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História Children's of Heroes (Segunda Temporada) - Interativa - Capítulo 30


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Capítulo 30 - Capítulo 25 - Incertezas


    Quando Jackson abriu os olhos, a primeira coisa que viu foi William dormindo. Diante à um pesadelo, tudo o que pôde fazer foi se sentar de uma vez, soltando um grunhido de dor e olhando a si mesmo pelo susto. Estava cheio de arranhões, e com algumas bandagens em ferimentos que antes provavelmente sangravam. Então ele se lembrou. A explosão havia o atingido. Ainda confuso, olhou para o lado, esperando suas vistas se acostumarem com o lugar. Estava na enfermaria da mansão. E não era só ele. Aquela que era para ser sua mãe, ou a Fênix Negra, estava deitada, inconsciente, em outra cama.

    William havia apagado em uma cadeira de frente à cama de Jackson, mas acordou no instante em que ouviu outro grunhido de dor por parte dele ao que ele foi tentar se levantar da cama, confuso pelo motivo dela estar ali; confuso do que havia acontecido, do porquê ela estava ali e como conseguiram desacordá-la. Mas antes que pudesse ousar se aproximar, William o tocou no braço, lhe deu um sorriso suave e tranquilizador, assim o guiando de volta até a cama. 

    — A explosão desacordou vocês dois, e deixou alguns ferimentos. Do que você se lembra? — Perguntou suavemente, se sentando ao lado do mais velho, aquele o qual se mantinha extremamente confuso com a situação. William entendia o porquê daquele estado; mesmo o próprio, que havia visto tudo, se mantinha confuso com aquilo tudo. Não só ele, como todos da mansão.

    — Só disso. — Murmurou, se referindo à explosão.

    — A gente não sabe bem o que aconteceu, mas a teoria de Thor foi que o poder de vocês dois reagiram quando entraram em contato um com o outro. Ela não tem mais a aura assustadora da Fênix Negra, então… achamos que você pode ter trazido a sua mãe de volta, Jack. — Sussurrou, o olhando cautelosamente. 

    — Eu também estou sob controle? — Perguntou baixinho, sendo que William apenas assentiu com a cabeça como resposta. Então Jackson, sentindo os olhos lacrimejarem, olhou para a ruiva deitada na outra maca. Ele abriu a boca, mas não conseguiu dizer nada. Era a sua mãe ali. A mãe que ele nunca conheceu. 

    — Ela está acordando, Jack. Posso deixar você sozinho? — Indagou suavemente, já que realmente não queria atrapalhar o contato entre mãe e filho.

    — Como eu… como eu deveria reagir à isso? Como eu deveria lidar com ela? Eu estou tão confuso, Will. É a minha mãe, mas eu não… eu não sei como… — O telepata desviou o olhar, realmente sem saber o que fazer. Nunca teve uma mãe antes, afinal; não de sangue, ao menos.

    — Você não pensava como devia agir com o seu pai, pensava? — Madeline repentinamente apareceu na porta, encostada na mesma. Jackson levou seu olhar até ela e, sem dizer nada, negou com a cabeça. — É a sua mãe, Jack. Como você brincava que a minha mãe era uma segunda mãe para você, ou como você se referia a Lorna da mesma forma. Claro, é diferente, mas já tentou comparar as situações? 

    — Eu nunca imaginei que estaria em uma situação dessas. — Murmurou, sem a responder diretamente e desviando seu olhar. Então Madeline, sem receio, se aproximou do melhor amigo. Eles estavam mais ligados do que nunca. 

    — É por isso que vim te desejar boa sorte. Mas não se esqueça, Jack, que você conseguiu passar por cima de muitas outras situações. Essa não vai ser diferente. — Afirmou com um pequeno sorriso, levando Jackson a lhe devolver aquele ato singelo. Sabia que Madeline não era de vir com uma daquelas, mas quando ele estava mal de alguma forma… então ela sempre se esforçou ao máximo para dar um jeito de melhorar as coisas para ele. Porque Madeline era simplesmente assim… como uma irmãzinha mais nova protetora e ciumenta. 

    — Não sou de admitir isso, mas ela tem razão. — William brincou, levando a garota a revirar os olhos, enquanto Jackson soltava uma risadinha e negava com a cabeça. Jean se mexeu um pouco na cama, o que indicava que estava de fato acordando. Assim, o mutante se inclinou um pouco e deu um breve selar na bochecha do “amigo” antes de se levantar. — Vou indo então.

    — Ai ai, que gente mais melosa… — Madeline soltou um suspiro dramático, claramente enciumada com aquilo. Jackson voltou a rir, mas se surpreendeu com o selinho que foi dado em sua boca. William havia  realizado o ato somente para provocar a amiga ciumenta do rapaz que estava apaixonado.

    — Isso sim que é melosidade, minha cara. — Provocou de forma divertida, levando Jackson a olhar ele incrédulo enquanto o mesmo ia até a porta. 

    — Honestamente, o que o Jack viu em você? — Madeline perguntou bufando, sendo claramente dramática e suspirando exageradamente. Ela logo saiu da enfermaria junto de William, mas havia dado tempo de Jackson soltar aquele arzinho pelo nariz ao que os escutou começar a discutir. 

    Jackson, assim que passou a não escutar mais a dupla discutindo pelos corredores, voltou a olhar para a mãe. Se assustou ao ver que a mulher já estava consciente; com os olhos abertos, Jackson podia notar que a vermelhidão deles não mais existia. Agora davam lugar para uma chamativa tonalidade de azul, que se contrastavam bem com o cabelo ruivo; quem via podia imaginar que Jackson não puxara nada à mãe, mas os traços em seu rosto eram 100% parecidos com os dela.

    Jean Grey parecia tão confusa quanto o garoto ao acordar. No entanto, ao contrário dele, ela parecia completamente ciente do que havia acontecido e do porquê. Foi assim que ela passou os olhos atentos pela sala, e os parou no garoto que a observava. Jackson parecia não sabia bem como reagir, e nem o que devia falar. Jean, por outro lado, abriu a boca assim que o viu.

    — Jackson? — A pergunta soou incerta, ao mesmo tempo que com a certeza de que era. Talvez fosse coisa de mãe; talvez fosse certo que elas sempre sabiam. E, no instante em que ele assentiu, ela sentiu os olhos lacrimejarem e foi o mais rápido que dava até ele, se ajoelhando em sua frente e o dando um abraço desajeitado. E o mutante… ele nunca negaria aquele contato, o retribuindo. — Desde que você nasceu… desde que vi o garotinho que você era em meus braços… eu tive curiosidade para ver como você seria crescido. Eu não acredito que vi. Não acredito que pude ver. Eu estou tão, mas tão orgulhosa…

    Jackson não conseguiu responder nada de início, pois havia um choro preso em sua garganta sem que ele houvesse percebido. E, no instante em que ela o abraçou… foi o instante dele liberar aquilo. Incerto do futuro, incerto sobre o passado e confuso sobre ela, não importava. Tudo o que queria era aproveitar o momento; o momento que nunca antes tivera a chance de ter. 

    — Você também estava chorando na primeira vez que te vi. — Sussurrou, tentando aliviar o clima de sua forma. E conseguiu, porque agora Jackson não sabia se dava risada do comentário ou se continuava chorando.

    — Você tem um filho muito chorão, não é? — Devolveu a brincadeira feita pela mãe, a fazendo dar um sorriso, negar com a cabeça e se afastar. Suavemente, secou as lágrimas do mais novo com o toque de seus dedos no rosto dele. 

    — Acho que puxou o seu pai. Mas ele também era muito forte quando tinha de ser, então não tem problema. — Afirmou, mantendo o sorriso no rosto dela enquanto Jackson soltava um suspiro ao sentir o contato dos dedos dela em seu rosto; era o típico contato de mãe que deixava o filho sonolento. Era a primeira vez que ele sentia, e estava verdadeiramente gostando. 

    — Sobre ele… — Começou, mas foi interrompido por ela.

    — Eu sei. Sei de tudo o que aconteceu. Enquanto a Fênix estava hibernando, minha consciência era a única que se mantinha. Eu não conseguia fazer muita coisa, mas por estar ligada a você, consegui seguir a sua vida o tempo inteiro. Eu vi tudo o que aconteceu na minha cabeça. Senti tudo o que você sentiu. E sinto muito por ter passado por tudo isso sem mim. Mas você não estava sozinho, não é? — Perguntou com um sorriso, no fundo orgulhosa pelas amizades e laços que seu filho havia feito. 

    — Senti que estava muitas vezes. Mas sei que era coisa minha… uma parte minha que eu infelizmente puxei ‘pro meu pai. Sei que na realidade eu nunca estive sozinho. — Afirmou suavemente, fazendo Jean assentir compreensiva.   

    — Scott era mesmo difícil. Você puxou boa parte da personalidade dele. — Jean concluiu, se sentando ao lado do garoto ao que notou que ele havia parado de chorar, e não caíam mais lágrimas de seus olhos para que ela secasse. 

    — Fora as brincadeiras fora de hora. — Devolveu de forma brincalhona. 

    — Sorte a sua e minha por isso. — Afirmou, o fazendo revirar os olhos e rir. Era verdade; Scott podia ser um tédio quando vinha com uma daquelas. Não esperava que a mãe fosse continuar falando, mas se surpreendeu ao que ela acabou por fazer, agora mais seriamente. — Eu gostaria muito de dizer que estamos bem e podemos ser felizes para sempre. Mas você está com problemas aqui, não é? 

    — A Legião. — Concluiu o que ela queria dizer, fitando a parede à sua frente e soltando um suspiro longo em se lembrar daquilo em questão.

    — É… olha só, o poder da Fênix está bem controlado aqui. Eu consigo usar ele para ajudar. Não aos 100%, mas... o suficiente. Também posso ajudar vocês com o treinamento, e elevar o poder que vocês já tem. Sei que estive fora por todo esse tempo, mas eu… — Jackson estava escutando atentamente até ela vir com a última parte, o levando a negar com a cabeça e a impedir de continuar falando. 

    — Você não ficou fora porque quis, está bem? Eu senti um pouco do poder que a Fênix tem, e sei que não conseguiria controlá-la nem com todo o esforço. E o fato de você ter aceitado morrer para proteger o mundo foi muito nobre, mesmo que seus companheiros tenham dado outro jeito. — Jackson afirmou, procurando a mão da mãe, sem olhar para ela de fato, e colocando a sua em cima da dela. Ali, Jean percebeu o quão maduro seu filho era. — Você está aqui agora, e é isso o que importa. Então saber que você quer ajudar é ótimo.

    — Isso é um sim? — Perguntou suavemente, com um pequeno sorriso.

    — Com certeza é. — Afirmou, se surpreendendo quando a mãe lhe deu outro abraço pela sua resposta; e ele, novamente, retribuiu.

    — Meu desejo era não te soltar nunca. — Murmurou.

    — Então não solte. — Jackson retrucou de forma divertida, mas claramente por também querer permanecer no contato por mais tempo; foi por isso que, ao menos aquele dia, aproveitaram para colocar em dia tudo o que perderam.

    Dessa forma, a dupla de mãe e filho permaneceram o dia todo juntos; Jackson mostrou a mansão para ela, citando algumas pequenas mudanças que fizeram e afins. Ela escolheu o quarto que ficaria dali em diante - o mesmo que tinha quando fazia parte dos X Men - e foi apresentada para o pessoal. Foi até engraçado o quanto ela começou a falar com o William, sabendo que ele e o Jackson tinham um “rolo”, fazendo diversas perguntas e afins. Os dois ficaram constrangidos, mas no fim foi divertido aquilo tudo; mesmo Madeline pareceu gostar bastante da mulher por aquele dia, já que Jean fez questão de conversar bastante com ela também.

    Era mesmo bom aproveitarem enquanto podiam…

[ ]

    Matthew estava perambulando pela mansão fazia tempo, não querendo ficar parado mesmo com a piora diária de seus sintomas. Chegou a passar por Jackson e Jean, mas o telepata parecia receoso por causa do jeito “difícil” do humano aprimorado, o levando somente a se apresentar e cumprimentar a mulher, voltando a procurar quem queria logo depois. A cada dia que se passava, mais sua cabeça parecia se ajeitar e fazer ele entender algumas coisas sobre Madeline; mas ainda assim, ele havia dito anteriormente para Damon que, se precisasse de ajuda, pediria. Ele precisava, e no momento só estava procurando o seu alvo.

    Joshua estava na sala da mansão, jogando videogame com a Alice. Eles jogavam um jogo antigo, que Matthew sabia que era um gosto que a dupla tinha em comum. Matthew, por outro lado, não entendia o conceito daqueles jogos sem graça e sempre irritava Joshua por ficar fazendo perguntas desnecessárias enquanto jogavam, então pelo menos ele havia arrumado uma companhia “decente” para aquilo. E, mesmo que estivessem “ocupados”, não se incomodou em atrapalhar o belo dia deles e se jogou bem no meio dos dois no sofá.

    — Boa tarde, meus caros companheiros. Pausem o jogo por favor, obrigado. — Matthew foi logo direto, fazendo tanto Joshua quanto Alice revirarem os olhos, mas pausaram o jogo e olharam para aquele que havia se intrometido ali. — Josh, queria falar com você. Mas se quiser pode ficar, Alice. Sei que não é mais novidade ‘pra ninguém, afinal a Madeline nos entrega. 

    — “A Madeline nos entrega”? Qual é Matt, você é quem não consegue esconder mais nada. O rapaz misterioso que tinha dentro de você te abandonou. — Joshua retrucou de forma divertida, enquanto Alice olhava perdida para aqueles dois. — De qualquer forma, então o assunto é ela. Do que você precisa?

    — Eu estou sendo idiota? — Perguntou repentinamente, fazendo o feiticeiro arquear a sobrancelha sem entender. Então Matthew soltou um suspiro longo e continuou. — Eu não contei ‘pra você antes, mas… eu admiti que gostava dela ‘pra ela, e ela se confessou de volta… mas aí eu surtei e… sabe…

    — Ok, eu já entendi. Você não seguiu meu conselho, né? — Joshua perguntou com um suspiro longo, onde Matthew desviou seu olhar e negou com a cabeça.

    — Espera, por que exatamente você surtou? — O questionamento de Alice veio junto da tentativa dela de não mostrar o quão chateada estava por ter entendido. Ela gostava de Matthew, e Matthew gostava de outra. Pior ainda, não sabia que a ruiva gostava dele e acabou dizendo na frente dela. 

    — Desculpe-me, Alice, não estou pronto para contar com detalhes agora. Gente demais sabe, quero manter segredo enquanto posso. Mas resumindo ‘pra você, eu costumo ferrar com a minha própria vida ao dizer para mim mesmo que ser feliz não é ‘pra mim. — Murmurou de forma direta, levando Alice a parecer surpresa e até abrir a boca para responder, mas ele logo continuou. — Na realidade, o plano da minha vida era derrotar a Legião e me jogar de algum lugar alto. Por que essa menina chata chegou ‘pra estragar tudo? 

    — Porque seus planos são estúpidos e precisavam serem estragados por alguém. Eu não consegui, ela fez isso por mim. — Joshua afirmou como se fosse óbvio, revirando os olhos e o atirando uma almofada. — Em todo caso, mesmo que seus planos não tivessem sido mudados por causa dela, seriam por Zoe. Talvez seja um sinal da vida dizendo ‘pra você que é hora de seguir em frente. 

    — Talvez eu não queria seguir em frente. Talvez eu queira lidar com a culpa de ter matado dezenas de pessoas ‘pra  sempre. Talvez eu não queira ser feliz depois de ter tirado a felicidade de tantas pessoas. — Murmurou, fitando um ponto qualquer. Joshua soltou um suspiro, sabendo o quanto a mente daquele garoto era ferrada. Alice, por outro lado, não tardou em se pronunciar.

    — Sabe, Matt, acho que seu maior problema é culpar a si mesmo quando você não tem culpa. O que você podia ter feito, com um grupo de vilões maligno te dando ordens e te drogando para que você as seguisse? — Questionou a ruiva, com a sobrancelha arqueada e o tom de voz genuíno. Mas então Matthew riu sem humor.

    — Podia ter resistido e me negado a fazer o que eles queriam. Eu provavelmente estaria morto agora, mas não faria diferença. — Devolveu com um olhar vazio, o tom de voz frio e distante. 

    — Sem você não teríamos conseguido chegar até aqui. A elite da Legião foi quase toda derrotada graças à você, seus planos e avisos. Nada acontece por acaso, Matt, era ‘pra você chegar até aqui. Você não podia ter morrido lá. E mesmo que a culpa seja sua... você tem que viver por aqueles que não puderam. Todos os dias se desculpe com eles, mas vivendo a sua própria vida. Não pode ficar assim ‘pra sempre e achar que vai dar certo. — Alice afirmou suavemente, lhe dando um pequeno sorriso e se segurando para não tocar no ombro dele, como costumava fazer com qualquer um e sabendo que ele ficava desconfortável com aquilo. Alice podia gostar de Matthew, mas… queria que ele fosse feliz, e ela superaria o fato dele gostar de Madeline, e não dela. Estava tudo bem.

    — Além disso… Zoe precisa do irmão dela, Matt. Do verdadeiro irmão dela. Não desse garoto irritante que fica se culpando pelo passado que não pode ser mudado. Não desse garoto irritante que se nega a ser feliz, porque o sonho dela… acredite ou não, mas o sonho dela vai ser ver você feliz. Ser daminha de honra no seu casamento, chamar a Maddie de “titia” e fazer passeios com vocês dois. O sonho dela é que você viva a sua vida feliz, e que ela possa estar juntos nesses momentos. Não se segure, Matt, não pra viver… não pra amar alguém. Digo isso como alguém que também já perdeu e não se arrepende de nada. — A fala de Joshua, pela primeira vez, deixou Matthew quieto. Ele se encostou no sofá, com um suspiro longo, e fechou os olhos antes de responder qualquer coisa. 

    — Certo, podem voltar a jogar agora. — Murmurou somente, se levantando do sofá e se virando para sair. Antes que fosse, no entanto, escutou a voz de Joshua.

    — O que vai fazer? — O feiticeiro perguntou, genuinamente curioso. 

    — Agora eu vou dormir. E passar uns dias pensando, porque não quero tomar uma atitude que eu vá me arrepender depois. E depois que eu pensar… devo seguir o conselho que você me deu e que eu deveria ter seguido faz tempo. — Afirmou por fim, deixando a sala e indo para o seu quarto.

    — As crianças… elas crescem tão rápido. — Joshua comentou de forma dramática para Alice, despausando o jogo enquanto ela ria de seu comentário.

    Dessa forma, eles continuaram jogando e conversando por um tempo. Não sabiam que, em uma semana, mudanças drásticas ocorreriam naquela mansão.



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