História Cinderella and four knights - Capítulo 7


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Categorias The Flash
Personagens Barry Allen (Flash), Cisco Ramon (Vibro), Detetive Joe West, Dr. Harrison Wells, Dra. Caitlin Snow (Nevasca / Killer Frost), Eddie Thawne, Iris West, Ronald "Ronnie" Raymond (Nuclear / Firestorm), Wally West (Kid Flash)
Tags Snowalbert, Snowbarry, Snowstorm, West-allen, West-thawne
Visualizações 294
Palavras 3.177
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - The new home


Fanfic / Fanfiction Cinderella and four knights - Capítulo 7 - The new home

Os três rapazes encharcados estavam em uma das salas de estar da casa. O teto de vidro e a pouca vegetação, o ambiente parcialmente aberto, deixavam o lugar aconchegante.

Haviam quatro janelas de vidro gigantescas que davam para quatro quartos que pareciam cercar aquela sala. Ao lado de cada janela uma porta, e um cercado montava um espécie de "sacada" em cada um, deixando-os mais altos que a sala no centro de tudo.

Entre dois quartos havia uma passagem aberta para o jardim, e entre os outros dois, uma passagem para o resto da casa.

Barry estava na passagem para o jardim mirando a chuva que ainda caía feroz.

Eddie estava na sacada daquele que era seu quarto, escorado na cerca de metal.

Ronnie estava na porta que dava para o resto da casa e os três evitavam contato visual.

De pé no meio da sala estava Julian.

- Uma estranha vai morar aqui com a gente? - Barry perguntou.

Eddie não perdeu a oportunidade de provocar.

- Estranha pra você - ele disse - Pra mim será ótimo ter minha noiva perto de mim.

Barry cerrou o punho, mas não cedeu a provocação. Continuou olhando a chuva, possesso de raiva.

- A Srta.Snow vai viver aqui até segunda ordem do Sr. Raymonds - Julian disse olhando para os três um por um - E vão ter que conviver com isso.

- Pra mim está perfeito - Eddie disse na direção de Barry com um sorriso provocador e malicioso que o mesmo nem viu. Em seguida se virou e entrou em seu quarto.

- Sem problemas pra mim - Ronnie disse indo até seu quarto no lado contrário de onde estava.

Julian ficou sozinho com Barry na sala. Se virou para ele.

- E você? - perguntou.

- Com tanto que aquela garota não cruze meu caminho - ele disse finalmente se virando e caminhando lentamente até Julian - Vovô pode fazer o que quiser com a casa dele.

E depois seguiu para seu quarto, que ironicamente, tinha a enorme janela de frente para a enorme janela de Eddie, tendo apenas aquela sala entre seus quartos.

Mas ainda sobrava um deles.

O quarto que ficava entre o Barry e Eddie e com a janela voltada para a de Ronnie.

Julian olhou para ele, escuro.

Estava na hora de acomodar a hóspede.

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Caitlin tremia na grande e ampla entrada da mansão. Um lustre gigantesco se erguia sobre ela. Lá fora, a chuva ainda caía.

Ela segurava a urna, com as cinzas da única pessoa que sabia que a amava. A única que lhe restava.

Ela ainda tremia com o frio e agora espirrava.

Sentiu a presença de alguém, e quando foi se virar, sentiu algo quente a envolver.

Quando se virou, viu Julian. Em sua pose séria, colocando o paletó sobre suas costas.

- Vai molhar seu casaco - ela disse.

- O que importa é seu bem-estar, senhorita - ele disse com a voz trêmula de frio. Um sorriso fraco e quase invisível se formou em seus lábios.

Ela sorriu.

- Caitlin - ela disse - Me chame somente de Caitlin.

Ele sorriu. Mas então se recompôs sem entender o motivo daquela violação brusca de sua pose séria e centrada.

Ele limpou a garganta.

- Me siga - disse.

Eles caminharam pela casa que parecia não ter fim. Ela olhava admirada cada canto. Era luxuosa. Moderna. Magnífica!

Chegaram a aquela sala. A sala que levava aos quartos.

As luzes de todos estavam apagadas.

Mas sem que ela ou Julian percebesse, havia um par de olhos atentos e curiosos em cada uma das janelas, por trás das persianas parcialmente fechadas.

Olhos que seguiram ele e a garota até o quarto.

Julian abriu a porta e ela agradeceu antes de passar, ele entrou atrás dela e fechou a porta.

Os três suspiraram e falaram consigo mesmos em susurros.

- Ela vai ser sua, Eddie - o loiro susurrou antes de ir para a cama.

- Ela é realmente única - Ronnie susurrou.

- Ela vai me dar trabalho - Barry disse antes de ir para sua cama.

Caitlin olhava para o quarto gigante boquiaberta. Era bem decorado, rosa e tinha de tudo. Uma Tv quase do tamanho da parede, um computador, um closet, um banheiro...era quase uma casa!

- Eu...eu não posso dormir aqui! - ela disse para Julian.

Ele olhou para ela preocupado.

- Não está do seu agrado?

- Isso é demais pra mim - ela disse - Vou me perder aqui dentro!

Julian riu.

- Garanto que isso não será um problema - ele disse - O Sr. Raymonds preparou o quarto especialmente para a senhorita.

Caitlin sorriu para ele.

- Caitlin - ela corrigiu. Ela pareceu lembrar de algo e fechou os olhos irritada - Droga! Esqueci minhas coisas em casa! O que vou vestir?

Ele sorriu.

- Tem algumas peças de roupa no armário, suficiente para essa noite - ele disse - Toalhas no banheiro, secador de cabelo e tudo mais.

- Acho que seu chefe está tendo mais despesas comigo do que lucro - ela disse.

Julian riu.

Ele olhou para ela curioso. Tentou conter o impulso mas não pode.

- Se não for muita inconveniência minha - ele disse - O que é isso que a senhorita carrega?

Ela olhou para a urna e a segurou mais firme. Seu sorriso vacilou e ela sentiu vontade de chorar de novo.

- Sinto muito eu não devia ter pergunta...

- Tudo bem - ela disse com um sorriso - São cinzas...da minha mãe. Eu...bem eu descobri que, desde dez anos anos atrás meu pai não paga a mensalidade do crematório e levaram pra um depósito... Mas eu estou quase quitando a dívida e logo acho que ela vai poder voltar pra lugar de descanso.

- E quanto falta? - ele perguntou.

- Três mil duzentos e cinquenta dólares - ela disse o fazendo ficar surpreso - Já dei todo o dinheiro que tinha economizado pra faculdade, mas não foi suficiente.

- Sinto muito - ele disse.

- Tudo bem - ela falou sorrindo.

Ele sorriu, admirado.

Ela era tão forte.

Enquanto a pesquisava para Abraham, Julian pode perceber quão difícil fora a vida dela. E agora estava mais admirado ainda. Ela sempre sorria, independente do que acontecesse.

Ele sorriu involuntariamente.

- Mas bem, amanhã cedo eu pego você - ele disse - Tenha uma boa noite.

- Para quê? - ela perguntou.

- O Sr. Raymonds quer vê-la.

Ela acentiu.

- Boa noite, Julian - ela disse antes que ele saísse sorrindo do quarto, e fechasse a porta.

Ela foi até uma grande estante enfeitada e colocou a urna ali.

- É só por um tempo mamãe - ela disse alisando o anel pendurado no pescoço - Eu juro que vou te levar de volta. E que não vou viver aqui por muito tempo. É só até termos dinheiro, eu prometo.

Ela disse com os olhos molhados.

Caitlin caminhou até o banheiro.

Era enorme.

Uma banheira grande, uma jacousi, um balcão enorme com um espelho que ocupava quase toda a parede.

Ela olhou admirada.

- Uau! - disse.

Ela tomou um banho quente. Sentia que toda aquela chuva lhe daria uma gripe daquelas.

Depois se enrolou na toalha e vasculhou as gavetas.

Em uma delas haviam vários tipos de hidratantes, dos mais caros.

Abriu outra gaveta.

Shampoos e condicionadores.

Outra.

Cremes para cabelo.

A próxima era a maior.

Ao abrir, viu vários aparelhos. Todos novinhos.

Secador de cabelo, prancha, baby lis e e outros que ela nem conhecia.

- Pra que serve isso tudo?!

Puxou o secador e fechou a gaveta.

Após secar os cabelos, ela foi ao closet.

Estava basicamente vazio.

Ela foi até as peças que haviam ali.

Alguns moletons e calças.

Se vestiu e voltou para o quarto, se jogando na cama, debaixo das cobertas grossas.

Depois de tanto tempo dormindo no chão, aquilo foi como se deitar em uma nuvem.

Sabia que muitas garotas matariam por aquilo.

Estar ali, naquela mansão, com os três netos lindos e bilionários do presidente do maior conglomerado do país.

Mas não era seu lugar.

Ela se confortou com a ideia de que eram apenas três meses, segundo Abraham.

Então ela logo adormeceu.

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Aquela noite foi especialmente insuportável para Barry.

Eram duas da madrugada e nada de conseguir dormir.

Se sentia deslocado.

Ele não pertencia aquele lugar.

Cheio de luxo e mimos.

Aquilo não era pra ele.

Levantou e saiu.

Estava tudo silencioso.

A chuva havia virado uma fraca garoa.

Ele saiu direto para o jardim.

Caminhou pelo terreno infinito, em meio as plantas e construções em busca de um único lugar.

Ao avistar o mato alto cobrindo a entrada ele suspirou.

A um ano, aquele foi seu abrigo. Quando chegou a aquele lugar totalmente estranho com pessoas desconhecidas, quando teve que largar seu antigo eu. Era ali que ele se abrigava.

Um canto esquecido, mais como um depósito de tralhas.

Ele encontrou em uma madrugada como aquela, quando caminhava por ali. Era difícil de encontrar, por conta daquele lugar não estar sempre sendo cuidado. A vegetação alta cobria completamente a entrada.

Barry atravessou e abriu a porta de correr, enferrujada, sem dificuldade. Entrou e buscou o interruptor.

A luz piscou algumas vezes antes de ligar por completo.

E ali estava ele.

O local apertado pela grande quantidade de tralhas.

Uma cama pequena e velha. Algumas ferramentas.

Lar doce lar.

Barry se deitou na cama e finalmente adormeceu.

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Caitlin abriu seus olhos.

A luz entrava pela janela e ela se levantou.

Escovou os dentes e lavou o rosto.

Saiu do quarto se espreguiçando. A luz penetrava o telhado de vidro.

Ela se virou, se espreguiçando quando reparou.

Dava para ver seu quarto inteiro pela janela.

Abriu a boca surpresa.

- Oh...ahn..mas!!..dá pra ver tudo daqui?! - ela disse para si mesma. Olhou em volta, enchergando os demais quartos.

Se aproximou de uma das janelas e esticou os pés para enchergar lá dentro.

Barry veio vindo, e observou a garota curiosa olhando pelo vidro, se aproximou dela lentamente.

- Porque está bisbilhotando o quarto dos outros? - perguntou fazendo ela dar um pulo e colocar a mão no peito.

- Você quase me matou! - ela disse.

Ele arqueou a sombrancelha emespera de uma resposta. Ela percebeu e então olhou para o quarto e para ele, corando envergonhada.

- Ah...esse..esse é seu...

Ele acentiu.

- Desculpa eu só... - ela disse.

- Não importa - ele cortou - Só cai fora!

Ela se enfureceu. Estava cansada daquela forma arrogante e cheia de si dele. Da forma como ele a tratava.

- Cai fora?! - ela perguntou cerrando o punho.

Ele se aproximou mais.

- Cai fora! - ele repetiu.

- Porque sempre me trata assim? O que eu te fiz? - ela perguntou irritada.

- Você cruzou meu caminho - ele disse passando por ela e entrando no quarto.

Ela bufou.

- Idiota - resmungou.

Caitlin começou a vagar pela casa.

Era sem fim.

Entrou em vários lugares que pareciam não ter saída. Mas depois de muita busca finalmente ela chegou a cozinha.

Havia apenas uma pessoa ali.

Um latino de cabelos presos se movia precisamente pela cozinha, sem notar a presença dela.

- Com licença? - ela chamou.

Ele levantou os olhos e sorriu amigavelmente.

- Buenos dias senhorita - ele disse animado. Ela sorriu - Eu já ia levar seu café da manhã junto com o dos chefes.

- Chefes? - ela perguntou.

- Sim, os primos Raymonds - ele disse limpando as mãos em um pano e se aproximando - A senhorita deve ser a convidada do Sr. Abraham. Sou Cisco Ramon, o cozinheiro.

Ela sorriu e apertou a mão recém estendida.

- Por favor, me chame de Caitlin - ela disse.

- Sinto muito, seria falta de respeito chamá-la pelo nome - ele disse - Nós funcionários não temos esse tipo de liberdade com os patrões...

- Não sou sua patroa - ela disse - Sou uma funcionária como você. Então por favor, me chame de Caitlin.

- Senhorita...

- Por favor! Eu não me sinto confortável com as pessoas me chamando de "senhorita" o tempo todo.

O latino sorriu.

- Tudo bem - ele se rendeu - Caitlin.

Ela sorriu satisfeita e se sentou na bancada enquanto ele voltava ao trabalho.

- Porque ia levar o café da manhã nos quartos? - ela perguntou - Não devíamos comer todos juntos?

Cisco suspirou com certo pesar.

- Os três nunca fizeram uma refeição juntos - ele disse - Eles mal conseguem ficar na mesma sala por muito tempo, quanto mais comer. Então eu sempre levo a comida nos quartos.

Ela baixou a cabeça.

- Esses três são mesmo uns imbecis! - ela disse fazendo Cisco rir.

Ele empurrou uma bandeja cheia de várias coisas diferentes como bolos, panquecas, biscoitos, pães,frutas, café e suco. Caitlin arregalou os olhos.

- Uau! - ela disse - Isso pra nós quatro não é?

- Não, isso pra você - Cisco disse. Ela riu incrédula.

- Nunca comi tanto na vida! - ela disse começando a devorar um pouco de cada coisa. Cisco se divertia vendo ela comer sem se importar com a etiqueta.

Ela percebeu que ele olhava e enfireitou a postura olhando para ele séria.

- Quer um pouco? - perguntou de boca cheia.

- Não posso - ele falou.

- Venha, coma - ela disse engolindo tudo que tinha na boca - Tem suficiente pra nós dois e mais um se facilitar.

- Caitli...

- Vemm!!! - ela insistiu. Ele riu e se aproximou pegando um pedaço de bolo e mostrando para ela que sorriu.

- Ei, Cisco cadê meu café...- Ronnie disse entrando na cozinha. Na mesma hora Caitlin se virou sorrindo e Cisco correu para as bandejas - Ei, oi srta.celebridade.

Caitlin franziu o cenho confusa.

- É que - Ronnie explicava se sentando ao lado dela - Você é famosa agora. Sabe, revistas, jornais e programas de Tv. Todos só falam da "noiva de Eddie Thawne".

Ela engoliu seco e sorriu sem graça.

- Você vai comer? - ela perguntou indicando as bandejas.

- Vou pro meu quarto - ele disse pegando a bandeja que o latino alcançou - Mas tenha um bom dia.

Ela sorriu.

- Você também - ela disse.

Ele sorriu e saiu.

- Uma noite aqui e já conseguiu fazer um deles sorrir de manhã cedo - Cisco disse - Você é boa garota.

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Abraham já estava sentado atrás de sua mesa a uma hora, esperando.

Então a porta se abriu, e Julian passou com Caitlin.

- Bom dia - ela disse sorrindo ao se sentar - Queria me ver?

- Como passou a noite Srta. Snow? - ele perguntou.

- Nunca dormi em uma cama tão fofa - ela disse. Julian riu.

- Que bom - Abraham disse com um sorriso - Eu lhe chamei aqui para, assinar o contrato e para lhe dar sua primeira missão.

- Missão?

- Sim - Abraham disse - Está na casa apenas para colocar meus netos na linha. E para isso, vai receber missões. Terá sempre o prazo de três semanas para completá - lá. Se for bem sucedida nela, ganhará um bônus em dinheiro, além do que eu lhe prometi, porém... Se você falhar, vai embora da mansão. Entendeu?

Ela engoliu seco e acentiu nervosa.

- Muito bem - ele disse puxando um contrato - A sua primeira missão é fazê-los comerem juntos. Seja café da manhã, da tarde, almoço, jantar...tanto faz.

Caitlin acentiu.

Abraham estendeu o contrato e uma caneta.

Ela começou a folhear as várias páginas.

- A principal regra, a qual você deve seguir - Abraham disse - É não ter nenhum tipo de relação amorosa com meus netos.

Ela olhou para ele.

- Se fizer isso pode acabar sendo expulsa - ele completou - E pode perder todo o dinheiro.

Caitlin acentiu olhando para o contrato.

Se ela assinasse estava concordando com tudo aquilo.

Mas que mal havia? Eram só três meses.

Ela deslizou a caneta pelo papel assinando seu nome, depois entregou a Abraham.

Afinal, ela jamais se apaixonaria por nenhum dos três.

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Julian dirigia o carro pelas ruas, com Caitlin no banco do carona.

- A senhorita está bem pensativa - ele disse - É por conta da regra e seu noivado com Eddie?

Ela olhou para ele.

- Não..Não é isso - ela disse revirando os olhos - Quero saber como fazer os três comerem juntos em três semanas!

Julian riu.

- Aposto que você consegue - ele disse virando em uma rua que ela estranhou.

- Onde estamos indo? - ela perguntou enquanto ele entrava no estacionamento do shopping. Julian desceu do carro e abriu a porta para ela.

- Fazer compras - ele disse.

Ela desceu e o seguiu.

- Não preciso disso - ela dizia.

- Ordens do Sr. Raymonds - ele disse.

- É sério Julian - ela insistia enquanto eles entravam no local - Só preciso que busque minhas coisas na minha antiga casa.

Ele suspirou.

- Vou procurar algo que lhe sirva aqui - ele disse entrando na loja enorme - Espere que eu já volto. Se quiser ir beber alguma coisa enquanto eu faço as compras.

Ele estendeu um pequeno maço de dinheiro e saiu.

Caitlin bufou e se virou. Quando o fez, ela bateu em alguém. Uma mulher que cambaleou para trás.

A bolsa dela acabou batendo em uma arara de roupas e a mulher a checou indignada, vendo o pequeno arranhão.

- Me desculpe! Sinto muito mesmo - Caitlin disse.

A mulher olhou para ela indignada.

- Minha bolsa de marca! - ela disse - Tem noção do quanto ela custou?!

- Eu já disse, sinto muito...

- Pague agora! - a mulher disse alto chamando atenção de todos e a loja ficou em silêncio obsevando a cena- PAGUE SUA IMUNDA!

- Ela até precisaria pagar - uma voz fez as duas se virarem. Caitlin sentiu um arrepio ao ver a garota que ali estava, se aproximando delas e pegando a bolsa em mãos - Se essa bolsa fosse original.

- Mas é claro que é original... - a mulher dizia.

- Não mesmo - a morena disse puxando a bolsa - A original tem duas costuras ao lado da marca, essa aqui só tem uma....

Entregou com um sorrisinho cínico para a mulher cabisbaixa e envergonhada.

- Falsa - disse antes da mulher sair o mais rápido que pode. As pessoas na loja riam e voltavam ao que estavam fazendo.

Caitlin sorriu e olhou, surpresa para a morena com um sorriso fraco nos lábios.

- Como sabia daquilo? - perguntou Caitlin.

- Quando se trabalha com costuras - ela disse - Aprende muita coisa.

- Muito obrigada - Caitlin disse sorrindo - Íris, não é?

Ela acentiu.

- E você é?

- Caitlin Snow - disse estendendo a mão. Íris sorriu e apertou.

- Você...tem tempo pra um café? - Íris perguntou. Caitlin sorriu animada.

- Claro!


Notas Finais


Loguinho tem mais, espero que tenham gostado ❤


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