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História Chave Tetra - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


Oieeee...
Bom espero que gostem...
Muito obrigada pelo favorito:
Sophssantana
Eu dedico esse capítulo para você!
Aos novos leitores sejam bem vindos...
Aos antigos, sintam-se à vontade vocês já são de casa...
E eu amo vocês!

Capítulo 3 - CAPÍTULO 2



P.V. Liz

-Você não pode se chamar EAHP52.- ele disse me olhando.

-Então como eu vou me chamar?- perguntei pensativa.

-Não sei, escolha um nome!- ele disse me olhando.

-Hum… Elizabeth!- eu disse me lembrando do nome que tinha na carta, era bonito e aquela pessoa tinha me salvado, mesmo sem saber.

-Elizabeth então…- ele disse com um sorriso, sorri de volta completamente encantada por ele.

-Agora me diz Elizabeth, como você entrou aqui?- ele perguntou sério.

-Hum… eu roubei um senhor rico e um policial viu e correu atrás de mim, aí entrei na sua casa e me joguei pela janela!- eu disse apontando para a janela.

-Mas e seus pais, não estão te procurando?- ele perguntou me olhando.

-Pais?… Eu não tenho pais…- respondi sem graça.

-Eles morreram?- ele me perguntou curioso.

-Não, eu nunca tive pais, fui elaborada geneticamente pelos cientistas da DM, fui gerada invitro!- respondi vendo ele com um olhar distante a absorver tudo o que eu disse.

-Entendi, por isso você é a 52?- ele perguntou.

-Sim… todos os outros morreram, se bem que uma vez ouvi uma das cientistas dizer que a EAHP51 estava em segurança na casa dela, mas isso era para ser segredo… porque você me faz contar coisas que eu não deveria?- perguntei brava.

-Eu não fiz nada… você que me olha e então desata a falar!- ele disse inflando as bochechas.

Ri baixinho atraindo sua atenção, ele sorriu para mim e se levantou da cama.

-Quer fazer alguma coisa?- ele perguntou para mim.

-Eu estava lendo o seu livro, se importa se eu continuar?- perguntei vendo ele pegar outro livro e se sentar ao meu lado.

-Não… vou ler também!- ele disse abrindo o livro e se concentrando no mesmo.

Depois de muito ler eu comecei a sentir sono, fechei o livro e me virei para ele.

-Eu já vou, obrigada pela companhia, foi agradável!- respondi me levantando da cama.

-Você vai embora?- ele me perguntou apreensivo.

-Vou… mas se quiser eu volto amanhã!- respondi o olhando, meu coração se apertava de a maneira estranha.

-Promete?- ele perguntou com um sorriso lindo.

-Claro… Obrigada por tudo.- agradeci.

-É o que os amigos fazem!- ele disse animado.

-Somos amigos?- perguntei me virando outra vez para ele.

-Bom só se você quiser- ele respondeu vermelho.

No laboratório tinham dois cientistas que eram amigos, eles usavam anéis iguais, olhei para ele de cima a baixo e não tínhamos nada igual… sorri ao me lembrar das correntes em meu pescoço, olhei para elas e decidi ficar com a azul, me lembrava os olhos dele, retirei as outras duas e as mostrei para ele.

-O que é isso?- ele perguntou sem entender.

-Escolha uma e a outra vamos esconder!- mandei vendo ele pegar a que tinha a pedra vermelha, sorri com isso.

-Agora somos como os amigos que conheci, e temos algo em comum, nunca tire, ela pode te proteger de quem quer te fazer mal!- eu disse prendendo A corrente em seu pescoço, a cave ficava grande para ele, como ficava para mim.

-Agora, a onde escondemos essa?- perguntei a ele que sorria animado.

-Aqui!- ele disse indo em direção ao armário de roupas, ele abriu o mesmo e então afastou as roupas até que foi possível ver a parede, ele retirou um tijolo e colocou a chave dentro de uma luva e então a colocou lá, voltando a tampar logo depois.

-agora sim, eu tenho que ir, até amanhã Dante!- eu disse andando até a janela.

-Até amanhã Elizabeth!- ele se despediu com um sorriso, retribui o mesmo e então pulei agarrando na janela e subindo pela mesma.

E durante dois anos minha vida foi assim, eu saia de casa e ia para a casa do Dante, lá nós líamos, jogávamos vídeo game, assistíamos filmes, dançávamos e escutávamos música, quando eu pedia o Dante sempre cantava para mim, o que me encantava.

Quando eu tinha sete anos, um dia a caminho da casa do Dante eu vi uma garotinha chorando encostada em uma árvore, com a cabeça entre as pernas, ela era pequena e magra e tinha cabelos negros como a noite.

-Por que você tá chorando?- perguntei me sentando ao lado dela.

-Aqueles meninos estão rindo do meu nome!- ela disse triste sem levantar o rosto.

-Por que?- perguntei outra vez.

-Você vai rir também?- ela devolveu com outra pergunta.

-Não, mas, amigos sabem os nomes uns dos outros, eu sou a Elizabeth, mas meu amigo me chama de Liz, pode usar esse se quiser, e o seu nome qual é?- perguntei a olhando.

-Bom, promete não rir ou abusar de mim?- ela perguntou com um bico.

-Prometo!- respondi sorrindo para ela.

Ela sorriu de volta e me disse seu nome, eu entendi porque pegavam no pé dela, o nome era mesmo estranho.

-É… porque não se apresenta com outro nome?- perguntei vendo ela arregalar os olhos.

-Como assim?- ela perguntou confusa.

-Se você perguntar ao meu Dan como e eu me chamo ele vai dizer que meu nome é Liz… então você também pode ter um… tipo… M.- eu disse sorrindo, M era uma letra legal o bastante para ser usada de nome.

-Você acha?- Ela perguntou manhosa.

-Acho!- respondi com um sorriso.

Ela sorriu de volta e se levantou me estendendo a mão, ela era baixinha, uma cabeça menor do que eu.

-Eu só a M.- ela disse olhando nos meus olhos com os seus imensos e lindos olhos verdes.

-Liz!- respondi pegando em sua mão.

-Quer ser minha amiga Liz?- ela perguntou com as bochechas vermelhas.

Observei ela e sorri, eu só tinha o Dante como amigo e mais uma parecia muito bom, senti meus olhos se encherem de lágrimas e sorri.

-Claro!- respondi pegando em sua mão e então ela me abraçou, sorri retribuindo o abraço, ela era estranhamente fria, ao contrário do Dante que era aconchegante o tempo todo.

-Mor… Vamos princesa, a mamãe comprou seu sorvete!- Disse uma mulher loira se aproximando de nós.

-Luz mamãe, essa é a minha amiga, Liz!- ela disse animada me mostrando para a mãe.

-Como a sua amiga é bonita, eu sou a Luz, a mãe da M…- Antes que ela pudesse terminar a frase a garotinha a puxou pela mão e disse decidida.

-M! Meu nome é M. Ninguém precisa saber o resto, me entristesse.- Ela disse manhosa e a mulher sorriu.

-M então… tudo que a minha esmeralda quiser!- ela disse sorrindo e entregando a menina o sorvete que estava em suas mãos.

-Você quer um Liz? Eu posso ir comprar, qual sabor você prefere?- ela me perguntou com gentileza, fazendo carinho em meus cabelos.

Sorri deliciada com aquilo, era diferente de quando o Dan fazia carinho nos meus cabelos, os carinhos delas tinham um tipo de amor que eu não reconheci, não era como os do Dan, mas eram igualmente bons.

-Pode ser morango?- ela perguntou depois que eu não respondi.

-Eu amo morangos!- respondi sorrindo.

Ela sorriu de volta, ela era linda, algo em seu sorriso me fez querer abraça-la, e então ela saiu de perto de nós.

-Sua mãe é linda!- eu disse observando a mulher se afastar.

-Ela é minha madrasta, minha mãe morreu quando eu nasci!- ela disse me olhando triste.

-Eu não tenho nem mãe, nem pai!- eu disse compartilhando com ela a minha dor.

-Você é órfã?- ela me perguntou assustada.

-Sou… mas não conta pra ninguém ou vão me mandar para um abrigo e lá é horrível!- eu disse a olhando séria.

-É o nosso segredo de amigas!- ela disse me estendendo o dedo mínimo, eu já tinha visto isso em filmes, sigficava uma promessa que nunca seria quebrada, sorri outra vez fazendo o mesmo que ela.

-Aqui está Liz!- disse a mãe dela me entregando o sorvete rosa.

-Obrigada!- agradeci pegando o mesmo de suas mãos.

Naquele dia eu brinquei com ela durante toda a tarde, e quando começou a anoitecer as duas se despediram de mim.

-Foi um prazer Liz, quer que eu te leve em casa?- ela perguntou preocupada.

-Não, eu moro no fim da rua!- disse apontando para o lado onde era a casa do Dan, eu não morava lá mas a minha casa era longe.

-Tudo bem então, cuidado ao atravessar a rua!- ela disse gentil, concordei com a cabeça e antes que eu fosse para a casa do Dan, a M segurou a minha mão.

-Vem brincar comigo amanhã? Eu sempre venho aqui nos fins de semana!- ela pediu tímida.

-Claro que sim!- respondi com um sorriso.

Ela me abraçou e a sua mãe depositou um beijo na minha bochecha me dizendo para tomar cuidado, algo naquela fala mexeu comigo, concordei com a cabeça, tentando segurar as lágrimas, depois disse me virei e andei até a casa do Dan.

Depois de ter atravessado o portão andei até o vidro do porão e me joguei lá dentro como fazia todo dia.

-Você demorou, eu estava preocupado!- ele disse vindo em minha direção e parando a uma leve distância de mim.

-Você chorou? Por que? Maltrataram você?- ele perguntou irritado.

-Não, eu chorei porque uma mulher me deu um beijo na bochecha e me mandou tomar cuidado!- respondi querendo chorar outra vez, mas lutando para segurar as lágrimas, o Dante me olhou sério e levou suas mãos até o meu rosto.

-Liz, vou te pedir algo e quero que cumpra!- ele disse sério.

-Eu sei que não devo chorar, sei que demonstra fraqueza!- respondi com a voz embargada pela recente vontade de chorar.

-Sempre guarde todas as suas lágrimas para mim, pois é para você que eu guardo as minhas.- ele disse me olhando com ternura.

Olhei em seus olhos e não consegui mais segurar as lágrimas, eu chorava tanto que me ajoelhei no chão, não estranhei quando senti seus braços ao redor, ele levou uma de suas mãos aos meus aos meu cabelos e deitou gentilmente minha cabeça em seu ombro, ele nada dizia, somente fazia carinhos em meus cabelos.

-Eu sou um monstro!- falei com o rosto em seu pescoço.

-Não, você é uma fada!- ele disse baixinho ainda sem se mexer.

-Fadas são demônios!- eu respondi da mesma forma.

-Mas você é uma fada como essas dos filmes infantis, e não como as que existem.- Ele disse tranquilo.

-Mesmo assim, isso não muda o fato de que eu não nasci, que fui feita, eu sou só uma experiência que deu certo.- eu disse chateada.

Ele nada disse só me abraçou ainda mais.

-Eu não quero ser um objeto Dan!- disse com o rosto afundado em seu pescoço.

-Você não é, e nunca será!- ele disse sem me soltar.

-Você canta para mim?- pedi manhosa.

-faço qualquer coisa por você!- ele disse começando a cantar baixinho, o Dan cantava lindamente e sua voz era uma das únicas coisas que me acalmava quando eu não estava bem, ficamos um bom tempo até que eu me acalmei.

-Quer ver um filme?- ele perguntou com carinho.

-Pode ser!- eu disse com um bico.

Ele sorriu e me soltou indo até a tv, ele colocou o filme e se sentou na cama para logo depois bater na mesma ao seu lado, andei até lá e me sentei ao seu lado, o filme já estava quase no fim, era a cena onde a princesa se casava com o príncipe.

-Liz?- o Dante me chamou de repente.

-Hum…- olhei para ele esperando o mesmo continuar.

-Quando crescermos você se casa comigo?- ele perguntou me olhando.

-Casar? Como a princesa e o príncipe?- perguntei olhando para a tela onde os dois davam um beijo, abaixei a cabeça envergonhada.

-Sim… você aceita?- perguntou segurando meu rosto me fazendo olhar para ele.

-Dan, temos só 7 anos e para casar nós temos que ser adultos e namorados antes…- eu disse tímida.

-Bom… podemos ser namorados agora e daqui a alguns anos quando formos adultos nós nos casamos!- ele disse sustentando meu olhar.

-O que namorados fazem?- eu perguntei o olhando.

-Bom se você aceitar eu te conto.- ele disse sorrindo.

-Aceitar me casar com você?- perguntei curiosa.

-É, aceitar se casar e namorar comigo!- ele disse animado.

-Ai vamos ficar juntos para sempre? E vamos morar juntos e ninguém vai poder te tirar de perto de mim?- perguntei curiosa.

-É… aceita?- ele perguntou .

-Aceito!- respondi sorrindo.

-Agora me diz… o que namorados fazem?- perguntei curiosa.

-As mesmas coisas que a gente… só que se chamam de namorados!- ele disse pensativo.

-Entendi…- respondi bocejando.

-Dorme aqui hoje, tá escuro lá fora, e você não gosta de escuro.- ele disse fazendo carinho em meu rosto.

Concordei com a cabeça e me deitei na cama colocando minha cabeça em seu colo, ele começou a fazer cafuné no meu cabelo e eu acabei adormecendo.

P.V Dante

Já faziam três anos que eu conhecia a Liz, ela sempre foi minha melhor amiga, e mesmo que fossemos nos casar no futuro, ela ainda seria a minha melhor amiga e isso nunca iria mudar, ela sempre seria a minha fada.

-Cheguei!- ouvi a Liz dizer animada passando pela janela do porão.

-Oie minha fada…- respondi tirando os olhos do livro que eu lia e a encarando, ela vestia uma bermuda e uma camiseta minha em um contrate engraçado com suas sandálias rosas de borracha, a Liz tinha o costume de usar as minhas roupas, e por ser ela eu não ligava.

-Que tá fazendo?- ela perguntou se sentando ao meu lado.

-Estou lendo!- eu disse lhe mostrando o livro, ela sorriu e eu automaticamente retribuí o ato.

-Mas nós já lemos esse livro!- ela disse encarando a página, tanto eu quanto elas tínhamos um Q.I bem alto para a nossa idade, facilmente comparado a uma pessoa de 20 ano com uma inteligência pouco acima da média, e como não frequentavamos a escola, nós dois estudávamos sozinhos a mesma matéria que alunos de faculdade estudavam.

-Eu estava entediado!- me defendi a olhando.

-Quer jogar videogame?- ela perguntou animada, ela sempre estava animada.

-Claro… Teken?- perguntei ligando a Tv e o vídeo game.

-Pode ser, vou te estraçalhar!- respondeu ela animada pegando um controle.

-Veremos!- respondi voltando para o sofá e iniciando a partida, a Liz era sorridente e animada, literalmente o sol da minha vida, eu nunca sorria se não estivesse com ela, sempre que eu estava com ela era como se eu fosse outra pessoa, eu não sei o porquê mas quando eu via seus olhos brilharem ou ouvia sua risada em me sentia leve.

-AHHH… MORREEEE…- ela gritou enquanto jogava as pernas sobre mim.

-Nem vem, não vai sobrar nada de você!- eu disse animado derrotando seu personagem.

-VITÓRIA!- gritei animado me virando para ela.

-Sorte!- ela disse inflando as bochechas.

-Tadinha da perdedora… ficou tristinha fadinha?- perguntei debochando dela.

-Eu vou te bater seu palerma!- ela disse irritada, ficava tão fofa assim.

-Não consegue me bater nem no jogo!- eu disse a provocando.

-Retire o que disse!- ela falou me olhando brava.

-Nunca!- retruquei sorrindo quando ela se levantou.

Ela se jogou sobre mim tentando me bater, eu sorri antes de inverter a posição e ficar sobre ela e então levei meus dedos até as suas costelas fazendo cócegas nela que gargalhava cada vez mais alto.

-PARA… SEU MONSTRO… SOCORRO…- ela gritava entre risos, parei com as cócegas para que ela pudesse respirar.

-Idiota, eu te odeio!- ela disse irritada me dando um chute, resmunguei um aí e sorri em seguida saindo de cima dela.

-Revenge?- perguntei a olhando.

-Tô brava com você!- ela disse me olhando emburrada.

-Porquê eu te fiz cócegas?- perguntei vendo ela concordar.

-Desculpa, vamos jogar outro jogo… o que acha de um de corrida?- perguntei vendo ela sorrir e seus olhos brilharem.

A Liz era apaixonada por carros e era muito boa em jogos de corrida, eu nunca ganhava dela nesses jogos, afinal várias vezes eu me perdia na sua face contente e esquecia do que estava fazendo.

Eu e a Liz estavamos distraídos com o jogo e não percebi quando minha mãe desceu as escadas o que nos fez assustar quando a minha mãe chegou no meu quarto.

-Dante? Quem é essa garota?- minha mãe perguntou, deixei o controle cair e a encarei, vi a Liz se levantar e correr para a janela.

-Ah mas não vai mesmo!- minha mãe disse e foi atrás dela a jogando no chão e impedindo a mesma de fugir.

-Quem é você? Quem te mandou aqui? Alguém mais sabe da existência dele?- minha mãe a enchia de perguntas, enquanto a Liz tentava se soltar, vi ela procurar por algo e na hora soube o que ela iria fazer, ela procurava um modo de incapacitar a minha mãe.

Me surpreendi quando a Liz acertou minha mãe com uma joelhada e assim que essa se aproximou o bastante a menor lhe deu uma cabeçada, invertendo as posições e ficando por cima.

-Sai de cima dela Liz!- eu disse passando os braços ao redor da barriga dela e a puxando assim que vi a mesma direcionar os polegares aos olhos da minha mãe.

-Mãe essa é a minha Elizabeth, fada essa é a minha mãe!- eu apresentei as duas e vi a Liz sossegar e abaixar a cabeça envergonhada.

-Desculpa eu não te reconheci!- a Liz respondeu sem graça, se escondendo atrás de mim.

-Mas eu reconheço você... EAHP52- disse a minha mãe a olhando pasma.

-Como sabe disso?- a Liz perguntou triste.

-Não chama ela disso… o nome dela é Elizabeth!- eu disse irritado.

-Ah… Eu fico feliz que você tenha conseguido se virar 52!- minha mãe disse a olhando.

-Elizabeth!- A Liz respondeu a olhando entediada.

Depois de explicar para minha mãe como nos conhecemos e responder a todas as perguntas dela, quando ela já estava saindo ela parou e me encarou.

-Onde arrumou isso?- ela perguntou olhando para a chave em meu pescoço, eu sempre a escondia mas hoje ela estava exposta.

-Eu ganhei da Liz a três anos!- respondi vendo ela arregalar os olhos e pegar a chave.

-Essa é uma das quatro chaves que selam as dimensões da chave tetra, como encontrou ela?- minha perguntou a Liz.

-Eu as encontrei junto com uma carta…- ela respondeu a observando.

-As? Quantas são?- minha mãe perguntou interessada.

-Duas!- respondi antes da Liz.

-O que estava escrito nessa carta?- ela perguntou largando a chave e encarando a Liz.

-Que as chaves eram de quem portasse a carta e que manteriam quem quisesse se esconder seguro, mas que com elas, a Chave Tetra encontraria os seus portadores.- A Liz disse e eu observei minha mãe sorrir grata.

-Obrigada por ter protegido o meu garoto, mesmo que sem saber!- ela disse abraçando a Liz.

Minha mãe então se retirou depois que o meu pai a gritou da sala, não sem antes dizer a Liz que ela era bem vinda em nossa casa a qualquer momento.

-Minha mãe gostou de você!- comentei vendo ela abaixar a cabeça envergonhada.

-Você é tão fofa!- disse dando um beijo em sua bochecha e a deixando ainda mais vermelha.


Notas Finais


Espero que tenham gostado...
Me digam o que acharam...
Favoritem caso eu mereça...
Até a próxima...
🗝️💙❤️


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