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História Choise! - Capítulo 13


Escrita por:


Notas do Autor


Olá, detetives.

Vocês terão que usar a imaginação hoje, hehe

Leiam com calma e aproveitem!

Capítulo 13 - Um epílogo


Seul, Coreia do Sul, 13 de janeiro, 08:40

Asia foi condenada a dez anos de prisão em solo coreano. Ela cumpriu esse tempo com bom comportamento, que consistia basicamente em não conversar com as outras presidiárias.

Essa, na maior parte das vezes, foi uma tarefa fácil. Asia tinha sua própria cela, e quando encontrava as outras, não havia assunto a ser discutido. 

Ela era uma policial que quase cometeu o pior crime de todos. As pessoas ficavam confusas com isso, escolhendo somente a ignorar.

Min Yoon Gi a visitou com mais frequência no início de sua prisão, depois do primeiro e segundo julgamentos.

Asia viu seu pai confessar que tinha a ajudado depois do crime, além de mostrar provas sobre o incidente. Ele descobriu que ela iria até a Coreia, e, como não sabia o motivo, a seguiu. O senhor Ishikawa acompanhou o que a filha fez, antes e no dia treze, sem saber o que ela queria até a ver quase matando seu amigo de infância.

Ela também viu Park Ji Min contar sua versão, tendo que concordar com tudo ao fim. Ele parecia a odiar tanto quanto já amou algum dia.

E Kim Tae Hyung. Asia quase chorou quando o viu. Ele disse que desconfiava dela, mas que não tinha provas, e que a própria Asia decidiu se entregar. Afirmou que os dois não tinham nenhum envolvimento, em qualquer âmbito. Assim como os outros, contou tudo sem omitir uma vírgula.

Asia assumiu a culpa. Contou cada passo seu do qual se lembrava. Foram dez dias de mentira que tiveram a consequência de dez anos de prisão.

Min Yoon Gi fez o que foi possível. Por algum motivo, ele parecia extremamente esforçado. Asia não fazia a menor ideia de que o Min era seu irmão.

Ele sabia e mais ninguém. A mãe de Asia teve um menino antes dela e, por ser muito jovem, a família achava que estava se casando apenas pela gravidez. Então, a solução foi colocar o menino em um orfanato e mentir para o casal que a criança tinha morrido.

Yoon Gi tinha sido sincero quando disse que não era capaz de desfrutar de sentimentos. Ele estava sendo gentil com ela porque se identificava. Ninguém nunca havia o ajudado, porém todos haviam o abandonado.

Se ele contasse, Asia acreditaria. Ambos poderiam discutir um tema que lhes causava desconfiança: a morte suspeita da mãe em um acidente.

Todavia, Min Yoon Gi era uma incógnita — e preferia permanecer assim. Aos poucos, foi deixando de ver Asia, sumindo do mapa.

O pai dela a visitava vez ou outra. Na última, há menos de um mês, entregou-lhe um endereço onde deveria ir quando fosse solta.

Com suas poucas coisas, em frente às portas da penitenciária, enfim em liberdade, ela tinha a esperança de que um certo alguém estaria a esperando. Entretanto, somente o vento frio do inverno a abraçou.

Ela se sentiu decepcionada, mas entendia que as coisas ficariam melhores se cada um seguisse seu caminho.

Asia pensava em pedir desculpas oficialmente a Ji Min. Não seria fácil, uma vez que não era um pedido simples, mas ela estava decidida a tentar.

Sem ter para onde ir, seguiu o endereço que havia ganho em um pedaço de papel rasgado. Ao chegar, o choque a preencheu.

Na sala de estar, ao chão, estava seu pai, envolto por uma áurea de sangue ainda quente. Aolado, uma faca tinha sua lâmina brilhando à luz do sol.

Asia gritou e correu até o corpo, sujando suas mãos ao verificar, mesmo ciente de que ele estava morto, se ainda havia algo que demonstrava estar vivo.

Ao longe, o barulho da sirene de um carro de polícia podia ser ouvido. Asia estava paralisada, com lágrimas caindo sem esforço algum.

Seu pai morreu. Ela seria presa novamente.

Nos últimos minutos, Min Yoon Gi apareceu, praticamente arrastando uma traumatizada Asia para longe da casa.

Dessa vez, ao menos dessa vez, não é minha culpa, pensava ela enquanto olhava as manchas avermelhadas em suas mãos.

Asia não sabia se podia confiar em Yoon Gi. Mas esqueceu absolutamente de tudo quando o ouviu dizer "Vamos Asia, vamos encontrar Kim Tae Hyung".


Notas Finais


O último, acabou, adeus Choise!

Depois de dois anos, chegamos ao fim com o capítulo 13, logicamente uma ligação estrutural com a trama, uma vez que o crime é cometido no dia 13 (idem dia que Asia é solta). O número do azar? Ah, esse epílogo combina o horário também, 03:00 AM.

Agora começam os agradecimentos dessa autora que finalmente conseguiu terminar uma longfic. Obrigada a Deus por iluminar a mente dessa reles mortal e lhe dar possibilidade de compartilhar essa estória com o mundo. Obrigada @ASujuStan por me apoiar dentro e fora do SS, dentro ou fora do mundo virtual; minha unnie. Obrigada @MAHHobi por sempre fazer aqueles comentários enormes e enérgicos que quase me matavam de felicidade. Obrigada @abacachuu por nunca, nunquinha desistir de mim e da minha escrita. Obrigada @Boonie-, @Kenna_Ak e @BabyJoyOnly, por me darem força no mais difícil: o início. Obrigada leitores fantasminhas, sei que existem também e todos moram no meu coração. Muito obrigada pelo total de mais de 700 visualizações, 20 favoritos e 40 comentários. Graças a vocês Choise! pôde existir e essa autora pôde brilhar.

Vou sentir saudades. Entrar para o gênero policial foi divertido, mesmo eu não o conhecendo muito bem. Isso significa que provavelmente não teremos continuação, nem outra fanfic minha nesse estilo. Mas com certeza continuarei na categoria BTS, com oneshot ou quem sabe, shortfic e outras longfics~~

A música que define Choise! é Fake Love, lançada um pouco antes do primeiro capítulo ser postado, em 2018. Um dia farei revisão do texto, porque sinto que faltam algumas coisinhas (sempre faltam!).

É isso. Novamente, obrigada por tudo. Amo vocês.

Ass: @jingularity


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