História Cidade vizinha. - Capítulo 51


Escrita por:

Postado
Categorias Henrique & Juliano
Personagens Henrique
Tags Drama, Romance
Visualizações 51
Palavras 1.604
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), FemmeSlash, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi lindezinhas 🤗🤗🤗
Como vocês estão?
Um agradinho pros melhores leitores do mundo.
Spoliers: ....
Me contem o que estão achando ok?

Capítulo 51 - Baladeira.


Fanfic / Fanfiction Cidade vizinha. - Capítulo 51 - Baladeira.

POR Laura.

Quando o médico disse  a dor da Geovanna não era física, mas sim emocional eu me senti uma pessima mãe e tentei ao máximo segurar minhas lágrimas, passou muita coisa pela  minha cabeça e foi inevitável não pensar que falhei, mas antes desse sentimento tomar-me por completo senti a mão do Henrique se entrelaçar com a minha e isso me deu força. Saimos do consultório ja era início da tarde e ela ja estava melhor não parou de falar um minuto sequer e pra mim isso era um bom sinal.

Depois desse episódio eu queria ir pra casa, mas o Henrique me convenceu de ir pro restaurante ja que tinhamos uma reserva e ao estacionar eu fiquei chocada com o lugar que ele escolheu, apesar do Le Brest ser um empreendimento do grupo eu quase não vinha aqui, pois, tinha muitas lembranças ruins e eu não consigo lidar com tudo de uma vez e também sei que esse não é o lugar preferido dele. Acho que deveria vir aqui mais vezes e assim lidar com tudo que me aconteceu.
_Ri eu achei que odiasse esse lugar! -Falei séria.
_Verdade, mas que tal criarmos outras lembranças aqui de preferência boas? -Sorri e ela apenas sorriu e quase sai de órbita tamanho era o feitiço dela em mim.
_Boa tarde senhor Tavares o horário de almoço se encerrou... -Ao notar a Laura ao meu lado mudou o discurso. _Dra. Laura boa tarde por favor eu os acompanharei a sua mesa.

O almoço foi repleto de brincadeiras e risadas a Gi mudava qualquer ambiente e fudobao seu refor ficava mágico com tão somente ela rir. Quando escutei a fala do médico tive uma surpresa e agora que eu entendi o que a minha filha precisava: seus pais juntos! Eu não sei o que vai acontecer, mas vou tentar de tudo para que isso se torne realidade e por fim tenha a família que sempre sonhei em construir e que ela tanto merece.

Depois do almoço fomos dar uma volta pela cidade e paramos numa sorveteria charmosa e fizemos nosso pedido, e enquanto esperávamos eu escutava atente a conversa dos dois e quase morri de amores. Era praticamente uma conversa de amenidades.
_Filha se alguém te perguntar de onde você é, você diz que é de Palmas. -Não sei como chegamos a este ponto.
_Palmas? -Ela estava com o dedinho na boca e uma carinha de confusa.
_Isso, Palmas.
_Gi, então se alguém te perguntar de onde você é, você é...? -Estava ansioso ppr sua resposta.
_De boas!

Eu não aguentei a carinha de setia dela e cai na gargalhada e o seu pai me acompanhou e ela fez uma carinha de brava, mas depois ela riu também. Nosso dia foi assim só nos três e ninguém mais, no final da tarde fomos pra minha casa e continuamos com o nosso céu particular era como se nada no mundo importasse apenas aquele momento e quem me dera por ter um desejo realizado, porque o meu seria congelar esse momento pra sempre ou ter a chance de fazer isso uma realidade.

Enquanto eles brincavam no jardim eu fui preparar o jantar, eu não ia confiar nos dotes culinários do Henrique imagina que daria pra minha filha comer o famoso "arroz de puta rica" nunquinha. Assim que terminei fui pro jardim. Eu me sentei ali na varanda e fiquei observando aqueles dois universos interagindo e se amando, a Gi era a cara do pai dela fisicamente claro, mas na personalidade era uma mistura de nós dois, ou seja, metade de nós que a cada dia se transformava num mundo independente e incrivelmente lindo.
_Mocinha vamos tomar banho está ficando tarde! -Ela me olhou incrédula.
_Mas mamãe agora que tava ficando legalzinho... -Fez biquinho e quase me rendi.
_A mamãe fez lasanha, mas tem que tomar banho antes!
_Desculpa papaizinho mais é lasanha. -Ela veio correndo e foi a vez dele me olhar incrédulo.

Fui dar banho nela e ja coloquei o pijama assim ficaria mais fácil, coloquei a mesa e meu pai e a Duda chegaram em seguida se juntando a nós, a minha princesa contou a eles como foi seu dia e o quanto estava feliz de passar um dia inteiro brincando com a gente. Todos ouviam atentos a sua fala, mas o meu pai tinha com ela um olhar  de cumplicidade que não pude decifrar o significado. Depois de muito brigar com o sono ela acabou se rendendo e dormindo mo colo do Henrique, sugeri que a levasse pra cama; ficamos ali com ela um nom tempo pra ter certeza de que ela não acordaria e só então voltamos pra sala.

Quando lá cheguei só estava o meu pai a minha irmã tinha ido se arrumar pra sair e então me joguei no sofá deitando na perna do meu pai e claro sobre o olhar do Henrique que apenas me olhava, aquele olhar que me fazia arrepiar inteira e perder completamente a sanidade.
_E aí como estou? -Disse chegando na sala.
_Chinelo doutora Eduarda? Pai você acha que isso é roupa pra uma CEO usar? -Eles riam dela e levei uma almofada na cara. _Mas onde você vai?
_Nos vamos ao bar do Ciço né gordo?
_Vamos? Ah tudo bem deixa eu ligar pro povo...

Ele saiu e ela ficou tentando me convencer a ir junto com eles e além de estar cansada queria ficar com a minha filha e além disso eu não poderia fingir que a vida não estava acontecendo. Eu era uma pessoa que lutou muito pra construir a minha imagem e não iria destruir tudo que construir andando de cacho com homem casado, claro que nossa história começou a anterior a esse relacionamento, mas eu tinha que respeitar...
_Mana deixa de ser velha e vem com a gente! -Parecia criança pedindo.
_Eu não posso, me entende esse ainda não é o momento... -Ela concordou mesmo a contra gosto então os dois sairam pela porta e eu fiquei ali, acho que no final do dia você escolhe se estar sozinha é solidão ou liberdade. E pra mim era maravilhoso estar na minha companhia.

Eu estava amando ver como a amizade deles estavam caminhando e como estavam lidando com todas as feridas...

POR Eduarda.

Hoje eu queria me divertir esquecer um pouquinho os  problemas da empresa, desde que cheguei a Palmas eu sai muito pouco, principalmente por receio de encontrar o Henrique e seu amigo Emil, porém agora eu decidi que não vou deixar de viver por causa de ninguém. Eu sempre gostei de sair, de dançar, de beber e com o tempo deixei de fazer o que mais gosto.

Quando chegamos no bar do Ciço tinha algumas pessoas, mas com o tempo os amigos do Henrique começaram a chegar eu não cinhecia eles muito bem então o Henrique tratou de grudar em mim e fazer com que a nossa interação fosse muito boa. Começou a tocar no carro do Juliano a música do Diego e Victor Hugo com a participação das gêmeas e eu não aguentei a comecei a dançar e claro puxei a Moh junto.
"Se ele bebe que problema tem se você beber
Se ele sai e amanhece então cê pode muer
Se ele ta vivendo então agora sua vez de viver
Ja ta na hora de reativar os contatinhos
Coloca um vestido curto igual ao seu juízo
Cê ta solteira #baladeira e cai na bebedeira

Vai beijar na boca
Aproveita a vida
Da tchauzinho pro trouxa
Que não te queria
....
E mete a dancinha
Solteira, que é solteira vai no chão
E faz snap de copo na mão..."

Eu não tinha intenção da musica ser uma indireta até porque não sou mulher de mandar recado o que tenho pra dizer eu vou lá e digo. Assim que a musica acabou voltei a mesa e me sentei nesse momento o meu amigo chamou minha atenção pra um fato e eu fiquei brava por ele ainda achar que pode co trolar minha vida ou ficar bravinho com as minhas atitudes.
_Não sei se reparou, mas o cheira modis não gostou nadinha de te ver dançando toda soltinha... -Falei apontando o meu amigo e ela olhava pra mão dela como se procurasse algo. _O que foi perdeu alguma coisa?
_Não, estava apenas vendo se tinha uma aliança no meu dedo. -Sorri sarcástica. _Gordo eu vim me diverti e é isso que farei.
Se ela não fosse ser real teria que inventar, só ela pra me fazer rir desse jeito. _Você não tem jeito mesmo!

Ficamos ali bebendo e conversando até altas horas da madrugada e eu não pude deixar de notar que um amigo do Henrique que não parava de me olhar em determinado momento ele se aproximou da mesa e começamos a conversar. O Hugo era uma pessoa super alto astral e divertido e fez da minha noite muito mais agradável...

O dia já estava amanhecendo quando eu me levantei pra ir pra casa e acho que fui a primeira a debandar, eu não estava acostumada a rotina deles então o cansaço ja estava tomando o meu corpo. O Hugo foi muito gentil em oferecer uma carona, mas o Henrique se adiantou pra me levar e tenho certeza que o motivo não era minha segurança; mas antes fui ao banheiro e quando estava saindo senti um puxão no braço e depois o meu corpo ser arremessado contra a parede e ja estava preparada pra enfiar a mão na cara do infeliz.

_O que você pensa que está fazendo Eduarda? O Hugo sério? -Eu podia sentir a raiva em sua voz.
 


Notas Finais


Apreciem a leitura.
Volto assim que der.
Obrigada por acompanharem a história e pelos comentários😍😍😍😍😍
Beijos😚😚😚


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