História Cheiro de sangue e cachorro molhado - Capítulo 12


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Categorias Capitão América, Homem de Ferro (Iron Man), Os Vingadores (The Avengers), Pantera Negra, Thor, X-Men
Personagens Anthony "Tony" Stark, Erik Killmonger, Erik Lehnsherr (Magneto), James Buchanan "Bucky" Barnes, Loki, Pantera Negra (T'Challa), Professor Charles Xavier, Sam Wilson (Falcão), Steve Rogers, Thor
Tags Cherik, Killchalla, Steve Seme, Stony, Thorki, Tony Botton, Vampiro, Winterfalcon
Visualizações 304
Palavras 4.401
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Slash, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu sei, eu sei... desculpem. Era pra esse cap ter saído sexta passada, mas eu realmente não pude revisar o cap então nãso postaria algo com palavras erradas e incompleto. desculpem de verdade. Espero que gostem.

Capítulo 12 - Lua de mel não tão doce


Steve pegou o vampiro no colo, ele estava quente, muito quente. O lobo subiu as escadas com cuidado, seguindo em direção ao quarto. Depositou o corpo delicado na cama e as bocas voltaram a se unir. O beijo era faminto, excitante, banhado de paixão e amor. Tony com pressa retirou o blazer e o colete do loiro, tudo de uma só vez, as bocas não se soltaram e a garras do vampiro encontraram a blusa social. O som de tecido rasgando fez companhia aos gemidos ocasionais.

 

–  Steve... está calor.  – O vampiro gemeu em protesto tentando de todas as formas retirar suas roupas, mas as mãos trêmulas não ajudavam. Ele bufou irritado e o loiro riu baixinho do desespero do seu, agora, esposo.

 

Depois da terceira tentativa falha as garras do vampiro rasgaram suas peças superiores. As calças tiveram um destino parecido, mas foi rasgada pelas mãos do lobisomem. Tony já estava duro, o membro gotejava pré-gozo, estava avermelhado e quente. Mas o lobo não iria direto ao ponto, não, ele beijou os lábios vermelhos do marido, desceu as carícias pelo rosto e mordeu o pescoço dele deixando uma marca, lambeu aquela região sensível ganhando um gemido deliciosos do menor. O caminho continuou e o alvo foram os mamilos rosados, ele chupou com força e mordeu levemente os biquinho endurecidos.

Antony se arrepiava a cada toque, a boca do loiro estava quente, a saliva dele deixava um rastro molhado. Ele arqueou o corpo quando recebeu um mordida mais forte perto de seu mamilo e sentiu a corrente elétrica percorrendo seu corpo, prazer. Era prazeroso. Steve continuou descendo e parou no umbigo do vampiro, lambeu aquela zona erógena recebendo gemidos de incentivo. A pele do vampiro estava arrepiada e anormalmente quente. O rosto dele estava corado e os olhos brilhavam em vermelho. As pernas do menor estavam inquietas e o lobo as segurou firmemente, provavelmente deixaria marcas nas coxas deliciosas. A boca do lobo desceu mais um pouco e a língua quente contornou a ereção do vampiro e decidiu que as coxas eram um alvo melhor, as mordidas deixariam marcas e arrancavam gemidos manhoso do menor.

 

–  Stee...  rápido – Tony gemeu e o loiro riu. Largou as coxas deliciosas que mordia com tanta vontade e deu um sorriso largo, as presas afiadas já estavam amostra.

 

–   Apressado amor? Temos a noite toda para aproveitar – Steve levantou da cama e observou o corpo delicioso de seu marido. Tony tinha a pele avermelhada e suada, as presas já apareciam por entre os lábios entre abertos e avermelhados. A língua molhada passeou por ali, ele sentia sede.

 

O loiro sorriu largo e se concentrou em tirar suas calças, abriu o zíper lentamente e abaixou de maneira torturante. Tinha as safiras fechadas, mas foi despertado por um gemidinho manhoso vindo da cama. Olhou a cena e não acreditou no que via: Antony tinha dois dedos enfiados em sua entrada e gemia deliciosamente. Os olhos do alfa brilharam em vermelho vivo e ele soube que estava muito perto de perder o controle.

Voltou a cama já nu e se ajoelhou entre as pernas do marido. Com cuidado retirou os dedos delicados da entrada dele e enfiou três dedos de uma vez, arrancado do vampiro um gemido muito alto e espasmos de prazer. Ele estava perigosamente perto. Repetiu o movimento outra vez, porém dessa vez achou a próstata do vampiro e acariciou com carinho.

Tony se encontrava perdido no prazer, seu corpo formigava de prazer e desejo, a garganta secava de sede e tudo que ele conseguia pensar era nos dedos deliciosos de seu esposo dentro de si. Sentiu a língua atrevida circular sua glande e seu corpo não aguentou a descarga elétrica que isso causou. Os jatos de sêmen foram para a boca rosada do loiro, que engoliu tudo com fome, a língua quente limpou cada resquício que escapou de seus lábios, Antony estava hipersensível e cada toque a língua o dava espasmos muito fortes de prazer e um pouco de dor. Os olhares se encontraram, ambos vermelhos, brilhando em luxúria.

O Stark estava ofegante, o peito subia repetidamente e o corpo ainda se recuperava dos espasmos. As garras haviam perfurado o lençol e quando ele voltou a abrir os olhos encontrou o lobisomem sorrindo largamente para si.

 

– Desse... desse jeito – o menor estava ofegante e interrompia suas palavras – não vou durar a noite toda Steve...

 

–  Não se preocupe bebê, posso te fazer gozar a noite toda – Se gabou e o menor revirou os olhos.

 

Os dedos ainda o acariciavam lentamente e as poucos seu corpo esquentou novamente, tinha pressa agora, queria aquele lobo idiota dentro de si, naquele momento.

 

– Steve, rápido – pediu/mandou e o lobo apenas riu, continuando sua tortura.

 

O vampiro bufou irritado, as pernas se abriram mais um pouco e ele chamou o loiro para um beijo. Steve se inclinou lentamente e capturou os lábios avermelhados, as línguas se encontraram novamente e dançaram juntas, sentindo o sabor já conhecido e apreciado por ambos. Os dentes crescidos se encontravam, os lábios eram mordidos, chupados e acariciados. O menor sorriu durante o beijo e segurando o maior pelas pernas girou os corpos, talvez tenha usada força demais ou não notou em que lado da cama estava, então só ouviu o baque no chão do quarto, ao menos o som não foi tão alto, tinha um carpete fofo ali. O lobisomem gemeu dolorido, mas não reclamou, ao contrário apenas riu.

 

– Quando eu disser que quero rápido você tem que me ouvir – o vampiro falou sério e pegou o membro grosso com as mãos, acariciou levemente e guiou até sua entrada, esfregou por pouco tempo e se sentou com força. Ambos gemeram longamente.

 

A conexão era forte, deliciosa e inebriante. Tony apertava o loiro deliciosamente, era quente, molhado e perfeito, já para o vampiro, Steve alcançava pontos deliciosos dentro de si, era tão bom. Os olhos vermelhos se encontraram novamente e as bocas voltaram a se buscar. O ar faltava, os pulmões pediam oxigênio, mas não desgrudavam os lábios de jeito nenhum.

As rebolados de Antony começaram leves e lentas, deliciosas. A dor da penetração bruta foi logo esquecida pelo delicioso prazer de ser preenchido.

 

– Ah baby – o loiro gemeu quando as bocas se soltaram – amo tanto estar dentro de você, tão apertado...

 

O moreno gemia de olhos fechados, as presas grandes já estavam fora de seus lábios, a sede pedia por sangue, mas o corpo implorava por prazer. Steve passou a se mover por baixo dele, ajudando no movimentos e causando deliciosas ondas de prazer em ambos os corpos.

 

– Stee... tão... tão bom... – Tony gemeu e ganhou um tapa na nádega direta, a dor misturada com prazer o levou a rebolar mais rápido.

 

– Adora quando tomo o controle assim – O sorriso malicioso do loiro deu ideias ao menor. – Fica tão sexy rebolando assim pra mim. Sou um homem de sorte. Gosta quando entro em você assim?

 

– Gosto... gosto muito... eu amo quando.... quando você me... ahh... quando você me fode assim. – gemia entrecortado sem parar o ritmo forte em que descia. Se empalando com vontade. Seu quadril fez movimentos circulares, tudo era deliciosamente quente.

 

O vampiro endireitou a coluna, se ficasse perto da nuca do loiro iria morder e não queria isso agora. Se perdeu nos próprio movimentos que não notou a movimentação do loiro. Sentiu o impacto do carpete macio em suas costas e as estocadas do loiro ganharam um ritmo mais forte e profundo. O som dos corpos se chocando preencheu o quarto, criando uma sinfonia bonita junto dos gemidos manhosos do vampiro e dos gemidos e rosnados no lobo. As presas do mais alto rasparam em sua nuca e Tony sabia o queria dizer, Steve estava perdendo o controle. As presas arranharam seu ombro e o Stark abriu os olhos vermelhos, seu lobo rosnava sensualmente e as orelhas castanhas de lobo surgiram no topo dos fios loiros, assim como ele pôde ver a calda balançado atrás de seu marido. Admitia que aquilo excitava, era um de seus inúmeros fetiches.

As garras do vampiro foram desde os ombros fortes até a base da coluna dele, arranhando lentamente e causando gemidos mais altos no maior. A destra desceu mais um pouco e agarrou a calda felpuda, tinha dúvidas se ganharia uma calda depois do ritual e se ela seria sensível assim, já que o lobo se contorcia cada vez que a tocava e ele rosnou alto quando ele agarrou com mais firmeza.

O pau do loiro o golpeava com força e o fazia delirar, queria gozar, queria tanto gozar, mas queria ainda mais que o loiro o acompanhasse dessa vez, e pelos gemidos dos lobo ele também estava perto.

O clímax veio arrebatador e libertador, sêmen manchando o abdômen e preenchendo a entrada apertada do vampiro. Sentiu os lábios secos e controlou a compulsão de morder o marido, não era hora ainda. Olhos revirados, corpos sofrendo espasmos e tremendo com o pico de prazer.

Tony sentiu quando o lobo o mordeu, reafirmando a marca e ganhando dor e prazer misturados no local da mordida. As presas dele o perfuraram e sangue morno escorreu por ali, era perfeito, a conexão que sentia ia além de corpo, atravessava a mente e banhava sua alma com satisfação.

O beijo longo que deram depois disso foi cheio de carinho e bem mais calmo que os anteriores. Mas o corpo voltou a esquentar assim que as bocas desgrudaram, o formigamento prazeroso voltou como um lembrete que ainda não havia acabado, faltava uma marca a ser feita.

O lobo escorregou de dentro do vampiro e riram animados da situação.

 

– E então lobinho... quer que seja no chão? Na cama? Na banheira? Escolha o lugar amor. –  Disse sorrindo ladino e o loiro revirou os olhos.

 

– Que tal na cama? O chão não é confortável – reclamou esfregando as costas e Tony gargalhou gostosamente. Steve levantou primeiro e puxou a mão do vampiro.

 

Em pé trocaram um beijo apaixonado e calmo, antes de voltar a ganhar ritmo e desejo. Saliva escorreu pelos lábios e quando se separaram o menor jogou o lobisomem na cama ganhando um sorriso malicioso.  

 

– Te quero de quatro baby, se prepare pra mim, consegue fazer isso? – pediu, quase mandou e tudo que Steve pôde fazer foi concordar com a cabeça e gemer imaginando coisas.

 

Ficou na posição solicitada, a bunda grande e redonda encheu os olhos do moreno, ele mordeu os lábios imaginando se enfiar ali. Os dedos grossos de Steve foram os lábios vermelhos dele e quando bem molhados foram dirigidos para a entrada pulsante e rosada. Primeiro um dedo entrou lentamente, ambos gemeram com a imagem e o prazer da cena. Ele entrava calmamente cuidando do desconforto, não estava tão acostumado a este tipo de prazer, mas algumas vezes Tony fazia com que ele enlouquecesse daquele modo.

O segundo dedo foi acompanhado de uma leve queimação, mas nada insuportável. Ouviu o som de um gemido de Antony e soube que ele se masturbava enquanto o olhava. Decidiu provocar um pouco mais. Colou a bochecha no lençol, empinando ainda mais a bunda redonda e rebolou levemente em seus próprios dedos, gemendo alto dessa vez e ganhando um som excitante de Tony.

O terceiro dedo entrou um pouco doloroso, mas logo a dor foi esquecida e ele já se empalava com os dedos e rebolava com prazer. Os gemidos se misturavam e Tony estava impaciente. Se o loiro continuasse provocando iria se enfiar ali de modo bruto.

 

– Tony... está tão quentinho – gemeu provocando – tão apertado amor... vem aqui.

 

– Steve.... não provoque... se prepare bem. – Avisou em meio a gemidos baixos e quase perdeu o controle pelo gemido provocador. – Se continuar não vou me controlar.

 

– Não quero seu controle baby... quero seu pau, agora.

 

A vampiro acariciou as nádegas branquinhas e se controlou para não a estapear. Retirou os dedos dele e esfregou o pau ali, apenas provocando, não adentrou ainda. Queria brincar um pouquinho.

 

– Tony... vamos – pediu manhoso e o menor riu. Adentou apenas a glande e esperou alguns segundos, quando julgou que ele estava melhor o penetrou devagarinho, pouco a pouco – Há Tony... é...

 

– Calma meu lobo, calminha – segurou as ancas dele com força e aguardou minutos longos, os espasmos dele eram deliciosos e testavam seu autocontrole.

 

Começou a se mexer lentamente, apenas para testar os movimentos, sabia como aquilo era doloroso no começo, ainda mais para o loiro que não era tão acostumado a esse prazer. Os gemidos voltaram a volumes altos e o prazer líquido percorria seus corpos. A calda de Steve ainda estava ali e balançava lentamente. Tony encarou aquela parte de seu lobo e não controlou a compulsão e agarrou. Acariciava como uma masturbação lenta e achou extremamente satisfatório o uivo de prazer de Steve.

 

– Amor... mais... – Pediu gemendo cada vez mais alto, queria mais rápido e mais forte.

 

As garras do lobo perfuraram o lençol, tecido sendo rasgado chamou a atenção do moreno. Adorava ver seu lobo se perdendo em prazer. As orelhinhas castanhas abaixavam por entre os fios loiros e Tony desejou mordê-las. A velocidade não aumentou e Steve bufou, rebolou provocando e recebeu um tapa estalado na nádega direita. Gemeu pela mistura afrodisíaca de dor e prazer.

Steve sentia o cheiro delicioso no ar, sexo, suar, sêmen e o cheiro de Tony. Tony sempre cheirava a café e algo velho, como livros antigos ao mesmo tempo que cheirava a graxa e metal. Sentiu seu próprio cheiro se misturando ao dele, a prova inquestionável que estavam se tornando um.

As estocadas de Tony pararam e o loiro quase reclamou, mas ao se virar e olhar o sorriso bonito de seu marido seu coração falhou uma batida. Amava tanto aquele vampiro idiota.

 

– Lobinho quero olhar em seus olhos quando terminar. Quero estar olhando nesse mar azul que tanto amo. – O moreno deu um sorriso sincero ao loiro que retribuiu.

 

Agora frente a frente recusavam a desviar o olhar, se bem que o desejo de Tony não pôde ser comprido, já que os olhos de Steve brilhavam em vermelho vivo, mas não tornava nada menos atraente. Olhares se conectaram assim que os corpos voltarem a se juntar. Steve quis fechar os olhos pelo prazer, mas não conseguia desviar do rosto do seu amor. Tony era lindo, a pele morena estava banhada com uma camada fina de suor, o cavanhaque que ele estava deixando crescer, o cabelo bagunçado, as presas afiadas prontas para mordê-lo, os lábios estavam avermelhados e pareciam tão deliciosos, viu as marcas que deixou no corpo magro e lambeu os lábios com a visão.

Por outro lado, Tony aumentou aos poucos sua velocidade, o prazer dominando seu corpo e mente, tornando faminto. Admirou o loiro abaixo de si, olhos expressivos, lábios rosados pelas mordidas, pele clara e banhada de suor, assim como lotada de marcas que ele amou fazer, os mamilos rosados e durinhos, não resistiu e agarrou um com os dedos, o corpo de Steve era muito maior que o seu, ele tinha músculos firmes e muito bem trabalhados, o cabelo loiro estava um ninho só e Tony nunca o viu tão bonito.

As bocas se uniram num ósculo desesperado por contato, o era faltando, o prazer dominando, o clímax se aproximando. Estavam tão perto... separaram as bocas ao mesmo tempo que sentia a corrente elétrica despejando dopamina, oxitocina e adrenalina, tudo de uma vez em seu organismo. A combinação química do amor explodiu em um olhar apaixonado e o orgasmo estava muito perto. Mais, uma, duas... cinco estocadas certeiras e ambos gemeram muito alto. Os espasmos deliciosos movimentando seus corpos, a semente de ambos sendo despejada em jatos fortes. O coração acelerado... tudo foi perfeito.

Tony não esperou nem um segundo, assim que o orgasmo se apresentou as presas afiadas se fincaram no ombro do lobo. Sugou o sangue com calma, delicadeza e carinho.

A sensação pós orgásmica se prolongou por mais alguns segundos e a marca do vampiro finalmente foi feita. Tirou as presas da carne de seu marido e sorriu cumplice para ele, em um gesto que demonstrava tanto amor.

 

– Oficialmente casados – Tony comentou e Steve riu. – O que acha de um banho Stee?

 

– Acho uma boa ideia e – parou a frase no meio ao ver o sorriso malicioso de seu esposo, pelo visto banho, não ia ser a primeira coisa que fariam no banheiro. – Você não está cansado?

 

– Na verdade não, estou apenas com mais vontade de você – Steve revirou os olhos pela total falta de vergonha de seu marido.

 

– Vamos logo tomar um banho antes que nosso corpos comessem a mudar – Steve lembrou da frase se Strange e sabia que a transformação ocorreria em pouco tempo.

 

Chamou o moreno e ambos foram juntos para um banho rápido, trocaram beijos e carícias, mas não se estenderam muito já que a pele começou a formigar e não era do jeito prazeroso de antes. Chegaram à cama a tempo de ver que o sol já estava perto de nascer, a cerimônia havia começado a meia noite. o formigamento foi piorando, aumentando se tornando incômodo, até se tornar dolorido.

Tony sentia a cabeça doer e latejar, as mãos tremiam, suas costas ardiam e qualquer minuto sentia que sua pele seria rasgada de dentro para fora. O nariz dele ardia e doía como se houvesse quebrado. A base de sua coluna iria rasgar. Seus braços se mexiam de um jeito nenhum pouco normal, pareciam que seus ossos estavam se quebrando um por um e se remodelando em sua nova forma. Lágrimas de sangue desceram pelos olhos vermelhos, que oscilavam entre o vermelho e preto. Vomitou a própria bílis e se contorceu sobre o lençol.

Steve sentia a cabeça das voltas, estava tonto e nauseado, sentia que podia vomitar. A garganta estava seca, dolorosamente seca, como se estivesse sem beber água há dias. A ponta dos dedos se retorcia e sangrava pela força que ele segurou a cabeceira da cama. Suas costas, principalmente as omoplatas, doíam como se brasa quente tivesse sido jogada ali, sentia sua pele esticar e querer rasgar, sentia seus ossos quebrar e voltarem ao lugar, para se quebrarem de novo. Sua gengiva sangrou, seus olhos oscilando entre preto e vermelho, via tudo embaçado. Os ouvidos zunindo, os cheiros se misturando e tornando tudo mais confuso.

Não souberam quando tempo ficaram agonizando sobre a cama, mas Steve já havia se jogado contra uma parede no desejo insano de desmaiar, mas seu corpo o obrigou a ficar acordado até o fim, Tony puxava os fios castanhos em desespero, era tanta dor.

Quando os corpos finalmente se acalmaram só tiveram um vislumbre do que seriam, antes do cérebro processar tanta dor e ambos desmaiaram.

Acordaram horas mais tardes, na mesma posição que apagaram. O corpo dolorido como se tivessem levado uma surra. A boca seca de ambos, desejando a mesma coisa. Trocaram um olhar preocupado um com outro e sorriram sem mostrar os dentes. Se arrastaram para perto um do outro e se abraçaram.

 

– Achei que doeria menos... por drácula sinto que 10 caminhões carregando cada um 5 elefantes passam por cima de mim – Tony quebrou o silêncio, a voz rouca e cansada. Steve só pode rir, sentindo uma ponta de dor em seu ombro.

 

– Estou com sede – o loiro também tinha a voz cansada e rouca. – Mas de alguma forma sei que não é de água.

 

– Somos híbridos agora loiro, acho que você quer beber sangue. Mas somente meu sangue não vai te suprir. – O moreno estava confortável entre os braços fortes do ex-lobo e ouvia o coração dele batendo calmamente.

 

– Compreendo – sussurrou fechado os olhos. – E como... faço?

 

– Ow meu amor, é como extinto vai saber o que fazer. Mas não vou te fazer caçar animais ainda. Sangue de animais não suprime um vampiro recém despertado, sangue humano é necessário nos cinco primeiros dias.

 

– E eu vou ter que...

 

– Não, minha empresa cuida de algumas doações de sangue, não é muito honesto, mas é necessário para nossa vida. – Tony respondeu sorrindo.

 

– Entendi... ah Tony o que está sentindo? – perguntou curioso queria saber o que de si passou para o ex-vampiro.

 

– Estou com vontade de correr atrás de carros e fazer xixi em árvores – gracejou e Steve revirou os olhos – não tenho certeza, sinto de alguma forma que tenho orelhas extras, me sinto muito mais forte. Obrigada por me salvar amor.

 

– Não conseguiria viver sem você.

 

– Te amo.

 

– Também te amo Tony.

 

Trocaram um beijo casto e decidiram tomar um banho, já que a noite já despontava, o que eu revelava que eles passaram quase meio dia sofrendo e quase isso desmaiados.

 

– Acho que merecemos um banho de banheira. – Tony murmurou e Rogers concordou.

 

Encheram a banheira com água quente e sais de banho de baunilha. Entraram juntos, Tony sentou entre as pernas torneadas do Steve, com suas costas colados ao peitoral forte. Beijinhos foram dados na nuca do moreno e ele gemeu baixinho, gostava da carícia. As mãos fortes desceram pelo corpo magro, do tórax ao abdômen em um toque delicado.

 

– Está provocando loiro – o moreno avisou com um suspiro e Steve apenas riu.

 

– Não sei do que está falando, estou apenas te dando um banho – o ex-lobo ria malicioso e de alguma forma Tony sabia disso.

 

O moreno decidiu brincar também, a bunda redonda começou movimentos leves sobre o membro do maio, que começava a endurecer. As carícias e provocações eram delicadas, mas os corpos começaram a pedir mais. Tony foi virado para o loiro e encarou os olhos azuis tão lindos.

Se beijaram lentamente e as ereções se encontraram, se esfregaram e a mão do maior desceu circulando ambas e masturbando lentamente. Era um movimento preguiçoso, mas era delicioso. Era quente. as bocas mal se descolavam, as línguas em um movimento sincronizado e lento. Nada precisava ser apressado, era bom. O orgasmo veio sem pressa, os gemidos eram baixos e manhosos.

A água já estava ficando fria quando eles terminaram o banho e saíram dali com sorrisos carinhosos. Vestiram roupas leves e desceram para achar algo pra comer.

Algo que poucos humanos desconfiavam era que Vampiros precisavam sim comer, sangue era algo necessário, mas não seu único alimento.

Steve fez sanduiches e comera junto com um copo de suco de laranja.

Após o lanche, Tony foi procurar o celular e quando o achou ligou para Pepper, pedindo que ela levasse sete bolsas de sangue.

*

Pepper havia deixado as bolsas e voltado para a empresa fazia 15 minutos e Steve ainda encarava uma delas como se o sangue fosse sair dali e atacá-lo. O ex-vampiro revirou os olhos, tinha pego uma para si também, afinal seu corpo ainda precisava se recuperar do tal veneno de Thanos.

 

– Steve você tem que tomar isso logo – reclamou e viu o ex-lobo assentir, mas continuar encarando.

 

Tony revirou os olhos, mas conhecia o sentimento de dúvida que o loiro passava. Sentimentos conectados, sabia tudo que ele estava sentindo e conhecia porque também teve essa dúvida em seu primeiro gole. Suspirou começando a pensar e foi até a cozinha. Pegou uma copo com canudo, o corpo era decorativo de uma festa do tempo de faculdade e não mostrava seu conteúdo. O Stark tirou a bolsa de A+ da frente do loiro e a cozinha despejou o líquido no copo. Achou um para si também e fez o mesmo.

 

– Aqui – estendeu o copo e o loiro pegou relutante. – Assim fica mais fácil, minha mãe fez isso no primeiro gole também.

 

– Ta. – Foi um fio de voz e ele tomou boas golfadas de ar antes de finalmente puxar o primeiro gole.

 

Aquilo adoçou sua língua e a sede que sentia começou a diminuir. Quando deu por si o copo estava vazio e Tony olhava para ele em divertimento.

 

– Isso é...

 

– Gostoso eu sei.

 

– Tem mais? – perguntou com a bochechas ganhando tons de rosa e o Stark riu.

 

– Tem, mas vai ser para amanhã. Sangue humano costuma ser viciante, se não dosar direito pode se tornar algo que não vai gostar. Mas se ainda tiver sede deixo que você me morda. – O menor já havia tomado o seu e pegou ambos os copos e os lavou.

 

–  Mas ta tudo bem? Não vai te fazer mal? –  Perguntou preocupado e recebeu um selinho do marido.

 

– Não... desde que tome pouco – avisou e o ex-lobo ponderou, tinha medo de machucar seu amor.

 

 

O loiro não teve muito tempo para pensar, foi pego pela mão e levado ao sofá. A tv estava ligada num filme qualquer, Steve foi jogado no sofá e teve do corpo do menor sentado sobre seu colo. Ele depositou um beijo nos lábios deliciosos e viu quando Tony se afastou mostrando o pescoço em um sinal de que ele podia morder. O maior engoliu em seco e sentiu as novas presas afiadas se estenderem. Mordeu Antony lentamente tomando cuidado, a inexperiência causou um pouco de dor, mas nada que incomodasse o menor.

O sangue de Tony era simplesmente delicioso, era... não tinha nem palavras para descrever aquele sabor. Pensou em comparar com suas comidas favoritas, mas até elas perdiam de lavada para aquele líquido rubro. Se perdeu novamente na sensação e só voltou a si com o marido dando batidinhas leves em seu ombro. Retirou as presas e encarou os olhos do menor, eles estavam com a córnea completamente negra, mas as íris estavam vermelhas. Beijou os lábio com carinho.

 

– Te machuquei? – perguntou temendo ferir seu pequeno.

 

– Não..., mas... eu quero outra coisa agora. – Gemeu e só então Steve se tocou das bochechas rosadas do moreno, assim como a ereção evidente. Quanto tempo ficou sugando aquele sangue delicioso.

 

– Isso me lembra de nossa primeira vez..., mas naquele dia foi você que me mordeu.

 

– Eu posso te morder de novo se quiser..., mas se me impedir de gozar como daquela vez eu bato em você. – Reclamou fazendo um bico adorável na opinião de Steve.

 

– Vai me dizer que não gostou? – perguntou malicioso e as bochechas do menor ficaram ainda mais vermelhas. – Olha só gostou não foi?

 

– Stee... vamos continuar conversando ou...

 

– Aonde você quer que seja amor? – perguntou com a malicia banhando suas palavras.

 

– Que tal... na sala, cozinha, banheiro de hospedes, jardim, lago, varanda...

 

– Você não existe Tony. – O maior riu abertamente.

 

– Mas o que que tem? Estamos em lua de mel...

 

– Tudo bem, mas tem certeza que aguenta? Tudo isso?

 

– Não precisa ser tudo hoje seu exagerado – riram, Steve também sabia brincar.

 

– Então que tal... aqui, depois no chão... e depois tentamos na cozinha?

 

– Eu adoraria...


Notas Finais


Babys... espero que tenham gostado. Emfim, sim reta final de Fic. mais dois caps e um deles sai amanhã. Eba. é pra glorificar.
Enfim, trago novidades aqui: depois que essa coisa maravilhosa aqui terminar, estou planejando uma one shot (que vai er só one shot mesmo), ai você me pergunta qual tema? sobre quem? qual shipp? Então eu recentemente fiquei muito viciada em Sherlock da BBC e sim vai ser Jonhlock. quer curti é so aguardar. Ai tem: mas e a de harry? cadê?
calma pequenos gafanhotos, ela sai depois dessa do sherolock, eu até ja comecei essa de Harry potter e tem 2 caps prontos, falta revisar, mas ja sei que rumo vai tomar a história.

falei muito né? bom até o proximo cap, comentem aqui o que acharam e tem algum pedido?


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