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História CHB e Deuses lendo Percy Jackson-Livro 3 - Capítulo 26


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Notas do Autor


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Capítulo 26 - Faço snowboard com um porco-parte 2


"Teremos que ir um contra um," Thalia disse. "Quatro deles. Quatro nossos. Talvez eles ignorem Grover nesse estado."
"Concordo," disse Zoe.
"A Natureza!" Grover gemeu.
Um vento quente veio através do cânion, balançando as árvores, mas mantive meus olhos no esqueleto. Eu me lembrei do General se vangloriando sobre o destino de Annabeth. Eu me lembrei de como Luke a traiu.
Então eu investi.
O primeiro esqueleto atirou. O tempo passou devagar. Não vou dizer que podia ver a bala, mas eu podia sentir sua trajetória, do mesmo jeito que sentia as correntes marítimas. Eu a desviei com a borda da minha espada e continuei atacando.
O esqueleto sacou um cassetete e eu decepei seus braços na altura dos cotovelos. Então passei Contracorrente por sua cintura e o cortei ao meio.
Seus ossos se desmontaram em uma pilha estalando no asfalto. Quase imediatamente, eles começaram a se mover, unindo-se. O segundo esqueleto bateu os dentes para mim e tentou disparar, mas derrubei sua arma na neve.
Pensei que estivesse indo bem, até que os outros dois esqueletos atiraram nas minhas costas.
"Percy!" Thalia gritou.

Zeus sorriu para Poseidon.

Eu caí de cara na rua. Então percebi uma coisa... eu não estava morto. O impacto das balas foi tremendo, como um empurrão por trás, mas elas não me machucaram.
O pelo do Leão da Neméia! Meu casaco era a prova de balas.
Thalia atacou o segundo esqueleto. Zoe e Bianca começaram a disparar flechas no terceiro e no quarto. Grover ficou lá e levantou as mãos para as árvores, como se quisesse abraçá-las.

Houve um som de colisão na floresta a nossa esquerda, como uma escavadeira. Talvez os reforços dos esqueletos estivessem chegando. Eu me levantei e peguei o cassetete de policial. O esqueleto que eu havia cortado ao meio já estava totalmente remontado, vindo atrás de mim.
Não havia meio de pará-los. Zoe e Bianca disparavam diretamente em suas cabeças, mas as flechas apenas passavam sibilando através de suas caveiras vazias. Um investiu contra Bianca, e eu pensei que ela estava perdida, mas ela puxou sua faca de caça e apunhalou o guerreiro no peito. O esqueleto inteiro irrompeu em chamas, deixando uma pequena pilha de cinzas e um distintivo policial.

Hades respirou fundo, com medo do futuro da filha.

"Como fizeste aquilo?" Zoe perguntou.
"Eu não sei," Bianca disse nervosa. "Golpe de sorte?"
"Bem, faze de novo!"
Bianca tentou, mas os três esqueletos que sobraram estavam atentos a ela agora. Eles nos forçaram para trás, deixando-nos ao alcance do cassetete.
"Plano?" Eu disse conforme recuávamos.
Ninguém respondeu. As árvores atrás dos esqueletos estavam tremendo. Galhos estavam se quebrando.
"Um presente," Grover balbuciou.
Então, com um possante rugido, o maior porco que eu já havia visto entrou na estrada. Era um javali selvagem, nove metros de altura, com um ranhoso focinho rosa e presas do tamanho de canoas. Suas costas eriçadas com pelos marrons, e seus olhos eram selvagens e furiosos.
"REEEEEEEEET", ele guinchou, e jogou os três esqueletos para o lado com suas presas. A força foi tamanha que eles foram voando sobre as árvores para o flanco da montanha, onde se quebraram em pedaços, fêmures e ossos do braço rodopiando para todos os lados.
O porco se virou para nós.
Thalia ergueu sua lança, mas Grover gritou, "Não o mate."
O javali grunhiu e deu patadas no chão, pronto para atacar.
"É o Javali da Erimantia," Zoe disse, tentando permanecer calma. "Eu não acho que nós possamos matá-lo."

Ártemis soltou um riso irónico.

"É um presente," Grover disse. "Uma bênção da Natureza!"
O javali disse "REEEEEEEEET!" e moveu suas presas. Zoe e Bianca saíram do caminho. Eu tive que empurrar Grover, para que ele não fosse arremessado para a montanha na 'Presa do Javali Express'.
"É, eu me sinto abençoado!" falei.

- Eu não consigo lidar con este rapaz a sério- beincou Apolo

"Espalhem-se!"
Nós corremos em direções diferentes, e por um momento o javali ficou confuso.
"Ele quer nos matar!" Thalia disse.
"Mas é claro," Grover disse. "Ele é selvagem!"
"Então como é uma bênção?" Bianca perguntou.
Parecia uma pergunta justa para mim, mas o porco se ofendeu e a atacou. Ela era mais rápida do que eu havia imaginado. Ela rolou fora do caminho dos cascos dele e saiu atrás da besta. A besta investiu errado com suas presas e pulverizou o aviso BEM VINDO A CLOUDCROFT.
Eu forcei meu cérebro, tentando me lembrar da lenda do javali. Eu tinha plena certeza de que Hércules havia lutado com essa coisa antes, mas não podia recordar como ele o havia derrotado. Eu tinha uma vaga memória do javali ter posto abaixo algumas cidades gregas antes que Hércules o vencesse. Eu esperava que Cloudcroft fosse segurada contra ataques de javalis gigantes.

Os deuses tinham o queixo caido a este ponto.

"Continuai andando!" Zoe gritou. Ela e Bianca corriam em direções opostas. Grover dançou ao redor do javali, tocando sua flauta enquanto o javali bufava e tentava pegá-lo. Mas Thalia e eu vencemos o prêmio de má sorte. Quando o javali se virou, Thalia cometeu o erro de segurar Aegis em modo defensivo. A visão da cabeça da medusa fez o javali guinchar injuriado. Talvez parecesse muito com um de seus parentes. O javali nos atacou.
Nós apenas conseguimos nos manter à frente dele porque corremos ladeira acima, e podíamos nos esquivar das árvores enquanto o javali tinha que colocá-las abaixo.
Do outro lado da colina, eu vi um antigo trecho de linhas de trem, parcialmente enterradas na neve.
"Por aqui." Eu agarrei o braço de Thalia e corremos pelos trilhos enquanto o javali rugia atrás de nós, escorregando e deslizando enquanto tentava correr sobre a encosta íngreme. Seus cascos não foram feitos para isso, graças aos deuses.
À nossa frente, vi um túnel coberto. Além dele uma ponte velha sobre um desfiladeiro. Eu tive uma idéia maluca.
"Sigam-me!"
Thalia desacelerou — eu não tive tempo de perguntar por que — mas eu a puxei e ela seguiu relutante. Atrás de nós, um porco tanque de dez toneladas estava derrubando pinheiros e esmagando rochedos sob seus cascos enquanto nos perseguia.
Thalia e eu entramos no túnel e saímos do outro lado.
"Não!" Thalia gritou.
Ela ficou branca como gelo. Estávamos na borda do precipício. Abaixo, a montanha descia em um desfiladeiro de vinte metros recoberto de neve.
O javali estava bem atrás de nós.
"Vamos!" eu disse. "Vai aguentar o nosso peso, provavelmente."

- Lá vamos nós- grunhiu Zeus e Thalia dingiu se ofendida.

"Eu não posso!" Thalia berrou. Seus olhos estavam selvagens de medo.
O javali esmagava o túnel, destruindo tudo em alta velocidade.
Ela olhou para baixo e engoliu em seco. Eu juro que ela estava ficando verde.
Eu não tive tempo para processar o porquê. O javali estava investindo através do túnel, na nossa direção. Plano B. Eu puxei Thalia e nos pus ao lado da borda da ponte, dentro da lateral da montanha. Nós deslizamos em Aegis como um snowboard, sobre rochas e lama e neve, acelerando montanha abaixo. O javali foi menos afortunado; ele não conseguiu se virar tão rápido, então todas as dez toneladas de monstro atacaram o fino suporte, o qual arrebentou sob seu peso. O javali entrou em queda livre no desfiladeiro com um poderoso guincho e aterrissou em um monte de neve com um grande POOOOOOF!
Thalia e eu derrapamos para parar.

Poseidon olhou sugestivamente para Zeus.

- Sim obrigada já sabemos,não estamos aqui para medir os sucessos dos nossos filhos. Mas aposto que ela ganhava .

Estávamos ofegando. Eu estava ferido e sangrando. Thalia tinha pedaços de pinheiro no cabelo. Perto de nós, o javali selvagem estava guinchando e lutando. Tudo o que eu pude ver foi uma ponta de suas costas. Estava enterrado completamente na neve como um pacote de isopor. Não parecia estar machucado, mas não ia a lugar algum, de qualquer forma.
Eu olhei para Thalia. "Você tem medo de altura."

- Filha de Zeus com medo de altura?- Clarisse do lresente debichou, mas ligo foi calada oelo olhar ameacador de Thalia

Agora que estávamos salvos na base da montanha, seus olhos tinham a aparência zangada de sempre. "Não seja estúpido."
"Isso explica por que você se apavorou no furgão do Apolo. Por que você não queria falar com ninguém sobre isso"
Ela respirou fundo. Então ela limpou as agulhas de pinheiro do seu cabelo. "Se você contar para alguém, eu juro —"
"Não, não," eu disse. "Está bem. É só que... a filha de Zeus, o Senhor do Céu, com medo de altura?"

Ela estava para enfiar minha cabeça na neve, quando a voz de grover chamou, "Alôôôôôôôô?"

- Sorte tua, se nao o proximo livro seria "Como foi a guerra sem Percy Jackson"

- GUERRA?- o anfiteatro agitou se

- Boa Tahlia- Clarisse do futuro ironizou

- Bem, nós não nos iamos dar ao trabalho de fazer isto tudo se não houvesse algo grabde não é? Não viemos contar uma história de embalar. Há aqui pelo menos UMA pessoa que tenha oercebido isso certo?

Tidos concordaram.

- Ótimo- Thalia completou

"Aqui embaixo!" eu bradei.
Alguns minutos depois, Zoe, Bianca e Grover chegaram até nós. Nós ficamos olhando o javali lutando na neve.
"Uma bênção da Natureza," Grover disse, apesar de agora parecer agitado.
"Eu concordo," Zoe disse. "Nós devemos usá-lo."
"Espere aí," Thalia disse irritada. Ela ainda parecia como se tivesse perdido uma luta contra uma árvore de Natal. "Explique por que você tem tanta certeza de que esse porco é uma bênção."
Grover olhou adiante, distraído. "É nossa carona para o oeste. Você faz idéia de quão rápido esse javali pode viajar?"
"Divertido," falei. "Como... peões de porco."
Grover assentiu. "Nós precisamos montá-lo. Eu queria... eu queria ter mais tempo para olhar em volta. Mas já se foi agora."
"O que se foi?"
Grover não pareceu me ouvir. Ele andou até o javali e pulou em suas costas. O javali já estava começando a abrir caminho no monte de neve. Uma vez que estivesse livre, não haveria como segurá-lo. Grover pegou sua flauta. Ele começou a tocar uma música horrível e jogou uma maçã a frente do javali. A maçã flutuou e ficou logo acima do focinho do javali, e o javali ficou doido, esforçando-se para pegá-la.
"Direção automática," Thalia murmurou. "Ótimo."
Ela montou atrás de Grover, e ainda sobrou bastante espaço para o resto de nós.
Zoe e Bianca caminharam para o javali também.
"Espere um segundo," eu disse. "Vocês duas sabem sobre o que Grover estava falando — sobre essa bênção da natureza?"

Todos os espiritos da natureza se inclinaram.

"É claro," Zoe falou. "Não sentiste no vento? Foi tão forte... eu nunca pensei que sentiria essa presença novamente."
"Que presença?"
Ela me encarou como se eu fosse um idiota. "O Senhor da Natureza, é claro. Apenas por um momento, na chegada do javali, eu senti a presença de Pan."

Grover deixou o seu queixo cair livremente.

- Não entendo porque estás tão espantado rapaz- disse Zeus- reparei assim que a tua versão futura chegou, não vai aoenas encontrar Pã, vais sucede lo.

 


Notas Finais


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