História Chuva de Novembro - Capítulo 1


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Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela

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Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Lucca Narrando


Fanfic / Fanfiction Chuva de Novembro - Capítulo 1 - Lucca Narrando

A chuva lá fora caía forte, mas quase nem dava pra ouvir. Nossos gritos abafam o som da chuva e cada vez que ela abre a boca para gritar, parece que meu mundo se dissipa cada vez mais. Nós estávamos tão bem, como chegamos a esse ponto? Nós gritavamos, ela chorava, eu desmoronava.

Alana : Você acha mesmo que isso é suficiente? Na onde você está com a cabeça? - Ela gritava comigo enquanto mexia as mãos no ar com raiva.

Lucca : Se eu acho se isso é suficiente? eu acho que eu deveria ser o suficiente pra você.

Alana : Como? Meu Deus, Lucca, você tem noção do que você tá falando? pensa bem

Lucca : Eu penso, porra. Nós estávamos bem e do nada você resolve jogar tudo pelo ares ? Isso não faz sentido algum.

Alana : Eu quero mais, Lucca. Eu quero mais que uma vida medíocre, isso pode parecer esnobe, mas é a verdade. Eu quero viajar pelo mundo, conhecer novos lugares, me formar, ter uma vida descente.

Lucca : Ta dizendo que ficar comigo é ter uma vida medíocre?

Alana : Tô dizendo que um menino que nem pode sustentar um lar, nunca vai bom o suficiente pra mim casar.

Lucca : Ótimo então, já que você não me quer, eu também não te quero.

Alana : Perfeito, os dois concordam em um ponto então.

Ela pega as malas e sai pela porta e, junto com ela, um pedaço da minha alma. Eu nem queria ter dito aquilo, talvez ela também não quisessem dizer o que falou, mas o que está feito não tem como apagar. Só quero um jeito de me livrar dessa dor.

Subo as escadas e me jogo na cama, olho a nossa foto na cabeceira da cama e finalmente me permito chorar.

As lágrimas escorrendo pelo meu rosto não fazem a dor passar, só me faz perceber que agora, mais do nunca, eu estou sozinho nessa vida, e que desta vez nada pode me salvar de mim.

Choro até dormir ou dormi para não chorar mais, não sei ao certo, só sei que acordei no outro dia cedo com meu celular tocando. Corri com esperanças de ser a Alana, mas não era, era apenas o Guilherme, um amigo meu. Logo atendo e sem enrolação ele começa a falar.

Ligação on:

Lucca : que é?

Guilherme : Bom Dia pra você também!!!

Lucca : não sei pra quem. - falo seco.

Guilherme : eita mal humor da peste, já entendi que não quer conversar, mas preciso de um favor seu.

Lucca : Fala logo

Guilherme : Vai ter uma festa aqui em casa, hoje a noite. Um DJ tá fora do meu orçamento e você é o melhor que eu conheço.

Lucca : não tô no clima, cara.

Guilherme : qual é mano? vc nunca recusa a festa, por favor. Eu preciso de um DJ e vc de grana, tá resolvido, larga o mal humor ai e vem.

Lucca : Ok, você venceu. Mas o meu mal humor vai comigo.

Guilherme : Afee...

Antes de ele Dizer algo, eu desligo o telefone e ele não consegue terminar de falar.

Tomo um banho, me arrumo e desço pra comer alguma coisa. Olho o relógio, são 12:30, essa noite promete. Preciso esquecer a Alana.



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