História Chess Pieces - Byun BaekHyun - Capítulo 5


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Categorias EXO
Personagens Personagens Originais
Tags Baekhyun, Exo
Visualizações 90
Palavras 1.255
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Todd Domboski



 Park (S/n)☁

Andávamos rápido pela pressa do loiro falsificado, e o nanico maníaco. Minha vontade era de carregar a minha arma, e descarregar o pente de balas tudo no crânio desse nanico infeliz, mas isso custava a minha vida e a de meu irmão. 

Paramos em frente a uma porta vermelha,  enferrujada assim como todo o local. O loiro falsificado, conhecido por JongDae, levou sua destra a maçaneta, rodando-a e assim abriu a porta, dando visão de um rapaz dos cabelos castanhos, estava de cabeça mexendo em alguns papeis, até ouvir o barulho da porta rangendo. E assim levantou seu olhar sobre nós.

- JunMyeon ?! - Perguntei inacreditada.

Chan: JunMyeon ? - Olhou-me confusa, por está atras de mim não viu o rapaz. - JunMyeon! - Arregalou o olhos.

JunMyeon: S/n ? ChanYeol ? - Levantou-se em um piscar de olhos, correndo em nossas direções, tomando meu corpo em um abraço.

Eu e Chan conhecia JunMyeon a anos, antes mesmo de nossos pais morrerem, ficamos juntos por onze anos, praticamente nos conhecemos quando mascemos.

Porém, com onze anos, JunMyeon foi obrigado por seus pais a se mudar de cidade, e desde aquela ápoca nós nunca mais nos encontramos. 

- Seu cretino! Onde andou todos estes tempos ? - Estapeei seu braço.

JongDae: Se conhecem ? 

- A não, estamo ensaiando para uma peça de teatro. - Ironizei sentindo um tapa em minha nuca, bastardo filha da puta. 

Chan:Por onde esteve todo estes anos, Kim JunMyeon ? - Suspirou fundo. ChanYeol passou quase um ano sentindo a falta do amigo, até superar com a morte de nossos pais.

JunMyeon:  Por favor, sentem-se! - Apontou para as cadeiras a frente de sua mesa, e nos sentamos. Ele tinha um grande sorriso em seu rosto, enquanto nós tínhamos um semblante sério. - Desculpe por... Nunca ter dado-lhes notícias, mas meus pais haviam cortado qualquer tipo de aparelho para nos comunicar, passei o restante dos anos em Hill of Souls, no início. Depois que meus pais morreram, me arrastaram para este lugar, onde eu aprendi a me virar sozinho. Construi um pequeno povoado, e com isso vivemos até hoje. - Suspirou.

Chan: Sinto muito. - Referiu-se a morte do Sr. e a Sra.Kim.

JunMyeon; E vocês, como passaram estes anos todos ? O que fazem aqui ? - Sorriu. Nos entreolhamos.

Chan:Depois que você foi embora, papai e mamãe morreram, não sabemos como, foi o que nos disseram. Nos mudamos para a casa de nossos tios paternos, onde lá aprendemos o que é o certo e o errado, o mal e o bem, passamos dificuldades com morte de nossos pais, mas conseguimos sobreviver. - Respirou fundo, soltando o ar pesado de seus pulmões.

Junmyeon: O céus! Eu sinto muito, não sabia que eles haviam falecido. - Apenas demos um sorriso ladino. - E o que fazem aqui ?

- Nos mudamos para o início de Hill of Souls, após sabermos sobre o mistério desta cidade, e depois da chuva de cinzas, queríamos saber mais sobre ela.

Chan: Há coisas muito estranhas aqui.

Junmyeon: Isso nao foi uma boa ideia! - Desesperou-se. - Quem entra aqui, não saí mais! Vocês tem que dar um jeito de ir embora, agora. - Levantou-se de sua mesa caminhando de um lado para o outro angustiado.

- Mas por que,JunMyeon ? - Levantei-me.

Chan: Viemos até aqui para nada ? Não vamos embora até descobrir o mistério dela. - Alterou-se.

Junmyeon: Porque essa cidade é perigosa, Park's! Por que acham que está cidade esta abandonada ? Por que acha que existe menos de trinta habitantes ? - Olhou-me profundamente. - Porque não querem que descubram o mistério!

Chan: A mas nos não vamos mesmo! Chegamos aqui e vamos continuar, com ou sem vocês, iremos prosseguir!

Junmyeon; Sentem-se  - Pediu, mas não obedecemos. - Sentem-se! - Gritou. 

Junmyeon: Foi em 14 de fevereiro de 1981, um sábado, quando a terra se abriu sob os pés de Todd Domboski, uma criança de 12 anos. Era um buraco de mais de um metro de diâmetro e de 46 de profundidade. Naquele dia, algo estava acontecendo. Um grupo de pessoas importantes estava excursionando pela cidade. Eles eram na verdade políticos do estado da Hill of Souls que foram se reunir com funcionários da prefeitura da cidade. Em uma cidade pequena, as notícias voam, e Florence Domboski enviou seu filho, Todd, em uma missão para determinar por que os forasteiros estavam lá.

Ao longo do caminho, Todd notou colunas finas de fumaça saindo de uma área gramada, perto de uma árvore. Isto despertou a sua curiosidade, e ele andou para verificá-la. De repente, a terra se abriu debaixo dele. Ele afundou até os 'joelhos em um poço lamacento em meio à fumaça. Quanto mais ele se esforçava para se agarrar em algo e tentar sair, mais o chão se desmoronava.

Os gases vazavam provenientes do fogo da mina, e ele começou a gritar por ajuda. O tempo todo, ele foi afundando gradativamente até a cabeça, ficando a vários metros abaixo da superfície. Enquanto afundava, Todd conseguiu agarrar uma raiz exposta da árvore que estava nas proximidades. Ele continuou gritar por ajuda enquanto se segurava lutando por sua vida.

O primo dele, Eric Wolfgang, apareceu em cena e foi capaz de puxar Todd para fora. Ele saiu coberto por lama quente, mas fora isso ele estava bem. Todd poderia muito facilmente ter morrido naquele dia. Análises posteriores mostraram que o buraco estava expulsando quantidades mortais de monóxido de carbono. Se ele tivesse permanecido lá por apenas alguns minutos mais, a asfixia teria provavelmente ocorrido e se houvesse caído até o fundo, morreria quase de maneira instantânea por causa da grande quantidade de gases acumulados na parte mais profunda.

O afundamento do terreno e a formação de imensas rachaduras era outro dos perigos que o incêndio oferecia ao povoado, à medida que o carvão era reduzido a cinzas abrindo espaços vazios.

- O-O que ? - Engoli a seco. - Quem é Todd ? 

Chan: Meu Deus! - Colocou as mãos sob a cabeça.

Junmyeon: Todd, tinha apenas doze anos, por um milagre ele sobreviveu, ninguém sabe como, anos se passaram e os boatos surgiram. Todd estava mal, sua carne, estava horrível, estava na pele viva. Ficou entubado por anos, e depois disso ninguém soube uma sequer notícia sobre o garoto.  - Suspirou.

Chan: Você acha que isso está acontecendo por profecia ? - Optou vendo Jun negar.

Junmyeon: Eu realmente  não sei. Mas é um tanto curioso a forma em que ele desapareceu, não é ? - Assentimos. - Voces precisam ir embora, por favor me escutem.

- Desculpa Jun, mas não podemos, prometemos que iríamos descobrir sobre o paradeiro da cidade, e não iremos desistir. 

Chan: Foi bom ter ver novamente, Jun, mas precisamos ir. - Levantou-se. Peguei minha bolsa ao lado de um armário, dando a.bolsa de Chan para o mesmo, vendo que nem o nanico e nem o loiro falsificado estava lá. 

Saimos de sua sala, seguindo o corredor vazio e gélido, com pouca iluminação, vendo outra porta mais a frente.

Abrimos a porta, e senti uma ardência no braço  junto a um apertão. Virei já virada no demônio, censo o nanico.

Minseok: Ei, foi mal pelo corte. - Sorriu em deboche.

- Você vai ver esse mal quando arrastar sua cara nesse chão imundo, nanico. - Ele bufou.

Minseok: Fala isso mais sou mais alto que vossa excelência. - Gargalhou.

Chan: S/n ? - Chamou-me.

(...): Já vão ? - Perfuntou um rapaz com os caninos bastante afiados, parecia até um lobo.

Chan: Sim. - Respondeu sem olhar-lo.

(...): Sou Wu Yifan, mas me chamem apenas de Kris, ate a próxima! - Sorriu.

- Até, Yifan. -Acenei.

(...)²: Esperem! - Gritou, fazendo-nos parar.



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