História Chim Chim? Jimin! - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, CL (Chaelin Lee)
Personagens Jennie, J-hope, Jimin, Jin, Jisoo, Jungkook, Lee Chaelin "CL", Lisa, Rap Monster, Rosé, Suga, V
Tags Cio, Clichê, Hibridos, Husky, Jenlisa, Jikook, Namjin, Vhope
Visualizações 68
Palavras 1.712
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Esporte, Fluffy, Hentai, Lemon, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Jeonkook-ah!


Fanfic / Fanfiction Chim Chim? Jimin! - Capítulo 1 - Jeonkook-ah!

Eu estava em casa como sempre, fazia dias que Jungkook não me levava pra passear, era frustante, por isso ficava apenas no seu sofá á sua espera, ele sempre vinha quando toda a sala ficava escura e ele ligava algo chamado luz, acho que só ele tem esse poder, o senhor Jeon é demais! 

Eu sempre ficava no sofá, me lembrava dele, e sempre antes dele passar daquele portão de madeira branca enorme – que eles e os outros humanos chamavam de porta – ele sempre dava uma sentada no famoso sofá no qual ele sempre dizia pra eu ficar longe. Besteira. É só eu lançar uma das minha melhores carinhas e balançadas de rabo que ele já me dava espaço pra ficar ao seu lado. E como era bom, o mestre Jeon era quentinho e tinha mãos grandes e boas pra se fazer carinho, e carinho foi a melhor coisa inventada na história. Só de lembrar dele me fazendo aqueles cafuné nessa maldita pulga que fica atrás da minha cabeça, ah, eu já sinto o meu rabo abanar! 

Quando eu era bem pequeno e quando era um pequeno filhotinho, me lembro de um adolescente que entrava pela a porta daquele lugar cheio de gaiolas e lotado de gente, meus irmãos sempre pareciam animados quando os garotinhos passavam, porém eu continuava no meu lugar, não queria ser tocado por aquelas crianças, elas pareciam ser desastradas, e se me derrubassem no chão? Eu podia quebrar a minha patinha! Porém, quando eu vi aquele jovem de cabelos pretos passando por todos nós e soando aquele campanhia eu pude ter o seguinte pensamento. "Eu sou o cachorro perfeito!" Ergui o meu rabo e fiz questão de amostra-ló a minha felicidade ao tê-lo como visitante, queria que o meu olhar passasse "Me escolha, sou muito melhor que esses pulguentos!" E fucionou, senti aquelas mãos macias me pegarem como nenhum daqueles garotos babões fariam, eu fiquei tão feliz, distribuí várias lambidas e beijos pelo rosto angelical daquele moreno que foi a minha salvação daquela gaiola enferrujada, e eu, diferente dos outros, sou pedigree tá?

Quando cheguei na sua casa naquele dia, Jeon me amostrou algo chamado espelho que ele não parava de se olhar, era como se fosse outro eu mas com o tempo eu percebi que aquilo se chamava reflexo, e com o meu pude perceber, eu era um filhote lindo, nenhuma novidade, apenas confirmando, era estranho que todos os meus irmãos tinham olhos marrons e alguns mais escuros, mas os meus eram tão claros, e aquilo era um charme, eu considerava como um, já que toda vida que Jeon trazia algumas fêmeas para cá, todas que tinham olhos claros ele elgiava, então meus olhos também eram bonitos? Bem, eu era bonito. Mas como eu sabia a diferença de fêmea e macho dos humanos? Simples. As fêmeas tinham uma coisa chamada seios no qual Jeon sempre gostava de apertar sempre que estava lambendo a cara da garota, só que como eles são humanos não era bem a cara, era como se fosse focinho com focinho, era algo chamado boca, boca com boca, e sempre havia línguas, então era como se fosse uma lambida dos humanos, né? E bem, os machos não tinham seios, eles tinham uma coisa chamada pau, e o Jeon tinha um no meio das pernas, era como o meu, só que o meu parecia ser muito rosinha e o dele da cor de sua pele, moreno. Eu aprendi muitas coisas com o mestre Jeon, os humanos são tão estranhos, mas Jeon ainda era incrível! E também dava pra distuguir pela voz, a voz do Jeon era grossa e nem um pouco desconfortável, algumas fêmeas que ele trazia tinha voz melodiosas, porém tinha algumas qie fazia minhas orelhas estremecerem e eu acho que acontecia a mesma coisa com ele que sempre ficava com uma cara de desgosto.

De pequenas perninhas e um rabinho encavanhado entre as pernas, eu fui criando muito pelo, e com isso, um Jeon que me escovava, ah, aquilo era tão bom quanto os cafunés, a presença de Jeon era totalmente boa, o mestre Jeon gostava muito dos pelos da minha face e sempre os apertavam, os esticandos, soube que nos humanos aquilo se chamava bochecha, ele sempre me apertava ali, então devia ser algo bom e eu me sentia feliz por ter bochechas grandes! Com muito pelo eu fui criando uma altura mauor e agora eu acho que estou mais ou menos na altura do pau de Jeon, eu estava grande, e toda vida que Jeon ia se olhar no grande espelho do seu closeti? Clonsente? Closet! Eu sempre ia atrás dele, nós sempre nos olhavamos e ele sempre sorria quando eu ia junto soltando frases como "Meu cachorro é tão vaidoso quanto eu!" Não sabia oque era isso porém devia ser bom, aliás eu estava sendo assemelhado ao meu mestre, e aquilo era demais, o melhor elogio que um cachorro pode ouvir pelo seu dono! Jeon era bom em tudo, sério, só existia um erro. As fêmeas que ele me amostrava. 

Tipo, ele trazia cadelas, na verdade não era ele, era as suas fêmeas que traziam as cadelas apenas para desculpa para lamberem o meu mestre Jeon! Isso não se faz, com certeza! Um dia tentei lamber Jeon como as fêmeas fazim porém ele me afastou e gritou bem alto comigo "Eca! Chim Chim não faça isso de novo!" Eu realmente não fiquei com medo de tal acusação porque se eu quisesse eu poderia muito bem arrancar aquele braço dele fora, mas como eu o amo muito nunca mais tentei fazer tal coisa, devia fucionar apenas com as fêmeas humanas, só sei que o mestre passou muitos tempos no banheiro colocando aquela pasta horrível e colorida – que infelizmente todo final de semana eu tinha que passar por aquela terapia de dor – dentro da boca, parecia limpar eu acho, porém acho o papel higiênico bem mais legal e gostoso do que essa pasta ardente. Mas voltando as cadelas, as suas fêmeas e umas duas vezes ele, trazia fêmeas pra eu acasalar, o problema é que, as fêmeas eram muito pequenininhas e eu tinha que fazer muito esforço, e algumas eram birrentas e tinham a audácia de morder a minha orelha, acredita? Me lembro que a última era tão pequena que se dava pra colocar no bolso, eu queria uma fêmea do meu nível! Grande e peluda! Se o mestre Jeon fosse uma fêmea eu acasalava até mesmo quando não estivesse no cio, o mestre Jeon era perfeito. 

Os dias atuais tem ficado chatos, acho que é pelo fato que da última vez que Jeon trouxe uma fêmea, a mesma ficava me chamando de pulguento e pispu na minha cauda de propósito! Isso já era demais, não demorou menos de dois minutos para aquele sapata de gosto ruim não tenha se estrassalhado na minha boca com os caninos enormes, a sorte dela é que se fosse na perna dela o senhor Jeon teria ficado chateado comigo, mas foi só esperar eles se lambarem e depois entrar no quarto do mestre – que ele sempre tracava, eu nunca entendia – depois que eu já conseguia ouvir aqueles gritos esganiçados eu parti pro ataque e tchau tchau sapato de fêmea humana pisadora de rabo de cachorros bonitos e vaidosos. No outro dia mesmo que nem tenha feito alguma marca na pele daquela fêmea, Jeon ficou com muita raiva de mim, e desde de então ele nunca mais trás aquelas fêmeas para casa, oque é bom e ruim ao mesmo tempo, algumas até traziam sachês de carne com molho pra mim, a melhor coisa já inventada, com certeza, depois do meu mestre claro. Teve um dia que ele nem voltou para casa e eu tive que aturar o escuro sem ele ao meu lado! Aquilo era horrível! Como eu sem mãos humanas ia invocar o Deus Lâmpada?! Ia ter que ficar esperando até o Deus Sol voltasse?!

Mas eu acho que já falei demais do mestre Jeon Jungkook e como nos conhecemos, agora eu vou falar de mim! Eu sou Chim Chim, vivo uma vida pacata com o melhor mestre que alguém poderia ter, gosto de sachês de carne e de passear com o meu dono, Jeon Jungkook, sou impávido, realmente não tenho medo de nada, e sei que Jeon é o melhor dono do mundo e munca faria nada de mal a mim. Bem, acho que só, mas um ponto curioso e divertido até que era um desejo, e eu tenho esse desejo á muito tempo...

Queria ser um humano, com meu mestre, e poder ser o melhor amigo Jeon já poderá ter! Sim, eu espero que isso possa acontecer um dia, aliás, mágica acontece. 

O clima estaria melhor se Jeon estivesse aqui comigo. Essa com a cabeça apoiada no braço do sofá, apenas olhando por aquela grande janela da sala que dava para a vista da grande cidade, o prédio era bem alto, dava ora ver tudo, eu me lembro que quando era menor sempre achei que fosse cair, mas aquilo era feito de um material parecido com espelho. Bem, agora nesse momento eu estava encarando aqueles pontinhos brilhantes que ficavam no teto do lado de fora, era um teto enorme, parecia que não tinha fim, e os pontinhos também, eu gostava quando Jeon me abraçava no sofá e eu dormia com a imagem daqueles pontinhos, eram magnificos. Acho que já vi em um documentário...estrelas cadentes. 

Pude ver os pontinhos se mecherem naquela noite, eles se mechiam no sentindo direito, pareciam risquinhos. 

Fechei os olhos por um momento. 

Apesar de não ser um humano eu realmente me orgulho por ter me exibido pra aquele garoto, pois eu o considero o meu melhor amigo, não pelo fato dele ser o meu dono – eu acho – mas sim que ele é o melhor, consegue me fazer feliz com tão pouco em meros segundos, ou até menos de segundos...eu só queria se um humano pra poder tê-lo por perto todos os momentos.

– Chim Chim! Eu cheguei! – escutei aqueles passos ecoando pelo apartamento chegando mais perto e como um flash corri em direção ao objeto chamado "porta".

Ele estava lá com o sorriso radiante de sempre com aqueles dentinhos enfileirados, aquela face perfeita e bonita pedindo para ser lambida por mim. 

Jeonkook-ah! Como eu amo ele!



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