História Children of the future - Capítulo 8


Escrita por: e prettyves

Postado
Categorias Harry Potter
Tags Blon, Bron, Drarry, Gina, Hermione, Luna, Miss-psycho, Mpreg, Severus Snape, Sirius Black
Visualizações 279
Palavras 1.478
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Fluffy, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Slash, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Primeiramente eu peço inúmeros perdões pela minha demora. Não vou dizer que isso não vai acontecer novamente, porque vai, muitas vezes. Eu sou alguém que preciso do meu tempo de criatividade, e por isso demoras como essas são como água corrente em minha vida, e será na de vocês, caso permaneçam comigo. Mas isso não quer dizer que eu não deva um pedido de desculpas, então, me desculpem pela demora.

Bom, esse era pra ser o extra de 100 favoritos yghujikolp Fico feliz que já tenhamos passado disso. Pois é. Bom, sem mais delongas, tenham uma boa leitura.

Capítulo 8 - EXTRA; no futuro


 

 

 

Children of the future;

jiminis

 

 

  Draco andava de um lado para o outro, suas mãos tremiam deixando claro seu nervosismo, enquanto escutava os fungos de sua mãe, sentada na poltrona um pouco mais afastado. Todos estavam no mesmo estado, haviam se passado exatamente duas horas desde que seus filhos e sobrinhos haviam sumido, e todos já estavam ficando cada vez mais desesperados.

  Ele sabia que de alguma forma as crianças haviam voltado no tempo, ele só precisava saber qual tempo elas foram parar e arrumar um jeito de ir buscá-los e estava aí o lado impossível. Agora era esperar que eles fossem espertos o suficiente para conseguirem voltar sozinhos. E ele sabia, que seu filho e Elizabeth eram capazes de arrumar uma forma de voltarem para casa; só esperava que isso acontecesse de forma rápida.

  — Dray… — Harry o chamou, tocando em seu ombro. Sequer havia notado que tinha parado em frente a janela da sala. Sua mãe já não estava mais ali, porém, conseguia ouvir Hermione tentando acalmá-la, a levando para um dos quartos de hóspedes. Virou-se para Harry suspirando, vendo-o se manter o mais forte possível. — O que acha que os levou?

  Harry evitava lhe fazer perguntas, e sabia que aquele momento o moreno estava realmente desesperado. Na verdade, apurando um pouco a audição, Draco percebeu que todos, inclusive ele mesmo, estavam desesperados, mesmo tentando manter a calma. Abraçou o mais baixo, vendo-o se encaixar perfeitamente em seus braços e respirou fundo, fazia uma ideia do que poderia ser, mas entrar em depósito, estando nervosos e despreparados, era algo não recomendável, ainda mais quando podia cair em uma das armadilhas que seus filhos caíram.

  — Talvez, mas não posso fazer nada estando nervoso. Vamos esperar, eles vão dar um jeito de voltar, são nossos filhos lembra?

  —É isso que me preocupa, querido. Eles serem nossos filhos… Imagina a época em que eles caíram, pelas barbas do profeta, que tudo que mais sagrado os livre de uma época que eu não gosto nem de pensar.

     O loiro selou seus lábios ao do menor, evitando que ele dissesse mais alguma coisa, Harry estava perto de ter um colapso nervoso, Harry nervoso, era o mesmo que tem uma casa destruída. Apesar dos anos, ele ainda carregava com ele um descontrole enorme em suas emoções, ou seja, um descontrole de emoção, seria um descontrole de magia desnecessário.

 

       Em um outro cômodo da casa, Severus preparava um chá para acalmar a senhora Weasley que estava desamparada com o desaparecimento das crianças, muito apegada a cada um deles, cujo viu o nascimento e o crescimento, a mulher não se cabia em si de tanta preocupação e lágrimas, chegando até mesmo a desmaiar. Ele estaria da mesma forma, se não tivesse tendo que se preocupar com todos, pois com o tempo, se apegando a todas aquelas pessoas, ele passou a querer sempre a ajudá-las, colocando-as em primeiro lugar. E a Senhora Weasley era alguém a quem devia muito.

 

      No fundo estava completamente nervoso com essa situação, sabia que Henrique era bom no que fazia, um menino muito inteligente e responsável, mas não conseguia parar de pensar para qual tempo eles foram, em qual situação se encontravam. E se foram realmente para algum lugar. Pensar que eles poderiam estar no “nada”, lhe causava um desconforto enorme e um peso grande nos ombros.  Se ao menos tivesse alguém que segurasse a todos quando caísse… Mas não, a única pessoa que poderia os ajudar, estava atrasado, até mesmo sabendo que os filhos estavam sumindo.

 

    — Ah, como eu te odeio, Black!

   — Por mais que isso machuque os meus sentimentos, é bom saber que ainda pensa em mim. Mas, saiba, querido, que eu também te amo.

 

    Severus deu um pulinho irritado, deixando a colher cair de sua mão, ergueu seus olhos mirando o homem à sua frente. Sirius usava um sobretudo escuro e os cabelos estavam molhados por conta da neve, ele tinha uma expressão cansada e tristonha. Por estarem divorciados, Sirius disse que iria somente passar para dar um oi, e voltar para sua casa, uma pequena que havia alugado, pois de forma alguma iria tirar o esposo e seus filhos do Lago, nem mesmo se Snape quisesse se mudar. Havia se atrasado, como sempre, mas culpava ao pequeno ataque de pânico que teve ao receber a notícia por “celular”.

 

   — O que eu disse sobre aparecer sem fazer barulho, Black? Inferno! — Abaixou-se pegando a colher, e a deixando sobre a pia. Olhou para o ex-marido e suspirou, era bom saber que ele não iria o abandonar naquele momento. Apesar de Sirius não ser um pai perfeito, ele amava os filhos, e Severus sabia disso. — Você demorou…

  — Desculpe. Mas o importante é que eu estou aqui, como você está? — Perguntou, se aproximando do outro. Sabia que aquela não era uma boa pergunta, mas precisava saber como o outro estava, precisava saber o caos na cabeça do ex. — Você sabe que pode contar comigo, não sabe? Eu aguento a barra melhor que você, e posso aguentar esse por nós dois… Apenas, caia, e eu vou te segurar.

 

     Severus franziu o cenho, tentando engolir a bola de choro em sua garganta e respirou fundo. Ele sabia que Sirius estava tão preocupado quanto ele, e ainda assim, o moreno de olhos azuis se oferecia para arcar com as dores de ambos; procurava o erro naquela relação, mas não conseguia o encontrar e isso o sufocava. Eram tantas coisas vindo de uma vez. Mordeu os lábios e sacudiu a cabeça, sabia o que ia acontecer, e não podia abaixar a guarda.

 

     — Não venha com esse papinho pra cima de mim, Black. Eu posso aguentar essa “barra” sozinho. Você não estava aqui antes, e não precisa estar aqui agora.

       — Severus…

     — Não, sem essa… Quer saber, é melhor eu sair daqui, antes que a gente brigue. Como sempre.

 

       O professor de poções deixou a sala, carregando com ele uma bandeja com os chás e caminhou apressadamente de encontro onde os outros estavam, Sirius não o seguiu, preferiu ficar ali, ao atormentar mais a vida do outro, que já tinha muito com o que surtar.

 

      Ao contrário deles, Blaise e Ronald estavam em harmonia com seu relacionamento, um completava o outro. E até mesmo naquele momento de puro stress e preocupação, eles pareciam firmes e forte, um casal que dava inveja a qualquer outro relacionamento. Blaise era o suporte que Ron precisava para não surtar em uma ocasião como essa, e pensar com mais clareza. O negro sempre dizia que a calma era essencial em situações como aquela, onde ninguém sabe o que fazer.

 

    Estavam no quarto de Hóspedes da Mansão Malfoy-Potter, o lugar que fora projetado por Draco e decorado por Harry. Tinha todo um ar envolvente, e acolhedor, como se fosse apenas uma casa comum e pequena. Ronald havia passado mal por causa do incidente, e ainda não estava muito bem, por isso, resolveram ficar ali, para que o ruivo descansasse. A cabeça de cabelos lisinhos e vermelhos, estavam sobre a perna do negro, que lhe fazia um carinho terno, e lhe cantava uma canção de ninar. Queria apenas fazer o esposo ficar calmo, e a si mesmo, de certa forma.

 

    — Eles vão ficar bem, certo?

  — Claro amor, você sabe que nossa Elizabeth vai tomar conta de tudo. — Blaise sorriu, e se curvou beijando os lábios finos do ruivo. — Eles estão bem, acredite em mim.

 

 

[...]

 

  — Acham que eles estão em algum tempo? — Narcisa perguntou, os olhos e as maçãs do rosto avermelhados, por conta do recente choro.

 

    Havia se passado mais algumas horas, a sala da mansão estava completamente lotada com todos que vieram passar aquela data importante com eles, era Natal, por isso estavam todos juntos ali. Henrique, Elizabeth e James haviam acabado de chegar de Hogwarts, era para ser um dia feliz, com festa e comida boa, a família inteira reunida e se divertido, esquecendo que em um passado, já tiveram suas desavenças. Mas do nada, em segundos, tudo acabou, as crianças sumiram e o caos iniciou. E agora estavam todos com o coração na mão, esperando que um deles desse um jeito.

 

  — Eu sei que foram um dos vira-tempos que eles pegaram, porém, saber qual deles é complicado. Pois eu tenho uma lista enorme, com o nome de todos, porém, apenas eu e o Harry não daríamos conta. — Draco suspirou, deixando seus dedos invadirem os fios loiros, em um ato irritado — E, não posso arriscar vocês também. Se perdemos mais alguém, talvez, não consigamos solucionar isso nunca.

 

  — Então vamos deixar que eles resolvam sozinhos? — Molly perguntou, apertando a mão do marido com certa força — São só crianças, sabe lá Merlin onde eles foram parar… — Fungou, voltando a chorar.

 

   — Fica calma, mamãe. Eles vão dar um jeito… — Gina disse, sentando-se ao lado da mulher mais velha. — Temos na nossa família adolescentes incríveis, eles vão dar um jeito.

 

    E todos, esperavam por isso.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Agora vocês sabem um pouco sobre como eles são no futuro, haverá mais extras como esses <3'
Se eu não respondi comentários passados, juro que ainda responderei.
Obrigada pelo apoio e carinho, e até a próxima.


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