História Cidade dos ossos(vauseman) - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Orange Is the New Black
Personagens Alex Vause, Personagens Originais, Piper Chapman
Tags Ação, Alex Vause, Caçadores De Sombras!, Cidade Dos Ossos, Demonios, Drama, Fadas, Instrumentos Mortais, Lésbica, Lobisomens, Luta, Nicky Nichols, Orange Black, Piper Chapman, Romance Lésbico, Suspense, Vampiros
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Palavras 2.726
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voltei galerinha
Espero que gostem
Sei que estou dando uma de louca e postando muitos capítulos no meamo dia.
Mas preciso que vcs entendam que tenho uma vida pra cuidar tbm e que estou cm problemas de saúde.
Mas para agradar
Tirei essa noite pra postar o quanto puder .

Capítulo 6 - Clave e pacto


— Você acha que ela vai acordar alguma hora? Já faz três dias.

— Você precisa dar um tempo a ela. Veneno de demônio é forte demais, e ela é uma mundana. Não tem os símbolos para se manter forte como nós.

— Mundanos morrem com grande facilidade, não é mesmo?

— Demi, você sabe que dá azar falar em morte na sala dos doentes.

Três dias, Piper  pensou lentamente. Todos os seus pensamentos passaram tão intensa e lentamente quanto sangue ou mel. Preciso acordar.

Mas ela não conseguia.

Os sonhos a prendiam, um após o outro, um rio de imagens que a levavam como uma folha capturada em uma corrente. Ela viu a mãe deitada em uma cama de hospital, os olhos pareciam hematomas no rosto pálido. Viu Bill  no topo de uma pilha de ossos. Alex  com asas saindo das costas, Demi sentada nua com o chicote enrolado em si própria como uma rede de anéis dourados, Larry com cruzes queimadas nas palmas das mãos. Anjos, caindo e queimando. Caindo do céu.

— Eu disse que era a mesma garota.

— Eu sei. Pequena, não é? Alex disse que ela matou um Ravener.

— É. Eu pensei que ela fosse uma fada quando a vi pela primeira vez. Mas ela não é bonita o suficiente para ser uma fada.

— Bem, ninguém tem boa aparência quando está com sangue de demônio correndo pelas veias. Caputo  vai chamar os Irmãos?

— Espero que não. Eles me dão arrepios. Qualquer um que se automutila daquele jeito...

— Nós nos automutilamos.

— Eu sei, Nicky, mas, quando o fazemos, é permanente. E nem sempre machuca...

— Se você tiver idade o suficiente. Por falar nisso, onde está Alex ? Ela a salvou, não é mesmo? Eu pensei que fosse demonstrar algum interesse pela recuperação dela.

— Caputo  disse que ela não veio visitá-la desde que a trouxe para cá. Acho que não se importa muito.

— Às vezes eu fico pensando se Alex ... Olhe! Ela se mexeu!

— Acho que está viva, afinal de contas. — Um suspiro. — Vou contar a Caputo .

As pálpebras de Piper  pareciam ter sido costuradas. Ela imaginou se poderia sentir a pele rasgando quando as abrisse lentamente e piscasse pela primeira vez em três dias.

Ela viu um céu límpido e azul acima, nuvens brancas fofas e anjos gorduchos com laços dourados que voavam a partir dos pulsos. Será que estou morta?, ela imaginou. Será que o paraíso é assim? Ela fechou os olhos com força e os abriu novamente: dessa vez ela percebeu que o que estava encarando era um teto arqueado de madeira, pintado com uma temática antiquada de nuvens e querubins.

Com dificuldade, ela se levantou para sentar. Todas as partes do corpo de Piper  doíam, principalmente a nuca. Ela olhou em volta. Estava em uma cama com lençóis de linho, uma de uma longa fileira de camas similares com encosto metálico. A dela tinha uma pequena mesa de cabeceira ao lado, com um jarro branco e uma xícara em cima. 

Cortinas atadas cobriam as janelas, bloqueando a luz, apesar de ela ainda conseguir ouvir o fraco e constante ruído nova-iorquino do trânsito vindo do lado de fora.

— Então, finalmente acordou — disse uma voz seca. — Caputo  vai ficar satisfeito. Todos nós pensamos que você morreria durante o sono.

Piper virou. Demi estava apoiada na cama ao lado, com os longos cabelos negros presos em duas tranças que ultrapassavam a cintura. O vestido branco havia sido substituído por jeans e uma camiseta azul justa, embora a joia vermelha ainda estivesse pendurada no pescoço.

 As tatuagens escuras e em espiral não estavam mais lá; a pele dela era tão homogênea quanto uma vasilha de creme.

— Sinto muito por desapontá-la. — A voz de Piper roçava como uma lixa. — Esse aqui é o Instituto, certo?

— Sim. Você está na nossa enfermaria, não que já não tivesse concluído isso.

Uma dor repentina e aguda fez com que Piper  o estômago. Ela se engasgou.

Demi olhou alarmada para ela.

— Você está bem?

A dor estava diminuindo, mas Piper  podia sentir algo ácido no fundo da garganta e uma leve tontura.

— Meu estômago.

— Ah, certo. Eu quase esqueci. Caputo mandou dar isso a você quando acordasse. —Demi pegou o jarro de cerâmica e derramou um pouco do conteúdo na xícara que combinava, e a entregou a Piper . Estava cheia de um líquido nebuloso que tinha um vapor singelo. Tinha cheiro de ervas e mais alguma coisa, alguma coisa rica e escura. — Você nãocome nada há três dias — destacou Demi . — Provavelmente por isso está se sentindo mal.

Cautelosamente, Piper  tomou um gole. Era delicioso, rico e encorpado, e deixava um gosto amanteigado no final.

— O que é isso?

Demi deu de ombros.

— Uma das tisanas de Caputo . Sempre funcionam. — Ela deslizou para fora da cama, aterrissando no chão com as costas arqueadas como um felino. — A propósito, sou Demi Nichols . Moro aqui.

— Eu sei o seu nome. Eu sou Piper . Piper Chapman . Foi Alex quem me trouxe aqui?

Demi fez que sim com a cabeça.

— Caputo  ficou furioso. Você derramou fluido e sangue por todo o carpete da entrada. Se ela tivesse feito isso quando nossa mãe  estava aqui, certamente teria sido castigada. — Ela olhou para Piper  mais estreitamente. — Alex disse que você matou aquele demônio Ravener sozinha.

Uma rápida imagem daquela espécie de escorpião com a face irritável e maldosa passou pela mente de Piper ; ela deu de ombros e agarrou a xícara com mais força.

— Acho que matei.

— Mas você é mundana.

— Incrível, não? — disse Piper , saboreando a leve expressão de incredulidade no rosto de Demi. — Onde está Alex ? Ela está por aqui?

Demi deu de ombros.

— Em algum lugar — ela disse. — É melhor avisar a todos que você acordou. Caputo  vai querer falar com você.

— Caputo  é o tutor de Alex , certo?

— Caputo é o tutor de todos nós — disse Demi. — O banheiro é por ali, e eu coloquei algumas das minhas roupas velhas penduradas no cabide de toalhas caso você queira se trocar.

Piper foi tomar outro gole e viu que a xícara estava vazia. Ela não estava mais com fome, nem tonta, o que era um alívio. Repousou a xícara na mesa e abraçou o lençol em torno de si.

— O que aconteceu com as minhas roupas?

— Estavam cobertas de sangue e veneno. Alex as queimou.

— Queimou? — perguntou Piper.  — Me diga uma coisa, ela é sempre grossa ou guarda isso para os mundanos?

— Ah, ela é grossa com todo mundo — disse Demi alegremente, . — É o que a  faz ser tão sexy. Isso e o fato de que já matou mais demônios do que qualquer um de sua idade.

Piper olhou para ela, perplexa.

— Ela não é sua irmã?

Isso atraiu a atenção de Demi. Ela deu uma gargalhada alta.

— Alex? Minha  irmã? Não. De onde você tirou uma ideia dessas?

— Bem, ela mora aqui com você — disse Piper . — Não mora?

Demi fez que sim com a cabeça.

— Bem, mora, mas...

— Por que ela não mora com os próprios pais?

Por um breve instante, Demi pareceu desconfortável.

— Ela foi criada pelo pai ,nunca soube da existência da mãe, ate seu pai morrer e ela conhecer Diane Vause a mulher que lhe deu a à luz .

Piper abriu a boca surpresa.

- Pensei que fossem irmãs.

- Diana nós adotou ,eu e Nicky, não temos o sangue Vause  nas veias ,mas Alex tem .

— Ele morreu em algum acidente,quero dizer ,o pai de Alex ?

— Não. — Demi inquietou-se, colocando um chumaço de cabelo preto atrás da orelha esquerda. — Diane teve o bebê roubado, ninguém nunca encontrou Alex. Ate o seu pai ser assainado em sua própria  casa, Alex  viu tudo.

— Oh — 

— Oh — disse Piper , com a voz fraca. — Foram... demônios?

Demi se levantou.

— Olhe, é melhor eu avisar a todos que você acordou. Há três dias que estão esperando para que você abra os olhos. Ah, e tem sabão no banheiro — ela acrescentou. — Talvez você queira se lavar. Está cheirando mal.

Piper encarou-a.

— Muito obrigada.

— Disponha.

As roupas de Demi eram ridículas. A calça jeans era larga demais e muito folgada na bunda, e o decote da camiseta vermelha só exaltava a falta do que Piter  chamaria de airbags.

Ela se arrumou em um pequeno banheiro, com uma barra de sabonete de lavanda. Secando-se com uma toalha de mão branca, deixou os cabelos molhados soltos e embaraçados, mas perfumados. Ela semicerrou os olhos para enxergar o próprio reflexo no espelho. Havia um hematoma roxo na bochecha esquerda, e os lábios estavam secos e inchados.

Tenho que ligar para Bill, ela pensou. Certamente havia um telefone aqui em algum lugar. Talvez deixassem que ela o utilizasse depois de falar com Caputo.

Ela encontrou os tênis repousados ao pé da cama da enfermaria, com as chaves amarradas nos cadarços. Deslizando os pés para dentro deles, ela respirou fundo e saiu à procura de Demi.

O corredor do lado de fora da enfermaria estava vazio. Piper  olhou para baixo, perplexa. Parecia o tipo de corredor em que ela às vezes se encontrava em pesadelos, sombrio e  infinito. Lâmpadas de vidro em forma de rosas penduravam-se em intervalos nas paredes, e o ar cheirava a poeira e cera de vela.

A distância, ela podia ouvir um barulho fraco e delicado, como sinos balançando com uma tempestade. Ela partiu lentamente pelo corredor, passando a mão na parede. O papel de parede vitoriano estava desbotado pelo tempo, cor de vinho cinza-claro. Cada um dos lados do corredor era alinhado com portas fechadas.

O som que ela estava seguindo foi aumentando. Agora podia identificá-lo como o barulho de um piano sendo tocado com uma habilidade desconexa ,porém inegável , mas ela não conseguia identificar a música.

Dobrando a esquina, ela chegou a uma entrada, a porta estava completamente aberta. Espiando o lado de dentro, ela viu o que era: sem dúvida, uma sala de música. Um piano de cauda estava em um dos cantos, e fileiras de cadeiras estavam alinhadas na parede oposta.

Uma harpa coberta ocupava o centro da sala. Alex   estava sentada ao piano, os dedos esguios passeavam velozmente pelas teclas. Ela estava descalça, usando jeans e uma camiseta cinza, os cabelos escuros  bagunçados como se ela  tivesse acabado de acordar.

 Observando os movimentos rápidos e convictos das mãos da menina, Piper  se lembrou da sensação de ter sido erguida por aquelas mãos, cujos braços seguravam-na pela escada, e as estrelas no céu, que pareciam uma chuva de fios prateados.

Ela deve ter feito algum barulho, porque a morena  se virou no banco, piscando os olhos nas sombras.

— Nicky? — ela perguntou. — É você?

— Não. Sou eu. — Ela deu alguns passos para dentro da sala. — Piper .

As teclas do piano chacoalharam quando ela se levantou.

— Nossa própria Bela Adormecida. Quem finalmente deu o beijo para você acordar?

— Ninguém. Eu acordei sozinha.

— Tinha alguém com você?

— Demi, mas ela saiu para buscar alguém, Caputo , eu acho. Ela me disse para esperar, mas...

— Eu deveria tê-la alertado sobre o seu hábito de nunca fazer o que te mandam. — Alex  franziu os olhos para ela. — Essas são as roupas de Demi? Ficaram ridículas em você.

— Bem, afinal você queimou as minhas roupas.

Isso foi meramente uma medida de precaução. — Ela  fechou o piano. — Vamos, eu levo você até Caputo.

O Instituto era enorme, um vasto espaço cavernoso, que parecia menos projetado de acordo com um espaço plano e mais como um espaço naturalmente cavado em uma pedra pela passagem de água e dos anos. Através de portas entreabertas, Piper  viu incontáveis quartinhos idênticos, cada um com uma cama simples, uma mesa de cabeceira e um grande armário de madeira aberto. Arcos claros de pedras erguiam os tetos altos, muitos deles cuidadosamente esculpidos com pequenas figuras. 

Ela percebeu algumas temáticas repetidas: anjos e espadas, sóis e rosas.

— Por que esse lugar tem tantos quartos? — perguntou Piper . — Eu pensei que fosse um instituto de pesquisa.

— Essa é a ala residencial. Juramos oferecer segurança e alojamento a qualquer Caçador de Sombras que requisitar. Podemos abrigar até duzentas pessoas aqui.

— Mas a maioria dos quartos está vazia.

— As pessoas vêm e vão. Ninguém fica por muito tempo. Geralmente somos só nós: Nicky ,Demi, Max, Diana ,Caputo  e eu. 

— Max?

— Você não conheceu a formosa Demi? Nicky é a irmã  mais velha dela. Max é o mais novo, mas ele está viajando com Diana.

— De férias?

— Não exatamente — Alen hesitou. — Você pode pensar em Diana como diplomatas estrangeira, e isso aqui como uma embaixada, mais ou menos. Agora ela e max estão no país natal dos Caçadores de Sombras, resolvendo algumas negociações de paz muito delicadas. Ela levou Max junto porque ele é muito novo.

— País natal dos Caçadores de Sombras? — A cabeça de Piper  estava girando. — Como se chama?

— liftchfield .

— Nunca ouvi falar.

— Claro que não. — Aquela superioridade irritante ainda embalava a voz de Alex . — Os mundanos não sabem nada a respeito. Existem sortilégios, feitiços protetores, por todas as fronteiras. Se você tentasse cruzar as fronteiras de litchifield, simplesmente seria transportada de uma fronteira para a próxima. Você nem ficaria sabendo.

— Então não consta nos mapas?

— Não nos mundanos. Para os nossos propósitos, você pode considerá-lo um pequeno país entre Alemanha e França.

— Mas não tem nada entre a Alemanha e a França. Só a Suíça.

— Exatamente — disse Alex .

— Suponho que já tenha estado lá. Em litchfield, quero dizer.

— Cresci lá. — A voz de Alex era neutra, mas alguma coisa no seu tom deixou claro que mais perguntas nesse sentido não seriam bem recebidas. — A maioria de nós cresceu lá. Existem, obviamente, Caçadores de Sombras no mundo inteiro. Temos que estar em todos os lugares, porque as atividades demoníacas estão em todos os lugares. Mas, para um Caçador de Sombras, litchifield é sempre “sua casa”.

— Como Mecca ou Jerusalém — disse Piper,  pensativa. — Então a maioria de vocês é criada lá, e depois, quando crescem...

— Somos mandados para onde precisam de nós — disse Alex  sucintamente. — E existem alguns, como Demi e Nicky,  que crescem longe do país natal, pois os pais estão longe. Com todos os recursos do Instituto aqui, o treinamento de caputo... — Ele parou de falar. — Essa é a biblioteca.

- Alex - A morena parou e encarou a loira ,olhos verdes nos azuis-  Porque chama sua mãe pelo nome ?

É incomum um filho chamar a mãe pelo nome, Demi disse que Alex viveu com o pai até ter 10 anos ,será que  ela não ama a mãe? 

- Isso não é da sua conta 

Elas chegaram a um par de portas arqueadas. Um gato persa azul com olhos amarelos estava deitado à frente delas. Ele levantou a cabeça enquanto as duas se aproximavam e bocejou.

Piper achou melhor deixar esse assunto pra lá

— Olá, Church — disse Alex , acariciando a cabeça do gato com o pé descalço. As pupilas dos olhos do gato se encolheram de satisfação.

— Espere aí — disse Piper  — Nicky , Demi e Max... eles são os únicos Caçadores de Sombras da sua idade, os únicos com quem você socializa?

Alex  parou de acariciar o gato.

— São.

— Isso deve ser muito solitário.

— Tenho tudo de que preciso. — Ela abriu as portas. Após um instante de hesitação, Piper  a seguiu.

A biblioteca era circular, com um teto cônico em uma parte, como se tivesse sido construída no interior de uma torre. As paredes eram alinhadas com livros, as prateleiras tão altas que escadas enormes eram postas em intervalos ao longo do recinto. E também não havia livros normais, eles eram encadernados em couro e veludo, enfeitados com cadeados de pedras brilhantes e iluminados com caligrafias douradas. 

Pareciam gastos de um jeito que deixava claro que não eram apenas velhos, mas bastante utilizados, amados.

O chão era de madeira polida, incrustada com pedaços de vidro, mármore e pedras semipreciosas. A camada interior formava um padrão que Piper  não conseguia decifrar .


Notas Finais


Bjus de luz 😘


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