História Ciclone: Fogo e Pólvora - Capítulo 8


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Batalha, Combate, Espaconaves, Fantasia, Ficçaocientifica, Fugir, Infringente, Intrigas, Lutar, Mutantes, Oficialreverses, Planetasdesconhecidos, Romance
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Palavras 3.037
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Suspense, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 8 - Pistas do ataque


Logo depois do ataque próximo a um estabelecimento, Tornado, Elena, Gayber e Amanda vão até o lugar vítima da explosão provocada por uma granada. Chegando lá, pode-se observar que se trata de um bar que vagabundos e pessoas fora-da-lei frequentam.

O lugar ainda está em bom estado, tirando uma parte lateral do estabelecimento que ficou toda destruída. Bem na entrada, há uma placa na porta dizendo que o local ficará fechado por tempo indefinido.

Os Aliados se entreolham, tentando decidir o que fazer agora, já que não podem entrar no estabelecimento para averiguar os destroços.

 

— Fecharam o bar — comenta Tornado, pensativo.

— De repente eles viram o perigo e resolveram esperar a poeira baixar — responde Elena.

— Podemos investigar do lado de fora mesmo. Precisamos ver pra que lado foi jogada a granada — Tornado sugere enquanto caminha em direção à parte destruída do estabelecimento. Chegando lá, pode-se observar a parte quebrada da parede, os destroços amontoados do lado de fora e uma cadeira de metal no meio da destruição, negra e destruída, marcada pela explosão. Mas apenas uma parte do local foi destruída. — Isso é interessante. Só esse lado do estabelecimento está destruído. Pode ser simples coincidência, mas também pode ser que a granada tenha sido jogada de propósito, exatamente aqui.

— É apenas uma teoria, tá, gente? Mas a pessoa que estava desse lado do bar, provavelmente sentada nessa cadeira, poderia ter sido o alvo da gangue — comenta Elena.

— Exatamente — conclui Tornado.

— Fica difícil investigar sem ter como interrogar alguém — comenta Gayber.

— Por isso mesmo que precisamos ficar atentos para saber quando esse estabelecimento vai abrir de novo — retruca Tornado. — Gayber, você poderia ser a nossa sentinela?

— Tranquilo. Eu fico de vigia. Quando o bar for aberto, eu aviso a vocês.

— Quando isso acontecer, a gente volta para investigar melhor o local e interrogar pessoas — declara Tornado.

— Beleza, mas eu vou querer usar algumas armas para intimidar — responde Gayber.

— Isso já é um exagero. Pra que usar armas? — comenta Amanda, não gostando nada da ideia.

— Relaxa. Não vamos precisar delas.

— Então pra que usá-las?

— Precaução.

— Já que é o caso, não seria melhor a gente usar armas não-letais? — sugere Elena.

— Estamos sem armamento reservado — retruca Tornado, interrompendo.

— Eu tenho uma reserva de armas não-letais dentro da antiga casa dos meus pais — alega Gayber.

— Em Carrex?! Toma cuidado quando for pra lá. O pessoal do Félix está à nossa procura.

— Pode deixar. E eu ainda vou precisar de uma arma de fogo, porque policial que é policial não consegue trabalhar sem uma arma de fogo presa na cintura. Quando a parada fica mais sinistra, é sempre bom ter uma por perto.

— Tá certo. Te arrumo uma depois.

— Beleza.

 

Gayber está dando as costas e caminhando em direção à nave quando Amanda o segue.

 

— Eu vou com você! — Amanda exclama, decidida.

— Não, Amanda! Você não vai! Pode ser muito perigoso — Gayber intervém.

— Isso não foi um pedido — Amanda dá as costas e caminha calmamente em direção à aeronave. Ela está preocupada com Gayber, e ele pode sentir isso. Até porque, se não estivesse, tentaria de tudo para evitar uma missão com essa.

 

Gayber mal percebe quando passa a observar Amanda fixa e distraidamente, gamado.

 

*

 

A nave sobrevoa as terras de Giguex até finalmente tomar o rumo direto para Carrex. Chegando lá, Gayber faz a espaçonave manter um ritmo razoável e uma altura de dez metros do solo até chegar à sua antiga casa em Carrex. Eles permanecem no mesmo ritmo até Gayber fazer a nave descer e realizar um leve pouso. As portas se abrem, Amanda e Gayber saltam da nave e caminham um pouco até chegar ao destino da viagem.

Ao aproximar-se da residência, Gayber gira a maçaneta e entra com facilidade no local. Amanda o acompanha.

Os dois atravessam o primeiro cômodo da casa e descem por uma escada até chegar no porão da residência. Gayber caminha até o canto do ambiente e carrega nos braços uma caixa repleta de armas não-letais. Amanda se dispõe a ajudar e os dois levam o objeto para fora do porão. Repentinamente, quando eles chegam na sala, Gayber põe a caixa no chão e se distrai com seus pensamentos, observando o local.

 

— Eu costumava sentar naquele sofá para jogar videogame enquanto comia salgadinho — comenta Gayber, apontando para o assento no canto da sala, abrindo um sorriso. — Naquele tempo, meus pais quase sempre estavam por perto, e eu não precisava me preocupar demais com a segurança deles.

— Você sente muita falta deles. Não sente? — pergunta Amanda, olhando-o com uma expressão tristonha.

— Você nem imagina — retruca Gayber, com um olhar distante e triste.

— Quanto tempo faz que você não os vê?

— Faz seis anos que eu ajudei meus pais a fugir daqui, tentando protegê-los. Desde lá, eu nunca mais tive contato com eles.

— Mas e o...?

— Meu irmão? Hã, ele simplesmente se uniu ao Félix e concordou em perseguir a própria família — Gayber fica com um olhar distante e balança a cabeça em sinal de decepção. — Eu fiz de tudo pra evitar isso, mas por que tinha que ser assim?

— O Benjamin fez a escolha dele, Gayber. Não havia nada que você pudesse fazer além de aconselhar o seu irmão.

— Eu queria que tudo fosse diferente. Queria que ele tivesse feito uma escolha melhor — retruca Gayber, entristecido.

— Eu sinto muito — retruca Amanda, envolvendo uma das mãos dele com as suas, como forma de consolo. Ele levanta o olhar e a fita intensamente. De repente, ele levanta a outra mão e acaricia o rosto dela, distraidamente.

— Pelo menos eu ainda tenho meus amigos. Pelo menos eu ainda tenho você — diz Gayber, com ar aliviado e consolado, enfatizando o último sujeito da frase.

— Eu sempre estarei aqui — responde ela, se aproximando dele.

— Amanda, eu preciso que você saiba que... — Gayber pensa em revelar seus sentimentos por ela, mas hesita no final. Amanda vê Gayber muito além do que apenas um amigo, mas nem imagina que o mesmo acontece com ele.

— "Que eu saiba que..."? — repete ela, tentando incentivá-lo a prosseguir, aproximando seu rosto do dele e fazendo-o paralisar com sua aproximação. Ele a segura pela cintura e faz seus lábios chegarem cada vez mais perto dos dela, quase se tocando. Um suspiro, apenas. Nada a mais. Algo os interrompe de prosseguir. Gayber entra em alerta após pensar ter escutado o som de mais pessoas com eles.

— O que foi isso? — pergunta Gayber, levando sua mão à arma presa no coldre da perna.

— "Isso" o quê? — indaga Amanda, não tendo escutado nenhum barulho suspeito.

— Não estamos sozinhos — retruca Gayber, tendo a certeza de que mais alguém está naquele lugar. — Fica atrás de mim — orienta ele enquanto apanha sua pistola do coldre, posicionando-a à frente de si e caminhando passos leves e firmes pelo cômodo em direção à porta traseira, de onde o barulho está vindo.

 

Surge uma, duas silhuetas. Amanda se surpreende ao ver que Gayber realmente estava certo sobre não estarem sozinhos.

Quando as silhuetas surgem, Gayber para de caminhar e esconde Amanda atrás dele.

A porta se abre. Duas pessoas surgem. Ao reconhecê-las, Gayber se vê surpreso e, consequentemente, abaixa a arma.

 

— Mãe, pai?!

— Gayber! Meu filho querido! Sentimos tanta saudade de você — exclama a mãe dele, correndo para abraçá-lo em seguida.

— Eu não imaginava que pudesse encontrar vocês aqui — comenta Gayber.

— Quem é ela, filho? — pergunta a mãe, referindo-se à Amanda.

— Ela é minha amiga: Amanda — retruca ele, desviando o olhar para ela e abrindo um sorriso. Os três se cumprimentam. — Como me encontraram? — pergunta Gayber, com ar curioso, dirigindo-se a seus pais.

— Coincidência, filho. A gente também estava vindo pra cá — responde o pai.

 

Gayber se vê desconfiado após pensar ter visto um brilho amarelo navegar rapidamente pelos olhos de seu pai. Ao desviar o olhar para baixo, ele consegue ver uma arma fazendo volume sob a blusa de seu pai. Gayber se atenta e desconfia de que eles não sejam realmente seus pais.

 

— Desde quando o senhor anda armado, pai? — pergunta Gayber, com ar de desconfiança, pondo uma das mãos por cima de sua pistola presa ao coldre e esperando qualquer ameaça de ataque. Com a outra mão, ele segura levemente Amanda pelo braço.

 

O homem disfarçado abre um sorriso debochado após perceber que Gayber descobriu a verdade. O sujeito leva a mão à arma presa na calça. Porém, bem nesse exato momento, Gayber percebe e age rapidamente, chutando-lhe o estômago e fazendo-o se desequilibrar e cair no chão. Amanda começa a se afastar um pouco dos dois, assustada.

Gayber se aproxima do sujeito e puxa-o com força pela camisa, obrigando-o a ficar de pé. Nesse momento, o indivíduo se vira contra Gayber em um rápido movimento e dá um forte soco no rosto dele. Momentaneamente desorientado e fraco, Gayber se vê vulnerável durante algum tempo. Portanto, antes mesmo que ele possa reagir, o sujeito aproveita esse momento e acaba prendendo-o em um golpe gravata.

Por trás, Gayber tenta chutar a canela do sujeito a fim de se livrar do golpe, mas de nada adianta. Logo, algo surpreendente acontece: a suposta mãe de Gayber se aproxima dos dois e aproveita a distração para aplicar um chute preciso na parte detrás do joelho do indivíduo, ajudando Gayber a se livrar do golpe. O outro sujeito se desequilibra e cai no chão.

O indivíduo disfarçado se encontra caído ao chão. Quando ele ameaça se levantar, a suposta mãe de Gayber retira uma arma laiser de dentro da calça, aponta para o sujeito e dispara quatro vezes. O indivíduo cai pesado no chão.

Amanda e Gayber se veem boquiabertos, completamente surpresos e abismados com a cena.

 

— Relaxa — diz a suposta mãe de Gayber. — Ele não era seu pai de verdade. Era apenas um clonador.

— E ele vai sobreviver? — pergunta Amanda, chocada com a possibilidade dele estar sem vida.

— Não precisa se preocupar. Ele está morto — responde a mulher, pensando que essa era a resposta que Amanda estava esperando.

— Meu Deus! — Amanda aparenta estar mais assustada com a execução daquele homem do que com o perigo que estavam correndo.

— Quem é você? — pergunta Gayber, mudando de assunto, dirigindo-se à sua suposta mãe enquanto deduz que aquela mulher não pode ser de fato sua mãe.

 

A suposta mãe de Gayber se vira de frente para os dois. Logo, a mulher começa a se transformar e o seu corpo se converte e se torna diferente daquele de início. Ela se transforma em outra pessoa: seu corpo original é de uma mulher mais nova, de 28 anos. Ela é uma jovem muito parecida com Elena, mas de pele mais clara e cabelos crespos, usando aparelho nos dentes e óculos.

 

— Vocês são amigos da Elena. Não são? — pergunta ela, de repente.

— Quem é você? — Gayber questiona novamente, enfatizando a pergunta. — Qual é o seu nome?

 

Quando a garota abre a boca para responder alguma coisa, uma forte luz invade a residência onde estão: são lanternas apontadas para a casa.

 

— Droga! A gente tem que sair daqui — alerta a jovem, farejando perigo à vista.

 

Não há tempo de mais nada. Os três volvem-se antes de uma granada ser jogada dentro da residência. Imediatamente, eles correm e se apressam a sair daquele lugar. Chegando do lado de fora, uma forte explosão ocorre e destroços começam a voar em várias direções. Nesse momento, os três se jogam dentro da piscina do lado de fora da casa, que se encontra cheia até a borda. Gayber, Amanda e a jovem ao lado deles nadam até a outra ponta. Logo que saem da piscina, começam a correr em direção à densa vegetação — a maior parte de Carrex é coberta por ambientes florestais.

Os três caminham apressados, olhando a todo momento para trás para certificar de que não estão sendo seguidos. Mesmo encharcados e sentindo muito frio, eles nem sequer pensam em parar agora.

Gayber observa Amanda e percebe quando ela começa a se encolher de frio.

Quando já estão bem longe, os três começam a caminhar com menos pressa. Gayber e Amanda continuam seguindo a jovem até uma espaçonave no meio da floresta. Ao chegarem lá, a mulher oferece abrigo para os dois, dizendo que eles podem se abrigar na nave até o dia seguinte. Mas Gayber questiona:

 

— Não conhecemos você e nem sequer sabemos o seu nome. Quem não garante que você vai querer nos sacanear?

— Se eu quisesse fazer algum mal a vocês, já teria feito — retruca ela, diretamente, dirigindo-se a Gayber. — Vocês que sabem. Podem confiar em mim ou virarem alvos fáceis. A escolha é de vocês — a jovem finaliza enquanto dá as costas para os dois e caminha até sua espaçonave.

 

Gayber está indeciso. Porém, quando vê Amanda se sentar em um tronco oco, reclamando de dor por causa de um ferimento grande na perna, provocado pelos destroços, ele percebe que não tem escolha.

 

— Você poderia nos ajudar? — pede Gayber, dirigindo-se à jovem. A mesma mulher para de caminhar, mas permanece de costas para ele. — Por favor. Amanda está ferida e não temos kit de primeiros socorros.

— Entrem na nave. Eu ajudo vocês.

 

Gayber se dirige à Amanda e ajuda ela a caminhar até a espaçonave.

Os três sobem no veículo espacial, Amanda é colocada em cima de um leito e medicada. A jovem mulher oferece roupas limpas aos dois. A vestimenta que empresta a Amanda é dela mesma, mas a roupa no corpo de Gayber era do homem que ela acabou de matar.

Com o passar do tempo e o aconchego das cobertas e do lugar onde está deitada, Amanda acaba caindo em um sono profundo. Enquanto isso, Gayber e a mulher que os ajudou continuam acordados.

No centro da espaçonave, Gayber se enrola em um cobertor e se senta em um confortável sofá enquanto a jovem que os aconchegou prepara um chocolate quente.

Ela se volta e se senta ao lado de Gayber, coberta por um grosso edredom enquanto segura uma caneca na mão.

 

— Aceita um chocolate quente? — oferece a jovem, dirigindo-se a Gayber.

— Não, valeu.

— Desculpe por não ter me apresentado antes. Meu nome é Natália e eu sou irmã da Elena.

— Irmã da Elena?! — Gayber fica completamente surpreso. — Ela nunca nos falou sobre você.

— Deve ser porque ela não sabe que eu ainda estou viva — retruca Natália, com um olhar distante. — Nossa família inteira havia sido exterminada por um pessoal que se dizia amigo dela. Eles fizeram isso tentando atingi-la. Eu fui a única que sobrevivi ao ataque. Me levaram como refém.

— Mas por que eles iriam querer exterminar a família de vocês?

— Eles eram integrantes de uma gangue criminosa entregue à justiça pelo Corpo Investigativo de Carrex, do qual Elena participava. Provavelmente, estavam querendo se vingar dela.

— Elena trabalhava para o Corpo Investigativo?! Então ela já foi da polícia?!

— Exatamente. Porém, depois do homicídio envolvendo toda a nossa família, ela resolveu fazer de tudo pra dificultar a descoberta da sua verdadeira identidade. Ela até fingiu ser homem pra que o seu disfarce fosse infalível. E depois disso, ela se uniu a um grupo de mercenários, rastreou os assassinos da nossa família e executou todos eles. Nesse tempo, a vingança subiu à cabeça, e todos falavam que ela já não era mais a mesma. Ela continuou sendo perseguida, e continuou fazendo justiça com as próprias mãos.

 

Ocorre uma longa pausa. O peso do clima tenso invade ambos. Gayber tenta entrar em outro assunto:

 

— Como conseguiu fazer aquele lance de se transformar em outra pessoa? Essa é a sua habilidade especial?

— Tecnicamente, sim. Eu possuo a capacidade de me tornar clone de qualquer pessoa, desde que ela esteja ao meu alcance para que eu possa copiá-la em minha mente e reproduzi-la fisicamente.

— O sujeito que nos atacou também tinha a mesma habilidade que você?

— Sim, mas ele era mais experiente e conseguia controlar os poderes por muito mais tempo. No meu caso, qualquer crise emocional pode acabar me fazendo reverter a transformação.

— Saquei. Mas, se nos ajudou a escapar, então por que estava do lado dele?

— Eu havia me infiltrado no campo de concentração do grupo ao qual ele pertencia. Fiz isso para encontrar a Elena e, consequentemente, os Aliados.

— Os Aliados?! Por quê?

— Há ligações entre os ataques do grupo...

— Eles estão atrás do Ceclasck. Não estão?

— Sim, mas há outros alvos além dele...

— E quais são?

— Eles estão atrás de você e de alguns dos seus companheiros de equipe, mas principalmente do Mex e do Félix.

 

O olhar de Gayber se transforma em preocupação e receio. Ele pensa nas possibilidades que existem para esse pessoal querer eliminar todos eles. Porém, Gayber continua calado e não diz absolutamente nada a respeito.

 

— Eu tenho algumas informações confidenciais do grupo — alega Natália, sussurrando. — Posso contar tudo a vocês, mas vamos precisar de tempo até a coisa esfriar. Se precisar de qualquer informação a respeito deles, peça para que seus amigos me procurem.

— Valeu. Pode deixar.

 

Bem nesse exato momento, Amanda começa a se mexer nos fundos da nave, ainda deitada na cama.

Gayber e Natália volvem-se para vê-la se sentar no leito e olhar para eles. Os dois se levantam de onde estão e caminham até ela.

 

— Eu gostaria de ficar mais tempo, mas nós precisamos ir — declara Gayber. — Obrigado por ter cuidado da Amanda e por ter nos dado abrigo. A gente se vê por aí — ele agradece, despedindo-se dela com um aperto de mãos.

— Qualquer coisa, é só me procurar. Se não encontrarem minha nave, pede pra Elena levar vocês até o esconderijo que a gente tinha quando era criança. Tenho certeza que ela se lembra de como encontrar.

 

Gayber confirma enquanto dá as costas ao lado de Amanda. Após se despedirem daquela que os ajudou, os dois descem da espaçonave e começam a caminhar. Gayber oferece o ombro para Amanda se apoiar quando, de repente, escuta-se uma explosão. Ambos são jogados com força e se chocam contra o chão. Com o forte impacto, os dois se levantam devagar e, assustados e confusos, se viram para ver a nave de Natália, destruída pelo fogo e pela pólvora.

Um explosivo foi jogado ali perto.

Os dois se veem chocados e horrorizados. Amanda leva as duas mãos à boca, tremendo, e Gayber permanece petrificado enquanto observa toda aquela destruição. Tudo foi destruído e Natália ainda está lá dentro.


Notas Finais


Ai, meu Deus! Será que a Natália está bem? 😱 E o Gayber e a Amanda? Vcs shippam eles dois? 😏 Deixem tudo nos comentários. Eu vou amar ler depois. ❤


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