História Chat girl - Capítulo 10


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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno
Tags Akatsuki, Hentai, Naruhina, Narumei, Narusaku, Romance, Tio Stein, Yuri
Visualizações 87
Palavras 2.277
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Hentai, Orange, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Era uma vez um guri que só queria escrever e por isso sempre postava um capítulo atrás do outro sem demora

Isso foi há 5 anos

Hoje, ele nem sequer sabe mais o que tá fazendo nesse lugar

Mas teve uma ideia e por isso escreveu

Um abraço pra quem leu

Capítulo 10 - Homo Erectus


– S-senpai...? – por um momento, a voz doce e surrealista dela fez minhas orelhas se arrepiarem. – Que punheteiro patético é você. Um homem barbado... batendo umazinha com seu pauzinho branco minúsculo... pras fotos duma tiazinha que se fantasia de ninfeta. Eu deveria punir você, sabia? Te levar pra conhecer... o caminho... para sala de tortura.  

Ela se chama Ino, é do colégio, uma Ero Cosplayer qualquer que costuma ganhar dinheiro às custas de punheteiros fazendo ASMR sob o pseudônimo de Mikomi, aproveitando a deixa de que sua família mora no interior para viver a vida depravada dos sonhos. Como eu sei disso? Sou sub dela faz tempo. Por que estou ouvindo em pleno metrô? Porque é o que um homem com tesão faz.  

Meu nome é Naruto, e não consigo pensar em nada além da minha ereção. 

Depois ser puxado de volta da depressão pós-foda em que mergulhei de cabeça por conta duma falha técnica durante uma foda, SexyEst, a garota que fez minha vida sexual virar de cabeça pra baixo, disse que queria me conhecer no festival dos fogos de artifício no centro da cidade, enquanto escondia seus peitos de mim pela webcam.  

Isso foi há cinco horas atrás. 

Agora, faltava menos de uma hora pra foda da minha vida. 

– Achei que você fosse ficar trancado pelo resto da vida naquele quarto, batendo punheta pros textos que seu amigo pervertido escreve naquele site – minha prima, a vadia responsável por me colocar naquela depressão infernal, Hyuga Hinata estava dizendo bem na minha frente à espera do trem.  

As mechas do cabelo escuro dela sobre o rosto, o sorriso perfeito, a forma como o suéter de gola alta que estava vestindo evidência cada curva sinuosa do corpo dela... eu nem tenho pala-- 

Vadia.  

– Essa era a ideia. – franzi o cenho. – Como sabia pra onde eu ia?  

– Sabendo. Decidi que vamos pro mesmo lugar. Ah, se servir de consolo, também ficaria só na sirica se tivesse desperdiçado a chance de transar comigo. O quê? É sério. Só não seria idiota ao ponto de grunhir tão alto que minha mãe pudesse me ouvir.  

– Ah, não. 

– Foi o que eu disse quando me virei e você já tinha gozado.  

– Aquilo foi só uma vez. Para de encher o saco. 

– Quem encheu o saco afim de foder com a própria prima foi você, agora aguenta.  

– Pra você é fácil falar. Não precisa armar o brinquedo antes de usar. 

– E eu com isso? Homem tem duas funções: meter e chupar. E você faz mal os dois.  

– Era a minha primeira vez... no banheiro de casa... com a minha mãe do lado-- 

– A verdade é que a presença da sua mãe fez você enrijecer ao ponto de gozar em si mesmo, depravado do caralho.  

– Larga do meu pé. 

Ficamos em silêncio depois que as portas do trem se fecharam.  

Ok, sei como isso funciona. Ela só me morde se eu deixar.  

– Voltando ao assunto... amigos, é?  

– É... 

– Já eu tenho uma foda me esperando.  

– E quando não tem? – contradisse, respirando fundo. – Me disseram pra ir se não quisesse ser levado a força. E eu meio que queria ver os fogos, então foi só somar dois mais dois. 

– Da sua casa também dá pra ver.  

– Ah é, dá mesmo. 

– Não esperava que a fila andasse tão rápido.  

– Como é?  

– Seus amigos nunca chamam você pra sair, Naruto.  

– Pra tudo tem uma primeira vez... 

– Vai dizer o nome dela ou não?  

– Não.  

– Ah, meu Deus...  

– Que é? 

– Tá indo se encontrar com o cara por trás daquele perfil fake! – ela disse, aos risos. – Não acredito que caiu naquilo. Sério? Tudo isso por minha causa? Que piada.  

– Fala baixo. 

– Por quê? Tem mais alguém aqui além da gente? Se tivesse, estaria rindo de você e seu fetiche por caras. 

– E-ela é uma garota. 

– Garota com pênis, você quer dizer. Tem quem não goste.  

– Não, nada de pênis.  

– Ah, é? Viu ela pelada ao vivo, Sherlock? 

– Vi.  

– Onde ela estava na hora? 

– No banheiro do colégio dela. Fica do outro lado da cidade.  

– Ela mostrou a identidade dela pra você?  

– É, mostrou.  

– Uau.  

– Viu? Não sou tão idiota assim.  

– Não é nem metade do que eu achava que era, na verdade. Então, é um encontro ou...? 

– Não sei ainda. Nem sei... nem sei mais o que tô fazendo indo até lá. Aceitei porque não queria dar de cara com você sem... sem provar que posso satisfazer alguém antes. E adivinha só? Não funcionou.  

– Aww, que fofo. – Hinata se levantou e ficou na ponta dos pés até que ficássemos próximos. – Mas quer saber? Casualidades não existem.  

Quando o trem se aproximou da estação, as luzes da estação oscilaram diante dos olhos pálidos dela, e então Hinata me beijou em cheio nos lábios.  

Quando a língua dela pediu passagem, foi inédito.  

Quando dei por mim, meu pau pulsava contra a mão boba dela. O celular no meu bolso não parava de vibrar, mas que se foda ele.  

– Pra que isso?  

– Pra quando tiver que chupar ela. – ela disse assim que as portas se abriram. – Ops... parece que alguém vai levar 30 minutos de preliminares pra tentar ficar duro de novo. 

Minha alma derreteu. Em um momento, tentei me convencer de que a umidade dentro da minha cueca era só um aviso interno, mas isso era demais até pra mim. Noutro, servi de entretenimento pros recém-chegados ao lutar para sair daquela lata velha depois dela tentar arrancar meu braço na saída.  

Hinata estava ruborizada de tanto rir. Filha... da... pu-- 

– Não fode – me ouvi dizer.  

Ficamos afastados e em silêncio como se não nos conhecêssemos até que, em pleno centro da cidade, havia chegado a hora de encarar meu destino.  

Na minha frente, uma mulher esbelta de cabelo loiro comprido que chegava até a cintura, preso em um rabo de cavalo, usava uma camisa estampada com o slogan do festival e tinha um cardápio de bebidas nas mãos.  

– Olá. Quer alguma coisa?  

– Um buraco onde eu possa enfiar o meu pau.  

– Eh?! NARUTO?! 

– Desculpe por isso. É que ele vem tendo uma noite horrível até aqui. Você se conhecem, né? Fica mais fácil de entender assim. Sou a Hinata.  

 – Ah, certo. S-sou Ino, do colégio dele. É sua primeira vez? 

– Nã-- ah sim, é. Aqui.  

Ela riu com jeitinho.  

– Hinata-chan, você e seu.... vocês aceitam cerveja? Ainda tenho algumas-- 

– Ele é menor de idade. 

– Que tal uma Free, então? A constituição vai mudar e nem sei se dá pra considerar aquilo cerveja.  

– É, faz o tipo dele. 

– Ei... 

– Aqui. São... 

– Pode ficar com o troco.  

– Oh, obrigada. E você, o que vai querer?  

Enquanto Ino permanecia agachada, Hinata retirava mais uma nota do buraco negro super-secreto dentro de sua manga, sem deixar, claro, de olhar pro traseiro dela.  

– Tem Super Dry? Acho que estou vendo uma daqui. 

– Sério? Engraçado... achei que tivesse vendido a última.  

– Ei... 

– Que foi? Sempre se deve apreciar a bunda da garota que traz a cerva, lembra? – brincou em voz alta ao me jogar a bebida, para que Ino escutasse. – É o que seu pai costuma dizer.  

– Pior. – a vontade de mijar me tomou. – É o lema dele.  

Me virei e encarei a multidão, dando um passo seguido do outro. SexyEst estava logo à frente, sentada me esperando onde disse que estaria, sabia disso desde que coloquei os pés nesse lugar. Enquanto meu pau voltava a dar sinal de vida, o celular vibrava no meu bolso durante todo o caminho. 

Até agora, minha intenção era fugir assim que encontrasse uma brecha. E quer saber? Que se foda. Tô de saco cheio dessa merda. Cogitar a possibilidade de ir embora sem ir até ela faz meu estômago revirar. Se eu não fizer sexo hoje, Hinata vencerá.  

Nem os bardos descreveriam com exatidão o meu nível de tesão acumulado neste exato momento. Seria capaz de iluminar toda a cidade na hora de gozar? Não sei. Talvez.  

Tudo que sei é que, hoje, as ruas não esquecerão de-- 

– Até que enfim te encontrei – era a voz da vadia, Hinata, batendo no meu ombro. – Você vem? Quero que conheça alguém.  

Quando a silhueta sinuosa dela entrou no campo de visão, a vi indo em direção a uma garota... uma garota de cabelo... rosado... sentada onde SexyEst disse que estaria, com um celular entre os dedos. 

Seus lábios ligeiramente se tocaram sem que ninguém além de mim pudesse ver.   

– Ah, Hina... – os olhos verdes dela se arregalaram, em choque. – Hãã... oi.  

– Naruto, Sakura. Sakura, Naruto – Hinata sorriu para mim, tão insensata e fofa quanto uma menina apaixonada, abraçando a garota como se fosse um gato. – Ela é minha namorada. Esperava um garoto, né? Surpresa. Abandonei homens e sêmen em 2013. 

&%*$#@

Se coloque no meu lugar; você está na ponte que atravessa a Baia de Konoha no outono, sentado na calçada depois de mijar no mar, depois de dar um jeito de escapar do pior primeiro encontro da história, pensando no que Tyler Durden faria.  

Então eu abri a lata de cerveja e minha respiração fumegou no ar.  

Um brinde ao meu pai e à metade das mulheres dessa cidade que ele fodeu pelas costas da minha mãe. Um brinde à minha mãe e os anos de negligência dela comigo. Um brinde à Hinata e ao sangue do meu pau descabaçado na boceta dela. Um brinde ao imbecil-filho-de-uma-puta-punheteiro-do-caralho que vos fala. Ele merece.   

Por fim, um brinde a farsa que chamam de juventude.  

– T-tentando esquecer... de alguém? – me perguntava o cara bêbado fantasiado de Pennywise que acabava de sair do carro, aos tropeços, para vomitar. Tive a impressão de que os caras dentro do carro estavam tocando umazinha uns nos outros enquanto riam dele, mas era melhor nem pensar em verificar. Sabe a piada do carro do palhaço?  

– Tentando me matar com cerveja diet, na verdade.  

– Ah. Queeeer... brincar de esporrar... na minha cara?  

– Não, e nem você quer.  

– Blergh.... tá na ponte errada, então, bro.  

– Ei, ele tá sendo homofóbico com você aí, bro?  

– Não sei, bro... hãã, você tá, bro? 

O motorista do carro que vinha logo atrás deles buzinou. É, estamos mesmo causando uma briga de trânsito numa ponte praticamente vazia. Se o cheiro do mijo que deixaram para trás não fosse tão forte, diria que era culpa da bebida. O que veio a seguir, talvez realmente fosse.  

– Entra aí – minha professora Mei disse ao abaixar o vidro do carro. De blazer e óculos escuros, ela fazia aquilo parecer o tipo cena de cena que você encontraria numa novel.   

– Veio me dedurar?  

– Vim te levar pra casa.  

Essa definitivamente é a noite mais bizarra da minha vida. Quando me levantei e não senti nada de diferente, me desfiz da lata e me aproximei do carro; a porta do banco do passageiro logo se abriu.  

– Como me encontrou?  

– No festival. Quis oferecer uma carona, mas aí você sumiu.  

– Ah, era você.  

– Achou que eu fosse um maníaco homicida ou algo do tipo?  

– Teria aceitado na hora se fosse.  

Inadvertidamente, Mei riu daquilo, tossindo ao mesmo tempo. Era o mesmo risinho que ela exalou daquela vez, quando me viu fugindo do colégio aos tropeços, depois de ser pego me masturbando na sala dos professores.   

– Aquilo que você jogou fora não parecia uma lata de café.  

– Não mesmo.  

– Bem, não acho que sua mãe gostaria de saber disso. Inclusive, espero que ela saiba onde você está neste exato momento.  

– Ela sabe, só não se importa. Não desde que eu volte pra casa.  

– Ingeriu algo com o qual eu deva me preocupar? Só pra saber. 

– Cerveja diet com gosto de mijo vale?

– Ela pelo visto pegou você em cheio – brincou. – Por outro lado, não há com o que se preocupar. Já é grandinho, sabe o que faz. Se algo acontecer, jogo você na emergência e digo pra polícia que essa conversa foi o delírio de um aluno queria ter sexo comigo. 

– Vi os stories dele na boate – eu disse, de repente. – A sala inteira viu.  

– Ah. 

– A garota em cima dele parecia com você.  

– É a minha sobrinha, afinal. Sei o que está pensando... meu ex-marido posta uma foto com minha sobrinha sentada no pau dele, horas depois sou vista num festival que gente da sua idade usa como ponto de encontro para se drogarem... dentre outras coisas.  

– Na verdade, não pen-- É, talvez eu tenha. – admiti, desviando o olhar. – Então... trouxe alguém pra se divertir e ele te deixou na mão?  

– Não, não... ainda, não.  

– Vai fundo, então. Mesmo se com ele não der certo, duvido que não encontre alguém disposto a te ajudar nessa. 

– Está bem soltinho hoje, não está? Falando assim nem parece que estava tentando me tentar a transar com você antes.

– É, larguei dessa faz um tempo. Se for gravar, pode fazer isso de 4, deitada, de bruços, o que achar melhor. É uma grande gostosa e acredito no seu potencial de se vingar daquele bosta. 

– Acredita, é? – indagou ao lentamente estacionar o carro. A essa hora a rua estava deserta, e a queima dos fogos, prestes a começar. Sem o menor aviso, se virou no banco e encostou as costas na porta. – Lembra de antes, na sala dos professores, quando disse que ficaria me devendo uma por salvar a sua vida? – me jogou a peruca que estava no porta-copos.  

Ei... 

– Ei... – tentei dizer, mas o movimento seguinte dela me fez travar. 

Mei retirou um celular do bolso da saia, sorrindo um tanto quanto tímida.  

– Bem, acho que tive uma ideia. – minha professora do ensino médio me disse, em um tom tão doce que fez minha nuca se arrepiar, esticando o par de pernas mais flexível e torneados que já vi bem na minha frente. – Chupa, vai.



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