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História Church (Jenlisa) - Capítulo 1


Escrita por: lalislmt

Notas do Autor


Essa é uma adaptação da one shot Church-Lisoo, que também é minha.

Capítulo 1 - Well, tell me your confessions, baby, what's the worst?


A respiração era ofegante e pesada, o quarto estava escuro e somente uma luz vermelha o iluminava, refletindo nos corpos e tornando a atmosfera carregada de luxúria, totalmente contra os ideais de suas criações.


Os pais de Jennie e Lalisa eram pastores das duas maiores igrejas de Seul. Os melhores amigos que se conheceram num projeto de igrejas tinham filhas de idades parecidas, usando a coincidência para aproximá-las, criando-as como verdadeiras herdeiras de todo o patrimônio sagrado que possuíam.


Apenas não contavam com o que aconteceria.


Lisa era 2 anos mais velha que Jennie e se conheceram ainda na infância com seus respectivos 10 e 8 anos.


Manoban era a filha mais nova de outros dois irmãos e nunca gostara muito de assistir seu pai, ou de perder suas horas de vídeo game para "conversar" com um ser que poderia nem existir. A menina crescera assim e nada mudava sua cabeça. Porém, em frente aos pais era a pessoa mais santa do mundo.


Já Jennie era a verdadeira imagem do próprio pai quando o assunto era a igreja. A menina participava da maioria dos cultos, estava em todos os projetos, vivia ajoelhada, mesmo que não tivesse muito à que rezar. Cresceu aprendendo dentro da casa de Deus, lendo histórias bíblicas para dormir e certa de que seguiria os passos do pai quando pudesse.


Era assim até conhecer Lalisa.


Quando atingiram uma certa idade-15 e 16 anos- Lisa começou a sentir uma atração por Jennie, o que era recíproco, só que a mais nova nunca admitiria. A mais velha começou a investir na menina pouco a pouco. Um selinho roubado aqui, uma passada de mão ali, até que Jennie se abriu quanto aos seus sentimentos e, deixando seus ensinamentos de lado, foi pra cama com Lalisa.


A partir da primeira vez, era certo que não conseguiriam se largar. Parecia que as almas, antes entrelaçadas, criaram um nó após a primeira vez, não deixando brecha para uma separação.


Passavam as dias uma na casa da outra, com a desculpa de estar estudando e nenhum dos pais desconfiava, as meninas sempre foram inseparáveis. O que ninguém sabia é que o único estudo que rolava era o descobrimento de partes anatômicas femininas, uma conhecendo e amando o corpo da outra. E eram exatamente assim que estavam agora.


Os casais tinham saído para uma viagem de poucos dias para tratar de assuntos das igrejas, deixando as meninas sozinhas. Elas amaram a liberdade. Geralmente não podiam gemer alto, mas agora estavam livres.


Jennie estava ajoelhada e agarrada à bunda da mais velha, vestindo apenas uma camiseta oversized de Lisa, enquanto esta encontrava-se totalmente nua com uma perna apoiada na cama, criando um paradoxo maravilhoso entre a pureza dos corpos que tanto citavam nos cultos e o modo pecaminoso no qual se encontravam.


A mais velha amava deixar Jennie de joelhos, amava a ironia daquilo ao que, por anos, a mais nova dedicara sua vida à igreja, levando a sério o tão famoso ditado "ajoelhou, tem que rezar". Bom, levando em consideração o fato de que Lalisa passara a ser a deusa da outra, Jennie levava o verbo ao pé da letra, refletindo no corpo de Manoban a súplica por outra noite intensa que resultaria em pernas sem força outra vez.


O corpo da loira começou a dar indícios do orgasmo próximo, fazendo-a agarrar mais forte os cabelos castanhos ao pressionar mais a cabeça contra sua boceta, levando Jennie a fincar as unhas na bunda da mais velha, dando a entender que não conseguia respirar. O ato, combinado com a explosão de seu orgasmo, gerou um gemido alto e rouco acompanhado de pernas trêmulas.


Quando a sensação apaziguou-se, Lisa puxou Kim pelos cabelos para que ficasse em pé na sua frente e tomou os lábios molhados, vermelhos e naturalmente inchados em um beijo lascivo, cheio de chupões e mordidas enquanto levantava a barra da camiseta da menor e enfiava os dedos médio e indicador no lugar quente e molhado que Jennie tinha no meio das pernas, levando a outra para a bochecha.


Circulou o clitóris inchado, desceu os dedo e colheu a lubrificação, voltando ao botão. A mão que se encontrava na bochecha da mais nova foi descendo e parou na lateral do pescoço alvo, acariciando a pele.


A carícia e calma foram apenas distrações, uma vez que Lalisa entrou em Jennie com força ao mesmo tempo em que apertou a traqueia da mais nova e separou o beijo com uma mordida forte, o que fez Kim sentir o gosto metálico do próprio sangue na boca aberta que lutava para puxar ar. Manoban fixou os olhos nos de Jennie, movimentando com força e rapidez os dois dedos no interior da mais nova, deliciando-se com o barulho e com o gemido sôfrego que saiu da mesma.


—Na cama, de quarto.- Soltou a outra e esperou a mesma fazer o que lhe fora mandado, parando atrás de Jennie na cama e puxando-a pela cintura a fim de deixá-la mais próxima da borda.


O movimento fez Jennie se curvar, como se estivesse saudando alguém, deixando sua bunda mais empinada e subindo a camiseta, expondo os seios. O corpo da mais nova deu um leve pulinho e um gemido saiu de sua boca quando Lisa acertou um tapa na polpa direita, descendo a mão para a coxa que tanto amava e deixando um aperto no lugar.


A mão esquerda acompanhou a direita e, sem tempo para Kim se recuperar, Lalisa deixou um tapa forte nas duas bandas ao mesmo tempo, empurrando o músculo para cima, deixando a mais nova totalmente exposta para ela. A mais velha desceu o tronco, deixou uma mordida seguido de um chupão em cada lado de sua bunda, descendo a boca para a entrada que pingava.


Endureceu a língua e penetrou na fenda apertada, levando as duas mãos aos seios da mais nova para pinçar e torcer os mamilos com força. O ato, somada à movimentação que sua língua tinha agora, quase levou Jane ao êxtase, sensível que era a menina, mas logo retirou o músculo do lugar e colheu toda a lubrificação em excesso, deixando um tapa no lado da coxa esquerda da outra recebendo o gemido manhoso de bom grado.


— Ah, Jennie... O que seu pai pensaria quando soubesse que a filhinha santa gosta de apanhar na cama?- Falou, acariciando as coxas e bunda da menor.- Tenho certeza de que nada do que fazemos aqui dentro o agradaria.- Ao terminar a fala, levou o dedo médio para a boceta de Kim, brincando com sua entrada.- Aposto que ele faria você se confessar toda hora, além de te mandar pra um convento e te obrigar a rezar não sei quantas ave-marias até seus joelhos começarem a sangrar.- Enfiou o dedo e recebeu um ofego, mas não ousou se mover.- Mas você sabe que pode falar comigo, amor, tudo de ruim que você quer que eu faça com você. Aqui dentro você é a minha vadia.- Começou um vai e vem devagar, mas Jennie precisava de mais e Lalisa sabia disso.- Não é, Jennie?- Num rompante, adicionou mais um de seus dedos compridos e começou a fodê-la, levando a outra mão para os cabelos e puxando-os para trás, como que para mostrar que não existia outra resposta além de "sim".


— Oh, Deus! Sim, Lisa-yah. Eu sou sua vadia. Não pare, por favor.


Não conseguia manter os olhos abertos, as gotas de suor escorriam de suas têmporas e a luz começava a incomodar, mesmo que deixasse a atmosfera muito melhor.


Lisa soltou o cabelo que segurava, deixando um aperto na bunda da menina, aumentando a velocidade e força das estocadas, vendo Jennie apertar o lençol da cama de casal e gemer novamente.


—Nem fazendo o que mais condenam você deixa de clamar à Deus.- No fundo, Manoban sabia que Jennie tinha uma pontada de arrependimento depois de cada noite das duas, sabia que sua consciência pesava ao olhar para seus pais no dia seguinte, mas elas vinham trabalhando nisso. Apesar de não terem dito uma para a outra ainda, elas se amavam.


Lalisa retirou os dedos da mais nova, virando o corpo para cima e apreciando a obra de arte que era aquela menina à luz daquele quarto. Pediu para Kim subir na cama, saindo da borda e assim que a outra obedeceu, ajoelhou-se entre as pernas e beijou o abdômen magro e musculoso, deixando a boca aberta, por vezes passando a língua, molhando e chupando todo o local todo o local.


Retirou a camiseta de Jennie e se ajeitou em cima da mesma. Levantou a perna direita, colocando-a em seu ombro, passou por cima da outra perna e encaixou as intimidades que pingavam, fazendo com que a fricção fosse mais suave e fácil.


A loira alcançou um travesseiro, colocando-o abaixo da cabeça de Jennie gentilmente, agarrando a coxa da perna em suspensão e, iniciando o movimento de seu quadril, capturou um mamilo de Kim, alterando entre apertá-lo ou simplesmente amassar o seio em sua mão.


—Você é tão gostosa.- A mais velha amava tudo em Jennie, mas nada superava aquele corpo. Aumentou os movimentos, vendo os dedos dos pés da mais nova se contraírem e as mãos da outra irem para sua cintura, fazendo Lisa aumentar ainda mais a ficção.


Jennie gemia livremente e Lisa nunca tinha ouvido gemidos tão gostosos quanto aqueles, mesmo depois de já ter traçado quase todas as meninas dos dois últimos anos da escola. Eram manhosos e delicados, aumentando o tom a cada vez que chegava perto do clímax. Vinham acompanhados de ofegos e gritinhos, Lalisa os amava e também gemia, soltando palavras desconexas sobre como a mais nova é gostosa, de como amava seu corpo e sua boceta, seus olhos cerrados durante o ato e o modo como Jennie ficava bonita suando de tesão.


Viu o ventre da mais nova começar a se contrair e soube que ela estava próxima, assim como ela mesma. Ampliou a força e velocidade dos movimentos, sentindo o suor sair de si e os gemidos da outra ficarem mais altos. Puxou o mamilo, apertando com força e soube que foi ali que Jennie veio. Sua coluna se curvou, as pernas começaram a tremer e o abdômen a se contrair com mais força. Vendo o êxtase da amada, Lisa deixou-se levar pela segunda vez, caindo em cima da mais nova.


As duas ofegavam enquanto tentavam se recuperar e Jennie levou a mão até os cabelos loiros num carinho enquanto entrelaçava as pernas com as da outra, depositando um beijo casto na bochecha de Lisa.


Alguns minutos depois, Manoban se levantou levou seus lábios até os de Jennie, possivelmente dando o beijo mais gostoso que as duas já trocaram. Ali, Jane soube que a noite ainda não tinha acabado, e como conhecia a mais velha, não parariam até as duas não conseguirem colocar os pés no chão, até depois de o Sol já ter aparecido no horizonte e a luz vermelha perdido a força.


Jennie ainda tinha muito o que aprender e Lalisa seria para ela a pastora que fora criada para ser, desde que a mais nova continuasse guiando-a ao próprio quarto.





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