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História Choisi d'Aphrodite - Capítulo 44


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Notas do Autor


Oii meus anjos!!

Perdão pela demora, mas com essa confusão de corona vírus rolando eu to ficando meio doida com o tanto de coisa que ta acontecendo.
Estou postando esse capítulo sem revisar pq to na carreira pra ir pro trabalho agora de manhã, mas vou tentar revisar ele até o final do dia.

Cuidado com a saúde de vcs!!!

Capítulo 44 - Encontro


[ Capítulo 44 - Encontro ]

Levi acordou sentindo o corpo menos exausto mas ainda assim um pouco ensonado, olhando rapidamente ao seu redor lembrou-se da noite passada onde tinha jantado a força por conta de Isabel e logo depois de um longo banho sentiu um sono questionável.

- Tch. - estalou a língua olhando para a janela fechada mas que deixava uma luz fraca adentrar o quarto, pela rápida espiadela que tivera, Levi soube que o dia estava um cinzento escuro, talvez para combinar com o humor que estava naquele momento.

Levantou-se da cama e espreguiçou-se, parecia ainda sentir os efeitos do que quer que tenha sido o que Isabel colocou na sua comida com a ajuda de Grisha. Seguiu para o banheiro depois de vasculhar a pequena bolsa que havia levado até ali antes da festa do ano novo, tinha agora somente uma calça limpa e por isso depois de banhar-se fez uso de uma das camisas de Eren.

Suspirou pesadamente e passou as mãos pelos fios negros, os arrumando rapidamente antes de sair do quarto e seguir para a sala de jantar, onde imaginou e de fato encontrou com Isabel, Farlan e Grisha a tomar café da manhã.

- Ah, acho que não botei o suficiente. - Isabel exclamou assim que viu o irmão adentrar o cômodo, fora Farlan que não tinha envolvimento nenhum com o apagão de Levi, os outros dois pretendiam que o jornalista tirasse mais do que pelo menos oito horas de sono para compensar o cansaço e o estresse que a falta de pelo menos um sono profundo faria.

Não é como se Levi dormisse muito também, Isabel sabia disso e sempre relevou o pouco sono do irmão pois ele se cuidava e afirmava que tinha sono profundo o suficiente para se manter bem pelo dia, mas naquele caso era diferente e era bem claro que o Ackerman não estava a se sentir bem com toda a confusão que estava a surgir por causa do desaparecimento de Eren.

- Vocês não podiam ter feito aquilo. - Levi sentou-se de péssimo humor na cadeira ao lado de Farlan, o pequeno apenas recebeu um afago nos cabelos como bom dia.

- Aposto como ias sair, não era? - Isabel resmungou deixando de lado a xícara que daria um gole. - Estavas sumido o dia todo sabe se lá onde, sem dar notícias, já basta a preocupação com o Eren desaparecido, não quero ter de me preocupar se algo acontecer contigo também, maninho.

- Isabel…

- Não importas o que tu me diga, não vou aceitar. Sair feito um louco na rua não vai te ajudar a achar o Eren.

- Tudo bem, tudo bem. - Levi levantou as mãos em forma de rendição e suspirou.

Concordava em parte com Isabel, sair procurando Eren por tudo o que era lugar não o iria ajudar, era um plano bem impensado e por isso teria de se acalmar antes, havia deixado combinado com Reiner e os outros dois que agiriam na parte da tarde. Querendo ou não, Levi ainda tinha que ir trabalhar por mais que odiasse a ideia de ter que passar o dia preso dentro da agência jornalística.

Depois do café da manhã onde ainda reclamou um bocado com Grisha e Isabel, Levi saiu para o trabalho e assim que chegou ao prédio pequeno do jornal, uma garoa começou a cair do céu.

- Levi. - a voz que usualmente era escandalosa, chegou aos seus ouvidos cheia de urgência, Hanji parecia bastante preocupada ao contrário da madrugada em que estava bêbada. - E então? O Moblit está bem ocupado, não tenho notícias dele já faz um tempinho.

- Nada ainda, e se for esperar pela polícia, acredito que não vamos ter notícia alguma. - Levi suspirou. - A polícia não procura nos lugares que deveriam.

- Levi…

- Eu sei que estão tentando nos ajudar, Hanji. Mas não é ajuda o suficiente, eles só recuperaram os últimos adolescente por que eu indiquei onde estavam, caso contrário quem sabe como estariam aqueles garotos?

Hanji suspirou e deixou com que o amigo fosse até a sua sala, para começar o trabalho que tinha. Depois da noite de sono que teve, Levi agora estava bem mais calmo e por isso respirou fundo antes de pegar a pilha mediana de folhas que tinha que revisar ou descartar durante aquele dia, tentou ao máximo se concentrar para terminar tudo de uma vez, não pretendia trabalhar um período inteiro e por isso precisava entregar todas as demandas que tinha para que assim que terminasse, fosse encontrar com Reiner e Berthold na pequena e improvisada casa em Stohess.

Com a ajuda de Gunther porém, só foi possível terminar de finalizar todas as suas demandas a meio da tarde, e por isso quando viu que já estava prestes a dar quatro horas, arrumou suas coisas e partiu para o distrito que ultimamente vinha colocando bastante os pés.

- Já vais? - Hanji que estava na recepção a tomar uma xícara de café olhou para o relógio de pulso que levava. - Estás a aprontar alguma coisa, não é?

- Terminei o meu trabalho, nada mais justo do que ir embora quando finalizo tudo o que tenho.

- Eu sei, mas…

- Tenho que ir, Hanji. - acenou ligeiramente para Petra que estava no balcão e para Hanji que o olhou desconfiada.

A jornalista sabia que o amigo não iria confiar na polícia e muito menos esperar alguma coisa dela, ele faria as coisas por si mesmo, e aquela ideia em nada agradava a Zoe.

Levi seguiu direto para Stohess, as ruas ainda tinham alguns policiais, mas a cada passada de Levi ele notava como a quantidade pequena simplesmente sumia quando se aproximava da entrada do subterrâneo, que inclusive, desta vez continha dois homens próximos a escadaria de pedra que havia ali.

O Ackerman, fora do costume, foi recebido por Annie que já apresentava uma grande melhora em relação ao seu estado de quando esteve encarcerada na prisão, apesar disso, seus pulsos ainda mostravam as marcas meio arroxeadas das algemas que deveria ter usado por bastante tempo.

- Onde estão os outros dois? - perguntou fechando a porta da casa e vendo como a loira se acomodava no sofá, a casa parecia um pouco mais limpa do que a última vez que Levi tinha estado ali, já não havia tanta poeira espalhada aos quatro cantos do cômodo.

- Estavam terminando de se organizar, o Berthold resolveu que também vai.

- E quanto ao emprego?

- Acho que ele pode arranjar algo melhor, ser segurança de um homem como o tal Djel não deve ser um trabalho muito limpo, acho melhor pararmos com essas coisas depois que te ajudarmos.

- Bem… Façam do jeito que preferirem.

Annie assentiu, e se mantiveram em silêncio por alguns minutos até a chegada de Reiner e Berthold.

- Vamos? - o loiro perguntou, aparentemente um pouco nervoso, o moreno ao seu lado parecia da mesma forma.

Antes de seguir caminho para a casa de Djel como pretendiam, fizeram uma parada na pequena casa de Levi, onde mais uma vez o Ackerman dependeu do presente do tio. Esperava que não fosse necessário usar daquelas armas que estava dando a Reiner e Berthold, mas preferia prevenir do que remediar mais tarde.

O caminho para a casa de Djel teve de ser mais cuidadoso do que já estavam sendo anteriormente, qualquer passo entregaria os três bem armados e Levi podia ver o claro nervosismo em Berthold. Agora o jornalista sabia o porque de Annie ter seguido com a tarefa por dinheiro sozinha ao invés de levar um dos garotos.

- Berthold. - Levi chamou e ganhou o olhar do moreno alto. - Estás ansioso demais, por nada.

- Mas…

- Estás suando frio, dá para ver de longe. - Levi apontou com calma, mantendo o tom de voz baixo o suficiente para que apenas o moreno e Reiner escutasse. - Se continuares assim, vão descobrir-nos e ai desta vez, a polícia não vai ter o descuido que teve com a Annie.

O Hoover engoliu em seco, respirou fundo e pelo resto do caminho tentou se acalmar o máximo que pode, mas tornou a ficar um bocado nervoso quando teve de ser o primeiro a bater na porta de Djel Sannes. Acreditava que Levi o faria, tendo em conta que poderia ser o mais agressivo para conseguir uma abordagem com sucesso, mas ao invés disso, Levi tinha empurrado-lhe para bater a porta e enrolar o maldito mordomo que sempre abria a porta.

- Ora, senhor Hoover? - o homem falou abrindo um pouco mais a porta com certa curiosidade pela presença de Berthold.

- Boa tarde. - o moreno sorriu amarelo, sentindo as mãos suarem ligeiramente. - O senhor Sannes está? Me pergunto se ele não iria precisar dos meus serviços um pouco mais cedo.

- Sim, ele está. Aliás, pretendia arrumar alguma maneira de entrar em contato contigo, o senhor Sannes tem alguns assuntos para resolver agora de noite e vai precisar de escolta.

- Ótimo. - Levi respondeu por Berthold, surgindo por trás do garoto mais alto, o jornalista não sabia se ficava frustrado pelo fato do Hoover ter conseguido lhe esconder 100% com a sua altura e largura.

Num movimento rápido e um tanto desengonçado, o mordomo ainda com uma expressão surpresa foi empurrado para dentro da casa aos tropeços, era notável o rosto surpreso e meio assustado do homem quando Levi puxou a arma do coldre apenas como forma de intimidar o mordomo.

- Onde é que está Djel?

- No andar de cima, segunda sala a direita, é um escritório.

- Quantos empregados na casa?

- Não temos muito, no total contando comigo são quatro.

- Vais conosco. - Levi pegou no braço do mordomo depois de guardar a arma novamente, o homem não se opôs e até mesmo os guiou a sala, bateu na porta do escritório e avisou sobre uma "visita".

A permissão curiosa de Sannes não demorou a surgir e logo, Levi acompanhado do mordomo e dos outros dois entraram na sala deixando o homem rico surpreso.

- E posso saber quem são vocês? - perguntou apagando o resto do cigarro no cinzeiro, Levi com toda certeza odiava aquele odor. - Não tenho tempo para bobeiras.

- Não vai nos oferecer nem um copo de água? - o jornalista se acomodou numa das cadeiras em frente à mesa por qual Djel estava do outro lado, cruzou as pernas e encarou o homem com um pequeno sorriso maldoso, Levi soube pela expressão dele que tinha sido ligeiramente comparado com Kenny e era exatamente isso o que desejava. - Tenho um pequeno assunto para resolver contigo.

- Não tenho nada a resolver contigo, não nos conhecemos.

- Não, não nos conhecemos é verdade, mas acredito que conheças o Kenny Ackerman, não é? - perguntou aumentando o sorriso ao ver Djel prender a respiração.

- Não sei do que--

- Ah, sabes sim. - Levi deixou uma expressão séria tomar conta de seu rosto, a sua intenção de intimidar o rico a sua frente estava a funcionar. - Tens um encontro com ele hoje? Espero que sim.

- O que é que queres?

- Quero que me leves até ele, somente isto. Não estou pedindo muito a ti, só quero que me leves até ele para que eu tenha certeza que o próprio Kenny estará lá.

- E que assuntos tens com ele?

- Assuntos que não são da tua conta. - Djel cerrou os olhos, desconfiado.

- Então porque motivo eu levaria a ti comigo? Quem não me garante que não vais me usar para jogar o Kenny Ackerman contra a polícia.

- Vou contar-te uma coisa, Djel. Se eu quisesse levar a polícia militar até o Kenny, teria a trazido até a tua casa, entregado tu a eles e fazer-te falar sobre o teu suposto encontro com ele, seria uma tarefa bem mais fácil, não achas?

Djel suspirou alto, passou a mão pelo cabelo ralo e desviou os olhos do de Levi, o jornalista conseguia ver claramente que o homem rico estava pesando os prós e contras do que Levi estava a dizer.

- Claro que se não quiseres contribuir comigo, posso pensar em entregar-lhe a polícia sem problemas, tenho provas dos teus bordéis mesmo que eles não estejam no teu nome, com a pressão certa alguém daqueles lugares deve falar o teu nome.

- Tudo bem, tudo bem. - suspirou alto mais uma vez. - Tenho um encontro com ele hoje, daqui a pouco tempo estaria saindo caso não tivesse me atrapalhado.

- Pois?

- Levo-te com a condição de que não vais me entregar à polícia.

- Tudo bem, não há problema para mim, por tanto que cumpras com o que te disse, não pedi muito, afinal.

Djel deu algumas ordens ao mordomo que ao lado de Reiner para observar todo o seu movimento, seguiu para fazer algumas breves preparações. Após minutos e quando a noite já era bem perceptível no céu, todos seguiram até o veículo de Djel.

Normalmente, Djel levava o mordomo consigo para pelo menos dirigir o carro, porém desta vez Levi seguiu na direção, e com as indicações do homem rico acabou estacionando próximo a mesma casa onde tinha descoberto sobre o encontro de Djel e Kenny.

Não parecia haver ninguém ali e logo o nobre se apressou a explicar que todos os encontros eram assim, Djel sempre deveria chegar primeiro e Levi sabia que era assim, o tio tinha a mania de fazer uma verificação aos arredores e mesmo dentro da casa sem que os clientes percebessem, era uma maneira de segurança desde que quase foi pego uma vez.

A casa era escura e não tinha nenhum ponto de luz para ser aceso, claro, tudo para deixar o encontro mais seguro o possível.

Levi se acomodou no sofá meio velho, um suspiro agoniado quase escapou de seus lábios, mas não queria mostrar nenhum tipo de ansiedade para o homem agachado no chão ao seu lado. Quanto mais rápido Kenny chegasse aquele lugar, mais rápido Levi teria informações sobre Eren e mais rápido ainda sairia atrás do moreno.

Reiner se sentou ao seu lado, mas Berthold preferiu se manter atrás do sofá, para ele ali era um ponto bem mais seguro de ficar do que sentado ao lado do Ackerman.

Mais alguns minutos passaram e a porta da frente rangeu lentamente, Levi olhou em direção a entrada com as expectativas grande de encontrar com o tio, mas não viu nada mais que uma mulher loira, esta que não demorou a reconhecer como a suspeita policial ao qual tinha alguma familiaridade.

- Traute Carven. - Levi cruzou os braços vendo o olhar surpreso da mulher.

- Levi Ackerman. - a mulher falou ainda num tom surpreso, um pequeno sorriso delineou os seus lábios. - Há que devo a tua presença aqui?

- Não era a tu que pretendia ver, mas é bom descobrir que tem gente do meu tio infiltrada na polícia.

A mulher fechou o rosto e cruzou os braços, avaliando a situação, agora as certezas de que a polícia não acharia Eren eram bem mais sólidas.

- Onde é que está o Kenny? - Levi perguntou.

- Atrasado, mas vai chegar daqui a alguns minutos. Vim começar a conversa com Sannes, mas vejo que hoje este não vai ser o nosso foco.

- Se queres fazer negócio com ele vais em frente, mas continuou aqui para esperar Kenny.

- Não vejo problema, afinal, acredito que vais precisar se familiarizar com essas situações o mais breve possível. - a mulher falou num tom meio rude, deixando Levi ligeiramente curioso pelo tipo de fala da loira.

Na sua cabeça, estava começando a imaginar que Kenny já estava a espera de uma aparição sua, e de fato Levi percebeu que sua linha de pensamento estava correta.

Traute tinha começado o seu assunto com Djel, quando mais uma vez a porta rangeu e desta vez, a pessoa esperada finalmente entrou naquela sala.

Com uma postura ereta, um chapéu lhe cobrindo parte do rosto e as roupas mais bregas que Levi já havia visto na vida, Kenny estava parado à porta os olhos surpresos e um sorriso grande e misterioso no rosto já meio castigado pelo tempo.

- Ora, há quanto tempo, Levi.

- Kenny. - Levi meneou com a cabeça, a sua expressão antes sem expressão agora se fechando numa raiva borbulhante.

O jornalista sentia como se o seu sangue estivesse fervendo apenas de ver o tio e imaginar o que o homem lhe diria.

- Estava mesmo à tua espera, não demoraste tanto então acredito que não errei mesmo ao pegar o Eren Jaeger.

- Que bom que sabes do que vi tratar contigo. - Levi fechou os punhos, concentrando-se a não puxar a arma do coldre escondido.

Kenny observou o sobrinho de cima a baixo, a altura nunca tinha sido o forte dele, mas o assassino sabia do que o rapaz a sua frente era capaz, sabia o que o sangue de um descendente de Ares era capaz de fazer quando tivesse a raiva certa, Kenny tinha ensinado basicamente tudo para Levi, o jornalista era bem mais treinado do que aparentava.

O mais velho olhou para a subordinada que levantou-se e se aproximou de Djel Sannes, puxou o homem pelo braço para fora da casa para que pudessem resolver o assuntos do nobre. Assim que os dois estavam fora do cômodo, Kenny passou o olhar pelos dois indivíduos a mais junto a Levi, não imaginava que o sobrinho teria "capangas".

- Onde está o Eren?

- Direto demais, do jeito que ensinei. - o homem riu. - Apesar de que preferia que me fizesse uma recepção calorosa, fazem anos que não nos vemos.

- Por que o Eren? - Kenny suspirou, vendo que não adiantaria uma enrolação com o jornalista, a sua única opção era de fato começar a falar.

- Primeiramente, tens muito bom gosto para namorado, ou será que na verdade é Afrodite que tem bom gosto? - ouviu um estalar de língua do sobrinho e por isso acomodou-se melhor onde estava. - Eren Jaeger se encaixava perfeitamente nos padrões do cliente.

- Eren é de família rica, Kenny. A idade começou a subir-te a cabeça?

- Não há problema se for de família rica ou pobre, por tanto que para onde vá, não seja possível reconhecer seu nome ou mesmo seu rosto.

- Para onde o mandaste?

- Não tens outro ponto mais importante para levantar? Vieste aqui apenas por causa do teu namorado?

- Qualquer outro assunto possível que tenha contigo vai ter de ser adiado. Assim que me viste já sabias do que eu queria falar, e conhecendo a ti, sei que estás apenas a usar o Eren como um pretexto.

- Contínuas bem afiado.

- Vais direto ao ponto, Kenny.

- Não sei para que toda a tua pressa, não é como se assim que falar tu vai conseguir salvar o teu outro lado da asa. - Levi cerrou os olhos se perguntando até que ponto o tio sabia sobre Eren, sobre a intimidade dos dois. - Se ele não for estúpido, não vai estar tão mal, mas pelas reações dele não tenho certeza sobre a sanidade do garoto.

- Kenny, Estou começando a ficar sem paciência para esse teu joguinho idiota. - rosnou. - Só quero que respondas a uma pergunta, onde é que está o Eren?

Kenny suspirou e deixou um sorrisinho maldoso espalhar pela sua expressão.

- Teu namorado, Levi, está bem mais longe do que tu esperas. Está em Maria, provavelmente vivenciando o que eu particularmente chamaria de inferno, queres saber por que? - Kenny viu uma ligeira expressão de choque no sobrinho. - Não sei como andas a te sentir em relação ao teu pai, mas alguma investigação já deves ter feito.

- O que é que queres dizer com isso? - Levi sentiu a voz trêmula, a sua vista começou a doer.

- Quero dizer que o teu namorado, está agora em Maria, sofrendo nas mãos do filho da puta que deveria ser o teu pai.


Notas Finais


Até o próximo capítulo!!


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