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História Chicken's Lessons - Noren - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


E aqui estamos nós no último capítulo de Chicken's Lessons. Falo um pouco com vocês nas notas finais. E esse capítulo era pra ter sido postado ontem, então desculpinha pelo atraso.

Boa leitura. ❤️

Capítulo 4 - Fica aqui


 

 

Naquele dia, Renjun acordou revigorado, afinal, era um dia mais do que especial. Até mesmo havia acordado cedo por ter esquecido de que não teria de trabalhar naquele dia pois o Lee havia tramado algo para eles dois. O problema é que ele só havia falado que o buscaria e nada mais, nem alguma menção de horário ou período foi feito. Por isso ficou aborrecido durante a manhã inteira dentro do quarto, preferindo que estivesse fazendo algo na fazenda.

 

Queria o Lee, precisava do Lee, necessitava do mesmo e de sua típica cara cheia de marra lhe julgando. A que ponto Huang Renjun havia chegado? Vivera a vida tão libertinamente e agora chorava por um macho, como se tivesse sido fisgado por Jeno. Ele quem deveria ter montado a arapuca que o caseiro da fazenda iria cair feito um bobinho, mas o plano não havia dado muito certo como podíamos observar.

 

- Situação feia, em Renjun? - Disse a si mesmo em meio aos pensamentos conflitantes. Queria o Lee, mas aquele sentimento poderia ser precipitado, e longe de ser correspondido.


 

Horas mais tarde, depois de alguns cochilos e de muito pensar preso naquele quarto ou enquanto saía para respirar um ar, ouviu um barulho de palmas sendo batidas. Imediatamente Jeno veio à sua mente.

 

Se dirigiu até o portão da casa, constatando que o mesmo estava lá, esplendidamente bonito como sempre, mas agora estava chique, mais arrumado, mais polido. Ainda mais perfeito. Sorriram ao encontro dos olhares.

 

- Quem é, Junnie?

 

- Pois não, Senhor Huang, sou Lee Jeno, caseiro da fazenda que seu filho esteve prestando um ótimo auxílio esta semana. - O Lee respondeu ao pai de Renjun que chegou ali desconfiado.

 

- Oh, entendo, meu filho é um ótimo trabalhador mesmo, vão se divertir?

 

- Sim, pai, eu vou lá pra dentro me arrumar, puxa algum assunto com o Jeno, por favor, só não conversem para sempre.

 

Deixou os dois lá batendo algum papo sobre criação de gado e foi para seu quarto se arrumar. Tomou um banho bem rápido para realizar toda sua higiene. Depois foi se vestir, queria ficar tão especial quanto Jeno, por isso pegou as vestimentas mais caras que tinha em seu armário, desde sapato até anel, queria impressionar também. Demorou mais algum tempinho para que terminasse de passar a maquiagem leve que realçava sem exagero seus traços faciais. 

 

Se encarou no seu espelho admirando sua própria beleza, dizendo mentalmente que era foda e que aquela noite deveria ser imperdível. - Vamos lá, Renjun, faça acontecer.

 

Guiou-se novamente para fora de sua casa, encontrando os dois que aparentemente haviam se dado muito bem naquela conversa de meia hora. - Olha só, Jeno, é todo seu, cuide bem - Disse o pai do Huang apertando a mão do Lee.

 

- Pode deixar, Senhor Huang.

 

Riram com aquela aprovação do pai do menor e logo foram ao encontro um do outro, se abraçando.

 

- Tchau, pai, se cuida.

 

Se movimentaram até o carro, com mais uma vez Jeno encenando o papel de cavalheiro ao primeiro abrir a porta para Renjun adentrar o automóvel. Após também fazer sua volta e entrar, se acomodando no banco, trocaram um beijinho de boa noite. Noite esta que estava só pra começar.

 

Fizeram o curto trajeto em silêncio, apenas sorrindo um para o outro, nenhum toque além da mão do Huang depositada confortavelmente na coxa do Lee.

 

Em pouco tempo chegaram até o destino - a fazenda - e já se guiavam para dentro da residência. O breu da noite incomodava Renjun, mas o aperto de sua mão com a de Jeno lhe dava segurança, afastando de seus pensamentos qualquer menção da palavra medo.

 

Lá dentro também estava escuro, podendo-se apenas notar o cheiro maravilhoso de comida bem feita e quentinha - Eu vou acender as velas. - Disse o maior terminando a proximidade entre os dois corpos para que fizesse o anunciado.

 

Com as velas acesas, o acastanhado pode ter a visão mais do que perfeita da mesa que supôs ser para um jantar romântico, e de Jeno ali ao lado em pé, gesticulando para que viesse até si.

 

Renjun foi, ficando sentado na cadeira como era pedido pelo maior.  - Irei pegar o nosso jantar, querido. - Pronunciou o Lee indo em direção à cozinha. Nem era preciso dizer que estava amando aqueles mimos.

 

Em breve o banquete estava servido, provocando o paladar e narinas de ambos que ficavam sensíveis pelo cheirinho convidativo. - Foi você que preparou tudo isso, Jeno?

 

- Sim, gostou?

 

- Acho que vou gostar mais quando estiver tudo em minha barriga.

 

- Calma, antes vamos fazer um brinde.

 

Assim, as duas taças foram servidas pelo líquido arroxeado do vinho caro que estava na mesa. Devidamente preenchidas, foram levadas ao ar por cada um. - À nós?

 

À nós. - Disse o Huang completando o brinde com o tintilar do choque causado pelas duas taças de vinho. 

 

Não deram mais tempo para que a comida esfriasse, começaram a se servir de tudo que havia sido preparado pelo Lee e que havia chocado o Huang por constatar que ele era realmente bom em tudo que fazia.

 

Mastigada vai, mastigada vem, gole vai e gole vem, já podiam se ver satisfeitos por aquela noite, estavam animados e com pensamentos almejando bem mais do que só aquele lindo jantar. Tinham assuntos para tratar, e um pagamento a ser realizado, é claro.

 

- Sabe, Renjun, eu não menti ontem quando disse que gostava de você.

 

- Eu também não menti, Jeno. Acho que gosto até demais de você.

 

- Engraçado que eu também penso o mesmo. 

 

Com aquilo, Renjun aproximou sua cadeira para perto do Lee, ficando frente a frente com o homem. Trocaram um beijo carinhoso, selando nele o significado daquela noite. Estavam amando aquela proximidade.

 

- Fica aqui.

 

- Como assim, Jeno? - Perguntou curioso pelas intenções do maior.

 

- Olha, eu sei que pareço precipitado, você não me conhece e eu também mal conheço você, mas eu gosto demais da sua presença aqui e você se mostrou ser bem prestativo. Aceita trabalhar aqui junto de mim? Meus chefes estavam procurando mesmo um auxiliar permanente.

 

Renjun ponderou um pouco antes de responder ao questionamento feito para si.

 

- Nossa, você dizendo assim eu fico até emocionado. Mas você faz uma proposta assim sabendo que não é tão fácil.

 

- Não é fácil, mas também não precisa complicar nada. O que te prende no seu atual trabalho? O pagamento é bom.

 

- Não é isso. Pra ser sincero, nada, e é isso que me preocupa, parece até um sonho, você seria tipo o parceiro perfeito.

 

- É por isso que você deveria aceitar, eu sou perfeito e você também. Imagina juntos?

 

Renjun sorriu ouvindo aquilo, mas fechou a cara raciocinando mentalmente com as possibilidades que haviam sido jogadas para si. Deveria fazer aquela loucura? Deveria! Não tinha nada a perder mesmo.

 

- Eu aceito, Lee, agora você terá o melhor ordenhador de vacas de toda cidade à sua disposição.

 

Ao fim da fala, com os olhos brilhantes, se abraçaram em carinho. Mas a ação foi repentinamente parada ao passo que o Lee gesticulava para que o Huang esperasse, era hora de surpreendê-lo.

 

O loiro tirou de um dos bolsos de sua calça uma caixinha, abrindo-a enquanto tinha um mágico sorriso em sua face.  A pequena caixa aveludada em verde revelava dois anéis prateados.

 

- Olha, Renjun, já ficou bem claro que a gente gosta um do outro então não precisamos atrasar isso, certo?

 

- Jeno, eu não sei o que dizer, você pensou em tudo.

 

- Eu só preciso de um sim, hum? Aceita namorar comigo? - Terminou a fala segurando um dos anéis.

 

- Acho que você jogou um feitiço em mim pois eu tô tão na sua que até se você me pedisse em casamento eu aceitaria. Sim Jeno, eu quero fazer isso acontecer, quero ser seu namorado. - O menor disse com uma lágrima escapando do olhinho emocionado.

 

Logo Jeno colocou o anel no dedo anelar da mão direita do menor, selando o mais novo compromisso que tinham um com outro, além da relação de emprego. Renjun também fez o mesmo ao que Jeno deu o outro anel para si. Finalizaram aquilo com um beijo.

 

- Amor, acho que agora tá na hora do seu pagamento, né?

 

E de repente o local ficou estranhamente quente, provavelmente por causa das intenções nada puras que surgiam na mente de ambos. Era chegada a hora do tão falado e cobiçado pagamento.

 

- Bem lembrado, finalmente poderei experimentar sua cama?

 

- Sim, com direito a tudo que você desejar.

 

- Transar de barriga cheia não é algo tão confortável, mas acho que nada com você conseguiria ser ruim, Lee.

 

- Eu sei que eu sou foda. 

 

- E agora você vai me foder do jeito que eu mereço?

 

E era óbvio que o caseiro daria tudo que o outro pedisse.

 

- Exatamente, do jeitinho que você merece.

 

Aquilo foi o suficiente para que entremeio aos sorrisos sacanas Jeno se levantasse, também retirando Renjun da cadeira com seus braços, o carregando em seu colo e sorrindo bobo ao encarar o namorado.

 

- Vou te carregar assim também quando você for meu noivo.

 

- Desde já esperarei ansiosamente por este dia, Senhor Lee.

 

- Se você me chamar novamente de Senhor Lee, eu te faço desmaiar de tanto fuder. - Disse em reprovação ao menor por usar aquele maldito tratamento incômodo.

 

- Eu adoraria que você fizesse isso, Senhor Lee. - Respondeu, provocando o maior enquanto rezava para não se arrepender daquilo, apesar de nunca deixar de ser ousado.

 

Prontamente sentiu seu corpo ser jogado sem delicadeza nenhuma na cama do loiro. Levantou o olhar apenas para ver Jeno não segurando o riso enquanto tentava formar uma feição de bravo, falhando miseravelmente. De qualquer modo, ele ainda se aproximou ferozmente do corpo do menor, como se quisesse devorá-lo.

 

- Então você gosta de ser fodido com força,  não é Huang? Pode deixar que você não vai se esquecer dessa noite, bebê.

 

E Renjun não esqueceria, não quando Jeno transparecia fome usando os dentes e língua daquele jeito ao tocar na curva de seu pescoço. Estava faminto no Huang, embrulhando todo o local com a luxúria insaciável que seria performada.

 

Mesmo que não fosse, o espaço até parecia pequeno para o que começavam a fazer ali, numa intensidade que nem todos aguentariam, mas os dois em sintonia sabiam muito bem como conduzir aquilo da melhor forma. 

 

- Eu realmente estou apaixonado por você, Jun. - Disse com a voz embolada quando encontrou espaço para se afastar do corpo alheio. 

 

- Me fode logo, Lee.

 

- Calma, bebê, essa noite tem que ser especial.

 

Dito isso, Jeno levou sua destra até o elástico da cueca do outro, abaixando o tecido e revelando o membro já duro, pronto para ser tomado por si. Se abaixou lenta e provocantemente até a extensão, deixando que o ar quente de sua respiração rente ao membro teso arrepiasse seu portador.

 

- O que você quer que eu faça Junnie? - Perguntou tomado por segundas intenções enquanto depositava um selinho na glande alheia.

 

- Quero que você me deixe foder sua garganta igual fizeste comigo no poleiro.

 

Agora ditando as regras, Renjun levou as duas mãos para a nuca do namorado, aproximando seu membro até a boquinha entreaberta. Obviamente isso resultaria no início daquela felação, assim, se ajustando na cama, o Huang movimentava seu quadril e ia aos poucos fodendo a boca do namorado como havia solicitado.

 

- Que boquinha deliciosa, Jeno.

 

O maior suportava muito bem aqueles movimentos, sentindo o membro todo em sua cavidade bucal, relaxando para não se engasgar tendo saliva escorrendo da boquinha. E enquanto Renjun se movimentava livremente em si, Jeno olhava pra cima só pra contemplar a visão dos olhos alheios fechados, numa tentativa de lidar com o prazer sentido.

 

Toda experiência sexual não valia de nada quando a excitação era à flor da pele e se desejava mais que tudo seu parceiro, por isso quando o Lee sentiu o aperto em sua cabeça aumentar, ele soube que o namorado viria em breve, e ele já com a garganta ficando dolorida agradecia por isso.

 

O orgasmo do Huang veio, trazendo consigo seus jatos esbranquiçados que Jeno lutou para aguentar tudo descendo de uma vez. Fez cara feia quando o pênis foi retirado de sua boca, sentindo um aperto na cavidade.

 

- Depois eu faço um chazinho pra você, amor. - O menor disse risonho brincando da situação do parceiro.

 

- Enquanto uns precisam de chá, outros precisam de almofada na bunda. 

 

Renjun gelou ao escutar a fala sendo proferida e ao sentir o aperto em seu traseiro.

 

- Tá se achando em.

 

- Eu tenho motivos pra isso, baby.

 

Logo Jeno avançava sobre o corpo do menor, dando mordididas nada discretas nos dois ombrinhos. Desceu a língua, explorando com o músculo quente toda a pele daquela parte do Huang abaixo de si, este que aos poucos entrava em combustão.

 

Não demorou para que chegasse no ponto que queria. As duas nádegas redondinhas e cheinhas, em perfeito contraste com a cinturinha fina. Poderia contemplar a visão com os olhos, mas não seria tão proveitoso, não quando podia apalpar as duas bandas como fazia agora.

 

Renjun queria se controlar e não gemer tão alto, mas não conseguia, o trabalho que Jeno fazia em seu rabo era fantástico. E tudo só melhorou quando sentiu a mão do outro afastar uma das bandas, dando espaço para que a língua sapeca fosse de encontro com sua entradinha.

 

O menor sofria tendo as mesmas sensações de quando o Lee tinha feito a mesma coisa dias atrás quando adentrou a língua em seu cuzinho, mas agora seria diferente, o que lhe penetraria não seriam mais os dedos de Jeno, mas sim seu membro, e aquilo só o deixava mais ansioso.

 

Arqueava as costas e empinava mais o rabinho enquanto o namorado não tinha dó em explorar sua intimidade de todas as formas com a língua, já se via disposto a clamar pela continuação. 

 

- Eu vou ter que implorar, Jeno? Me fode logo, por favor.

 

- Parece que alguém está impaciente aqui, em. Seu desejo é uma ordem.

 

Novamente os dois corpos eram afastados, os segundos se passavam como uma eternidade pois ambos ansiavam demais por aquilo, estavam prontos para se foderem loucamente. Renjun respirou fundo sentindo o gelado do lubrificante entrando em contato com sua entradinha, Jeno lhe preparava novamente com os dedos.

 

Mas como ele bem esperava, a delicadeza havia acabado ali, e ele claramente não reclamaria, não quando tinha pedido em alto e bom som por aquilo. Jeno entrou de uma vez em seu interior, quase montando no Huang enquanto segurava no pescoço deste.

 

- É assim que você gosta, não é, Junnie? - Disse já iniciando as primeiras estocadas no interior do menor.

 

- Que fraquinho, Lee, gosto de mais força, consegue?

 

E a fala descarada foi o suficiente para que Jeno murmurasse um xingamento nada bonito destinado ao outro, e assim começasse a dar pro namorado exatamente o que ele tanto queria. Eram investidas brutas, mas ainda assim contidas, respeitando o limite do outro que revirava os olhos ao ter o interior bombardeado. 

 

A forma com que o maior movimentava o quadril provocava uma fricção intensa entre sua genitália e o interior de Renjun, certamente causando um estrago admirável no cuzinho alheio. O menor não se aguentava de gemer, inundando tudo ao seu redor com os barulhos, se deliciava tanto com aquilo que nem se importava com a possibilidade de suas pernas ficarem bambas e realmente precisar usar uma almofadinha no traseiro maltratado.

 

O maldito jeito que Jeno surrava sua próstata gerava prazer numa intensidade que nunca antes havia experimentado, por isso era o bastante para que em minutos desde o início da penetração nada delicada ele tivesse seu segundo orgasmo naquela noite, sem receber quaisquer estímulos em seu membro.

 

O Lee também ficou cansado por manter o ritmo das estocadas, por isso tomava o corpo do namorado em suas mãos para que pudessem trocar de posição. Com o Huang deitado de lado e empinadinho para si, ele voltou a se encaixar na entradinha que ia ficando arrombada.

 

Daquele jeito Jeno tinha oportunidade de beijar a linda face do parceiro, contemplando toda a beleza e as feições escandalosas de prazer. Se empolgava tanto com aquele cu gostoso que nem se dava conta de quando seus movimentos se tornavam brutos, mas os gemidinhos do outro denunciavam que ele gostava daquilo.

 

O jeito que a mão do Lee também se encaixava perfeitamente na cinturinha do menor era sensacional, lhe dava a sensação de que fora feito para o Huang, e pensar que só ele teria Renjun a partir de agora lhe causava uma satisfação pessoal.

 

Foi entre esses pensamentos que o loiro gozou, um pouco desgostoso por não poder ter enchido o rabinho do outro com sua porra graças ao preservativo usado. Mas ainda assim tudo havia sido perfeito naquela noite, havia acabado com Renjun, assim como ele também havia acabado consigo.

 

Manteve a mesma intensidade por mais um pouco até o namorado se desmanchar novamente. Ao sair de dentro do menor, adorou ver o estrago que só ele poderia causar a partir de agora. E claro, o Huang também poderia fazer o mesmo consigo quando desejasse, assim como no dia anterior.

 

- Eu acho que vou desmaiar, Jeno.

 

- Foi o que você pediu, Jun.

 

- É, e foi maravilhoso. - Respondeu com um sorriso, voltando a selar os lábios do companheiro.


 

- E então, eu já volto a trabalhar amanhã? Como será minha admissão?

 

- Depois veremos isso, mas você já volta a trabalhar agora mesmo, querido, bem aqui na minha cama. - O loiro disse subindo em cima do Huang.

 

- Ah, Jeno, que fogo é esse?

 

- Eu disse que te faria desmaiar, baby.


 

- Tá, mas antes de você fazer isso, eu já posso te chamar de namorado, Lee?

 

- Deve, Renjun.


 

 

Assim seguiram por aquela noite e por muitas outras, fazendo amor como dois namorados apaixonados que agora eram. E eles teriam a fazenda toda para espalharem seu amor.

 

 


Notas Finais


🥺

Ai, eu amei desenvolver tudo isso aqui e ver a recepção de todos vocês. Thank you a todos que acompanharam a história, espero que tenham gostado e eu não tenha decepcionado vocês com os rumos que ela tomou.


Segundo, enquanto eu fazia a postagem da história que já estava toda escrita, eu acabei desenvolvendo um bônus, e a principal motivação foi a minha não total satisfação em relação ao desenvolvimento da relação dos dois. Por isso, semana que vem teremos o bônus de Chicken's Lessons, e lá eu me despesdirei formalmente de vocês.

Mas desde já, muito obrigado a todos que favoritaram, comentaram, ou aqueles que não fizeram nada disso, mas deram as visualizações bonitinhas para a fic. Aliás, quase 60 favoritos! Choro 🥺.

Até breve! 🥳❤️


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