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História CHB e Deuses lendo Percy Jackson- Livro 4 - Capítulo 32


Escrita por:


Notas do Autor


LEIAM PFF
Eu sei querem-me matar mas há uma boa razão, não consegui escrever porque tenho estado a tratar da edição e publicação do meu primeiro original :)
SIM EU VOU LANÇAR UM LIVRO.
Ainda não é um livro mesmo de literatura aventura e tudo o mais que pretendo escrever, é um livro de poesia, outra das minhas paixões em que tenho estado a trabalhar nos últimos dois anos, vai sair daqui a 3 meses, e vai estar disponivel na Bertrand online, Wook , site da Fnac e Emporium para compra para Portugal, Brasil, e qualquer outro pais que tenha como lingua oficial Portugues ou ingles :)
ESTOU A CONTAR COM VOCES FOFINHOS, e para que conste eu vou voltar a escrever com mais rapidez, nunca vos vou deixar but this is big for me now :)

Capítulo 32 - Eu abri um caixão-parte 1


Pular de uma janela a mais de trinta metros acima do chão normalmente não é minha ideia de diversão.

Ares resmungou algo inaudivel.

Especialmente quando estou usando asas de bronze e batendo meus braços como um pato.

Zeus não pode conter uma gargalhada ao imaginar a cena, sendo seguido por muitos semideuses.

Eu mergulhei em direção ao vale e às pedras vermelhas abaixo. Eu tinha certeza que iria virar uma mancha de graxa no Jardim dos Deuses, quando Annabeth gritou de algum lugar acima de mim, "Estique seus braços! Mantenha-os estendidos."
A pequena parte do meu cérebro que não estava engolida pelo pânico a escutou e meus braços responderam. Assim que eu os estiquei, as asas endureceram, pegaram o vento, e minha descida desacelerou. Eu planei para baixo, mas num ângulo controlado, como uma pipa mergulhando.
Experimentalmente, bati minhas asas uma vez. Fiz arcos no céu, o vento assoviando no meu ouvido.
"É!" gritei. A sensação era inacreditável. Depois de pegar o jeito delas, eu senti como se as asas fossem parte do meu corpo. Eu podia planar e girar e mergulhar do jeito que eu quisesse.
Eu virei e vi meus amigos — Rachel, Annabeth e Nico — espiralando acima de mim, brilhando na luz do sol. Atrás deles, a fumaça ondeava pela janela da oficina de Dédalo.
"Aterrissem!" Annabeth gritou. "Essas asas não vão durar para sempre."
"Quanto tempo?" Rachel perguntou.
"Eu não quero descobrir!" Annabeth disse

- Rapariga sábia- Percy do futuro cutucou-a com um sorriso.

Nós arremetemos para baixo em direção ao Jardim
dos Deuses. Eu fiz um círculo completo em volta de uma das agulhas rochosas e assustei um casal de alpinistas. Então nós quatro planamos ao longo do vale, sobre a estrada, e aterrissamos sobre o terraço do centro de visitantes. Estava no fim da tarde, e o lugar parecia bem vazio, mas nós desatamos nossas asas o mais rápido que pudemos. Olhando para elas pude ver que Annabeth estava certa. As faixas autoadesivas que prendiam as asas nas nossas costas já estavam derretendo, e nós estávamos perdendo penas de bronze. Parecia um desperdício, mas não podíamos consertá- las e não podíamos deixá-la por ali perto dos mortais, então nós enfiamos as asas nos cestos de lixo fora da cafeteria.
Eu usei o binóculo de turista para olhar para a colina onde a oficina de Dédalo estivera, mas ela tinha desaparecido. Sem mais fumaça. Sem janelas quebradas. Apenas um lado de uma colina.
"A oficina se mudou," Annabeth adivinhou. "E não temos como saber pra onde."
"Então, o que vamos fazer agora?" perguntei. "Como voltamos para o labirinto?" Annabeth olhou fixamente para o Pikes Peak à distancia. "Talvez não possamos. Se Dédalo
morreu... ele disse que sua força vital estava ligada ao labirinto. A coisa toda pode ter sido destruída. Talvez isso pare a invasão de Luke."
Eu pensei sobre Grover e Tyson, ainda lá em baixo em algum lugar.

Os semideuses trocavam olhares nervosos.

E Dédalo... mesmo ele tendo feito algumas coisas terríveis e colocado todo mundo que eu gosto em risco, parecia uma terrível maneira de morrer.
"Não," disse Nico. "Ele não morreu." "Como você pode ter certeza?" perguntei.

"Eu sei quando as pessoas morrem. É uma sensação que tenho, como um zumbido no meu ouvido."
"E sobre Tyson e Grover, então?"
Nico balançou a cabeça. "Isso é mais difícil. Eles não são humanos ou meio-sangues.
Eles não têm almas mortais."
"Nós temos que ir para a cidade," Annabeth decidiu. "Nossas chances de encontrar uma entrada
para o labirinto serão maiores. Temos que voltar para o acampamento antes de Luke e seu exército."
"Nós poderíamos apenas pegar um avião," Rachel disse.
Estremeci. "Eu não voo."
"Mas você acabou de voar."
"Aquilo foi um voo baixo," eu disse, "e mesmo assim foi arriscado. Voar realmente alto — esse
é o território de Zeus. Eu não posso fazer isso. Além do que, nós não temos tempo para um voo. O labirinto é o jeito mais rápido de voltar."
Eu não queria dizer, mas eu estava esperando que talvez, apenas talvez, nos encontrássemos Grover e Tyson ao longo do caminho "Então nós precisamos de um carro para nos levar de volta a cidade," Annabeth disse.
Rachel olhou para o estacionamento. Fez uma careta, como se ela estivesse a ponto de fazer algo de que se arrependeria. "Eu vou cuidar disso."
"Como?" Annabeth questionou.
"Apenas confie em mim."

Apolo chegou-se para a frente no banco.

Annabeth parecia inquieta, mas assentiu. "Ok, eu vou comprar um prisma na loja de presente,
tentar fazer um arco-íris, e enviar uma mensagem de Íris para o acampamento."
"Eu vou com você," Nico disse. "Estou faminto."
"Eu vou ficar com Rachel então," eu disse. "Encontro vocês no estacionamento."
Rachel franziu as sobrancelhas como se não me quisesse com ela. Isso me fez sentir um pouco
mal, mas eu a segui para o estacionamento mesmo assim.
Ela se dirigiu para um carro preto grande estacionado no canto do estacionamento. Era um
Lexus com motorista, como o tipo que eu sempre via andando ao redor de Manhattan. O motorista estava na frente, lendo um jornal. Ele usava um terno preto e gravata.
"O que você vai fazer?" perguntei a Rachel.
"Apenas espere aqui," ela falou miseravelmente. "Por favor."

Afrodite esboçou um sorriso encantador e Rachel por momentos ficou com medo da deusa.

Rachel marchou direto para o motorista e falou com ele. Ele franziu a testa. Rachel disse mais
alguma coisa. Ele ficou pálido e apressadamente dobrou seu jornal. Ele assentiu e procurou por seu celular. Depois de uma breve chamada, ele abriu a porta traseira do carro para Rachel entrar. Ela apontou na minha direção, e o motorista balançou sua cabeça um pouco mais, como Sim, senhorita. Qualquer coisa que quiser.
Eu não podia imaginar porque ele estava agindo tão perturbado.
Rachel voltou para me pegar bem quando Annabeth e Nico apareceram de volta da loja de presentes.
"Eu falei com Quíron," Annabeth disse. "Eles estão fazendo o seu melhor para se preparar para a batalha, mas ele ainda nos quer de volta. Eles vão precisar de todos os heróis que possam ter. Nós encontramos uma carona?"
"O motorista estará pronto quando nós estivermos," Rachel disse.
O motorista estava agora falando com outro cara em calças caqui e camisa pólo, provavelmente

o cliente que tinha alugado o carro. O cliente estava reclamando, mas eu podia ouvir o motorista dizer, "Sinto muito, senhor. Emergência. Eu requisitei outro carro para o senhor."
"Vamos," Rachel disse. Ela nos conduziu para o carro e entrou sem nem mesmo olhar o homem perturbado que o alugara. Um minuto mais tarde nós estávamos cruzando a estrada. Os assentos eram de couro. Tinham espaço de sobra para as pernas. O banco traseiro tinha televisões de tela plana acopladas ao encosto de cabeça e um frigobar, estocado com garrafas de água, refrigerantes, e petiscos. Nós começamos a escolher.
"Para onde, Srta. Dare?" o motorista perguntou.
"Não tenho certeza ainda, Robert," ela disse. "Nós só precisamos dirigir pela cidade e, hã, olhar ao redor."
"Qualquer coisa que você disser, senhorita."

A maior parte dos semideuses estavam de queixo caido, e quse todos os deuses lhe seguiam o exemplo.

- Tens a certeza que não és uma deusa?- perguntou Hefesto

Eu olhei para Rachel. "Você conhece esse cara?"
"Não."
" Mas ele largou tudo para ajudá-la. Por quê?"
"Apenas mantenha seus olhos abertos," ela disse. "Me ajude a olhar."
O que não respondeu exatamente a minha pergunta.
Nós dirigimos através do Colorado Springs por uma meia hora e não vimos nada que Rachel
considerasse uma possível entrada do labirinto. Eu estava muito ciente do ombro de Rachel pressionado contra o meu. Eu continuei me perguntando quem ela era exatamente, e como ela podia ir até um chofer ao acaso e imediatamente conseguir uma carona.
Após aproximadamente uma hora nós decidimos dirigir para o norte através de Denver, pensando que talvez uma cidade maior tivesse mais chance de ter uma entrada do labirinto, mas estávamos todos ficando nervosos. Estávamos perdendo tempo.
Então, bem quando estávamos saindo do Colorado Springs, Rachel deu um pulo. "Saia da estrada!"
O motorista olhou de relance para trás. "Senhorita?"
"Eu vi algo, acho. Saia daqui."
O motorista desviou pelo trânsito e pegou a saída.
"O que você viu?" perguntei, porque estávamos bem fora da cidade agora. Não havia nada ao
redor exceto colinas, pastagens, e algumas propriedades agrícolas dispersas.
Rachel fez o motorista virar para esta estrada de terra pouco promissora. Nós passamos por uma
placa rápido demais para que eu conseguisse ler, mas Rachel disse, "Museu Ocidental de Mineração & Indústria."
Para um museu, aquilo não parecia grande coisa — uma pequena casa como uma antiga estação rodoviária, algumas brocas e bombas e pás velhas em exposição lá fora.
"Lá." Rachel apontou para um buraco ao lado de uma colina próxima — um túnel tapado e com correntes. "Uma antiga entrada de mina."

Hermes gemeu frustrado com o suspense da história.

"Uma entrada para o labirinto?" Annabeth perguntou. "Como você pode ter certeza?" "Bem, olhe para isso!" Rachel disse. "Quero dizer... eu posso ver que é, ok?"
Ela agradeceu ao motorista e nós todos saímos. Ele não pediu por dinheiro nem nada. "Você tem certeza que ficará bem, Srta. Dare? Eu ficaria feliz em ligar para o seu —" "Não!" Rachel disse. "Não, sério. Obrigada, Robert. Mas nós estamos bem."
O museu parecia estar fechado, então ninguém nos incomodou enquanto nós escalávamos a colina até o eixo da mina. Quando nós chegamos à entrada, eu vi a marca de Dédalo gravada no cadeado, mas como Rachel pode ter visto algo tão minúsculo lá da estrada, eu não fazia ideia. Eu

toquei o cadeado e as correntes caíram. Nós chutamos algumas tábuas e entramos. Para melhor ou pior, nós estávamos de volta ao labirinto.
***
Os túneis de terra viraram pedra. Eles fizeram curva e se bifurcaram, basicamente tentando nos
confundir, mas Rachel não tinha problema em nos guiar. Nós falamos pra ela que precisávamos voltar para Nova York, e ela sequer parou quando os túneis ofereceram escolha.
Para minha surpresa, Annabeth e Rachel começaram uma conversa enquanto andávamos.

Atena deixou o seu rosto transparecer alguma surpresa enquanto Percy do presente sorria aliviado. No entanto, Annabeth do presente não gostava da intimidade que estaria a ganhar com Rachel. No entanto, as suas versões futuras pareciam dar se bem.

Annabeth perguntou a ela mais sobre sua vida, mas Rachel foi evasiva, então elas começaram a conversar sobre arquitetura. Acontece que Rachel sabia alguma coisa sobre isso por estudar artes. Elas falaram sobre diferentes tipos de fachadas em edifícios de Nova York — "Você viu esse," blá blá blá, assim eu fui para trás e andei ao lado de Nico em um silêncio desconfortável.

Will parou a leitura por momentos para olhar para Nico e Hades estreitou os olhos, como se conseguisse espremer o seu segredo como o sumo de um limão.

"Obrigado por vir atrás de nós," eu falei para ele enfim.
Os olhos de Nico se estreitaram. Ele não pareceu irritado como ele costumava — apenas desconfiado, cuidadoso. "Eu devia a você pelo rancho, Percy. Além do que... eu queria ver Dédalo por mim mesmo. Minos estava certo por um lado. Dédalo devia morrer.
Ninguém deveria ser capaz de evitar a morte por tanto tempo. Não é natural."
"Era disso que você estava atrás o tempo todo," eu disse. "Negociar a alma de Dédalo pela da sua irmã."

- Não notas algo estranho?- Poseidon sussurrou

Hades levou uns segundos a perceber que o deu do mar se dirigia a ele

- Como assim estranho?

- A maneira como agem um com o outro, se me permitires, mais o teu filho com o meu.- Poseidon apressou se a acrescentar- Não me parece nada de mal mas não sei explicar.

Hades ponderou por uns momentos.

- Sim, acho que percebo o que estas a dizer.

Nico andou mais uns cinquenta metros antes de responder. "Não tem sido fácil, sabe. Tendo apenas os mortos como companhia. Saber que eu nunca serei aceito pelos vivos. Apenas os mortos me respeitam, e eles só fazem isso por medo."
"Você poderia ser aceito," eu disse. "Você poderia ter amigos no acampamento."
Ele me fitou. "Você realmente acredita nisso, Percy?"

Will aorriu e viu, pelo canto do olho, que Nico fazia o mesmo.

Eu não respondi. A verdade era, eu não sabia. Nico sempre foi um pouco diferente, mas desde a morte de Bianca, ele se tornou quase... assustador. Ele tinha os olhos de seu pai — aquele intenso, maníaco fogo que fazia você suspeitar que ele ou era um gênio ou um louco. E o jeito como ele banira Minos, e chamara a si mesmo de rei dos fantasmas — foi meio que impressionante, mas me deixou desconfortável também.

- Obrigada- brincou o filho do deus do submundo

Antes que eu pudesse imaginar o que falar pra ele, eu trombei com Rachel, que tinha parado na minha frente. Nós tínhamos chegado a uma encruzilhada. O túnel continuava a frente, mas tinha um túnel lateral virando para a direita — um eixo circular esculpido em rocha vulcânica.
"O que é isso?" perguntei Rachel olhou fixamente para o túnel escuro abaixo. No opaco feixe da lanterna, seu rosto parecia com o de um dos espectros de Nico.
"É esse o caminho?" Annabeth perguntou.
"Não," Rachel disse nervosamente. "Nem um pouco."
"Por que nós paramos então?" perguntei.
"Escutem," Nico disse.
Eu ouvi o vento vindo pelo túnel, como se a saída estivesse próxima. E eu senti um cheiro de
algo vagamente familiar — algo que me trouxe más lembranças.
"Eucaliptos," falei. "Como na Califórnia."
No último inverno, quando enfrentamos Luke e o titã Atlas no topo do Monte Talmapais, o ar
tinha esse cheiro.
"Tem algo mau nesse túnel," Rachel disse. "Algo muito poderoso."
"E o cheiro da morte," Nico adicionou, o que me fez sentir bem melhor.
Annabeth e eu trocamos olhares "A entrada de Luke," ela adivinhou. "Para o monte Ótris — o

palácio dos titãs."

Zeus ficou mais alerta numa questão de segundos.

"Eu tenho que conferir," eu disse.
"Percy, não."
"Luke pode estar bem ali," falei. "Ou... ou Cronos. Eu tenho que descobrir o que está
acontecendo."
Annabeth hesitou. "Então nós todos iremos."
"Não," eu disse. "É muito perigoso. Se eles descobrirem sobre Nico, ou Rachel, seria um
problema. Cronos poderia usá-los. Você fica aqui e cuida deles."

O que eu não disse: eu também estava preocupado sobre Annabeth. Eu não confiava no que ela
faria se visse Luke de novo. Ele a enganara e manipulara vezes demais antes.

Annabeth do futuro revirou os okhos a sorrir levemente e a do presente sentiu o coracao a acelerar, mas decidiu ignora lo.

"Percy, não," Rachel disse. "Não vá lá sozinho."
"Serei rápido," prometi. "Não farei nada estúpido."
Annabeth tirou seu boné dos Yankees do seu bolso. "Pelo menos leve isto. E tenha cuidado."

Athena deixou o queixo cair. Tinha sido uma prenda que dera a filha, e ela estava a empresta la aquele rapaz, logo a ele.

Obrigado." Eu me lembrei da última vez que Annabeth e eu nos separamos, quando ela me
dera um beijo de boa sorte no Monte Sta. Helena.

A rapariga do presente empurrou o corando.


Notas Finais


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