História Cherry-Mint Gum - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Vocaloid
Personagens Gumi Megpoid, Luka Megurine
Tags Dlc, Luka X Gumi, Lumi, Lumiiiii, Sério Isso É Mt Dlç, Shipp Luminoso
Visualizações 35
Palavras 3.064
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Hentai, Lemon, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


A gente alcançou 19 favoritos >w< Nem to acreditando nisso (E não, não é pouco para uma fic Lumi)
Sem contar nos 5 comentários que eu recebi no capítulo anterior. Sério, muito obrigado.
Por enquanto estou conseguindo manter meu objetivo de um capítulo por semana, espero que eu consiga manter o ritmo.
Enfim.
Na capa, o momento em que Gumi acorda no meio da noite.
Espero que gostem do capítulo.

Capítulo 12 - Go With The Flow


Fanfic / Fanfiction Cherry-Mint Gum - Capítulo 12 - Go With The Flow

 “Ela disse: ‘Eu vou me jogar de cabeça’ ‘São só fotos no fim das contas’. Eu não posso fazer você ficar por perto, eu não posso te lavar da minha pele. O que aconteceu fora do retrato é o que estamos descartando, você não vai se lembrar de qualquer forma. Eu posso me deixar levar, não diga que isso não importa mais” Go With The Flow – Queen Of The Stone Age.

Uma garota que não consegue deixar o passado para trás, que insiste em me mostrar que eu nunca serei tão grande quanto Miku em seu coração. Essa foi a segunda Luka que me decepcionou. Após estacionar o carro de Luka, nós descemos e fomos ao elevador. Eu queria perguntar como ela me encontrou, mas ela me colocou contra a parede antes que eu pudesse abrir a boca e me beijou como se sua vida dependesse disso. Foram mordidas, chupões, arranhões deixados pelas suas unhas em minha pele, Luka me consumia como se eu fosse uma droga, como se estivesse viciada. Essa sensação me deixava extremamente amargurada, mas eu não podia controlar se sentia ou não prazer com o seu toque, eu tinha esperanças de que agora, depois de dois meses, seus sentimentos por mim tenham evoluído um pouco.

-Como você e Lily nos encontraram? - Perguntei em meio aos beijos e inconscientemente minha voz soou como um gemido.

-Eu estava te seguindo o tempo todo. - Ela me trouxe para mais um beijo, agarrando minha nuca com força e só completando sua fala ao separarmos o mesmo. - Eu não ia te deixar sozinha com ela…

A porta do elevador abriu e ela me arrastou pelos corredores, deixando cada vez mais marcas no meu corpo. Ela rasgou minha roupa, e buscou minha pele com toda a sua ferocidade. Eu não estava assustada, mas fiquei surpresa em ver um comportamento tão agressivo vindo da parte dela. Entramos em casa e ela me levou para o quarto no colo, me jogando na cama enquanto tirava suas roupas impacientemente, eu não tinha forças para reagir à suas investidas, então apenas me deixei devorar pela sua fúria. Deixei ela acalmar o seu coração com o meu corpo. Ou ao menos pretendia fazê-lo, antes da Megurine soltar aquela frase…

-Você queria beijar Rin naquele momento, certo? Queria sentir o gosto de outra garota! - E apenas essas palavras foram suficientes para que eu a estapeasse na cara.

Eu inverti nossas posições e a pressionei contra a cama, Luka me encarou confusa e eu me aproveitei disso para assumir o comando. Massageei seus seios e mordi seus mamilos, a penetrei com dois dedos e a fiz gemer como nunca havia feito. Quer ser agressiva? Muito bem, então eu retribuirei esse seu desejo. Não foi difícil fazê-la chegar ao orgasmo, uma vez que ela estava surpresa demais com minhas ações. Ao ver os seus espasmos finais eu sorri satisfeita e me sentei ao seu lado, meu corpo estava doendo.

-Eu te amo, sua idiota. Não quero beijar ninguém que não seja você! Entendeu? - Eu coloquei o polegar dentro de sua boca e segurei sua bochecha. Ela assentiu ofegante, e eu sorri, antes de beijá-la novamente, um beijo demorado, que chegou a deixar um fio de saliva entre nossas línguas.

Após aquilo eu deitei do seu lado, colocando minha perna por cima da dela e abraçando seu corpo como se fosse meu bem mais precioso… e de fato, era. Ela nos cobriu e passou seu braço por baixo da minha cabeça, cheirando meu cabelo e sorrindo antes de me dar um selinho simples. Mas eu já havia aprendido a ler os olhos dela. Os sorrisos de Luka, quando sinceros, me faziam perder meu chão. Ela estava feliz, mas algo a incomodava e esse incomodo me dava medo, se fossem saudades de Miku ou a sensação de que eu não sou suficiente isso significaria que eu não tinha evoluído de distração para namorada.

Eu dormi pensando nisso, mas as dores no meu corpo me acordaram e eu notei que estava sozinha na cama de casal, o lado de Luka estava frio como gelo e a luz da cozinha, ligada. Me enrolei no lençol e caminhei com ele até a porta, apenas para espiar, vendo Luka sentada na mesa, de roupão de banho. Havia um cigarro entre os dedos de sua mão esquerda e, na direita, uma garrafa de alguma bebida forte. Ela parecia ler algum tipo de livro e eu demorei a perceber que se tratava do álbum de fotos que ela guardava no quarto de hóspedes… o álbum de quando ela e Miku estavam juntas. Eu escorreguei pela parede e caí de joelhos perante aquela visão, as lágrimas imitaram o meu movimento e jorraram dos meus olhos inconscientemente, mas reuni minhas forças para me levantar.

Eu fui até o armário e peguei algumas roupas, me vesti com pressa e saí do quarto. Luka se assustou ao me ver, mas estava bêbada demais para conseguir falar alguma coisa. Ela tentou me parar enquanto eu saia pela porta, mas acabou falhando e caindo, quebrando a garrava de vidro e me encarando sem conseguir se levantar. Eu bati a porta com toda a minha força, e foi quando tranquei a mesma, no corredor, que eu me arrependi. Eu não poderia fugir para a casa de Len e Rin, não depois do que houve ontem… também não me sentia confiante para ir até Meiko e Kaito e muito menos para ficar segurando vela com o berinjela e Haku. Eu não tinha para onde ir… evitei depender de Luka por tanto tempo e ainda assim, eu acabei tornando a casa da chiclete de cereja, o meu lar.

Sem alternativas, eu desci as escadas com pressa, não queria pegar o elevador, precisava caminhar um pouco, sentir o vento sobre a minha face. Pensar se tudo o que eu estava vivendo valia mesmo a pena. Chorar um pouco. Eu precisava chorar. Tinha sorrido demais ultimamente e guardado para mim, muito do que me incomodava. Precisava colocar isso para fora. Coloquei meu capuz antes de passar pelo portão do prédio e ao ouvi-lo trancar, eu andei apressadamente pela calçada. Ela disse que ia se jogar de cabeça! Disse que eram só fotos no fim das contas, mas eu não consegui fazê-la minha. Mesmo depois de dois meses de puro êxtase, pura felicidade, sem brigas ou tristezas, dois meses intensos e que, com certeza foram os melhores da minha vida, eu ainda não havia superado a garota de cabelos azuis.

E agora eu a amava, tinha me entregue completamente a ela. Já era tarde demais para lavá-la da minha pele. Porque ela continua presa aquilo? Porque ela só consegue pensar naquela garota? Luka tem consciência de que está se impedindo de viver o presente? Ou ela está ciente de tudo e não se importa em descartar o que está acontecendo fora daquela merda de retrato? Claro, eu sou insignificante para ela se comparada com Miku, se a Hatsune acordasse, ela sem sombra de dúvidas correria para seus braços e me esqueceria.

Eu repeti esse pensamento durante horas de caminhada, até chegar em um parque deserto. Meus sentimentos explodiram naquele instante, eu não sabia se sentia raiva ou tristeza, se gritava ou se chorava, mas foi naquele pequeno parque que eu coloquei tudo para fora. A raiva e a tristeza, o grito e o choro. Eu caí sobre os meus joelhos e chorei como se fosse uma criança que havia caído do balanço, que havia acordado para a realidade ao atingir o chão subitamente. Fiquei lá por horas, os carros que raramente passavam por perto eram a minha plateia e as luzes da cidade noturna, os holofotes, para o momento em que eu me dei conta, de que eu havia mentido para mim mesma. Eu queria que Luka fosse a minha metade, criei expectativas e me decepcionei, é sempre assim. Eu quero alguém por quem eu morreria, para fazer minha vida valer a pena.

Sempre que eu percebia que a pessoa com quem estava não era minha alma gêmea, eu procurava uma nova enganação. Uma nova mentira. Mas ninguém era capaz de me dar o que eu preciso, ninguém é a minha metade. A vida sempre nos decepciona e eu sabia isso melhor do que ninguém quando me tornei sua namorada, e ainda assim, eu acreditei que ela era minha. Eu já estava caída no chão quando senti a aproximação repentina de alguém. Eu fechei os meus olhos e implorei para que fosse ela, com seus cabelos rosados e seu olhar penetrante. Mas no fundo eu sabia que essa expectativa também seria derrubada pela realidade. E assim como o previsto, uma voz que não era a dela me chamou.

-Gumi?! - Encarei de relance os cabelos rosados e arregalei os olhos por um instante, mas logo percebi que não se tratava de Luka e sim da pior de todas as pessoas: Yuuma.

-Saia daqui. - Eu o empurrei quando ele tentou me ajudar a levantar. - Eu não quero a sua ajuda.

-Acalme-se Chiclete, você não ama ela, você me ama… isso é tudo…

-CALA A BOCA! - Gritei, empurrando-o novamente, mas ele segurou meu pulso com força. - ME LARGA!

-Não! Você vem comigo! - Seu tom autoritário me assustou, era a face dele que eu temia e que há muito eu não via. Ah, esse olhar sádico, Yuuma nunca lidou bem com ciúmes. Talvez seja ele o motivo de eu não sentir medo de Luka, uma vez que sua agressividade não chegava aos pés do rosado.

-EU NÃO QUERO! ME LARGA! - Eu gritei novamente, não queria vê-lo, não queria ver ninguém.

-Porque você faz isso comigo Gumi? Fingindo que ama ela dessa forma… eu já sofri demais! - Ele disse irritado, me puxando para perto dele e tentando me beijar à força. - Já é hora de admitir que me ama e acabar com esse jogo de uma vez por todas!

Eu tentava me afastar enquanto ele tentava se aproximar, mas o ato todo foi interrompido por uma garota estranha, que ao chegar perto o suficiente, chutou o “ponto fraco” de Yuuma, fazendo-o me largar e cair de joelhos no chão. Seus cabelos eram longos e descoloridos, e eu concluí que nunca a tinha visto, uma vez que ela não me era nem um pouco familiar. Seus olhos azuis me encararam por alguns minutos antes dela falar alguma coisa.

-Vem. - Foi o que disse, segurando minha mão e me levando na direção de onde tinha vindo. Onde um carro a esperava.

Ela abriu para mim a porta do carona e esperou que eu entrasse, e eu o fiz, não era louca de ficar sozinha com Yuuma em uma praça como aquela. Confiei cegamente em minha salvadora, que ao assumir o volante, dirigiu silenciosamente pela cidade. Eu pensei em falar alguma coisa, mas não estava no clima para conversas, encostei minha cabeça no vidro da janela e apenas vi os prédios se moverem, mas foi apenas por alguns segundos, uma vez que quando o carro parou, nós não estávamos nem a dois quarteirões de distância da praça onde nos encontramos. Ela entrou com o carro no estacionamento do prédio em frente e me ajudou a descer, me levou de elevador para o seu apartamento e ao trancar a porta ela finalmente falou alguma coisa.

-Você está bem? Quer um chá para se acalmar, ou algo assim? - Ela caminhou para a cozinha e começou a fazer o chá mesmo sem ouvir minha resposta.

-Eu… - Me perguntava se não estava me aproveitando demais de sua bondade pedindo para dormir lá, eu não me importaria em buscar refúgio com essa estranha. Digamos que a primeira impressão que tive dela foi a melhor possível. - Posso passar a noite aqui?

-Claro que pode. É perigoso demais ir sozinha para casa a pé tão tarde. Pode aparecer outro homem como aquele… - Ela comentou preocupada e eu teria rido se não estivesse totalmente quebrada por dentro. - Eu não posso te levar para a sua casa hoje, mas amanhã de manhã eu posso te deixar lá.

-Não precisa… eu posso ligar para minha namorada me buscar. - Isso é. Se eu tiver coragem…

-Ah… - Ela pareceu surpresa e eu a encarei confusa. - Ah, não é nada. Eu só não esperava que você também fosse lésbica.

-Bi na verdade. - Eu a corrigi, mas quando pensei um pouco não sabia se era realmente. - Ou hétero, ou lésbica… eu não sei. A pessoa que eu mais amei na minha vida é uma garota, mas também é a única garota pela qual eu me apaixonei…

-Não tem problema, você não precisa de um rótulo. - Ela disse tranquilamente. - Não é como se o amor seguisse um padrão, nós não escolhemos quem amar e muito menos o sexo deles.

-Acho que tem razão. - Eu não sei se queria pensar sobre o assunto, então apenas aceitei o que ela disse. Lembrando que nem sequer sabia o seu nome. - Ah, meu nome é Gumi.

-Prazer, eu sou Ia. - “Ia” sorriu, trazendo o chá que havia feito para nós duas. - E então, “Gumi”? O que você quer? Conversar, chorar, desabafar ou apenas um refúgio?

-Como assim? - Perguntei confusa.

-Você estava chorando, mas não parecia ser por causa do que aquele idiota estava tentando fazer. E agora você falou de sua namorada com tanta tristeza no rosto... saiba que eu sou ótima em ouvir as pessoas. - Comentou com um sorriso que eu diria ser bem confiante.

-Ótima em notar detalhes também, aparentemente. - Eu disse mais como uma ofensa do que como um elogio, mas ela não interpretou dessa forma.

-E então?

No fim eu acabei contando tudo a ela, claro que não lhe dei detalhes, acho que nem sequer citei o nome de Luka, mas eu coloquei tudo o que me segurava para fora, tudo sobre minhas expectativas e sobre como elas foram esmagadas. E a ouvinte realmente cumpriu com seu papel, ouvindo atenciosamente e me consolando com tapinhas nas costas e afagos na cabeça. Acabei por me recuperar e fiquei tão constrangida por ter revelado tanto de mim para uma estranha, que acabei obrigando-a a me contar sobre ela.
Descobri que ela se descobriu lésbica bem nova, e que sua primeira namorada a abandonou depois de um único mês. Depois disso ela entrou em depressão, sua vida se tornou um inferno e ela sofreu em se recuperar.

Quando finalmente logrou, ela voltou a viver de verdade. Terminou a faculdade e arranjou um bom emprego. Teve vários relacionamentos com diversas garotas desde então, foi traída em alguns e usada em outros, alguns poucos deram certo, e ela ainda mantinha contato com suas antigas parceiras até hoje. Isso realmente me impressionou, além de me dar um pouco de esperanças. Esclareceu o fato de que terminar com Luka não significava o fim do mundo, talvez apenas um novo começo.

Após aquilo nós colocamos um filme para assistir na televisão, mas dormimos tão rápido que acabou sendo só uma influência para os nossos sonhos.
Quando acordamos de manhã, já havia passado de meio-dia e eu me desesperei, uma vez que Luka enlouqueceria de ciúmes se soubesse que eu passei a noite na casa de uma garota lésbica, mas me acalmei ao lembrar do quão bêbada ela estava quando eu saí, provavelmente não acordaria tão cedo. Me acalmei mais ainda quando isso foi confirmado quando eu liguei para ela e a mesma não atendeu, apesar de que me deixou angustiada.

-E então? - Perguntou Ia, ela estava prestes a sair.

-Acho que eu vou aceitar a carona. - Guardei o celular e caminhei até ela com um sorriso torto.

-Não acredito que ela não vem te buscar… - Seu olhar demonstrou dor e isso só aumentou a minha.

-Ela não atendeu o celular. - Comentei, tristonha. Ia me puxou para perto dela e me deu um abraço reconfortante.

-Vem, vamos dar uma lição nessa garota. - Ela disse antes de me guiar até o elevador.

Nós pegamos o carro e eu ditei o caminho. Surpreendentemente, eu me diverti bastante enquanto dávamos voltas desnecessárias nos quarteirões da cidade. A garota de cabelos brancos foi uma boa forma de esquecer o que havia feito meu coração se partir, o pouco tempo que eu passei com ela foi o suficiente para me fazer sentir como se já a conhecesse há anos e isso nos poupou da parte da amizade na qual você não sabe se pode ou não chamar a pessoa de amigo. Provavelmente isso se dá ao fato de que eu lhe resumi os três últimos anos da minha vida no dia anterior e ela os seus, por tanto nós nos conhecíamos de certa forma, mas a diversão chegou ao fim quando chegamos ao prédio de Luka. Eu desci do carro e suspirei antes de atravessar o portão e notar que Ia estava vindo atrás de mim.

-O que está fazendo? - Perguntei assustada. Se Luka nos visse eu duvido que conseguiria acalmá-la apenas com beijos…

-Eu não disse? - Perguntou. - Vamos dar uma lição nessa garota.

-Ah… não, não, não! - Neguei rapidamente.

-Sim, sim, sim! - Ela me contradisse e eu apenas suspirei, não havia o que fazer. - Vamos...

Ia parou repentinamente de falar, seu corpo congelou e sua expressão se tornou de puro pânico. Eu me virei esperando ver uma Luka furiosa, mas não foi o que eu encontrei, a chiclete de cereja estava lá sim, mas nem tinha notado nossa presença, ela estava ocupada abraçando alguém com longos cabelos azuis. O meu coração falhou uma batida e eu entrei em pânico, ela realmente correu para os braços de Miku? A dor foi tão forte, que eu tombei de joelhos no chão e nem consegui perceber que o dono dos cabelos azuis era alto demais para ser a garota das fotos.

Uma garota que não consegue deixar o passado para trás, que insiste em me mostrar que eu nunca serei tão grande quanto Miku em seu coração. Essa foi a segunda Luka que me decepcionou.

“Amando e deixando de amar. Algo tão doce para jogar fora. Eu quero algo bom para se morrer por ele. Para que transforme viver em algo maravilhoso. Eu quero uma nova enganação. Perder é mais do que hesitar. Você acredita em sua mente?”


Notas Finais


Música citada: https://www.youtube.com/watch?v=xXSMwm9oxZY (coloquei o cover pq acho que combina mais :v)
Acho que é isso.
Até a próxima segunda <3
Que Lumi iLUMIne seus corações >w<

Bye~


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