História Chess Pieces - Byun BaekHyun - Capítulo 9


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Categorias EXO
Personagens Personagens Originais
Tags Baekhyun, Exo
Visualizações 87
Palavras 1.294
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - GoodBye, Brother!



Byun BaekHyun☁

Encarava atentamente a bela garota a minha frente, de longe ela parecia apenas uma garotinha ingênua e insegura, mas passava a ser bem longe disso.

Segurava-me para não cometer nenhuma besteira com ela, pois estávamos em uma "missão" de vida ou morte, e aquela não era a melhor hora para foder com uma garota bela e gostosa como S/n.

Suspirei fundo sendo empurrado para longe pela garota, que se encontrava constrangida o que me fez soltar um risinho. Sabia muito bem que Park estava com raiva de mim por ter a ignorado por uma semana inteira desde o ocorrido com JunMyeon.

Não era medo; insegurança; covardia, nada disso, apenas não aceitava o fato de alguém ser melhor que eu em manusear uma arma, ainda por cima uma garota. 

Não queria aceitar que ela mexeu de uma forma estranhamente boa comigo; não queria aceitar que eu pudesse estar a amando em pouco tempo, talvez seja passageiro, era isso o que eu pensava a dois dias atrás.

Saí de meus devaneios após ouvir som de objetos caído no chão, fazendo com que S/n tirasse rapidamente sua pistola da cintura, mirando com uma lanterna nos fundos da loja. Havia centenas de criaturas pequenas se espalhando aos poucos, era nojento.

Puxei a garota pela mão saindo o mais rápido possível dali, antes que sejamos devorados vivos por eles, e era o que eu menos queria. Olhei para os lados por segurança de não encontrar aquela criaturas asquerosa novamente, entrelaçando a minha mão com a de S/n a puxando.

Tentava e tentava soltar a minha mão, mas cada vez eu a apertava mais, ate ela simplesmente desistir e se dar por vencida.

- Obrigada por me salvar.

S/n: "Lembrem-se, nossa prioridade é manter o parceiro vivo" - Tentou imitar JunMyeon, me fazendo gargalhar. - Não tem de que. Agora já pode soltar a minha mão, Byun. - Rodei os olhos ao ouvir ela me chamar pelo sobrenome.

- Não tô a fim. - Dei de ombros a ignorando.

S/n: Vem cá Byun, uma hora está me ignorando, outra está sendo carinhoso comigo, você por acaso é...

- Não, eu não sou bipolar. - A interrompi.

S/n: Não ia dizer isso, babaca. - Bufou. - Por acaso é um psicopata ? - A olhei incrédulo. - Porque se for, me avise logo para eu te colocar em um manicômio.

- Credo S/n, me respeite. - Fiz um pequeno bico em constrangimento.

S/n: Não sou obrigada. Agora cala a boca e anda mais rápido.

- Depois eu que sou um psicopata. - Revirei os olhoa. Voltamos a caminhar mais desta vez mais rápido. Avistamos o colégio, havia vários pombos pretos rondando por cima, onde havia uma enorme cruz com um sino, arrepiante.

Senti minha não ser pressionada fortemente, chegando a estralar-la, olhei para a garota ao lado que tinha um semblante assustada.

- Ei, o que houve ? Não me diz que está com medo. - Ela negou. - Ah, acredito. - Ironizei sentindo uma pequena ardência em minha mão, ela havia soltado-a rapidamente e saiu correndo me deixando confuso.

Segui-a até parar em uma pequena parada de ônibus em frente a uma praia, estava ofegante por ter corrido um quarteirão inteiro. Parei de correr ao ver SuHo e ChanYeol no chão, e S/n parecia assustada.

S/n: ChanYeol! - Desesperou-se ao ver o irmão. - JunMyeon, o que houve com o meu irmão!

Jun: S-S/n, n-nos ajude! -Estranhei, já que Jun não mexeu suas mãos. Monstro! Arregalei os olhos correndo o mais rapido possível até S/n.

S/n: A-ajudar em que ? ChanYeol! - Sentia seu desespero por sua voz, ela estava com medo de tet acontecido algo com o falso irmão a sua frente. Olhei para o "ChanYeol" vendo-o agarrar ao tornozelo da garota, fazendo-a se desequilibrar e cair.

Chan: M-me ajude i-irma. - Suplicou.

S/n: Você está me assustando, C-Chan! - Tentou sair mais foi impedida por "SuHo" que adentrou a sua frente. - M-me solte, por favor, JunMyeon! - Pediu.

Jun:Por que você preferiu ele, S/n ? Desde criança sempre foi ele! Por que você não é capaz de me amar assim como eu lhe amo ? Me diga, S/n! - Gritou. O olhava confuso de longe, queria entender o porquê disso.

S/n: Do que está falando, JunMyeon ? Ele quem ? - Tentou-se acalmar.

Chan: Por que ele, irmã ? - Levantou-se do chão.

Jun: É tão difícil me amar ? - Acariciou aos cabelos da garota, que recuou. - Venha comigo, lhe fazerei feliz, ele não te ama, aquele bastardo não lhe ama! Deixa-me lhe fazer minha! 

S/n: Ju-JunMyeon, por favor, me largue. Você está me assustando! - Vi algo sair das costas do suposto ChanYeol, era ácido. Corri até a garota empurrando ambos para o lado a puxando para correr.

Olhei para trás vendo os dois nos seguirem, já em suas formas naturais, ou seja, monstros horríveis.

Chan: Por que o BaekHyun, s/n! Sempre foi ele! Desde crianças, sempre foi ele! - Gritava. S/n parou me fazendo tropeçar em um buraco.

- S/n, venha logo! -Chamava-a tentando retirar meu pé do buraco.- Filha da puta, que nojo! - Reclamava. - S/n caralho, me ajuda aqui! - Pedi sendo ignorado com secesso.

S/n: Por que ? - Gritou.

Chan: Você não se lembra ? 

Jun: Ingênua. - Gargalhou. - Você se lembrará amor, com o tempo! Agora, aprecie a morte deste bastardo! - Sorriu aproximando de mim.

- Covarde, vai bater em um homem indefeso, com um pé em uma porra de um buraco ? Toma vergonha na cara infeliz! - Gritei, mas eu tava borrado de medo. - Eita porra! - Engoli a seco.

Jun: Cale a boca humano dos infernos! - Olhei pra S/n tentando-a xingar, mas não conseguia, essa garota mexia comigo de uma forma que nem xingar de rapariga eu conseguia

S/n: Do que eu me lembraria ? Não tenho nada o que lembrar, nunca vim aqui antes! - Retrucou cabisbaixa, vi água molhar o asfalto, ela estava chorando.

Chan: Não diga isso que me ofende, irmãzinha! - Fingiu-se magoado. - Pergunta ao seu irmão, ele saberá, ou não. - Deu de ombros.

Suho: Qual as suas últimas palavras ? - Sorriu se aproximando mais e mais de mim.

- Vá para o inferno, demônio! - O Droga! Por que este buraco foi ser pequeno ? Que ódio!.

Suho: No inferno eu já estou, colega. - Gargalhou. Seu rosto estava se deformando aos poucos, chegava a ser assustador. A cada passo eu puxava ao meu pé cada vez mais forte.

 Senti seu vulto a minha frente, me fazendo torcer o pé na merda do buraco e cair no chão.

Chan: Adeus...

S/n: GoodBye, Brother! - Mirou sua pistola na cabeça do monstro, assim atirando duas vezes, uma em "ChanYeol" e a outra em "SuHo". Ao mesmo tempo ambos viraram cinzas.

S/n correu em minha direção puxando meu pé com tudo, fazendo-o estralar e arrancar um gemido de dor em minha parte.

- Argh! - Marmurei. 

S/n: Tudo bem ? - Sentou-se no chão entre as minhas pernas.

- A claro! Fiquei com um pé preso num buraco. Quase fui assassinado. Deixa eu ver mais.... Hum... Já disse sobre o meu pé ? A, eu tô ótimo. - Ironizei.

S/n: Babaca. - Rodou os olhos. - Vamos logo. - Levantou-se e começou a andar.

- Ya, S/n! Estava brincando, por favor, me ajude! - Choraminguei. - S/a! Ei, cadê você ? - Olhava para os lados a procurando, mais nada dela. Bufei. Dei um grito fino ao ver-la atrás de mim, rindo.

S/n: Idiota. - Gargalhou. Sua risada era tão gostosa de ser ouvida, era doce e suave.

- Aigo! Cale a boca e me ajude! 

S/n: Grosso como sempre. - Rodou os olhos.

- Grosso e grande como sempre. - A olhei maliciosamente levando um tapa.

S/n: Se vira agora. - Deu de ombros e saiu andando calmamente, colocou as mãos nos bolsos de seu moletom, caminhando lentamente. Parou de repente e se virou pra trás, mandando um beijo no ar. Tsc! 



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