História Cherry - TaeYoonSeok - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan, Bts, Hoseok, Jikook, Namjin, Políamor, Sope, Taegi, Taehyung, Taeyoonseok, Vhope, Yoongi, Yoonseok
Visualizações 475
Palavras 2.965
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


mais um!

Capítulo 2 - Dois


Tae nunca pôde ser considerado um garoto tímido, muito menos para falar ao telefone com qualquer pessoa, mas quando escutou o primeiro toque abafado da ligação completada, apertou o celular velho com força e mordiscou o lábio inferior se dando conta do que estava fazendo.

Ele desligou antes do segundo toque.

Esfregou a nuca e puxou os joelhos para perto, os abraçando e escondendo ali o rosto, as lágrimas covardes que queria esconder como se estivesse sendo assistido. Taehyung, quando mais novo, acreditava fielmente que sua vida era um reality show macabro e o resto do mundo atuava ao redor dele para produzir o entretenimento alheio. Uma teoria da conspiração idiota.

Fungou baixinho e ergueu o rosto para encarar o celular outra vez, o ecrã de discagem ainda aberto e o aguardando fazer logo o que deveria fazer de uma vez! Confiava em Jimin, confiaria sua vida a ele e por essa razão a opção ainda era válida. Ele seria careta e manteria o autorrespeito, já havia bebido e conversando com estranhos durante as noites embriagadas de graça, por que razão não o faria por dinheiro?

Secou o alto das bochechas bem decidido, engoliu o nó que travava sua garganta e refez a ligação. Era tarde, mas ele sequer pensou sobre isso.

Uma voz interior e cheia de esperanças, praticamente o anjinho em seu ombro, sussurrava que ninguém atenderia que ele poderia dizer que ao menos tentou... Mas, atenderam.

— Se for desligar faça de uma vez, eu não tenho tempo.

A era voz grossa, de um timbre rouco e arrastado. As palavras pareciam ligadas umas as outras sem nenhum tipo de pausa. Taehyung respirou fundo e fechou os olhos.

— O meu nome é Taehyung. Kim Taehyung. – apertou o joelho com a mão livre e continuou: - Jimin me deu um cartão. Park Jimin.

Hm. – o homem do outro lado da linha tragou o ar, parecia recolher a saliva acumulada e o ar por entre os dentes. – Jimin. – repetiu. – Qual a sua idade?

— Tenho vinte e um anos.

Você sabe do que se trata? – Tae assentiu como se o cara pudesse o ver.

— Sei.

Como conhece o Jimin?

Tae pode ouvir uma segunda voz pela chamada, uma voz profunda e que parecia gemer. O rosto esquentou de imediato, longe de ele bancar o recatado, mas era impossível não ficar constrangido. A voz sussurrou alguma coisa inaudível e o barulho de uma porta se fechando foi ouvido também.

— Jimin e eu estudamos juntos, na faculdade. – explicou rápido.

Me encontre amanhã. Ás 14h... Está anotando, garoto? – o homem parecia entediado.

— Oh, desculpe. Um momento! – ele se atrapalhou para conseguir pegar um bloco de notas velho na gaveta e depois um lápis quase pela metade. – Pode falar.

Às 14h, conhece o Jail Coffe?

— Não. – um bico fofo se formou em seus lábios.

— Se vira. Procura no Google. – desdenhou e pareceu bocejar. – No Jail Coffe, não se atrase. Eu odeio atrasos.

— Ok... Obrigado...

E o homem desligou.

Taehyung afastou o celular com a tela trincada para observar e franziu as sobrancelhas.

— Mal educado do caralho.
 

 

 

— Você pode atender essa merda de celular?! Eu juro por Deus que seu eu ouvir mais uma vez Havana, oh na na te jogo no rio Han.

— Que droga, Tae! Você 'tá insuportável! – Jimin sacou o celular do bolso traseiro do jeans e observou à tela, uma caretinha o fez formar um bico emburrado. Ele rejeitou a chamada e guardou de novo. – Vou dar tanto gelo, mas tanto gelo no Jeon que ele vai poder ter o próprio iceberg e enfiar no...

— Brigaram? – verifiquei outra vez o mapa aberto no meu celular, eu não poderia me perder e Jimin tinha menos senso de direção que uma toupeira.

— Ele estava com ciúmes do Taemin! De novo! – resmungou. – Ontem ele ficou com aquela cara linda emburrada, empurrando a língua na bochecha e quando eu perguntava dizia que não era nada, depois o Taemin veio me dizer um oi e parecia até que eu tinha virado Hitler!

— Vocês parecem namorados, Jimin. Já pensou sobre isso? – virei uma esquina e o puxei pela mão. – Não se perca.

— Não e não quero pensar. Prefiro não complicar as coisas. – deu de ombros e choramingou. – Taenie, você está apertando a minha mão!

— Desculpe. – afrouxei o aperto. – Acho que estou nervoso.

— Oh. – Jimin acariciou meu pulso e sorriu até que seus olhos fossem dois risquinhos. – Tudo bem estar nervoso, sério. Mas, não se preocupe. Suga parece intimidador, mas depois que você o conhece melhor... Ah, ele continua sendo.

Jimin pareceu confuso e Taehyung rolou os olhos.
 

 

 

Namjoon apenas sacudiu a mão negando a oferta de Yoongi, o mais baixo rolou os olhos e ascendeu o cigarro que mantinha preso entre os lábios, tragando forte, inclinando a cabeça para trás como se assim a nicotina chegasse mais rápido onde deveria chegar.

Encarou o relógio com pulseira de couro negro que estava preso ao pulso magro e pálido, estalou a língua e afastou o cigarro para soprar a fumaça.

— Jungkook me disse que o garoto é bonito. Ele o viu em uma foto.

— Fotos mentem. – Yoongi disse e Namjoon apoiou o cotovelo sobre o mogno da mesa pesada que estava diante de si. – Estou de ressaca e sem um pingo de paciência para isso, Rapmon, não dá pra mandar outra pessoa?

— Não. Você foi quem ele contatou, é você que vai até ele. – disse simples e nem ligou para a careta do outro. – Estava com Hoseok?

— Talvez. – o moreno sorriu e tragou o cigarro outra vez.

— Achei que tinham terminado. De novo.

— Como é que vamos terminar algo que nunca começou? – ele franziu as sobrancelhas e soprou a fumaça. – Cadê o Jin?

— O quê tem eu?

Yoongi se assustou com a chegada de Jin. Quase derrubou o cigarro e isso fez Namjoon rir. Jin sempre teria essa mania de chegar de repente, de vez em quando ele conseguia até camuflar sua presença. Entretanto, Namjoon sempre saberia se ele estivesse por perto, ele o sentia.

— Confessa que você fica esperando ser citado para aparecer assim.

— Nunca. – Jin deu a volta na mesa e Namjoon afastou a cadeira para recebê-lo em seu colo, sobre sua coxa direta. Um beijo carinhoso foi trocado e Yoongi desviou os olhos fazendo careta. – Tenho boas noticias.

— E quais são? – abraçou o marido com os dois braços, quase ronronando como um gatinho ao sentir a caricia dos dedos de Jin em seu cabelo.

— Puta merda, eu vou embora. – Yoongi apagou o cigarro dentro do cinzeiro de vidro no canto da mesa.

— Yoongi, escuta. – Jin o chamou. – Nós conseguimos. – a voz dele quase falhou.

— Oh, você 'tá falando sério?! – Rapmon o virou para si e acreditou no momento em que viu os olhos marejados de Jin. – Jin!

— Podemos buscá-la daqui um mês. – o mais velho assentiu e Namjoon não se conteve, o beijou cheio de paixão.

— Graças a Deus! Eu te disse que íamos conseguir, eu disse!

— Ligaram assim que você saiu. Eu tive de vir de taxi, não conseguia dirigir. Estou tremendo. – mostrou as mãos e Yoongi sorriu de lado.

— Parabéns. Tenho certeza que essa criança vai ser a mais feliz, terá os melhores pais. – murmurou. Ele não era do tipo que faz elogios e essas coisas, mas o casal entendia e sorriu para ele.

— Obrigado, titio Yoongi. – Jin brincou e riu. A risada dele era extremamente estranha, mas Namjoon a achava linda. E isso bastava.

 

 

Jimin não ficou e Tae achou melhor assim. Não queria passar a impressão de dependente do amigo mesmo que não tivesse ideia do que realmente estava fazendo naquele café extremamente caro, satisfeito com um expresso pequeno que custou seus últimos trocados e tamborilando os dedos no tampo de vidro da mesa.

Escolheu uma quase escondida, longe das altas janelas de vidro e do movimento de pessoas que passava para lá e para cá. Um atendente o encarou curioso. Taehyung tinha a sensação de que todas as pessoas ali sabiam que ele estava prestes a se tornar um acompanhante de luxo e por isso o olhavam cheios de julgamentos.

Deveria ter escolhido um moletom com capuz, ter colocado óculos escuros e quem sabe até uma mascara cirúrgica, mas não! Lá estava ele exposto.

Eram quinze minutos a mais que o combinado quando o barulho do sinal da porta o fez quase se encolher até se tornar ridículo. Tae olhou e viu um homem olhando ao redor, ele era baixo e vestia jeans preto, coturnos pretos e uma jaqueta de couro preta sobre um cardigâ também preto. Chegou a acreditar que o cara estava vindo de um velório ou algo assim, mas perdeu totalmente o raciocínio quando o homem colocou os olhos nele. O cara ergueu a mão e puxou para baixo a máscara cirúrgica preta que usava, a língua passou lentamente pelo lábio inferior. Úmida e rosada.

Tae engoliu a saliva e ajeitou a postura enquanto o homem se aproximava, puxava a cadeira frente à dele e se sentava.

Ficaram em silêncio por quase dois minutos.

Yoongi nunca assumiria, mas o garoto era realmente muito bonito.

Ombros largos, pele amorenada, olhos grandes e expressivos... E os lábios.

Lábios grandes, cheios e gostosos para caralho.

Quando Yoongi pegou o cardápio simples e encadernado sem dizer uma única palavra, Taehyung quis dizer alguma coisa, qualquer coisa mesmo! Quem sabe, simples e indolor "boa tarde", mas era como se a sua voz tivesse sumido para bem longe, então ele observou quieto as mãos pálidas do homem, as veias azuladas saltadas pela pele que parecia sensível, as unhas cortadas e muito limpas, os dois anéis prateados e grossos ao redor do polegar e do dedo médio.

Ele notou que suas mãos eram enormes perto das mãos do cara, mas as dele ainda eram maiores que as mãozinhas fofas de Jimin.

— Você parece realmente assustado.

Tae reconheceu a voz arrastada e grossa que escutou por telefone.

— E-eu não estou. – tentou sorrir, mas não deu muito certo.

Uma garota se aproximou para notar o pedido e o mais alto ajeitou os ombros enquanto o outro pedia por um americano.

— O meu nome é Suga. – Yoongi apoiou os cotovelos à mesa e o queixo sobre os dedos entrelaçados.

— Suga? – estranhou, não era um nome que já tivesse ouvido.

— O que você faz? Tem um emprego?

— Tinha até ontem. – Taehyung não queria, ele juraria isso para qualquer um, mas a boca de Suga era pequena e bonita, o lábio superior se encolhia em um bico quando as palavras eram pronunciadas. Poderia dizer que era fofo, mas tudo ao redor do homem diante dele estava longe de merecer esse detalhe. – Por isso liguei...

— Jimin nunca indicou ninguém. Ele é um dos melhores garotos na Bangtan, eu confio totalmente nele e apenas por isso pedi que viesse. – Suga outra vez empurrou a língua rosada através dos lábios e arqueou uma das sobrancelhas. – Eu perdi as contas de quantos garotos nos fizeram investir alguma coisa e simplesmente no dia seguinte não conseguiam lidar com isso. Você sabe o que vai ter de fazer, certo? – Tae assentiu. – Você é hétero? – a pergunta chegou ao mais novo e ele ficou constrangido, para Yoongi foi quase engraçado segurar a curiosidade.

— Não.

— Você é virgem? – ele negou e abaixou os olhos. Estava com vergonha. – Erga a cabeça, garoto. – o tom autoritário fez Tae obedecer sem ao menos notar. – Sempre mantenha a sua cabeça erguida. Você vai precisar disso nesse meio. – a garota trouxe o café, o gelo cintilava dentro do copo de plástico transparente. Yoongi agradeceu de uma forma quase doce e ela se afastou depois de suspirar por ele. – Você é passivo?

Yoongi encaixou o canudo azul entre os lábios e sugou devagar, mantinha os olhos escuros e um pouco estrábicos focados no outro. Tae lambeu os próprios lábios e gaguejou antes de responder.

— Posso ser. Eu não me apago a isso.

— Então, você se apaga ao prazer, apenas. – inclinando o corpo para frente, Suga encostou a ponta do coturno na perna de Taehyung, moveu minimamente como se fosse algo natural, a língua esfregou o lábio inferior antes de sugar mais um pouco do café pelo canudo. – Isso é bom.

— E-eu não vou ser como o Jimin... Eu não vou... Não vou... Dormir com...

— Você não vai foder com ninguém? – Tae sentiu o rosto esquentar e assentiu uma vez. – Você acha que sentar com um cara e receber dinheiro pra ouvi-lo reclamar da esposa relaxada ou um marido abusivo te faz menos puto que o Jimin já que ele dá a um cara mais do que um ombro amigo.

Taehyung não queria responder, mas era verdade. Bem, ele sabia que o pensamento era preconceituoso e egoísta, entretanto não sabia como mudar isso. Jimin, apesar de tudo, nunca esteve desesperado para sustentar uma avó e um irmão mais novo, para manter a faculdade ou a dignidade. Jimin fazia porque gostava e ele nunca negou sobre isso.

O Kim acreditava – e precisava acreditar – que para si era diferente.

Sentiu os olhos arderem outra vez, a garganta secou e o estômago roncou alto para completar sua situação ridícula ali. Suga se vestia bem, tinha a pele bem cuidada, unhas feitas e cheirava a cigarro e qualquer perfume importado. Taehyung poderia cozinhar uma refeição inteira com a gordura impregnada em sua pele graças às horas no trabalho, contou que só possuía cinco cuecas antes de sair de casa, cheirava ao hidratante velho da avó.

Então, ele teve inveja.

E ele também teve vontade de ir embora e desistir de novo.

— Você é como o Jimin? – a voz saiu mais rouca que o normal, embargada.

— Antes eu era. – Suga coçou o queixo por baixo da máscara pendurada ali. – Você é bonito, garoto. Eu conheço alguém que vai gostar de você. – sorriu um pouquinho, repuxando o canto dos lábios. – Sabe o que eu disse a Jimin quando ele chegou até nós discursando sobre apenas entreter as pessoas com conversas e etc.? – Tae negou. – Vou dizer o mesmo a você, Taehyung: você pode ter o que quiser, mas para ter precisa buscar isso. Diz-me, o que você quer? Por que nos procurou? É uma história triste?

— Eu moro com a minha avó e meu irmão mais novo, ela recebe uma pensão pequena e eu preciso mantê-los...

— Hm, bastante altruísta. – Yoongi empurrou a língua contra a bochecha e tombou a cabeça para o lado. – E você?

— Eu?

— O que você quer? Se começar e continuar como Melon, eu tenho certeza que vai conseguir manter sua família sem apertos... Uma escola boa para o seu irmão, um plano de saúde decente para a sua avó... Mas, o que quer para si, Taehyung?

— É o suficiente. Eu só preciso mantê-los bem.

— Eu não consigo acreditar que isso seja verdade, os seus olhos te entregam sabia? – Yoongi sorriu outra vez e o pé atrevido acarinhou a panturrilha de Tae por baixo da mesa. – Você parece ambicioso, garoto. – mordeu o lábio e soltou devagar. – Você tem certeza que quer trabalhar para nós?

A pergunta de ouro foi feita e Yoongi – secretamente – torcia para que o garoto não desistisse. Havia algo... Havia qualquer coisa pairando sobre ele e parecia bom, parecia selvagem, parecia apetitoso. Taehyung engoliu a saliva como se fosse ácido, queria que o pé de Suga parasse de se mover para que pudesse refletir melhor, queria que ele parasse de morder o canudo e que seus lábios pequenos não fossem tão atraentes.

— Tenho.

— Bom. – ele sacou a carteira do bolso da jaqueta, ela era marrom e parecia cara. Yoongi puxou dela um cartão de créditos vermelho e o colocou sobre a mesa, arrastando-o pela mesa até Taehyung. – Amanhã Jimin vai te levar para... – ele moveu a cabeça. – Dar um jeito na sua aparência... Ele sabe a senha. Gaste quanto for necessário. – puxou notas altas de dinheiro e colocou sobre a mesa. – Coma alguma coisa, sua barriga parece um motor. – fez careta e Tae se envergonhou. – Sexta à noite vá com Jimin até a reunião e me procure, você precisa assinar um contrato...

— A minha família... Não pode saber. – quase murmurou.

— Não se preocupe, para isso damos um jeito. – Yoongi terminou de sugar o café e brincou com o gelo que restou no fundo do copo. – Ligue no número de antes caso precise. Agora, bem vindo a Bangtan Sonyeondan, Kim Taehyung.

Yoongi estendeu a mão e demorou um pouco até Tae fazer o mesmo, o contato dos dedos era quente quando não deveria ser. Apertaram os dedos e as palmas, Suga era tão pálido perto dele, mas a pele era tão macia.

Um celular tocou de forma abafada e o menor puxou a mão para pegá-lo no bolso e atender. Murmurou algo e olhou para fora, parecia procurar algo e Tae fez igual, mesmo não sabendo o que era. Havia um carro, um Sedan preto de vidros extremamente escuros, estacionado perto da calçada.

— Eu estou indo. – chamou a atenção do garoto já tendo desligado a ligação. Yoongi ficou de pé e puxou a máscara para cobrir o rosto. – Até sexta feira. – a voz abafada fez Tae apenas assentir.

— Até.

Ele observou Suga virar as costas e acompanhou até quando ele se aproximou do carro, abriu a porta e entreu. Tae respirou fundo como se estivesse sufocado até aquele momento, encostou a testa contra a mesa e encarou o cartão de crédito diante de si. Estava no nome de Min Yoongi. Estranhou, mas tinha coisas demais na cabeça para se ligar tanto a isso.

Lá fora, dentro do carro com o motor ligado, Yoongi colocou o cinto e tirou a máscara cirurgia de vez, uma mão grande e pesada acarinhou sua coxa e ele sorriu antes de encarar Hoseok.

— Você parece animado. – a voz dele era grave, um tanto anasalada e beirava a uma rouquidão sensual.

Yoongi lambeu os lábios e levou a mão até a de Hoseok, apertando sob a sua.

Eu estou.


Notas Finais


se você gostou, comenta!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...