História Choices. - Farosella - Capítulo 16


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Categorias MasterChef Brasil
Personagens Ana Paula Padrão, Erick Jacquin, Henrique Fogaça, Paola Carosella
Tags Farosella, Masterchefbrasil
Visualizações 100
Palavras 1.799
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Harem, Literatura Feminina, Policial, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 16 - Capítulo XVI


Fanfic / Fanfiction Choices. - Farosella - Capítulo 16 - Capítulo XVI

~Ana Pov~

-Me sinto tão culpada Jacquan. - calma você está só estava preocupada.

Eu respirei fundo e me sentei. Nesse instante a porta foi escancarada. - Onde ela está?.

- quem?. Perguntei me levantando. - Paola, ela sumiu faz duas horas e ninguém sabe onde ela foi.

- Como? Nenhum criado nem guarda viu a rainha?

- Ninguém.

Comecei a arduamente me culpar e passar as mãos no cabelo. - Deveríamos olhar na sala dela, investigar. Sugeriu Jacquan. - Sim, vamos.

- Onde está Patrício?. - Rondando o Palácio. Henrique saiu, sua feição tinha mudado drasticamente ele parecia ter pegado toda as coisas ruins da profundeza e estampado no rosto.

Entrei na sala de Paola o copo de café já frio dela estava pela matade o que indicava que ela não havia terminado antes de sair, as pilhas de papel estavam pela mesa porém muito bem organizadas. Seus scarpans Verde escuro estavam embaixo da mesa. Ela sempre os tirava quando podia.

No fundo uma música tocava repetidamente em um toca vinil Henrique desligou ela com um soco. Eu respirei fundo e andei de um lado pro outro em pânico total. Após a procura terminar me dirigi ao único que lugar que me sentia salva.

Entrei no quarto e meus olhos escureceram ao tom pastel bebê, andei até o berço e Lucas dormia serenamente desenhei os cabelos ainda ralos dele e contemplei o rosto completo de Patrício em uma pequena figura. Me sentei e adormeci no sofá.

. . .

Estávamos todos aflitos na sala logo seria dado como sequestro e o país entraria em pânico, escutamos a corneta anunciando a chegada de alguém Henrique se levantou e Paola cruzou os portões, quase demos saltos e fomos até ela. Que estava com uma feição serena descalça e suave.

- Onde você se meteu?.

Henrique a abraçou e foi notável a segurança que os dois encontravam no outro.

- nunca mais faça isso..

- Yo estou exausta poderia descansar um pouco? - claro vamos. Ela passou por mim envolvida com Henrique e lançou um pequeno sorriso para mim e seguiu para as escadas.

~Paola Pov~

Suspirei ao sentir a luz do sol em meus olhos e vi que não iria dormir mais. Passei a mão pela cama sentindo as plumas do travesseiro que escaparam do evento de ontem á noite. Me sentei cobrindo meu corpo nu com o edredom.

Olhei para o lado de Henrique dormia com o rosto de lado no travesseiro e as costas para cima, suspirei desenhando os novos arranhões nela que surgiram a noite passada. Sentia à vontade de beijar un por un como un animal marcando seu território.

Yo me aproximei e beijei as costas dele o fazendo ele se mexer, em seguida segui uma trilha de beijos até sua nuca e vi ele sorrir de olhos fechados.

- Acordar assim de manhã é a melhor coisa. Ele me puxou e yo fui aninhanda em seus braços e beijada. -Bom dia mi amor.

- Bom dia minha Rosa.

Yo sorri. - Rosa? Como na bela e a fera?. - pensei mais em...Pequeno Príncipe.

Dei uma risada calorosa que pareceu iluminar o rosto de Henrique. A porta se abriu e uma criada entrou.

- Majestade...ah meu Deus me desculpa, Henrique jogou um travesseiro em cima dele o cobrindo. E a criada sumiu em um piscar de olhos. E novamente eu ri.

- É sempre engraçado quando acontece.

- você de acostuma depois de um tempo. - Si.

Henrique colou os lábios no meu e beijou meu pescoço. - não podemos ficar aqui para sempre?. - E o Reino? - Assinamos as leis da cama e voltamos a transar.

- marido bobo. Demos um beijo e eu me levantei me enrolando no Roupão. - Prefiro sem ele. - ah é mesmo?. Passei pela porta que enterligava nossos quartos.

Sobre meu pai ser o lider dos rebeldes não era o segredo pra Henrique já que Yo contei tudo a ele de Cabo a rabo, mais para se segurança de todos resolvemos esconder esse segredo.

- Noite boa majestade?. Comentou Mamacita com um sorriso pervertido no rosto. - A no tira esse sorrisinho do rosto. Ela riu e eu joguei o roupão nela e corri ao banheiro.

Nesse instante Mamacita virou um líquido cheiroso na água eu presumi que era um dos banhos feito no Palácio. Entrei na água e fui abraçada com a fragrância de rosas. Yo nunca achei que teria que inventar uma mentira para a corte muito menos para meus amigos mais yo sabia que era para a segurança deles.

Após o banho acabar fui vestida com um belíssimo vestido creme justo ao corpo com um decote em V e a calda que arrastava no chão. Suas mangas eram uma renda fina porém que aquecia e considerando o frio era uma das melhores opções de vestido. Meu cabelo foi preso em um coque e a coroa colocada. Eu olhei minhas unhas e suapirei.

Ao entrar para realeza descobri que não poderia pintar as unhas da cor que eu deseja-se afinal era mais fácil reconhecer em caso de crise, eu notei isso em Abby e Raquel.

- Está linda. - Abby, entre.

- quem diria.

- deixe o veneno para suas amigas. - Com quem afiou as garras assim?

- Começa com A de Abby. Ela sorriu um tanto orgulhosa por esse feito.

- Saíam, eu termino daqui. As duas criadas saíram.

- Posso te perguntar uma coisa?. - Sim Paola. - Por que usted e Raquel tem tanta aversão uma com a outra.

- É uma longa história..mais vou resumir, Raquel matou as irmãs. - o que? Acha que ela seria capaz?. - Tem provas, mais escondemos esse caso.

- Então é isso? Acha que eu matei minhas próprias irmãs.

- Raquel. - Sim eu acho, você matou elas por que ninguém nunca gostou de você, Raquel a única coisa que você me trouxe foi desprezo e apenas isso.

-... Raquel respirou fundo. - No dia, eu estava com papai e com Henrique cozinhando.

- Mentira. - foi no dia que fizemos panquecas então uma criada pegou meu vestido e eu troquei por outro.

- O que?. Raquel pensou um pouco e me olhou.

- Paola ainda tem aquele álbum de fotos que eu te emprestei?

- Si, tenho sim.

Andei até a estante e peguei o álbum, ele continua uma capa dura vermelho escuro com o desenho de uma coroa dourada apagada pelo tempo. Entreguei a Raquel que foleou as páginas rápido e mostrou a mãe.

- mesma data, mesmo dia. Vestido diferente. Eu não fiz isso mãe. Abby pegou o álbum e analisou.

- mais me desculpa mãe..Por ser esse peso horrível na sua vida.

As lágrimas de Raquel escorrerem compulsivamente. Abby abraçou o álbum completamente Arrependida. Raquel saiu dali rapidamente e Abby desabou sentada na cama chorando. Yo nunca vi ela chorando.

- Abby..Me sinto muito. - você não entende, não entende o que é falhar com um filho.

- Yo entendo. - como?.

Me sentei perto dela.

- Eu perdi o filho que estava esperando de Henrique.

- Meu Deus...Paola. - E yo senti que havia falhado, e de fato falhei. Mais algo me dizia que as coisas poderiam se consertar na frente e de fato, eu sei que vão.

- Quando ficou tão esperta?

- Eu sempre fui. Ela suspirou e eu à abracei e incrivelmente ela retribuiu. Ela se levantou e consertou a maquiagem.

- Se contar a alguém o que viu eu...

- Destruo sua vida? Esse discurso é velho.

Ela sorriu e saiu andando, eu respirei fundo e conclui minha arrumação e me dirigi a sala do café da manhã.

- Paola..- Aninha bom dia. - você..Me desculpa.

- No, eu tenho que pedir desculpas e usted estava preocupada e eu foi totalemnte ostil, me desculpa Ana? - Sim. Nós duas nos abraçamos.

- onde foi ontem?.

- Usted é a única que vou contar fora o Henrique okay?. - Sim.

- conheci o líder dos rebeldes ontem. - como?

- E ainda tem mais..ele meu pai. A expressão de espanto brotou no rosto de Ana como mágica.

- Como assim Paola?. - ele me contou que forjou sua morte, me fez ofertas para passar pro lado dele mais eu neguei obviamente.

- céus. - não conte pra ninguém okay? - Jamais. - vem vamos tomar café.

Sai andando com ela até a sala de jantar e nos sentamos na mesa. Consegui devorar todo prato em minha frente, comi algumas fatias de un pão toscano e bebi um café que era plantado nas dependências do Castelo. A ideia e mentir ainda me perfurava. Porém eu sabia que era a melhor escolha.

Após o café nos dirigimos todos a sala do trono e eu tomei a voz.

- Bom dia à todos, sinto muito pelo acontecimento de ontem e por não ter avisado a nenhum guarda ou criado. Mais eu apenas fui fazer uma visita a província de Toscana e acabei passando a noite por lá mesmo, sinto muitíssimo.

Um ar de suspiro e alívio tomou o salão, e em seguida todos se voltaram para seus afazeres. Me sentei no trono atrás de mim, Henrique se sentou no seu e começou a checar uma papelada. Eu lia algumas cartas antigas da época da seleção. Então as portas se abriram revelando um homem bem apesoado que todos conhecíamos bem. Vi o mal humor se estampar no rosto de Henrique e eu ri baixo.

Isso tudo por que Lorde Berrown tinha dado em cima de mim na última ação de graças.

- Majestades. Ele beijou minha mão.

- Prossiga homem eu tenho um dia cheio.

Lorde Berrown tinha uma fama ainda pior do que Henrique tinha antes, Berrown tinha um relacionamento diferente a cada semana, Yo sempre ouvia pela corte como ele era "certeiro" na cama e como era bom com as palavras entre outras coisas.

- Há uma remessa de trigo e soja na minha propriedade gostaria de comprar. - não sei se é necessário. - Por que não vende a preços favoráveis para a população, fome é um problema que quase erradicamos mais é sempre bom ter certeza. - Brilhante como sempre minha rainha.

Dei um pequeno sorriso e ele prosseguiu. - então os impostos irão aumentar? - De forma algum. - então sinto muito não haverá negócio, se os impostos não forem aumentados eu me recurso a vender para a população em preços baixos e não irei mais comercilizar com o Palácio.

- Que assim seja. Henrique concluiu - Henrique.. - Ai ai majestade sempre colocando o burro na frente da carroça,bem tenham um bom dia. Ele beijou minha mão e saiu.

- Eu vou matar ele. - Calma você sabe ele detêm um grande poder, precisamos ser cautelosos. - Eu sou o rei e posso acabar com aquele verme. - Se ele matar nosso país de fome não vai ser rei de ninguém. Henrique suspirou pesadamente e se jogou no trono e pos sua cabeça a pensar



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