História Choices of the heart - A seleção do príncipe - Capítulo 20


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Categorias A Seleção, Dove Cameron, Justin Bieber
Tags A Seleção, Dove Cameron, Justin Bieber, Monarquia, Realeza
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Palavras 1.327
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 20 - A pintura


Fanfic / Fanfiction Choices of the heart - A seleção do príncipe - Capítulo 20 - A pintura

Aos poucos me acalmei e Justin me soltou. Estávamos em silencio a um bom tempo.  

—Melhor eu voltar para meu quarto — falei um pouco perdida naquela sala.  

—Não, nosso encontro ainda não terminou. — Justin sorriu de lado e estendeu a mão, a segurei receosa e ele me puxou até o outro lado da sala, onde tinha um cavalete de uma tela.  

—Está em branco — falei quando paramos ao lado da tela.  

—Porque eu vou pintar — ele disse um pouco misterioso, o que me fez olha-lo surpresa. 

—Você que pintou todos esses quadros? — perguntei pasma com sua habilidade.  

—Sim, minha mãe ama pintura e acabou me levando as aulas dela. Então, desde pequeno eu tenho aulas.  

—Jurava que era de algum daqueles artistas que estudamos na escola. — falei admirando as obras. 

—Entenderei isso com um elogio, o maior até agora — olhei para o loiro sentando na frente do quadro e sorri.  

—De nada — disse fazendo ele ri. Realmente ele pintava divinamente bem. — O que vai pintar? — perguntei voltando para perto de Justin e parando atrás dele, apoiei meu queixo em seu ombro fazendo ele me dar um beijo na bochecha.  

—Você! — afastei meu rosto para poder olha-lo e ele riu da minha cara confusa — Vou fazer um quadro pequeno porque para fazer detalhado como esses outros leva muitas horas, outro dia faço um assim.  

—Quer dizer que todas as selecionadas ganharam um quadro? — perguntei dando a volta no cavalete e ficando de frente para ele. 

—Até agora nenhuma, mas ainda falta gente. — ri de sua tentativa.  

—Me sinto especial. — falei e ele sorriu de uma maneira diferente.  

—Você é — Justin me olhava de maneira apaixonada, o que me deixou confusa. — Agora sorri — ele falou e assim fiz — Fica parada, quando puder se mexer eu aviso — tentei segurar o riso fazendo ele levantar as sobrancelhas e me olhar.  

—Desculpa — pedi com as bochechas vermelhas. Era estranho ficar parada para alguém fazer um quadro.  

Fiquei ali parada, minhas bochechas já doíam, não sabia o quanto tempo estava ali parada. Minha perna começou a tremer.  

—Você está bem? — Justin perguntou e eu neguei. 

—Tudo está doendo –—ele riu fraco. 

—É normal, pode descansar, já estou acabando — concordei voltando a mesa e me sentando, dei um longo gole no suco tentando me acalmar.  

Fitei seu copo e segurei o frasco tirando do meu sutiã, intercalei meu olhar entre o copo e o frasco. Aquela era a oportunidade, estava apenas nos dois. Não teria outro momento como esse. Fitei o loiro por longos segundos, estava tão sereno pintando. Justin tinha sido tão gentil nas vezes que nos encontramos. Eu ainda não o conhecia, mas eu não conseguia fazer isso com ele. Guardei o frasco novamente e senti a dor de todas as surras que havia levado de Brian.  

Alguns minutos depois ele se levantou e veio até mim com o quadro. Justin se sentou na cadeira ao meu lado e estendeu o quadro, peguei o mesmo e analisei o belo trabalho.  

—Não estamos nesse cenário florido. — falei vendo que ele tinha feito como se fosse um jardim atrás de mim.  

—Eu tenho imaginação. — sorri — Gostou?  

—Sim, muito. — falei encantada com a pintura, estava divina. — Ficou perfeito. — disse e olhei para seu rosto, ele estava tenso, mas agora sorria largo.  

—Obrigado — Justin falou e se levantou — Vem comigo — ele falou estendendo a mão e eu o olhei desconfiada, mas segurei sua mão.  

Ele me deixou no meio da sala e se afastou me deixando confusa. Então entendi que ele tinha ido colocar uma música romântica, minha mente deu um click e eu lembrei do baile.  

—Nossa primeira dança. — Justin falou se aproximando. 

—No baile. — Completei e ele sorriu, provavelmente por eu ter lembrado.  

Ele passou sua mão na minha cintura e eu coloquei em seu ombro, juntamos nossas mãos e ele me guiou pela sala. A música era extremamente contagiosa. Eu estava focada em seus lindos olhos, assim como ele, ninguém queria quebrar o contato. Justin soltou minha cintura e me fez rodar algumas vezes até me tomar novamente em seus braços. Fechei os olhos com um pouco de tontura e respirei fundo, ainda dançávamos. Abri meus olhos vendo seu sorriso encantador. Suas mãos pousaram em minha cintura e as minhas em sua nuca.  

Lentamente aproximamos nossos rostos, que se encaixaram perfeitamente. Nossos lábios se tocaram me causando arrepios. Justin pediu passagem para sua língua e eu cedi sem problemas. Continuávamos dando alguns passos para o lado e para outro. Os braços de Justin em minha cintura me puxaram para mais perto e assim paramos no lugar. Em um beijo caloroso e cheio de romance, que infelizmente tive que parar, já que o ar de meus pulmões tinha acabado completamente.  

—Vem comigo. — Justin falou segurando minha mão e me guiando para fora da sala.  

Em pouco tempo estávamos no sul do castelo entrando em outra sala. Justin pegou uma chave em seu bolso abrindo a porta dentro da sala que dava para uma escada. Estava bastante desconfiada, minha mente gritava perigo, mas eu queria saber o que tinha ali. Subimos as escadas rápido e então notei que era o telhado que tinha uma vista perfeita do jardim e do lago, assim como de parte da cidade.  

—Uau! — falei me apoiando no parapeito comtemplando aquela visão perfeita.  

—É meu lugar favorito. — Justin comentou parando do meu lado.  

—Aqui é perfeito, não é uma surpresa ser seu lugar favorito. Imagino que seja mais um refúgio. — ele assentiu envergonhado. 

—Como deduziu? — perguntou curioso ficando de lado.  

—Seria o meu, se eu morasse aqui. — falei ainda admirando a vista. — Tem o jardim, tem o lago e a cidade, além de ser escondido pelo telhado. Falta só um banco. Deve ser ótimo ler um livro aqui. — olhei para loiro que sorria.  

—É sim, não passei muito tempo nesse castelo, mas passei uns dos momentos mais difíceis da minha vida aqui e tudo que eu queria era me esconder de todos, foi aí que achei esse lugar. Poucas pessoas sabem, até porque a porta é trancada. Aqui é perfeito, além da vista, de ser escondido, as chances de tentarem me matar enquanto eu estiver aqui são nulas.  

—Matar? Meu Deus! — falei horrorizada.  

—Sim, acontece. Tenho que evitar janelas, posso ficar por 30 segundos em uma. Já aqui é impossível conseguirem mirar.  

—Por causa do telhado. — falei olhando para o telhado, foi bem arquitetado, quem está lá em baixo não consegue ver que tem alguém aqui, enquanto quem está em cima tem uma visão perfeita. 

—Esse castelo foi construído em tempo de guerra, aqui tem vários locais estratégicos para isso.  

—Provavelmente bons lugares para se esconder. — falei e ele concordou. 

—Muito, você não tem ideia de quanto uma criança pode se perder.  

—Você foi o motivo de criarem as pulseiras mapa? — perguntei o olhando, tentava não ri imaginado o pequeno Justin se perdendo pelos palácios.  

—Sim, não fui uma criança esperta. Demorei para decorar os locais, então meu pai mandou desenvolverem algo do tipo. A pulseira é uma versão mais moderna.  

—Criou algo útil, mas que pode ser perigoso nas mãos erradas — falei o deixando pensativo.  

—Isso é verdade, nunca pensamos nisso. — Comprimi meus lábios. — Tenho que avisar meu pai. — Justin me olhou e suspirou.  

—Foi uma ótima noite — disse tranquila, fazendo ele relaxar — Mas agora você tem que ir trabalhar — falei e ele sorriu em forma de agradecimento. 

—A deixarei em seu quarto, para que não se perca — sorri e passei minha mão lentamente em seu rosto.  

—Muito gentil, apenas me leve para uma área mais conhecida pela selecionadas e eu acho meu quarto. Tenho certeza que isso é algo muito sério para você resolver, afinal é sua segurança. 

—A sua também — ele falou e fechou os olhos — A segurança de todos.  

—Isso, exatamente o que quis dizer. — falei e ele abriu os olhos, de forma inesperada por mim, Justin juntou nossos lábios em um beijo de despedida curto.  

—Vamos lá. — Justin falou me guiando para o andar de baixo.  



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