História Cicatrices - Capítulo 1


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Categorias La Casa de Papel
Personagens Mãe da Raquel, Personagens Originais, Professor, Raquel Murillo
Visualizações 75
Palavras 2.854
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Não tenho muito o que falar sobre, apenas que espero que gostem e boa leitura! ♥️

Capítulo 1 - Cicatrices - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Cicatrices - Capítulo 1 - Cicatrices - Capítulo Único

Raquel havia chego a Palawan a pouco mais de uma semana, e, naqueles dias juntos, aproveitavam cada segundo juntos, não importava o lugar da casa, se amavam em todo lugar. Ela tinha as costas sobre o colchão, as pernas afastadas, enquanto Sergio lhe beijava as coxas, a barba por fazer lhe arranhava a pele sensível, fazendo-a arrepiar por completo, ele lhe tocou o interior da coxa com delicadeza, olhando-a nos olhos.

– Tens uma cicatriz aqui. - Ele sussurrou, dedilhando aquela marca em sua pele. Raquel se apoiou nos braços, olhando para onde Sergio dedilhava, mordeu o inferior, respirando fundo.

– Alberto.. - Ela sussurrou, ainda olhando a marca. – Alberto quem a deixou aí. - Sergio deixou um beijo sobre a marca, subindo em direção a seu rosto, deixando um beijo em sua bochecha, sabia que Raquel precisava retirar aquele peso dos ombros, então, a deixaria falar até que se sentisse melhor, ele se sentou na cama, acariciando as coxas nuas, enquanto a via falar. – Eu disse que não dormiria com ele, então, ele me disse que como esposa eu precisava dormir com ele, mesmo que não quisesse, eu tentei tirar ele de cima de mim, mas ele era mais forte que eu, só não aconteceu coisa pior porque eu comecei a gritar, e minha mãe ouviu, disse que ligaria para a polícia, e o cinto dele acabou me machucando, não foi nada grave, mas ela está aí para me lembrar todos os dias de tudo o que aconteceu.

Cinco anos antes.

– Eu não vou me deitar com você, eu não quero, Alberto, me deixa! - Ela reclamou, tentando o empurrar para longe, porém Alberto era muito maior e mais forte que ela, e era quase impossível o afastar. Ele a deixou na cama, segurando-a pelos braços, Raquel se debatia e gritava, não queria aquilo.

– Você é minha esposa, tem que estar preparada para quando eu quiser, Raquel. - Ele a olhou, tentando beija-la, porém, ela virou o rosto. – É o seu papel como mulher, mi amor.

Alberto lhe soltou os braços, para retirar a blusa fina do pijama que vestia, seu cinto já aberto lhe pressionava a coxa, fazendo-a tentar se afastar, para que a dor do objeto metálico contra sua pele acabasse.

– Me solta! - Ela gritou quando ele rasgou o tecido fino, liberando seus seios. – Socorro! Alguém me ajuda!

– Raquel? - Mariví bateu na porta, tentando a abrir várias vezes. – Que passa? Cariño, eu vou ligar para a polícia!

Alberto se afastou rapidamente, fazendo o fecho de seu cinto rasgar-lhe a pele nua de sua coxa, fazendo-a choramingar e levar as mãos até o corte, apertando-o para que não sujasse os lençóis limpos. Ele se afastou, saindo do quarto, Mariví entrou logo em seguida, com a mão livre, Raquel segurava o tecido em pedaços da blusa.

– Mamá - Ela chorou, sendo amparada pela mãe, Mariví lhe acariciava os cabelos, ouvindo a filha soluçar. –, ele me machucou.

– Vamos cuidar disso, sim? - A senhora se levantou, pegando o kit de primeiros socorros que deixava dentro do banheiro, aquele machucado precisava de um curativo. Raquel agradecia aos céus pela mãe que tinha, Mariví estava sempre no lugar certo na hora certa, e Alberto sempre se afastava quando ela chegava, por isso, de maneira alguma, deixaria que a mãe fosse embora.

– Ele nunca mais vai tocar um dedo em você, cariño, nunca mais. - Sergio sussurrou, beijando-lhe o rosto. – Tens outra aqui. - Ele dedilhou a marca sob as costelas, olhando-a nos olhos. – Foi ele também?

– Não, não. - Ela sorriu, segurando-o pelos pulso, Sergio lhe beijou a cicatriz, a olhando. – Eu era bem jovem quando ganhei essa, estava andando de bicicleta, voltando para casa, bati em uma pedra e caí no meio fio e cortou, quebrei uma costela, mas não foi nada grave.

Anos antes.

Raquel cantarolava enquanto pedalava, o vento fresco batia em seu rosto, ela voltava da academia, desde que começara a namorar com Alberto, começou a frequentar a academia, não havia necessidade, mas, gostaria de ficar em forma para ele. Estava distraída, pedalava bem rápido para que chegasse a tempo de se despedir da mãe, antes que ela fosse para uma viagem a trabalho.

No meio do caminho, uma pedra, a roda da bicicleta bateu em cheio na pedra, fazendo com que ela se desequilibrasse e fosse diretos ao chão, batendo a lateral do corpo no meio fio, fazendo-a gemer em dor, levou a mão onde doía, vendo o sangue começar a escorrer, e o ar lhe faltar, viu um monte de gente se aproximar, cercando-a ali. Sentia o corpo todo dolorido, e o sangue escorrer pela lateral do corpo.

– Você tem algum contato para ligar? - Uma moça se agachou ao seu lado, tapando a feria com a blusa que Raquel vestia.

– Minha mãe. - Ela sussurrou, fechando os olhos com força.

E no fim, Mariví teve que cancelar a viagem, porque Raquel havia ido parar no hospital, com alguns pontos e com uma costela quebrada. Se culpava por não ter prestado atenção, afinal, se tivesse visto a pedra, não teria caído.

Sergio acabou rindo por aquilo que havia escutado, Raquel era tão desastrada, e realmente não lhe impressionava o fato de ter caído dessa forma.

– És tão desastrada, cariño. - Ele riu, a beijando, enfiando-se entre as pernas dela, segurando-a pelas coxas, olhando-a nos olhos logo após se afastar. – Tens muitas cicatrizes.

– Algumas são boas - Ela sorriu, segurando-o pelo pulso, levando a mão dele até sua barriga. –, essa, por exemplo, foi de quando Paula nasceu.

– Achei que ela tivesse nascido de forma natural. - Ele dedilhou a cicatriz pequena, deixando um beijo em seu pescoço.

– Na verdade não, eu bem que queria, foram mais de vinte e seis horas de trabalho de parto esperando a bonita ficar na posição certa, mas ela não quis, então tivemos que optar por uma cesariana de emergência. - Ela o olhou, vendo-o concordar. – Eu queria mesmo que ela tivesse nascido de forma natural, e eu sofri tanto até decidi deixar fazer a cirurgia, foram mais de vinte e seis horas tendo contrações e rezando para que ela pudesse se encaixar e nascer de forma natural, infelizmente não foi da forma que eu queria, mas eu a trouxe para o mundo, e ela era tão linda.

Oito anos antes.

Raquel gritou, apertando a mão da mãe, estava em trabalho de parto a mais de seis horas, e a filha aparentemente não queria colaborar em nada, Alberto lhe segurava a outra mão, acariciando sua barriga, dando o apoio que ela precisava para colocar no mundo sua filha.

– Vamos cariño, você consegue, sim? - Ele sussurrou, deixando um beijo em sua testa. A médica entrou no quarto pouco depois, precisava ver se a pequena já estava na posição certa para que pudesse nascer de forma natural, Raquel continuava irredutível, queria ter o parto natural a qualquer custo.

– Raquel, querida, preciso lhe fazer o exame de toque novamente, preciso checar se estamos avançando na dilatação e se Paula está colaborando conosco. - A doutora sorriu, sentando-se no banquinho que estava próximo da cama, ela concordou, afastando as pernas, mal tinha forças no corpo para fazer as coisas. – Não estamos tendo progresso, Raquel, precisamos fazer isso logo, Paula não vai se encaixar, quanto mais o tempo passa, mais perigo ela corre, e eu não quero colocar a vida das duas em risco, precisamos fazer a cirurgia logo.

– Não, não, nada de cirurgias, eu quero parto natural, e Paula vai nascer assim, ela vai - Raquel chorou, apertando a mão do marido, olhando para ele. –, ela vai nascer assim.

– Ela vai sim, cariño - Alberto lhe beijou a testa outra vez, olhando a médica. –, só mais um tempo, sim?

Com o passar das horas, a médica ficava cada vez mais preocupada, Raquel não tinha mais forças no corpo para continuar fazendo força, não aguentava mais, não iria conseguir com aquilo, estava em trabalho de parto a mais de vinte e cinco horas, e não havia avançado em nada na dilatação, e para ajudar, Paula estava deitada, não virava por nada. E, apesar de estar decepcionada por não ter conseguido trazer a filha ao mundo da forma que gostaria, estava aliviada em saber que em breve aquela dor passaria, e que teria a filha nos braços em pouco tempo.

– Alberto ainda não tinha se transformado no maior filho da puta do mundo, haviamos acabado de nos casar, eu casei grávida de pouco mais de três meses, e ele ainda se mostrava ser a pessoa mais gentil do mundo. - Ela riu, olhando para Sergio, que agora tinha o rosto próximo a sua cicatriz, deixando um beijo ali, fazendo todo seu corpo se arrepiar. – Tenho muitas outras cicatrizes, algumas com lembranças boas, já outras, eu realmente gostaria de esquecer.

– Pode me contar mais sobre elas outro dia, sim? - Ele sorriu, deixando um beijo na parte interna de sua coxa, vendo-a morder o lábio inferior e arrepiar por completo. – Elas não vão sumir, porém, acredito que com o tempo, possa esquecer que as tem, e talvez, eu possa te ajudar com isso.

– E pretende começar a me fazer esquecer agora? - Ela sorriu, retirando o cabelo da frente de seus olhos. Sergio realmente precisava cortar o cabelo, ou, acabaria tendo que os prender para que pudesse ver.

– O que acha? - Sergio sussurrou, afastando-se para que pudesse lhe retirar a calcinha que usava. Raquel estremeceu quando Sergio começou a beijar a sua barriga, descendo lentamente até sua intimidade. Ela segurou-o pelos cabelos, prendendo os fios negros entre os dedos com força, ele sabia como deixá-la fora de órbita, sabia como fazê-la arrepiar por completo, sabia cada ponto sensível de seu corpo, sabia cada ponto onde beijar, morder e apertar para lhe dar todo o prazer possível.

Raquel deixou escapar um gemido contido quando Sergio lhe beijou o ponto mais sensível de seu corpo, ele sorriu, voltando a beija-la da forma que podia, já que ela não aguentava manter-se quieta. Sergio se afastou, vendo-a com os olhos fechados, mordia o lábio inferior com força, para que não fizesse barulho, ninguém os escutaria, afinal, esse é o tipo de privacidade que se pode ter quando se tem uma ilha. E apesar de saber daquilo, Raquel não era do tipo barulhenta, apesar de Sergio conseguir lhe arrancar alguns gritos quando a fazia atingir seu orgasmo.

Raquel ofegou em protesto quando ele se afastou, Sergio beijava cada uma das cicatrizes visíveis em seu corpo, havia notado uma bem próxima a seu seio esquerdo, mas, aquela tinha uma história bem complicada, e ela evitava falar sobre ela, ele deixou um beijo sobre a cicatriz, olhando-a nos olhos. Raquel tinha as bochechas avermelhadas e a respiração ofegante, certamente aquela era uma das cenas que gostaria de gravar na memória para sempre, amava a forma como Raquel se entregava de corpo e alma para ele, e ele faria de tudo para poder ama-la e cuida-la da forma que merecia.

– Vai ficar aí parado ou vai vir me beijar? - Ela sussurrou, apoiando as mãos em seus braços, o sorriso no rosto lhe mostrava o quão confortável e aliviada estava por ter lhe contado a história de algumas de suas cicatrizes. Sergio, acatando a seu pedido, se aproximou, dando -lhe pequenos selinhos, antes de finalmente a beijar. Era algo calmo, e os faziam lembrar da primeira vez que se beijarem, porém ali, havia mais sinceridade, havia mais amor.

Sergio fazia tudo com delicadeza quando envolvia a Raquel, sabia o quanto ela havia sofrido nas mãos do ex-marido, e fazia tudo sempre a avisando do que faria, não queria a assustar ou a fazer pensar que a machucaria, doía-lhe o coração a ver com os ombros encolhidos e os olhos cheios de lágrimas, se pudesse, matava Alberto com as próprias mãos, mas ali, naquele momento, pensava apenas em fazê-la esquecer de tudo, até mesmo de seu próprio nome, ela iria embora em alguns dias para que pudesse buscar a mãe e a filha, então, queria aproveitar ao máximo todos os segundos ao lado dela.

– Estás tão devagar hoje, cariño - Ela sussurrou logo após ele se afastar, enquanto o empurrava para que se deitasse, deixando-a no controle para que aquelas preliminares tivessem um fim logo. Raquel se sentou em seu colo, apoiando as mãos em seu peito, olhando-o nos olhos. –, deixe que eu comande dessa vez, sim?

Sergio mantinha as duas mãos apoiadas em suas coxas, Raquel movimentava o quadril com maestria, sem desconectar seus olhos dos dele, vez ou outra, ele arriscava levar as mãos até sua bunda, a apertando com vontade, para todas as outras coisas Sergio era tímido, porém, entre quatro paredes parecia se transformar em outra pessoa, e Raquel adorava o provocar até que aquela persona tomasse conta totalmente dele.

Raquel se afastou, ajoelhando-se entre suas pernas para que pudesse retirar a última peça de roupa que lhe restava, e Sergio já não aguentava tanta enrolação, precisava dela, precisava tê-la por completo, precisava sentir cada pedacinho de seu corpo. Porém, ela gostava de o torturar até que perdesse todo o controle e a dominasse por completo. Após retirar a última peça que os separavam, Raquel se abaixou, deixando um beijo em sua coxa, subindo lentamente até seu pescoço, deixando uma leve mordida ali.

– Achei que não gostasse de tantas preliminares assim. - Sergio sorriu, vendo-a se sentar em seu colo novamente, Raquel mordiscava o lábio inferior, levando-o até sua intimidade, sem o deixar concluir o que queria.

– Gosto de experimentar novos ares quando estamos juntos. - Ela sorriu, Sergio se ajeitou na cama, encostando-se na parede, segurando-a pela cintura.

– Acredito que podemos deixar para experimentar novos ares depois, sim? - Ele sussurrou contra a pele nua de seu pescoço, beijando e mordendo o local.

– Então vamos acabar logo com isso! - Ela o olhou, levando-o novamente até sua intimidade, sentindo-o entrar lentamente em seu corpo, preenchendo todos os seus poros, fazendo seu corpo arrepiar.

Raquel mantinha as mãos apoiadas em seus ombros, ajudando-na com os movimentos, Sergio levou uma das mãos até seu seio, brincando com o mamilo enrijecido, enquanto usava a boca para dar atenção ao outro. Os gemidos contidos dela lhe estimulavam a continuar, queria a fazer perder todo o controle.

– Me deixe escutar você, cariño - Ele pediu, levando a mão até sua intimidade, a estimulando lentamente, sentindo todo o corpo dela se contrair. –, ninguém vai nos escutar, não tenha medo.

Em um movimento rápido, Sergio a deitou na cama, mantendo-se entre suas pernas, Raquel mantinha os olhos fechados, arranhando seus ombros, gemendo cada vez mais alto, ele sabia que ela se aproximava do orgasmo. Seu corpo se arrepiou, ele também se aproximava do orgasmo, e queria fazer aquilo junto dela. Raquel gritou quando atingiu seu orgasmo, as pernas tremiam, o coração estava acelerado, Sergio chegou a sei limite logo depois.

Raquel tinha a cabeça apoiada em seu peito, estavam em silêncio a um bom tempo, Sergio mantinha uma carícia em sua cintura, deixando alguns beijos em seu cabelo.

– Essa cicatriz - Ela começou, chamando sua atenção. –, essa cicatriz quem a deixou aí fui eu.

– Você? Como? - Ele perguntou, mantendo a carícia em sua cintura.

– Depois que você foi embora, eu achei nunca ter sentido tanta dor na vida, mas eu estava enganada - Raquel suspirou, sem o olhar. –, eu achei que criando uma dor física, me faria esquecer a dor da alma.

Um ano antes

Raquel passava a maior parte do seu dia deitada na cama, não tinha forças para se levantar, porém, quando Paula estava por perto, ela se obrigava a levantar, a filha precisava dela, já havia sido muito irresponsável quando simplesmente mergulhou no trabalho, deixando a filha totalmente de lado para poder resolver o problema dos outros.

Queria poder fazer aquela dor sumir, talvez a dor física a fizesse esquecer aquela dor que sentia, porém, estava muito enganada. Após fazer o corte sobre o seio, soube que deixaria todos a sua volta cada vez mais preocupados, Mariví mesmo tendo sua doença avançando cada vez mais, se recusava a sair do lado da filha, e quando ela foi levada ao hospital para cuidar daquela ferida, a senhora se recusou a sair de seu lado até que tivesse bem o suficiente para voltar para casa.

..

– Aparentemente eu estava enganada, porque eu passei a sentir mais dor ainda, meu peito parecia pegar fogo, tanto por fora quanto por dentro, e eu tive que a prender a conviver com a dor. - Ela suspirou, sem o olhar, sentia vergonha do que havia feito.

– Não deveria ter feito isso, cariño, uma dor física não faria esquecer uma outra dor - Sergio sussurrou, deixando um beijo em seus cabelos. –, mas, não precisa se preocupar, nunca mais sentirá dor, prometo, sim?

Raquel concordou, sabia que por perto dele não sentiria mais nada, não teria mais Alberto, não teria mais a polícia, não teria mais Ángel, não teria mais nada, seria apenas os dois, até a chegada de Paula e Mariví aquela ilha, e ela não poderia estar mais feliz com aquilo, seriam uma família, sem mais nenhuma cicatriz.


Notas Finais


Espero de verdade que tenham gostado, levei mais de três dias para poder escrever tudo, mas no fim, o resultado foi bem melhor do que imaginei. ♥️


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