História Checklist - Jenlisa - Capítulo 13


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Categorias Blackpink
Personagens Jennie, Lisa
Tags Blackpink, Jenlisa, Jennie Kim, Lalisa Manoban, Lisa Manoban
Visualizações 236
Palavras 4.557
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - Capítulo 11 - Consentimento


Fanfic / Fanfiction Checklist - Jenlisa - Capítulo 13 - Capítulo 11 - Consentimento

Consentimento (n.): Uma concordância voluntária à proposta de outra pessoa.


Jennie's POV


Assunto: New York/Suas Calcinhas

Só para deixar de registro, eu fui para a faculdade de direito em Nova York. E eu era a oradora oficial da turma.

– Lalisa

PS: Se você esconder mais um par de calcinhas molhadas com um bilhete escrito “Para o seu fetiche” na gaveta da minha mesa, vou concluir que queira que eu durma com sua boceta na minha cara. Minha língua está dolorida para fazer isso desde que “conheci” você, portanto, dispenso essas dicas...elas são desnecessárias.


— Jennie? – A voz de minha mãe tirou o sorriso do meu rosto. — Jennie, você estava ouvindo o seu pai agora?

— Não, eu sinto muito.– Suspirei, temendo que ainda estivesse sentada em um jantar com eles.

Eles tinham me chamado no segundo que meu ensaio havia acabado e exigiram que eu me dirigisse para casa para que pudéssemos passear para o nosso restaurante "favorito" juntos. Era onde todos os seus amigos do country clube comiam regularmente, e eu sabia que eles só queriam vir aqui para afirmar a nossa imagem de família aparentemente perfeita.

— Você está ouvindo agora?– Meu pai levantou a sobrancelha.

— Sim...

— Nós trouxemos você aqui para que pudéssemos dizer-lhe que... estou concorrendo para governador na próxima eleição. – disse ele.

— Você quer meu voto?

— Ugh, Jennie.– Minha mãe bufou e estalou os dedos para o garçom. — Este é um dos momentos mais felizes de sua vida.

— Não... – Balancei minha cabeça. — Tenho certeza que não é...

— Todos esses anos de trabalho árduo, construindo nossa empresa para ser uma das mais impecáveis na cidade – disse ela enquanto olhava nos olhos do meu pai — isso está prestes a recompensar-nos de uma maneira enorme. Nós já temos alguns
compromissos verbais para o orçamento da campanha, e já que estamos indo no mesmo lado que o incumbente...

— Você tem uma boa chance de ser governador. – Eu a cortei. — Parabéns, papai.

Ele estendeu a mão sobre a mesa e apertou minha mão, e minha mãe não conseguia calar a boca.

— Vamos ter que tirar novas fotos de família para arquivo, sabe? Fotos que
podemos dar para a imprensa para suas reportagens, então você vai ter que usar o seu cabelo em algo que não seja aquela coisa de bailarina.

— É um coque.

— É uma monstruosidade.

— Sunmi...– Meu pai repreendeu. — Não é uma monstruosidade... É apenas...

— É só o quê?– Olhei para trás e para frente entre os dois.

— É importante que pareçamos uma tradicional família americana completamente coerente na campanha eleitoral. – Minha mãe pegou uma taça de vinho do garçom e esperou que ele se afastasse. — Talvez tenhamos de fazer algumas viagens juntos, como uma família.

— Você está concorrendo a governador, e não a presidente, e que mulher de vinte e poucos anos você conhece que ainda viaja com seus pais durante uma campanha apenas para fotos de comício?

— O nosso adversário tem gêmeas de 20 anos de idade que são educadas em casa. – disse ela. — Eles viajam para países do terceiro mundo a cada verão para ajudar os pobres e tenho certeza que elas vão estar em cada comício na campanha eleitoral.

Eu bufei.

— Por que você está tentando competir com pessoas genuínas? Você não acha que eles são o tipo que merecem ganhar?

— Jennie, isso é sério. – Meu pai parecia chateado. — Este tem sido um sonho meu por um tempo muito longo e queremos ter certeza de que nada fique no caminho.

Os dois trocaram olhares e eu levantei minha sobrancelha.

— Nada como o quê? – Perguntei.

—Tudo bem...– Minha mãe baixou a voz e olhou porcima do ombro antes de falar. — Precisamos saber se há algum esqueleto no seu armário, como quaisquer fotos na mídia social
que façam você parecer como uma menina festeira, alguns ex-namorados ou parceiros sexuais que você possa ter tido que lidar, ou qualquer coisa que nos faria parecer maus pais.

— Vocês são maus pais.

— Pare com isso, Jennie. – Meu pai segurou minha mão e apertou com força. — Nós dois te demos tudo que você poderia querer enquanto crescia e tudo o que estamos pedindo é um pequeno sacrifício de você.

— Não tenho quaisquer esqueletos no meu armário.

Eu cerrei os dentes.

— Ótimo. – Minha mãe colocou seu sorriso falso.

— Então, quando você sair da faculdade para seu último ano para nos ajudar na campanha, não vai parecer suspeito. Nós já falamos com seu diretor de departamento sobre aulas online e elas são, de fato, oferecidas. Para aquelas que não são, você vai ter que ir no campus para assisti-las, mas eles fazem considerações especiais para os alunos com situações como a sua, então...

— Não. – Eu a cortei. — Não, obrigada.

— Isso não está em discussão, Jennie. Isto é para o bem do...

— O sonho do meu pai, certo?– Tentei não me descontrolar. — Porque ele é a única pessoa na família que tem um
sonho?

— Sim. – minha mãe disse através de seus dentes sorridentes. — Estamos falando de sonhos reais, Jennie. Não
aqueles sem chances e que falharam.

— Desculpe-me? – Me levantei. — Você quer falar sobre sonhos fracassados quando vocês dois falharam mais do que qualquer um que conheço, às custas de sua própria filha?

Havia lágrimas em meus olhos.

— Jennie, sente-se agora. – Ela pegou minha mão. — Não vamos fazer uma cena.

— Vamos! – Eu puxei minha mão. —Vamos discutir como tenho a porra de vinte dois anos de idade e sou uma caloura na faculdade, quando eu deveria já ser uma graduada! Vamos? Vocês podem explicar por que isso?

O rosto do meu pai ficou vermelho e ele fez sinal para eu me sentar, mas mantive minha posição. Minha mãe agarrou suas pérolas.

— Jennie... Nós fizemos o que era melhor no momento, e mesmo que a mudança dos sistemas escolares por duas vezes em dois anos tenha sido
lamentável, isso fez você quem você é hoje. Agora, a campanha não vai começar até que...

— Não me importo quando diabos isso começa. Não vou participar de uma campanha eleitoral sem sentido, e não vou tomar nenhuma das minhas aulas on-line, sabe por quê? – Podia sentir meu sangue fervendo. — Não se pode aprender a porra do balé online!

O restaurante estava de repente em silêncio.

— Vocês dois estão sendo além de egoístas e vocês nem se dão conta.– Eu balancei minha cabeça. — Eu vou votar no outro cara.

Eu saí entre suspiros e sussurros das outras mesas, ligeiramente contente que a imagem da família perfeita dos meus pais tinha sido riscada publicamente um pouco.

— Seu número, senhorita?

O manobrista disse para mim quando pisei para fora.

— Meu o quê?

— O seu número? – Ele inclinou a cabeça para o lado. — Do seu carro?

Merda... Suspirei e olhei por cima do meu ombro. Os clientes estavam apontando em minha direção e eu não podia suportar voltar lá só porque eu não tinha uma carona para casa.

Pensei em ligar para um táxi, mas sabia que era inútil. Levaria uma eternidade para chegar aqui, e eu provavelmente poderia caminhar de volta para o meu apartamento mais rápido do que eles iriam chegar. Havia uma parada de ônibus a uns dois quilômetros para baixo, mas eu só tinha um cartão de crédito. Eu duvidava que Lalisa pudesse vir me buscar, mas decidi dar-lhe uma
tentativa.

Assunto: Uma carona.

Eu realmente preciso de um favor...

–Jennie

Esperei pela resposta, para a minha surpresa veio logo em seguida:

Assunto: Re: Uma carona

Querer dar uma volta no meu pau no meio do dia não deveria ser considerado um "favor" neste momento.

–Lalisa

Ughh, Lalisa...

Assunto: Re: Re: Uma carona

Não estou falando sobre o seu pau. Estou falando sobre o seu carro... Você seria capaz de me pegar agora? Eu estava num jantar com meus pais, mas não terminou bem... e não tenho o meu carro.

Se você não puder, vou entender.

–Jennie


Assunto: Re: Re: Re: Uma carona

Onde você está?

–Lalisa

Meia hora depois, ela estacionou na calçada do Country clube.

Escorreguei em seu carro antes que ela pudesse estacionar, não olhando para trás para os membros esnobes que provavelmente estavam sussurrando e se perguntando sobre o que tinha acontecido entre mim e meus pais.

— Vou levá-la para casa, certo? – Ela perguntou enquanto arrancava com o carro.

— Não...

Ela olhou para mim.

— Então... levo você para o GBM?

— Se você quiser. Apenas não para o meu apartamento. – Fiz uma pausa. — Tenho certeza que meus pais vão
passar por lá depois do jantar e tentar falar comigo, então...

— Você comeu?

— Perdi meu apetite... – Eu disse suavemente, então sorri. — Mas se você estiver interessada em me levar num encontro agora, não sou contra isso.

— Por que eu iria levá-la para um encontro?

— Porque você me deve um.

— Desde quando?

— Uma vez você disse que iria me levar para sair se nós nos conhecêssemos pessoalmente, e você não fez isso ainda.

Alcançamos um semáforo e ela se virou para mim.

— Se estivesse mesmo vagamente interessada em levá-la para sair agora, o que não estou, onde diabos eu iria levá-la se você já jantou?

— Surpreenda-me. – Dei de ombros e encostei-me no vidro, fechando meus olhos. Eu praticamente podia imaginá-la olhando para mim, me dando aquele olhar de “você está fora de sua mente maldita" e, enquanto ela conduzia o carro de volta para a rua, eu sorri, esperando que isso fosse o começo de nós saindo regularmente.

Eu estava sonhando com ela me beijando no banheiro da galeria de novo quando a senti balançando suavemente meu ombro.

— Jennie... – ela sussurrou. — Jennie, acorda.

Ergui a cabeça e olhei para fora da minha janela. Havia plantas exuberantes e um enorme edifício envidraçado, um condomínio executivo. Meu coração pulou numa batida, porque eu sabia que ela nunca tinha levado uma mulher para sua casa antes, e eu estava feliz que seria a primeira.

Olhei para ela, pronta para dizer alguma coisa, mas, em seguida, eu a vi brincando com um passe de estacionamento verde e olhei pela janela da frente vendo onde nós realmente estávamos. Fora de um hotel da rede Hilton.

— Sua ideia de levar-me a um encontro é me trazendo para um hotel?

— É mais sobre foder você no hotel.

— Lalisa, este é o lugar onde você leva todos os seus outros encontros...

— E?

Meu coração se afundou.

— Você não percebe que me trazendo aqui fere meus sentimentos?

— Você prefere o Marriott? – Eu pisquei. — Eles não têm o mesmo padrão de serviço de quarto – ela disse. — mas se é isso que você prefere...

— Apenas me leve para casa. Agora. – Minha voz falhou e me inclinei contra a janela, fechando meus olhos
novamente. — Vou lidar com meus pais...

***

Acordei num sofá de couro felpudo, escondida debaixo de um cobertor preto macio. Sentando-me, eu vi que meus sapatos tinham sido retirados e colocados em uma prateleira do outro lado da sala.

Uma bandeja de frutas frescas e chocolates estava estabelecida na
pequena mesa à minha frente, e havia uma garrafa de vinho colocado ao lado de dois cálices.

A sala parecia como se tivesse sido arrancada de uma revista: cortinas de seda branca, paredes cor cinza-
acastanhado, e retratos emoldurados em prata. Um desses retratos era de uma porra de um hotel, tornando claro exatamente onde eu estava. Imediatamente joguei o cobertor, pronta para encontrar Lalisa e gritar com ela por me trazer aqui contra a minha vontade.

Andei pelo corredor, lentamente percebendo que as fotos penduradas na parede eram dela. Em uma foto, ela estava de pé em uma praia, olhando para longe. Em outra, ela estava em pé na frente de um táxi de Nova York, e em outra ela estava deitada contra um banco do parque da cidade. Ela era jovem em todas essas fotos, seus olhos detinham um charme mais juvenil, cabelos curtos e se eu não estava enganada, ela parecia feliz. Extremamente feliz.

Entre todas as fotos maiores, havia pequenos blocos de madeira em formato de "E" e "M" entrelaçados. De início eu pensei que o "L" a letra inicial de Lalisa estava simplesmente faltando, uma das peças o comportaria, mas esse não era o caso: No último quadro no final do corredor havia uma foto de um enorme "E" e "M" que foram unicamente compilados de imagens de Nova York.

"E" e "M"?

Continuei andando pelo corredor, sorrindo para as fotos mais "estimadas" que ela tinha pendurado de si mesmo. Parei quando ouvi o som de água corrente e o segui até um quarto enorme. Tudo era encoberto em preto, os lençóis que cobriam a cama king size, as cortinas de seda longas que pendiam sobre portas francesas da varanda, e o tapete felpudo que estava colocado sobre seus pisos de madeira polida. Fui até seu armário e abri a primeira gaveta.

— O que você está fazendo? – Lalisa estava bem atrás de mim.

— Eu estava... – Parei quando ela passou um braço em volta da minha cintura. —Eu estava olhando suas coisas.

— À procura de algo específico?– Ela beijou a ponta da minha orelha por trás.

— Procurando onde você guarda todas as minhas calcinhas.

Ela soltou uma risada baixa.

— Estão todas ao lado da minha cama. – Ela deslizou a mão por baixo da minha saia e parou uma vez que seus dedos alcançaram minha buceta nua. — Já que não está usando nenhuma agora, eu preciso devolvê-las para você? – Revirei os olhos e ela me deixou ir. — Isso é melhor do que um quarto de hotel? – ela perguntou.

— Depende. – Eu me virei. — Quantas outras mulheres você já trouxe aqui?

— Nenhuma.

— Nenhuma? – Eu não podia acreditar nisso. — Em seis anos?

— Eu gosto de manter a minha vida sexual separada da minha vida em casa.

Ela apertou minha mão.

— Então, eu sou uma exceção à regra?

Ela não respondeu. Ela simplesmente me levou através do quarto e para uma suíte toda branca, onde a água do  chuveiro ainda estava correndo.

— Eu estava esperando você acordar... – Ela olhou para mim.

— Porque você quer assistir filmes juntas?

— Porque eu quero te foder no chuveiro. – Ela empurrou minhas costas contra a parede e olhou nos meus olhos. — Porque eu quero te foder a noite toda.

Eu gemi enquanto ela colocava o joelho entre as minhas coxas e puxava minha camisa sobre a minha cabeça. Ela deslizou sua mão nas minhas costas para desabotoar meu sutiã, e quando ele caiu no chão, ela arrastou sua língua em meus mamilos.

— Tire a sua saia...– Ela se afastou de mim.

Minhas mãos foram imediatamente para o zíper, meus olhos continuavam grudados naquela mulher à minha frente, quando ela começou a se despedir. Eu já havia feito sexo com ela diversas vezes no escritório, cavalgado desesperadamente em seu pau vez ou outra, mas nunca a havia visto completamente nua. Ela puxou a camisa branca com a gola V pela cabeça e a atirou em um canto, expondo seios fartos nus de sutiã e, sua barriga, que, francamente, só pensava em deslizar a língua por ela. Pude notar também, que, havia uma pequena tatuagem em letra cursiva gravada no peito.

Tentei ler o que as palavras diziam, mas, em seguida, ela desatou o cordão de sua calça preta e deixou-a cair no chão. Eu podia ver que seu pênis estava duro através de sua calcinha boxer, e esperei por ela para tirá-la, mas ela caminhou de volta para mim. Pegando minha mão, ela a colocou contra sua cintura em sua calcinha.

— Tire-a. – Deslizei meu polegar por baixo do elástico, mas ela me parou. — Com a boca.

Meus olhos se arregalaram quando olhei para ela, vendo o sorriso sexy no seu rosto. Abaixei-me um pouco e trilhei beijos por sua cintura, ouvindo-a puxar uma respiração afiada, enquanto suas mãos e unhas escorregavam por entre meus cabelos.

Eu agarrei suas coxas para ter equilíbrio e puxei a barra da sua calcinha com os dentes. Puxando o tecido para baixo alguns centímetros, eu usei meus dedos para movê-la mais para baixo, mas ela me puxou de volta pelo meu cabelo.

— Apenas com a boca. – Ela alertou.

Dei a ela um olhar de compreensão e ela me deixou ir. Mais uma vez peguei o tecido com os dentes e lentamente a  deslizei para baixo de suas pernas. Olhei para cima e vi que seu pau estava em posição de sentido, duro como pedra e pronto para minha buceta, como sempre, e pelo olhar em seus olhos, eu sabia que ela ia me puxar para cima e me foder contra a parede.

Antes que ela pudesse ter a chance, sentei-me de joelhos e agarrei seu pênis com a mão. Pressionei meus lábios nela, arrastando minha língua em cada centímetro de espessura. Envolvi a minha boca em torno de sua ponta e, lentamente, a massageei com a minha língua.

— Jennie...– Ela enfiou seus dedos pelo meu cabelo e olhou para mim. — O que você está fazendo?

— Eu estou... – Senti minhas bochechas aquecerem. — Chupando seu pau.

Ela piscou, deixando um sorriso lento se espalhar pelo seu rosto.

— Você não está chupando meu pau... Você está beijando-o.

— Eu estava chegando a essa parte. Estava tentando fazer isso como... – Balancei minha cabeça e levantei-me,
completamente envergonhada. — Não importa.

— Você estava tentando fazer igual a quê? – Ela sussurrou contra meus lábios. Balancei a cabeça novamente e ela olhou nos meus olhos. — Você não precisa assistir a qualquer outra pessoa para aprender. Eu vou te ensinar...

Ainda sorrindo, ela pegou minha mão e me puxou para o chuveiro. Ela pressionou seus seios contra os meus e deslizou um dedo em minha boca, enquanto a água caía sobre nós.

— Isso é o máximo que você pode abrir para mim?

Pisquei, assentindo.

— Você vai ter que abrir muito mais amplo do que isso para meu pau caber em sua boca...

Ela se sentou no pequeno banco molhado atrás dela e fez sinal para eu me dobrar e abaixar. O fluxo de água que vinha de cima caía nas minhas
costas quando eu fiquei de joelhos.

— Umedeça seus lábios. – ela ordenou, e eu obedeci, sentindo-me completamente fora da minha zona. Inclinei-me para frente, assumindo que era para levá-la na minha boca agora, mas ela me parou.

— Deixe-o molhado.

—O quê?

— Ponha sua boca no meu pau e umedeça-o.

Hesitante, eu pressionei meus lábios contra seu pau e deslizei minha língua sobre seu eixo. Eu a estava rodando contra ela lentamente, mas, em seguida, ela puxou minha cabeça para cima.

— Você está sendo muito gentil. – ela disse. — Eu não preciso que você seja a porra de uma dama agora...

— Eu...

— Preciso que você seja agressiva, gananciosa, e relaxada, porque eu não vou ser gentil quando eu estiver  devorando você.

Ela gentilmente empurrou minha cabeça para baixo e abriu as pernas um pouco mais.

— Massageie minhas bolas com a mão...

Eu imediatamente as segurei, esfregando-as uma contra a outra.

— Um pouco mais firme...

Sua respiração diminuiu e eu peguei o ritmo dos meus dedos.

— Agora... – ela sussurrou. — Abra sua boca o mais amplo que você conseguir, e leve meu pau tão profundo quanto você puder...

Abri minha boca e tomei os primeiros centímetros facilmente enquanto ela enfiava alguns dedos pelo meu cabelo.

— Mantenha seus olhos em mim.– Ela parecia impressionada. — Você não tem que levar tudo isso agora... – Ela usou os meus ombros para me empurrar para trás e depois para frente. — Continue movendo-o para dentro e fora de sua boca bem... Assim...

Gemendo, ela olhou para mim com pura luxúria em seus olhos, e então ela sussurrou.

— Chupe-me mais profundo...

Eu segui o seu comando e ela gemeu ainda mais alto. Eu podia ver os músculos em suas pernas enrijecerem enquanto minha boca cobria mais da metade de seu pau. Eu estava  começando a me sentir um pouco mais ousada, ligeiramente mais confiante, então engoli um pouco mais.

— Porra...– Ela respirou.

Usei a minha mão livre para cobrir a parte de seu pau que não estava na minha boca, e massageei do mesmo jeito que estava massageando suas bolas, suave, mas agressiva. Ela começou a puxar meu cabelo, me implorando para tomar mais dela em minha boca.

— Coloque-o todo...

Sentindo-me como se estivesse agora no controle, neguei seu pedido, e acelerei meu ritmo, balançando a cabeça para cima e para baixo.

— Jennie...– Suas palavras eram forçadas. Levei-a um pouco mais profundo, envolvendo meus lábios em torno dela um pouco mais apertado, mas eu não fui até o fim. — Porra Jennie...– disse de novo, parecendo desesperada.

Eu não estava prestando atenção nas suas palavras. Eu estava adorando a maneira como seu pau ficava dentro da minha boca, amando o jeito que minha língua estava comandando-a e fazendo-a reagir.

— Pare. – Ela me puxou de volta pelos cabelos e olhou para mim. — Tome todo o meu pau na porra de sua boca, agora.

Deslizei minha boca sobre ela e inclinei-me, não parei até que ela estivesse por inteira na minha boca. Lalisa fechou brevemente os olhos e suspirou. Então ela os abriu de novo e falou com firmeza.

— Eu preciso que você me deixe gozar na sua boca...– Sua voz era rouca. — E preciso que você engula cada gota de porra que eu te oferecer...

Segurei em seus joelhos e o chupei mais e mais rápido, e seu pau começou a latejar na minha boca. Eu podia senti-la pulsando, apertando, e quando ela se inclinou para trás e finalmente deixou-se gozar, eu senti jatos de calor deslizando pela minha garganta.

Seu gozo era salgado e grosso, e eu sinceramente amei o gosto disso. Quando a última gota pousou em minha boca, olhei em seus olhos e ela olhou para mim. A expressão em seu
rosto era de pura satisfação e admiração, e eu estava mais excitada do que já estive em minha vida. Ela levantou-se me puxando com ela, e apertou seus lábios contra os meus.

— Isso foi fodidamente perfeito.

Ela desligou a água e levou-me para fora do chuveiro e de volta para seu
quarto, não se preocupando em me secar. Ela me agarrou pela minha cintura e me jogou em cima da cama.

— Abra as pernas.

Deixei minhas pernas caírem abertas e ela subiu em cima de mim. Colidindo seus lábios contra os meus, ela chupou meu lábio inferior em sua boca. Eu podia sentir a ponta do seu pau esfregando contra a minha buceta e levantei meus quadris, encorajando-a a me preencher. Depois de estar com ela no chuveiro, eu não queria fazer muitas preliminares e não queria falar.

Eu só queria ser fodida. Agora.

Suas mãos acariciavam meus seios e eu a empurrei.

— Me fode, Lisa.

— Com toda certeza.

— Agora.

Ela sorriu para mim, parecendo querer dizer alguma coisa inteligente, mas ela se inclinou e enfiou a mão no criado-mudo para pegar um preservativo. Ela rapidamente colocou-o e entrou em mim num golpe em cheio, fazendo-me gemer de prazer.

— Ahhhh... – Estendi a mão e agarrei seu cabelo loiro enquanto seu pênis batia em mim incansavelmente. Eu tinha certeza de que nunca me cansaria dela me fodendo, cada vez era melhor que a anterior. Fechei os olhos quando ela enterrou a cabeça no meu pescoço, sussurrando coisas como "bom pra caralho". Pequenos tremores começaram a crescer dentro de mim, e por mais que eu quisesse que isso durasse um pouco mais, eu não seria capaz de segurar.

— Lalisa... – Eu disse seu nome quando meus quadris começaram a empurrar e meu orgasmo tomou conta de mim. Eu gritei, caindo de volta nos travesseiros, e ela caiu em cima de mim segundos depois.

Nós duas deitamos ali, entrelaçadas uma na outra por um longo tempo, sem dizer uma palavra. Quando eu finalmente encontrei a energia para falar, limpei minha garganta.

— Você vai dormir dentro de mim a noite toda?

— Claro que não. – Ela saiu de mim, imediatamente me fazendo sentir falta da sensação dela. Ela caminhou até seu armário, jogando fora o preservativo.

— O que você está fazendo?– Me sentei.

— Vestindo-me.

— Para quê?

— Para levá-la para casa. – Ela entrou
em uma calça. — E para poder dormir. – Ela colocou seu sutiã logo em seguida uma camisa, e olhou para mim. — Em quanto tempo acha que consegue ficar pronta?

— Não quero que você me leve para casa. – Eu balancei minha cabeça. — Eu quero ficar.

— Aqui? – ela parecia totalmente confusa.

— Sim, aqui.

— Tipo, para dormir?

Balancei a cabeça, e ela ficou ali olhando para mim como se eu tivesse acabado de lhe pedir para fazer o impensável. O olhar que ela estava me dando era um misto de angústia, pesar, e por um segundo eu quase me senti mal por sugerir isso.

— Jennie, eu não... – Ela suspirou. — Nunca deixei ninguém passar a noite aqui.

— Então me deixe ser a primeira...

Ela continuou me olhando, batendo suas unhas em seu queixo, e então ela foi até seu armário e pegou um conjunto de pijama branco.

— Você pode dormir nestes...

Ela segurou-os para mim. Estendi a mão para pegá-los, mas ela balançou a  cabeça.

— Levante-se.

Deslizei-me para fora da cama e fiquei de pé na frente dela. Ela ajudou-me a abotoar a camisa, beijando cada centímetro da minha pele exposta até
chegar ao botão de cima, e quando ela acabou ela beijou meus lábios. Eu esperava que ela me entregasse a calça em seguida, mas ela jogou-a longe.

— Vá para cama.

Sorrindo, eu escorreguei debaixo dos lençóis enquanto ela apagava as luzes. Ela se juntou a mim na cama segundos depois, me puxando contra seu peito.

— Você está feliz? – ela sussurrou.

— Sim...

— Você tem certeza? Há mais alguma coisa fora da minha zona de conforto que você gostaria que eu fizesse para você esta noite?

— Hoje não, mas você poderia me fazer o café da manhã.

— Ai não, você já está abusando...

— E se caso você mudar de ideia, gostaria de waffles belgas, bacon, morangos fatiados e suco de laranja.

— A menos que você queira comer todas essas coisas no meu pau, isso não irá acontecer.– Ela beliscou minha bunda. — Agora vá dormir, Jennie.

***

Na parte da manhã, eu abri os olhos e percebi que estava sozinha na cama de Lalisa. Olhei para onde ela estava
dormindo e vi uma nota no papel timbrado da GBM:

Tive que correr para o escritório para atender a um novo cliente. Estarei de volta para levá-la para casa.

PS: Sinta-se livre para levar sua coleção de calcinhas para casa com você.

–Lalisa

Saí da cama, pronta para explorar mais de seu condomínio, mas houve uma batida forte repentina na porta. Corri e torci a maçaneta, esperando ver Lalisa, mas era um homem vestido todo de preto.

— Hum... Oi? – Tentei não parecer muito confusa.

— Você é Jennie Kim?

— Sim...

— Ótimo.– Ele me entregou um saco branco. — Waffles Gourmet, bacon, morangos fatiados e suco de laranja, certo?


Notas Finais


awnn, ela lembrou de tudin😍


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