História Chery: Who really am? - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Amigos, Amor, Chery, Família, Identidade, Jimim, Jungkook, Lobos, Mistério, Oculto, Opressões, Romance, Sangue, Taehyung, Terror, Vampiros, Vida, Você
Visualizações 7
Palavras 1.810
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá de novo!!! Eu estava TÃO ansiosa para postar esse cap que não aguentei e tô postando agora mesmo. Bjoca ( ˘ ³˘)♥
Espero que curtem.

Capítulo 2 - Ataque de persuasão.


Fanfic / Fanfiction Chery: Who really am? - Capítulo 2 - Ataque de persuasão.

Duas semanas se passaram, não ouve nada de interessante depois daquela foto deixada no meu armário, eu ainda me pegava se perguntando como tiraram aquela foto e por qual objetivo. Não era a melhor  coisa a se pensar já que eu não estava nem um pouco a fim de ir atrás e eu sabia também que só ficar pensando não ia resolver de forma alguma.

Posso lhes afirmarem que um dia diferenciado foi ontem pelo simples fato de ter que realizar trabalhos duros na escola, somos obrigados a decorar há escola para um evento que tem todo ano para os novatos, é algo parecido como um pedido de "bem vindos ao inferno". Eu não sei o motivo de me convocarem para fazer isso. Oque me deixa mais descontente é que mesmo a coordenadora sabendo que ninguém gosta da minha presença, a odiada ainda tem coragem de me obrigar a ir para esse evento idiota.

"–Vaza daqui garoto, idiota".

É, eu esqueci em dizer que tenho novos vizinhos. Ando até a janela que ficava para a janela da casa dos meus novo vizinhos, deste modo, me escondo rapidamente quando uma mulher passa por ela, verifico se ela ainda está por ali e quando vejo que não, volto para olhar na tentativa de entender oque está acontecendo (ou porque sou curiosa mesmo), passo a não mais olhar para dentro da casa e sim para a rua que me chama mais atenção em razão de ter um garoto de cabelos loiros olhando para mim, começo a sentir um pouco de medo porque ele não para de olhar ,porém, eu também contínuo a olhar para ele.

– Vai logo! Você vai se atrasar! - Uma mulher surge na porta gritando com o garoto de cabelos grisalhos gerando a retirada de seus olhos para mim. Ele segue de cabeça baixa para seu rumo quando quase tenho um ataque cardíaco. 

É impressão minha ou ela tem os olhos vermelhos?

Entro para dentro rapidamente fechando a janela com muito medo, pego minha mochila de cima da cama, tranco tudo e disparo para o colégio. O caminho todo eu não parava de olhar para trás, eu estava com muito medo.

Nunca tinha visto algo parecido.

**

Chego na frente da escola me deparando com uma quantidade relativa de alunos na escola oque me assusta por motivo de sempre eu ser a primeira a chegar; desvio por várias pessoas, tento não fazer contato visual mas era impossível não ouvir os apelidos idiotas, os comentários ofensivos. Eu não me importava com a maioria deles, mas tinha alguns que era impossível não sentir um aperto no coração. 

Solto um suspiro de alívio quando, em fim, sento no meu lugar, não notava ninguém na sala porque todos estavam no pátio ajudando na ornamentação da escola oque me deixava mais livre daquelas pessoas tóxicas por um instante. 

Lembro que me disseram uma vez que se eu não lembrasse da dor, se eu me distraísse com outras coisas, eu poderia esquecer aquele momento ruim que eu estava passando. Eu nunca pus isso em prática porque só alguém que já passou por uma dor terrível entende que distração nenhuma para com aquilo. Eu nem sei como cheguei até aqui para ser franca. 

– Colega, poderia ir nos ajudar? 

Levanto minha cabeça para olhar em direção a quem me fez assa pergunta e me pergunto de imediato o porque dela vim falar comigo sabendo de tudo que vem me causando.

– Como disse? - Só pergunto para ter certeza que a pergunta foi para mim e vejo a garota bater o pé impaciente no chão, como uma boa e mimada que ela é.

– Se vossa realeza pode nos ajudar a terminar de nos ajudar a ornamentar o colégio. 

– Por que precisariam da minha ajuda? - Finjo demência oque ocasiona mais impaciência na garota.

– Talvez porque não tem gente suficiente para nos ajudar?! - Ela fala em um tom mais alto mostrando oque já estava mais óbvio.

– Talvez fosse melhor eu ficar aqui. Eu não vou, vocês não precisam da minha ajuda, peçam para outra pessoa. 

Ninguém precisou por que precisariam agora?! É estranho se pensar dessa forma, algo me dizia que o certo era ficar na sala de aula.

Ela é uma das pessoas que menos merecem minha ajuda, ela é um monte de gente dessa droga de escola. Cloé bufa de raiva me dando as costas saindo pisando fundo no chão, mas quando penso que ela realmente havia ido embora, ela volta caminhando lentamente.

– Sabe, olhando por esse lado eu considero que sou uma pessoa que pegou pesado com você depois do que ouve com sua tia e devo dizer que até acreditava que você poderia me perdoar algum dia, porém, isso é impossível, né?! Mas eu também devo falar que algo de ruim vai acontecer com você logo logo, e não sei se vai aguentar como aguentou a morte da sua tia. - A garota de cabelos ruivos me encara com olhos sombrios me sensibilizando com aquela conversa incompreensível, ela me olha sem dizer nada por uns segundos quando vejo-a balança a cabeça como se tivesse voltado a ter os sentidos de voltaimperceptível e sai correndo sem me dar explicação nenhuma. Levanto para ir atrás dela esbarrando em algumas cadeiras, ao chegar fora da sala vejo apenas sua mão escorregando pelo corrimão, corro ficando no topo das escadas  presenciando um último olhar estranho de Cloé até que sua íris fiquem de outra cor fazendo eu dar passos para trás até sentir a parede atrás de mim, foi tudo lentamente, como se estivéssemos parado em câmera lenta, o meu susto, depois a queda brusca da Cloé nas escadas. Eu ainda tentei segura-la pelo braço, mas foi em vão. Foi questão de segundos para que ficasse cheio de alunos naquele local, seus olhares de julgamento me fizeram recuar, todos tinham em mente que eu fui a culpada  da sua queda nas escadas.

** 

E lá estava eu na coordenação respondendo várias perguntas de um conselheiro de turma, diga-se de passagem, ele tava mais para invertigador.

– Você está dizendo que antes dela cair nas escadas ela te chamou para ajudar na ornamentação do colégio, você negou e ela saiu, certo?

– Foi o que  eu disse várias vezes. - Eu estava morrendo de sono, aquele julgamento estava me deixando com uma baita dor de cabeça e já faz muito tempo que eu estava sentada naquela cadeira mudando várias vezes de posição. 

O conselheiro anotava em seu caderno, fazia as mesma perguntas e me olhava o tempo todo com desconfiança.

– Eu estou sendo acusada de alguma coisa? 

Ele me olha por breves segundos, retira os óculos e se ajeita na cadeira.

– Não, senhorita Chery. 

Levanto da cadeira pondo minha mochila nas costas. 

– Então, acho que o senhor já tirou todas dúvidas possíveis que tinha. 

Rodopio em cima dos meus calcanhares saindo da sala, mas antes que eu pudesse ir longe ele me chama. Reapareço na porta esperando oque ele tem a me dizer.

– Tome cuidado. - momentaneamente encaro suas orbes escuras até mesmo sentir um arrepio cortar minha espinha. 

Sem pensar duas vezes, rapidamente saio do colégio com estranhas sensações me cercando. Penso em ir para outro lugar ao invés de ficar em casa. Por está causa, vou pelo sentido contrário do meu destino. 

**

– Você é algum parente da vítima? 

– É-é eu sou só uma colega de classe.

Observo a enfermeira anotar algo na prancheta(oque ela sabem mais fazer), ela para de anotar, olha no relógio em seu pulso e olha para mim. 

– Tem 15:00 minutos, 2°andar, quarto 125, use luvas, protetores para os pés, touca e de preferência, máscara protetoras para o rosto. - Cansei só de ouvir.

Certos minutos se passaram e eu, neste instante, já me encontrava uma verdadeira enfermeira só faltava o jaleco, claro. Visualmente, encontro a porta 125, sinto uma sensação estranha me cercando a mesma que sentir durante o percurso de vinda para o hospital. 

Penso em dar meia volta pois algo me diz que tem alguma coisa de trás daquela porta e não é somente a Cloé que está lá. 

– Tudo bem, senhorita?

Eu realmente fiquei muito tempo encarado a porta branca, ficaria por muito mais tempo caso aquela mulher não aparecesse. 

Respiro fundo olhando para ela tirando minha máscara.

– Sim, eu só estava me perguntando se realmente vai ser a coisa certa a se fazer. 

A mulher arregala os olhos franzido o cenho.

– Pretende fazer alguma coisa com minha filha? 

Agora é minha vez de arregalar os olhos se assustando com sua suposição.

– Não! Jamais! Eu só quis dizer que... - Me pego sem oque falar. Eu nem sabia para que eu estava fazendo isso, talvez pelo motivo de se sentir efetivamente culpada, ou porque queria descobrir oque ela quis dizer com "algo ruim irá acontecer comigo", no entanto, oque mais pesava era saber que todos acreditam que sou culpada. – Eu só precisava ver como ela está.

A mãe da Cloé suspira tirando também sua máscara e seus óculos escuros, atento ao seus olhos inchados e fundos, até parecia que ela fazia aquilo com frequência. 

– Você parece ser uma pessoa boa e hoje em dia não é todos os dias que alguém como você aparece para visitar-la, mesmo que seja nesse momento trágico, mas fico feliz porque alguém parece está se importando de verdade com ela.

Eu queria dizer para ela que sua filha não era tão boa assim como ela pensa, ou inocente como ela acha que é; é uma pessoa horrível em personalidade  e machuca os outros para se sentir melhor mas... Mas era só olhar para ela que é imperceptível notar seu sofrimento e isso fazia com que eu desistisse.

**

Conversamos um pouco e depois entramos no quarto, tínhamos apenas 5:00 minutos até que acabe o horário de visita mas como Kristen é mãe e vai ficar no hospital com a filha, ou seja, eu é que só tenho 15:00 minutos, ao se aproximar mais de Cloé me surpreende a forma de como ela não tem nenhum aranhão em seu corpo, o jeito de como ela continua simplesmente lida, ela parece está em perfeito estado.

– Ela consegue se curar mais rápido do que pensei. - Ao olhar para Kristen, consequentemente caio no chão por conta do susto. Os olhos dela estavam vermelhos, os dentes enormes, é assustador.

– Oque você é?! 

Ela parece ofendida com minha pergunta e me olha com raiva, todavia, ela sorrir temível mostrando seus dentes terrivelmente assustadores.

– Sou o mesmo que você.

– Está falando de quê?!

Olho para minhas mãos, minhas unhas estavam doendo de mais, arregalo os os olhos quando vejo ela crescendo e sinto uma dor infernal. 

– Oque está acontecendo? - Falo em pratos por causa da dor que só aumenta desta maneira que minha unhas creciam e minhas mãos mudavam de forma. – Faz parar! - Grito com muita dor.

– Por que? Você ama quando isso acontece.

**




Notas Finais


E foi isso, pessoal (๑˙❥˙๑).
Espero que gostaram


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