo tempo constrangedor. 

Já vou logo deixando um atalho para o gravador de voz, porque este pode ser um dia inesquecível, e preciso de novos recursos, além das drogas, para eu rir de minha própria desgraça nos dias de depressão. 

Olhei as horas em meu celular e vi que; se queria me encontrar com o Yankee às quatro horas, eu teria que estar preparado logo. Claro que pontualidade nunca foi meu forte... Mas por alguma razão, inexplicável, sempre que eu agendava alguma coisa com um país de renome eu me tornava o mestre em puxar-saco, ainda que seja esse comedor de burguer que até pouco tempo achava que eu falava espanhol. 

Mas enfim... Me levantei, sem a intenção de arrumar esse quarto, porque isso levaria uma eternidade, tinha que desmontar todas as gambiarras que havia feito para me manter aquecido nessa noite de inverno. 

Corri até o guarda-roupas e arranquei, com força, qualquer camiseta do cabide, logo percebendo que deixei alguns caírem no chão. Quando olhei, não aguentei, comecei a rir nasalado involuntariamente... Tratava-se da roupa Swag que fiz Portugal trajar naquela vez que o vesti de funkeiro, antes de minha viagem para o futuro. Que por falar nela, me trouxe excelentes lembranças... 

— Huhuhu. — Já queria irritá-lo, e olha que ele estava aqui semana passada, quando United e Rússia começaram a se explodir na cama. 

Bem, me vesti logo com uma camisa verde limão de mangas cumpridas, botei uma calça, e calcei uma bota, mentira calcei uma havaianas mêmo , tomei um café, peguei o celular e tweetei todas as minhas ações, inclusive minha ida ao banheiro, para não perder a manha, e com isso, já estava pronto. 

Saí de casa com minha cobra coral doente dentro da minha mochila, ela estava com febre amarela porque não quis tomar vacina... Uff... Essa geração de serpentes mimadas de hoje... Essa aqui tem frescura até para picar Argentina. 

Fui andando para a lojinha de drogas, que era mais perto. Caminhei apressado olhando para uma lista de conteúdos num papel que tinha em mãos, só que com tal distração acabei esbarrando com tudo em algum infeliz que estava na minha frente. Xinguei um monte já sacando minha pistola de furto... 

é louco tio, tá me tirando, arrombado!? Olha por onde anda, filho de uma pullll..tugal? 

Mordi minha língua quando vi que derrubei meu "irmão" e seu punhado de sacolas no chão. Ele me olhou mal-humorado, como era de se esperar, mas em nenhum momento fez que ia sacar sua espada, só insinuou que eu abaixasse minha arma. 

— Ah! — Reagi tão automaticamente que esqueci que a tinha apontado para ele. Ia ajudá-lo a se levantar, mas ele já o fizera, apenas murmurando um "imbecil..." enquanto limpava suas roupas. 

Sorri murmurando um "perdoa eu" e sem ele pedir, apanhei suas sacolas, me surpreendendo com seu peso. 

Ih... Córoi... Tem meu ouro aqui dentro? 

Ele me estendeu a mão exigindo de volta. 

— Eu te ajudo a carregar... 

— Ora, não quero atrapalhar suas compras, pirralho — Diz em tom de sarcasmo, me devolvendo minha lista de drogas. 

O ignorei, indo na frente com suas compras. 

Me segurando para não cair na risada, já imaginando sua encarada por trás da minha nuca. Após uns segundos se deu por vencido e passou a tolerar minha companhia. Ficamos caminhando silenciosamente, sendo eu seu burro de carga, o vendo ir de loja em loja de materiais de construção para me fazer carregar mais peso. 

Eu não queria quebrar o silêncio, porque acho que eu sabia a sua razão, ele não estava bravo comigo, só estava quieto, acho que desconfortável; não sei se foi por causa do beijo, ou de meu desaparecimento no Qatar. 

— Oh céus... — Murmurei dramaticamente quando o vi aparecer com mais uma sacola enorme carregada de pequenas tábuas de madeira. — Vossemecê és cruel! Fazendo-me tornar à época da escravatura!? 
— "Vossemecê"? Essa é antiga. Queres água, meu escravo? — Disse rindo e balançando a garrafa na minha frente, o encarei mal-humorado por causa de péssimas memórias que estava revivendo, o que o divertiu pela nossa troca de papéis. — Este último carrego eu, miúdo. 

Acho engraçado essa palavra, porque em Br o miúdo é ele. 

— Dá para você me responder o porquê de estar aqui? 

– Rússia e Estados Unidos destruíram meu barco na semana passada. Pensei que poderia repará-lo ao voltar para a Europa, mas Espanha me ligou para dizer que os depósitos de materiais de construção estavam em chamas, e que as árvores haviam se tornado radioativas e vermelhas tal como as de Chernobirl. 

— Nossa, como não morri na explosão? 

— Usaste aquela sua habilidade, não? 

— O jutsu São Paulo? Sim, ele me permite sobreviver a qualquer tipo de anomalia no ar. 

Portugal sorri amarelo pela estranheza desses meus poderes e logo volta ao seu silêncio, porém após alguns minutos para de me acompanhar, de repente, ficando para trás. 

— Tuga? Eu não tenho poderes de petrificação. — Falei, vendo-o assumir um olhar abismado. 

Olhei na mesma direção que ele estava fixando os olhos verdes, e vi um animal gigantesco, de roupas, saindo da esquina. Ah, era o urso do Rússia. Não, pera... ERA O URSO DO RÚSSIA!!! 

Psiu, vamo-nos de aqui por àquela esquina, antes que nos veja. 

Bora! 

Fui atrás dele até escutar um grito. 

— Portugal! Olha se não é Portugal! Ei ei. 

O baixinho e eu estremecemos, eu de raiva por ele ter roubado meu "ei ei", e ele de pavor, o vi até murmurar uns palavrões bem baixinhos que me fizeram querer rir, se não fosse pela cara de macho que eu estava tentando assumir para encarar o animal de estimação, e cidadão, do Rússia. 

— Dá para tu respeitar o meu mano, mano? Na moral, já deu essa palhaçada de stalker! Vou chamar a polícia! 

— Estados Unidos é a polícia... — Sussurrou Tuga me lembrando. 

— A essa altura ele não deve estar muito longe... — Me lembrei do encontro. 

Hã... Por quê? 

— Porque ele... 

— Portugal! Estou feliz em vê-lo, eu não estava te stalkeando! 

— Ah Sério? Ora, por que será que não acredito!? — O baixinho se exalta, com os cabelos arrepiados de raiva. 

— Estou falando sério, eu estava acompanhando meu papi. 

De repente aparece o Rússia com uma mochila para confirmar o que o urso disse. 

Dei um grito... — Portugal! VAMOS FUGIR PARA A AUSTRÁLIA!! NÃO QUERO MORRER JUSTO NO MEU ENCONTRO!.. 

— Não estamos em um encontro. Parvo! 

— Encontro com... — Me calei, lembrando que Rússia poderia estourar minha fuça por entender errado, se eu dissesse "United". — Oi Rússia! 

Portugal me encarou inquisitivo. Não o culpo, tô estranhão hoje. 

— Ah, Brasil... Portugal. — O albino não parecia tão surpreso em nos ver. Ele estava um pouco diferente; tinha os cabelos brancos jogados para trás, uns óculos escuros, e uma jaqueta sem mangas que tinha golas fechadas no pescoço, deixando os músculos de fibras de metal contact a mostra, algumas partes de seu corpo estavam enfaixadas, o que era de se esperar, de uma relação agressiva com o Tio Potência. E ele, nesses míseros vinte graus parecia torrar de calor, seu urso até lhe abanava um leque. 

— O que tu e teu urso fazem na América do Sul? — Pergunta o baixinho. 

— Fui... Visitar... Cuba... 

Comecei a rir. 

— Rússia, alguém já que você falando português tem um sotaque parecido com o do Tuga? 

Portugal me cotovelou. 

— Não tenho sotaque, imbecil. Tu o tens. 

Ai frescura... Ei Tuga. — Me inclinei para sussurrar em seu ouvido. — Posso adivinhar com meu jutsu Cariocagan, o que tem na mochila de Rússia. 

Cariocagan? 

— Eu sou bem seletivo no que vou furtar, por isso é muito necessário... — Adicionei meus óculos de funkeiro e comecei a analisar as formas na bolsa com uma destreza de mestre. — Sinto cheiro de pólvora e cobre, aquela parte redonda tem o formato de um cone, e aquela outra parte mais pesada parece com uns cilindros, há uns dois... Não, três foguetes, naquela mochila, e outros materiais de formato geométrico, e acho que aquelas ondinhas ali são munição para essa pistola que está escondida no bolso de trás de sua calça. A carteira está no bolso pequeno esquerdo junto com celular e chave de casa. No bolso lateral direito há um coldre, que vindo dele, deve ser vodca. 

Portugal me olhou incrédulo apanhando meus óculos de funkeiro para verse tinha algum mecanismo de visão Raio X nele, sorri convencido quando não achou nada.

Rússia parecia tentando escutar nossa conversa. 

— Não é nada não comuna, dá para você responder o que vieram fazer na casa de Cuba? 

— Ele veio visitar Cuba porque, além de ótimo médico, ele tem um arsenal secreto... Ai! — Rússia o golpeou no braço. — Quero dizer... Assunto sigiloso! Como certas fotos nuas no meu celular. 

Rússia parecia arrependido de ter ensinado o bicho a falar, só pela sua cara de poker mais poker do que o normal. 

QUE FOTOS NUAS!??... — Eu e Tuga gritamos em uníssono. 

O animal olhou para baixo envergonhado tocando dedo noutro, parando de falar e fazendo sons de urso mesmo. 

— Portugal, vou fazer um tapete desse animal! 

Olhei para meu bro que estava muito vermelho. Ele me puxa pela manga da camisa para poder sussurrar em meu ouvido. 

— Faça isto, enquanto que eu estou para fugir para Austrália, parto assim que reparar meu navio. 

Rússia os interrompe em russo. 

— Ele perguntou o que vocês dois estão fazendo aqui? — Diz o animal. 

Compr... 

Rússia me interrompeu. 

— Ele acabou de dizer que não liga. 

— Pô, por que você perguntou? 

Ele dá de ombros. 

— Quando eu sair com o United, pergunto o que ele viu em você... 

— "Sair com United?" — Pergunta Portugal e Rússia. 

Cobri minha boca na hora; como sou burro! 

— Abaixem-se. — Fala Rússia assumindo um olhar mais afiado que o normal. 

— O quê? 

Rússia gritou comigo em russo o que tenho certeza que foi um palavrão. Antes que seu urso saltasse por cima de nós três, nos derrubando no chão com tudo. 

Senti uma dor horrível nas costelas ao cair em cima daquelas sacolas de ferramentas do Tuga, foram ainda piores graças ao peso do urso e do Rússia me esmagando, não queria nem ver o que havia acontecido com meu pobre mano. Esqueci-me da dor e de todo o resto quando minha atenção foi direcionada para o alto som de explosão, que me fez abrir os olhos na hora, e tirar aquela pata de urso de cima de mim, tentando me rastejar para o lado. 

— Mas que po... 

Senti Rússia se mover de cima de nós, com uma força de Super Sayajin, e rolar o urso para o lado, nos libertando. Antes de atentar para o semi-ruivinho, atentei para o causador da explosão. 

United States... "Não aprendeu a lição da última vez?" — Murmura Rússia cuspindo sangue. 

Little Ice... — Ele sorriu, segurando uma granada. — "Que coincidência te encontrar na América do Sul... Desta vez, eu Daddy Potência, não serei o passivo". — Pera, ele foi o passivo naquela noite? E POR QUE DIABOS ESTOU ENTENDENDO INGLÊS?

— United! TU TA LOUCO MERMÃO!!!. 

— Ah... — Ele olhou para mim e para a latinha amassada que atendia por nome de Portugal. — Lo siento Haití y España, no les he visto. 

— Haití!? 

Es...panha? — Murmura a latinha amassada, abrindo os olhos numa cara de poker

— Tuga, tu tá bem? 

— Não... 

— Eu ajudo você... — Diz o urso chegando nele e o puxando num abraço, rugindo em felicidade. 

— Ahh!!... 

— Solta ele! Ele não precisa de Ursinhos Carinhosos de pau duro! 

— Subiu... — Responde o urso me fazendo corar de raiva em lugar do Tuga que quase não era capaz de reagir. 

— Vou fazer subir sua alma do caixão! — Saco minha pistola de furto. 

— Acho melhor se afastarem... — Responde Rússia, retirando das sacolas seus materiais e os montando em uma bazuca. 

EUA saca um fuzil do nada, e acende um charuto. 

— United! Você não pode explodir a América do Sul! 

Eh... Why? No sabía que Haití hablaba portugués. 

— Eu sou o Brasil, módafóca! 

— Wha..?? — Com a distração que provoquei no United, Rússia disparou seu foguete e explodiu tudo a nossa frente. 

— Lá se vai meu encontro... — Murmurei puxando Tuga do urso e saí correndo. 

Fugimos para uma barzinho de frente para a casa de Argentina, cujo chefe era um illuminate que fazia lanches e bebidas de todas as origens sul-americanas. Pedi uma coxinha e uma cachaça, e Portugal um vinho argentino e um Sonho, ficamos sentados na escada, vendo meu lado do Continente ser explodido por aquele loiro convencido e aquele comunista de gelo, em plena luz do dia. 

— Então... — Portugal quebrou o gelo. — E este encontro com Estados Unidos? 

— Bom... Ele me chamou para sair hoje as quatro horas, mas pelo jeito nem rola. — Respondi com a boca cheia de frango e batata. 

Portugal arqueou as sobrancelhas. 

— Sério que arranjaste um encontro com "ele" e esperava que desse certo? 

— Achei que seria divertido, huehuehue e ele é rico então minha dependência por drogas ia ser dependência por dinheiro... — Mordisquei outro pedaço de coxinha. — Sem falar que ele foi o único que entendeu meu sofrimento pela perda do hexa. 

Portugal riu sem humor. 

— Não acho que seja este o caso... — Bebeu mais uma taça inteira de vinho. 

— Bom... De qualquer forma acho que o encontro está cancelado. — Suspirei. Ele me olhou silencioso por um tempo. — Quê? 

— A essa altura tu não deverias agradecer por isto? 

— Calma Tuga! Ele não ia me explodir. 

— Ele quase nos explodiu... 

— Não vai comer esse sonho? 

— Acho que fiquei sem fome... — Ele parecia mal humorado, queria eu ler sua mente, acho que ele queria dizer alguma coisa, mas não conseguia. 

— Bom se não vai comer, então me dá... Oh! Caramba, eu esqueci! Minha cobra! Eu não sinto minha cobra! Portugal passa a mão aí e vê se ela ainda está no lugar! 

Portugal me encarou irritado. 

— Dá para parar com essa merda! É claro que ela está aí! 

— Não tenho certeza! E se ela morreu? 

— Óbvio que não... — Abriu um sorriso torto. — Se não, não era suposto tu estar contorcendo-se no chão? 

— Como a farei comer Argentina agora!!! 

Co... Comer Argentina!? — Portugal se levanta surpreso. 

— Sério Portugal, passa a mão aí, porque estou com medo de verificar e descobrir que ela morreu... — Choraminguei o vendo me olhar com os olhos arregalados, e rosto corado como pimenta, por um motivo que eu não entendi; Quem cora de medo de pegar numa cobra? 

Hm... Estás a falar sério, pirralho? Porque se estiveres a zombar de minha cara, arranco-te os olhos! 

— Por que eu mentiria numa situação crítica como estas! — Cobri meu rosto com as duas mãos. 

“Só de imaginar que a Dilma, minha filhote de coral, poderia ter morrido e...” 

Levei um susto e gelei quando senti a mão de Portugal tocar no meio de minhas pernas... Abri espaço entre meus dedos para poder vê-lo, e o vi ajoelhado em minha frente, envergonhado, porém com um olhar sério, tocando na COBRA ERRADA!! 

— Po... Portugal... 

— Por favor... — Ele fechou os olhos por alguns segundos suspirando... — Apenas não diga nada, isto já é constrangedor o suficiente... 

— Mas... Eh... Portugal... 

Ele me encarou mortal, me fazendo calar na hora. – O sentes agora? 

Na verdade... Se eu dissesse para ele o que eu estava sentindo barra: imaginando... Ele me esfolaria... Pela primeira vez na vida achei que eu estava bem mais corado do que ele. Eu não queria estragar o momento, mas para minha tristeza, estávamos em público. Ainda que tirando o illuminate da padaria, não havia ninguém na rua, devido as explosões. 

— Portugal... O que... você está fazendo? 

— O que me pediste, oras. Diga-me logo se a sentes! 

— Bom... Acontece que eu não estava falando dessa cobra... Apesar de que eu a estou sentindo muito bem agora, se é que me entendENÃOMEBATE!!! — Ele se levanta bruscamente e já me ponho defensivo. — Eu estava falando da Dilma! Minha cobra de estimação! 

— POR QUE NÃO ME DISSESTE? 

— E EU IA LÁ SABER QUE VOCÊ ERA SAFADÃO E ENTENDER ERRADO? 

Portugal se sentou de volta na escada enterrando o rosto em uma das mãos. 

— Esqueças isto e um dia, se calhar, devolvo seu ouro... — Murmura quase inaudivelmente. 

— Não esqueci nem quando fui ao Qatar, agora entendo o que meu eu do futuro quis dizer com "Lembra quando você agarrou na cobra errada?" 

— Oh céus... 

Gargalhei de sua reação, mas eu mesmo estava vergonhado. 

Nera grande? 

— Morra... 

— Foi tu quem me assediou, seu velho safado. 

Peguei minha mochila e vi se a Dilma estava viva. Confirmando, me levantei. 

— Vamos? Vou passar no hospital e ver se tem vacina de febre amarela ainda existe. 

Quando Tuga se levantou um vento forte soprou seguido de uma explosão gigantesca vinda doutra rua. 

Me virei para olhar aquele mundo em chamas e vi Estados Unidos brotando de lá, caminhando em câmera lenta como em um filme de Hollywood. Tinha um óculos de Sol, uma camisetabrando de soldado sobrevivente de filmes que ganham óscar, os cabelos loiros balançando com o vento e um falcão montado no ombro. 

Portugal me puxa pela manga da camisa, para sair dali, mas fiquei parado esperando o potência, que vinha em minha direção. 

Entáo vócé are Brazil? 

Carai, como tu vivo? 

— Eu consegui distract Russia com uma explosão, ele está debaixo de uns destr'rwoços... — Ele estala os dedos e do nada vem um helicóptero do céu, com México vestido de mordomo, segurando um terno e o entregando para o Tio Potência. 

— México! O que aconteceu com você? 

No pergunte! — Ele choramingou. 

— Ele está pagando uma divida, ignore. Well Brazil, eu ser bem pontual, baby. Faltam dois minutos para as quat'row horas. 

— Espera, mas você quer ter um encontro comigo mesmo sabendo que sou um cara? 

Oh yeah, eu lido com isso... But temos que ser rápidos antes que Russia se liberte. 

— Só saio com você se você reconstruir a América do Sul! 

— Brasil, isto não me cheira bem... — Sussurra Portugal. 

Náo se preocupe Brazil, eu I'm rich. 

— E também concertar o navio do Tuga. 

Quem? 

— Dele! 

— Espanha? 

— Não, Portugal! 

— Quem? 

— O dono da minha língua! — Pera, isso pegou sugestivo. Olhei para Tuga malicioso, lembrando de nosso beijo. 

Ah... Yes, I'm rich. Mais alguma coisa? 

— Pirralho! 

— Calma Tuga, ele não vai me explodir, tu não vai me explodir, né? 

Actually eu só explodo the Little Ice. 

— Então estou indo. — Sorri pensando nos benefícios que teria em um encontro com o United. 

— Subam no helicóptero. You too, Portugal. 

— Por que eu? 

— Porque Russia vai explodir essa rua quando se libertar de my trap. Vou te deixar na Europa. 

Portugal vem a contragosto, se sentando ao meu lado. Para quebrar a tensão sussurrei em seu ouvido. 

Tuga, ei ei. 

Ele me olha questionador, parecia estar bem puto comigo. 

Nera grande minha cobra? 

Tuga, ei ei. 

Ele me deu uma ombrada na virilha fazendo esse capítulo acabar antes de meu grunhido.


Notas Finais


Vocês não acham que o MotherDaddy (Mother Russia x Daddy Potência) lembram o shipp Shizaya? Para não conhece é um shipp de dois homi que tentam se matar destruindo td huehuehue :'V


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