História Cherry - TaeYoonSeok - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan, Bdsm, Bts, Hoseok, Jikook, Namjin, Políamor, Sope, Taegi, Taehyung, Taeyoonseok, Vhope, Yoongi, Yoonseok
Visualizações 107
Palavras 2.139
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, mais um capitulo!

PS: ESSE CAPITULO É +18!

Capítulo 3 - Três


A música continuava tocando através dos dois alto-falantes localizados um em cada canto do quarto de paredes pintadas de azul, exceto a que era composta por altas janelas de vidro blindado que davam vista para Ponte Seongsu. Luzes calibradas pela metade davam um ar mais noturno o ambiente, mesmo que ainda não passasse das seis e a vida noturna estaria prestes a começar pela cidade.

Hoseok girou outra vez o copo de vodca e o gelo tintilou pelo vidro, boiando sobre a bebida transparente e pura. Depois girou o cabo de madeira fina que tinha na outra mão, girou duas vezes e ergueu o braço, até onde o ombro permitia para descer rápido e assim fazendo o corpo de Yoongi se sobressaltar pela expectativa, pelo som do ar sendo cortado pelo couro.

A palmatória acertou o colchão, ao lado da coxa direita e ele ergueu os olhos para Hoseok. O rosto estava úmido pelo suor, o cabelo descolorido grudado pela testa e os olhos ainda lacrimejando nos cantinhos. O coração de Yoongi batia rápido, ele conseguia ouvi-lo de dentro, explodindo em seus ouvidos como um tambor fora do ritmo. Os pés se remexiam mesmo estando presos pelo cinto escuro, as mãos imóveis dentro das algemas de couro e veludo negro se contorciam para fazer o sangue circular, o tórax confinado pelas tiras do couro que enlaçavam ali, os ombros, os quadris e as coxas pálidas. A gag vermelha separava os lábios grossos, fazia escorrer pelo queixo um único fio de saliva que pingava nos lençóis carmim desarrumados pela cama. Os joelhos ossudos ardiam pela posição que estava há quase uma hora, mas seria mentira se dissesse que não queria estar exatamente como estava.

E para Hoseok, naquele momento, Yoongi era o filho da puta mais lindo do mundo.

— Eu permiti que olhasse nos meus olhos, gatinho? – a palmatória foi deixada de lado para que Hoseok afagasse as orelhas felpudas que estavam presas dentro do cabelo de Yoongi por presilhas. – Hm? – o outro negou e voltou a encarar os lençóis abaixo. – Hoje você está bastante obediente, o que aconteceu? Quer me agradar?

Hoseok enfiou a mão livre no bolso da calça de moletom e buscou pelo pequeno controle oval, o puxou para fora e os olhos de Yoongi piscaram forte quando ele apertou um dos dois botões e o vibrador dentro de si foi acionado, o gemido manhoso e abafado pela bola da gag quase foi mais alto que a música ao redor.

Suga queria gritar, queria conseguir esfregar o pau latejante contra os lençóis, queria poder deixar o orgasmo vir forte e então aliviar a pressão gostosa e torturante que sentia na virilha. Os pulsos se afastaram um pouco enquanto os quadris estreitos se remexiam pelo contato direito do vibrador na próstata pressionando e vibrando as paredes internas, pingando lubrificante entre as coxas pálidas enquanto as lágrimas outra vez se acumulavam nos cantos dos olhos.

— Você não vai gozar, certo? – a voz grave sussurrou próxima a orelha direita antes de a língua gelada adentrar ali e rodopiar firme, prendendo o lóbulo entre os dentes para puxar.

Yoongi negou uma vez e encolheu o corpo ao sentir a vodca gelada ser despejada entre suas nádegas, o gelo em contato com a pele dolorida, ardida e marcada pela palmatória esquecida. O álcool o fez gritar e afundar o rosto no colchão. A nádega esquerda exibia marcas que para Hoseok eram obra de arte. A palmatória batera ali doze vezes, os tapas viriam depois.

A pele delicada e pálida de Yoongi sempre era a melhor tela em branco.

Ele subiu na cama de joelhos, parando atrás do mais baixo, observando a bebida molhar o lençol sob eles, escorrer ao redor do anel dilatado que praticamente piscava com as vibrações do plug negro que combinava com o rabo felpudo enrolado ao lado do corpo de Yoongi. Um belo rabinho de gato.

Não estava diferente no quesito excitação.

O pau marcava o moletom cinza, pedia atenção e pedia pelo aperto gostoso do interior de Yoongi, mas poderia gozar só em assisti-lo se contorcer como estava fazendo. Hoseok abaixou a própria calça e agarrou-se pela base, deslizou a mão pela grossura dura, apertando as veias saltadas e quando chegou ao topo esfregou o polegar bela glande rosada, espalhando o pré-gozo que escapava aos montes.

Suga murmurou algo completamente confuso por ter a boca amordaçada, mas não era difícil saber que ele estava avisando que iria gozar. O tapa firme acertou a nádega menos marcada e o corpo pequeno arqueou para frente, um grito abafado e outro tapa que o fez arfar e perder o resto das forças para desabar sobre a cama e arrancar de Hoseok um riso de satisfação.

— Vou dar o que você quer, eu não sou tão mal assim.

Primeiro soltou os pés, se curvou para beijar e lamber lentamente as marcas que o couro deixou na pele. Fez o mesmo com os pulsos e mordeu-os mantendo os olhos castanhos na nuca suada do mais baixo, virou o corpo do outro para si e puxou pelas coxas, puxou forte e num solavanco que fez Yoongi querer sorrir. Depois desatou a fivela da gag e jogou no chão.

Hope... – o tom de voz já rouco normalmente estava mais profundo, quase sôfrego. Yoongi lambeu os lábios inchados e mordiscou o inferior, tombando a cabeça para o lado, raspando as orelhinhas felpudas pelos lençóis. – Dentro, por favor.

— O que você quer dentro? – Hoseok curvou o corpo, brincando de enrolar o rabo de gato no antebraço, a mão livre masturbava o mastro devagar, numa massagem apertada e molhada. – Nem se eu apertar a minha mão desse jeito vai parecer o quanto é apertado dentro de você, Suga.

— Eu quero o seu pau dentro de mim. Aqui. – a mão trêmula deslizou até entre as pernas, apertando as bolas inchadas, mas sem tocar no pau rosado que implorava por alivio. – Aqui. – puxou para fora de si o vibrador, gemendo e mantendo os olhos em Hoseok enquanto o objeto molhado e azul claro deslizava para fora. Foi atirado para longe e continuou a vibrar.

Hoseok sorriu ladino e se curvou mais para enfiar dois dedos na boca de Yoongi, ele os sugou e lambeu devagar. Teve as coxas grosseiramente afastadas e olhou para baixo, para espiar quando o pau de Hoseok foi encaixado em sua entrada e ele empurrou os quadris de uma vez para frente, arrastando-o pela cama e o fazendo arquejar pela penetração forte.

Yoongi mal teve tempo de lidar com isso porque os quadris de Hoseok eram incríveis e nunca paravam, batiam contra ele forte e rápido, giravam devagar enquanto o pau era engolido pelas paredes apertadas e batiam fundo, parecia procurar alguma coisa, cavando firme até que encontrou. Até que o mais baixo gritou engasgado com os dedos sendo pressionados para baixo da garganta e a próstata era surrada repetidas vezes. Não parava. Hoseok não parava, ele nem passava perto de perder o fôlego e ele gemia grave de olhos abertos e lábio inferior aprisionado entre os dentes. Gotas de suor escorriam do cabelo para o maxilar perfeito, pingavam sobre a barriga lisa de Yoongi ou deslizavam pelo próprio peito até a tatuagem que estava ali desde os dezoito anos. O sol que media um palmo, no lado direito do quadril, próximo à virilha onde poucos pelos ralos se espalhavam. Yoongi gostava de lambê-lo ali.

A outra mão grande, agarrada a cintura delgada, apertava e afundava os dedos na carne para puxá-lo contra si, para bater mais fundo e mais fundo. Os gemidos de Yoongi eram mais altos que a música agora, eram quase sufocados pelos dedos que mantinham os lábios abertos e faziam os olhos arderem. O prazer era tanto, chegava a ser doloroso, chegava a fazê-lo acreditar que Hoseok o quebraria em dois antes de terminar.

E, puta que pariu, era tão bom. Era a melhor sensação do mundo.

— Caralho, você é gostoso demais. – saiu como uma reclamação pelo tom raivoso, mas Yoongi sabia bem que o outro estava perdendo o controle. Ele queria que ele o perdesse. – Yoon-Yoongi! – ele contraiu-se e apertou ainda mais o pau de Hoseok dentro de si. – Filho de uma puta...

O sorriso ladino aumentou e os olhos se fecharam, a cama passou a bater contra a parede com força. E foda-se os vizinhos. Ele não ia parar até esporrar dentro do rabo apertado de Suga.

O mais alto retirou os dedos babados da boca do outro, puxou um fio grosso de saliva e quase gozou ao vê-lo engasgar e tossir, o rosto ainda mais corado e uma bagunça de lágrimas e saliva. A mão grande segurou o pescoço fino e empurrou contra o colchão, a outra segurou o pau negligenciado e bombeou com força, cuspiu sobre ele e espalhou para continuar a masturbação.

Yoongi arregalou os olhos e segurou o pulso da mão que o sufocava. O ar entrava os poucos, saia chiando e ele tremeu por inteiro quando o jato de sêmen atingiu seu peito. Quente. Arfou em um grito mudo pelo orgasmo. Os pés se contorceram e as entranhas se retorceram numa explosão de prazer em cada músculo do corpo.

Ainda assim, os quadris de Hoseok não paravam.

— Goza assim, gatinho. Porra, você tá estrangulando o meu pau... – parou de masturbar o pau do outro que praticamente tremia abaixo de si, lambeu o polegar coberto de porra e depois o ofereceu o indicador aos lábios trêmulos de Yoongi.

— Hoseok... – choramingou. A próstata ainda era o alvo das estocadas e ele não conseguia mais lidar com isso, ele sentia que ia se partir em mil pedacinhos. Sugou o dedo e soluçou quando as estocadas ficaram ainda mais frenéticas. – Ho... Pe!

— Puta merda!

Hoseok fechou os olhos e urrou enquanto sentia o orgasmo vir depressa, apertou mais a cintura fina do outro e gozou no fundo, deixando um sorriso branco se formar nos lábios e toda a tensão deixar seu corpo como se escorresse para fora.

As pernas quase perderam a firmeza, mas ele teve forças para segurar os quadris de Yoongi, se retirar devagar de dentro dele arrancando um gemido manhoso e observando a entrada dilatada, avermelhada e que logo deixou escorrer para fora o que ele gozou dentro pelas coxas suadas e para o lençol carmim.

Depois o observou todo, desde o pênis quase flácido, a barriga coberta de esperma e presa pelas tiras de couro que se cruzava em um xis no peito magro. Os mamilos cobertos por fitas negras em cruz e a coleira de veludo vermelho. As orelhinhas negras.

Yoongi conseguia ser lindo em qualquer cenário.

— Tudo bem? – sussurrou e se curvou para beijar o queixo suado, aspirando o cheiro do suor e sexo. O cheiro deles.

— Tudo ótimo. – respondeu e afagou o cabelo escuro de Hoseok.

— Deixe-me ver os pulsos. – Ergueu o rosto para observar os pulsos ossudos e pálidos que estavam marcados pelo couro das algemas, os beijou demoradamente e Yoongi não queria, mas seu coração quase se derreteu com isso. – Vou encher a banheira e depois do banho quero que fique.

— Não precisa, eu posso pedir que Namjoon me mande um carro...

— Eu quero que fique e durma comigo. – beijou outra vez o pulso e ergueu a cabeça para encarar Yoongi. O sorriso de Hoseok sempre seria seu ponto mais fraco. Isso era perigoso.

— Não encha a banheira com aquela merda de sabonete com cheiro de baunilha. Eu odeio essa droga.

— Você é tão ranzinza.

♦️

   

— O que te deixou de tão bom humor hoje?

Yoongi sequer abriu os olhos para responder. A água morna com cheiro cítrico de lavanda estava conseguindo arrancar as dores e ardências de cada parte do corpo. Até mesmo no lugar ainda tão dolorido pelo sexo de antes. Os dedos longos de Hoseok massageavam seus quadris sob a água, exatamente sobre a curva lombar que doía como um inferno e ele poderia jurar que nunca mais conseguiria andar sem mancar.

Ainda assim, ele faria outra vez.

— Jimin trouxe um garoto.

Hoseok, que encarava sem parar o outro lado da banheira, a porcelana lustrosa e as bolhas que a hidromassagem criava, apenas franziu as sobrancelhas e esperou.

— Ele é lindo, Hope. E eu conseguia sentir a ambição transbordando sobre o discurso medroso dele.

— Qual o nome dele?

— Taehyung. Eu gostei dele.

— O que ele tem de tão especial pra conseguir despertar algo assim em você?

— Hm. Ele é uma tela em branco... – tocou o pescoço de Hobi, arranhando com as unhas curtas. – É nós vamos pintá-lo.

O mais alto sorriu e capturou o lábio inferior do outro entre os seus.

— Ele ficará no Melon? – Yoongi assentiu. — Quando conseguir trazê-lo até Cherry, eu o quero sentado na minha coxa e você na outra.

— Por quê? – Yoongi ronronou para os beijos que recebia no pescoço

— Porque se você gostou dele, eu tenho certeza que vou gostar também.


Notas Finais


meu deus hoseok, pode me leitar também ashah.
estão gostando?
obrigado por ler!


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