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História Cinderella negra. - Um conto diferente. - Capítulo 13


Escrita por: LiaCriart04

Notas do Autor


Enfim, chegamos ao fim!!
Olá Criativas e Criativos, tudo bem com vocês?
Depois de quase tanto tempo sem atualizar, eu finalmente consegui concluí esse projeto, que me trouxe grandes aprendizados, leitores maravilhosos, e uma grande experiência. Nesse tempo que fiquei fora, eu me mudei, fiquei sem internet, comecei novos projetos, me desanimei, me animei e venci a preguiça literária por vocês.
Tudo por vocês.
Obrigada de verdade, Un bacio in cuore ❤️
Boa leitura, eu ainda espero ver vocês em breve!!

Capítulo 13 - Epílogo.


Fanfic / Fanfiction Cinderella negra. - Um conto diferente. - Capítulo 13 - Epílogo.

   As madeixas crespas cacheadas balançavam no ar com o vento, o brisa gélida tocando o rosto da jovem trazia a tão aguardada sensação de liberdade. Os balanços da carruagem lhe tiraram de seus desvaneios, virou-se para o lado, e flagou Lee a fitando. Ao perceber que havia sido pego, o príncipe permitiu rir de si próprio. Adella sorriu, como quem já sabia que estava sendo observada. 

   - Olhe, foi ele que me alertou sobre ti.- O asiático indicou com a cabeça, a negra encontrou Christopher e Holiet escorados na porta da casa do caçador, encarando a carruagem passar.

  - Pare a carruagem!- A mulher não esperou que abrissem a porta para ela, no mesmo estante pulou por cima da portinha e com dificuldade correu, sem se importar com os olhares curiosos ao seu redor. 

O vestido azul esvoaçava para todos os lados, Holiet correu até a amiga e a envolveu em seus braços, o choque entre os corpos quase as fizeram vir ao chão, mas quem se importava? 

  - Princesa, é?- Holiet lançou uma olhada com malícia para o rapaz ainda na carruagem.

 - Não… Só Adella.- Amassou a saia do vestidos com as mãos em nervosismo. Aquela frase era a última que queria ouvir, decidiu deixar acontecer, naturalmente, sem pressão.- Foi você que contou ao Chris, né? 

  - Era necessário…

 - Isso foi perigoso, sabe o que poderia acontecer com sua família? 

  - Que graça tem na vida se não viver perigosamente e colocar a vida em risco a cada ato? - Arqueou um sobrancelha, ironizando em sua voz.- Viver é um risco, nós sabemos bem disso. - Riu.

  - Obrigada.- Retribuiu o gesto para a morena. 

  Seus olhos captaram Christopher, seus olhos pareciam sorrir. Sim, eles estavam sorrindo. Um sentimento de gratidão invadiu o seu peito, um amor que ia além de sentimentos amorosos, era algo que ela valorizava mais do que encontrar a alma gêmea. 

  Era amizade

  Era a irmandade

  Naquela momento descobriu que assim como por Holiet, ela entraria na frente de uma espada por Christopher. Enfrentaria reis, enfrentaria a si mesma, por eles, naquele momento só uma coisa importava… Que eles eram família, a família que ela havia escolhido, e na qual havia sido escolhida. 

  - Palavras não seriam o suficiente, nem nessa e nem na outra vida.- Quebrou o silêncio em um tom brincalhão. Ele sentiu falta daquilo.

  - Prometo te procurar na outra vida.- O rapaz a puxou para seus braços, sentindo pela última vez o cheiro agradável de seus cabelos. Isso não era um adeus.- Obrigado por me mostrar que eu posso ser mais do que um caçador egoísta, eu seria mais feliz se tivesse um terço da sua força. 

 - Você nunca sabe a força que tem, até a sua única alternativa é ser forte.- Afastou para olhar em seus olhos azuis.- Quando eu estava presa naquele quarto, eu vi que não era tão forte assim. Sempre quis passar na frente, de pensar mais rápido, ser livre usando minhas próprias forças… Então eu vi que isso era só teimosia. Eu sou teimosa, mandona, barraqueira, ansiosa e sorrateira. Mas tudo que tive que fazer foi esperar… Esperar para ver o que aconteceria, me desarmar apenas por um momento e…- Olhou ao seu redor caçando sua palavra final. De canto de olho poder ver Lee conversar com o cocheiro, Holiet sorrir, as crianças do orfanato correndo e então voltou seu olhar para o caçador.- Me deixar ser salva. Sozinhos vamos mais rápido, mas acompanhados vamos mais longe. 

   Ela não fazia ideia de com aquelas palavras afetaram o caçador, todo o conceito que havia criado em sua cabeça para sobreviver a esse mundo, precisava ser revisto. 

  Não era sobre ele.

Adella avistou Paloma, em uma esquina. Seus olhos a espiavam, ela sabia  que foi ela. O capuz preto em sua cabeça era acompanhado de uma belo capa, um rapaz loiro e alto apareceu atrás de si. Seus dedos se entrelacaram e seus lábios curvaram em um sorriso, um sorriso de despedida para a "irmã", e eles se foram.

 Voltei-se para Christopher.

  O rapaz se despediu pela última vez da moça e a deixou nos braços de Holiet. Adella já havia comprido sua missão na vila, agora havia mais alguém precisando de sua presença, mas do que o oxigênio. Aposto que Lee apareceu na sua mente. Sim, estou falando dele.

Ele havia se achado, agora precisava se adaptar consigo mesmo.

Ele não conseguiria sozinho.

     [...]

  De longe era impossível não ouvir que vinha alguém pelos corredores do palácio. Os pés se chocando ao chão, o vestido criava ondas a cada passo. Adentrando a casa real, se encontrava a negra e o coreano com os dedos entrelaçados, ela se mantia neutra em suas feições e emoções. Não havia pensamentos rondando em sua cabeça, e ela preferia assim.

    Tilina e a rainha Tae-Yang vinham andando na direção aposta deles, os passos cessaram com a aproximação do casal.

  Lee se vía nevoso, ansioso e determinado. Não sabia qual seria a reação da moça, como nunca iria saber se não tentasse. Então ele fez o que sempre fazia, meteu a cara e seja o que Deus quiser.

  - Eu segui seu conselho, fiz minha conta matemática e me achei. Acredita que eu sempre estive na frente da minha cara? - Riu consigo mesmo lembrando que tudo o que passou só precisava ser resolvido com um tempo particular.- Uma pessoa me disse uma vez que, " Se a sua felicidade estiver ali na frente, vá buscá-la", e eu busquei. Você é uma boa moça, um dia irá achar o seu príncipe.- Sua aparência estava calma e serena, mas seu interior parecia um vulcão.

  - Então não tem casamento?- A rainha sentiu pena da jovem, quis envolve-la em seus braços e nina-la. Só até que seu sorriso se tornou amplo e cheio de dentes.- Oh! Obrigada, não me leve a mau. Você é um rapaz incrível, só não foi feito para mim…- A Italiana deu um abraço em Lee, o último, antes de partir … Feliz.

  Adella sentiu o olhar da rainha queimando sobre si. Um olhar terno, cheio de significado, que diziam mais do que qualquer palavra. Lee conhecia a mãe, sabia que ela era tímida, seu olhar sobre a negra revelava o quão insegura estava em dirigi-lhe a palavra. Apreciava isso nela, admirava muitas coisas nela..

 - Omma…

-Finalmente, meu filho. Finalmente! - A coreana pulou nos braços do filho, ofagando seus cabelos. 

    Ela se afastou com movimentos delicados e dançantes, parecia deslizar. Então seus olhos pousaram sobre Adella, mais uma vez. O espírito inquietante da jovem gritou de ansiedade, a vontade de se encolher como uma criança pequena diante daquela imensidão dos olhos pequenos de Tae.

  - Então é você? 

  - Eu acho que sou.- A risada da rainha era quase tão linda quanto ela.

  - Seja bem vinda.- Juntou as mãos curvando a cabeça, um comprimento típico de sua terra.- Não precisa ficar deslocada, acredite, não há nada de emociante aqui.

  Riram.

 Lee queria acendir com a cabeça, concordando com todas as palavras de sua omma.

  - Quero lhe mostrar  alguém.

     As mãos firmes do rapaz a puxaram pelo corredor, seus olhos não sabiam em que exatamente focar. O lar real era um pouco diferente do que a moça havia imaginado, passando agora pelos cantos do local, tinha a plena certeza disso. As paredes eram cheias de desenhos e símbolos em cores vivas, já os detalhes pela casa eram de mármore. Os gastos espalhados pela parede tinha uma distância calculada, desde o teto até o piso eram peculiares, diferenciados e detalhistas. 

  Belo, era a definição certa.

 Ambos pararam perante uma porta grande em complimento, a superfície dela era de madeira maciça. Julgando pelo estilo da porta e os detalhes da entrada, era um quarto não tão grande, mas importante. 

O escritório de alguém, alguém importante.

rês batidas ritmadas foram o suficiente para Lee lentamente impurrar a porta. 

  Adella entrou com um passo de cada vez, esperando gravar todo o cenário. 

  E ali, sentado, com a pele bronzeada, os longos cabelos liso presos em uma única trança, o semblante sério, concentrado como sempre e analisando com competências pilhas de documentos, estava o rei.

_Adella_

  - Oppa…

   Petrifiquei, não conseguia esboçar nada que estava em minha mente, simplesmente por não se passar nada nela. Lee agiu de uma forma natural, simplesmente empurrou a porta e entrou despreocupado. Isso se deve ao fato do homem terrivelmente sério a minha frente, seja seu pai. Não era surpreendente para ele, mas para mim…

   Os olhos castanhos do rei caíram sobre mim, estremeci por inteiro.

  - Majestade.- Curvei-me em reverência.

 Eu esperava uma reação. 

 Sempre esperamos.

  - Então você é a Cinderella?- Não era o que eu esperava, não havia voz marcante, gritos e palavras atravessadas. 

 Havia um homem na minha frente, um homem diferente com o que aparecia para os súditos. 

 Não era o que eu esperava, mas era o que me agradava. 

  A rainha passou por mim, se colocou ao lado do esposo, com um sorriso radiante no rosto.

  - Não sou princesa, meu nome é Adella. Não tenho ouro, coroa, carruagens e nem vestidos caros. Eu…tenho cartas.- Comprimi meus lábios antes que deles saísse mais alguma besteira. Meus dedos enrolavam a saia de meu vestido, em nervosismo, há algo de errado. Não sou assim.- Quer saber? Se quiser me expulsar aos gritos eu entendo, mas não sou da realeza, sou pobre, mas meus pais tinham dinheiro, se a minha madrasta não roubasse tudo. Eu sei como apareci para vocês, estonteante, e fingindo ser uma pessoa elegante. Fique tranquilos que eu não matei ninguém para isso, eu tive ajuda de uma conjuradora. Podem me torturar mais eu não vou dizer quem e nem onde acha-la…

  - Conjuradora?- Fui interrompida por Klaus. 

  - Eu já disse que não vou dizer nada.- Falei firme. 

   Ouvi uma risada da rainha, não sei o que poderia ser engraçado naquele momento.

  - Por acaso conhece Saymon Ludwig? - Perguntou pensativo.

    Parei o que estava fazendo, num momento as palavras fugiram da minha mente. 

  - Como conhece ele? 

  - Faz muitos anos, Saymon e eu éramos amigos. Nossas famílias eram próximas, paz reinava sobre o território alemão. Até a caça aos conjuradores, celtas do mundo todo foram condenados a forca e a fugueira. Todos os celtas fugiram… Mas Saymon e sua noiva se esconderam, sumiram do mapa.- Era exatamente a história que Holiet havia me contado, porém indecisão é o que me definia naquele momento.

   Fitei os olhos do rei.

  Um homem, como um homem podia ser tão intimidante? 

  O que nele me intimidava tanto?

  Talvez não fosse temor… Mas… Respeito.

   Eu me senti tão pequena na frente dele, eu me sentia na necessidade de ouvir sua voz, de ler sua postura e pensamentos. Ele… Me lembrava meu pai. 

   - Não me enganaria, não é? - Eu precisava de uma resposta, me sentiria arrasada caso isso acontecesse. 

  - Nunca.-Eu acreditava nisso.

 - Eles moram no início da vila, perto da mata… Holiet é quem me ajudou a vir no baile, eles não usam magia a muito tempo e…

  - Tenho certeza que meu oppa não vai notar esse detalhe.- Lee se pronunciou, sentindo as ondas de nervosismo emanadas de mim. O agradeci mentalmente por isso.

  - Pode me levar até eles?

  Rezo a Deus que ele não esteja mentindo e que eu não esteja me equivocando.

 Acho que eu estava em estado de choque e só agora meus instintos naturais estavam voltando a falar por mim, podemos chamar isso de paranóia, como preferir.

  - Sim, majestade. Mas não mude sua palavra, ou sua consciência queimará como o hel.- Abandonei a sala em passos lentos, não posso evitar de demonstrar que estou no meu controle. É isso que sou, um pássaro livre.

   […] 

 Batidas na porta de Holiet eram o suficiente para chamar a atenção da casa inteira, as batidas cessaram, fazendo o moça de cabelos externamente negros franzir o cenho. 

   A senhora Ludwig abriu a porta, sua expressão passou de séria para surpresa ao ver soldados em sua porta, muitos soldados. A mulher dá espaço para que entrem, mas quem passa pelas portas é algo extremamente diferente. Os filhos da Ludwig só assim pararam de correr e se atentaram, correndo para perto da mãe. Os olhinhos miúdos de Tae-Yang apareceram logo após de Klaus, e quando ninguém esperava mais nada, Adella apareceu seguida de Lee. O coração da Ludwig se aliviou ao ver a jovem, sabia que nada de mais ocorreria enquanto ela estivesse ali. 

  Holiet adentrou o local, seus olhos arregalaram ao ver a família real ali em sua sala, todas as células de seu corpo estremecer ao pensar o pior.

  - Por favor, poupe eles e levem a mim!- Suplicou a melhor amiga de Adella, ofegante, agarrou as mangas da camisa do rei.

 - Holiet!- A mãe a repreendeu com o coração soltando pela boca.

  - Eu que usei magia, eles não sabiam de nada, na verdade eles não estavam em casa! Eu desobedeci a ordem da família e coloquei todos em perigo. Eu gostei? Gostei, mas não era certo!

    O silêncio é quebrado com o som das risadas de Lee e Tae, o rei sorriu, apenas uma descreta linha curvada. O Sr Ludwig saiu de trás da família, com o lápis atrás da orelha, parecia está enfurnado em seu escritório.

  - Se cansou da vida no palácio, Klaus.- Brincou andando em sua direção. A filha arregala os olhos com a intimidade de sua fala.

  - Como nos velhos tempos.- Riu abertamente.

  Acho que era a primeira vez que a maioria daquela sala via algo espontâneo vindo dele.

  - Acho que precisamos bater aqueles papos antigos, para melhorar esse seu humor de cão.- O envolveu em um abraço, caloroso, alegre.- Pensei que nunca passaria para tomar um café comigo.

  - Tive sorte que a amiga da sua filha tenha aparecido. Aliás, eles são a sua cara.- Apontou para os quatro filhos do amigo.- Só tem a beleza da mãe.

 - Obrigada, majestade.

 - Peraí, então ninguém vai ser preso ou morto?- A indignação de Holiet chegava a ser engraçado, a morena não sabia se ria ou chorava. 

     Lee e Adella haviam sumido, nem sinal daqueles dois no ambiente, então vamos para trás da casa. Onde a negra estava de frente ao asiático, parados, ela parecia mais segura de si como nunca esteve. Melhor… Como sempre esteve. 

  Era essa coragem que Lee sentiu falta, essa determinação, essa audácia.

  - Eu só precisei de um momento para me recuperar.- Começou a falar, atraído o olhar do rapaz a sua frente.- Talvez seja um erro ter entrado naquela carruagem com você.- Aquelas palavras pegaram o príncipe desprevenido, ele ficou mais surpreso do que outra coisa.-  ter dados as mãos e me apresetado ao seu pai. Eu não faço o estilo menininha apaixonada e nem acho que me daria bem seguindo as regras da sua casa… Eu tenho uma vida aqui, amigos… Não vejo um futuro onde largo tudo isso. Então eu vou ter que sacrificar um dos dois. 

 - Eu dancei, né?- Perguntou em um tom divertido. Ele era péssimo com enrolações, não tinha paciência, era ansioso demais para isso.

 - Ainda podemos fazer isso dá certo, só não tão rápido. Eu nasci para voar, e não vou parar agora que sei que  tenho asas.

  Se ela soubesse a profundidade daquelas palavras… Um sorriso sincero surgiu em Yong Lee Ho, Ela encanta.

 - bulgul-ui jeongsin.

 - O que?- Perguntou confusa.

 - É assim que minha mãe iria te chamar, significa, " Espírito indomável", minha mãe diz que " O que nasceu livre, se livra das algemas."- Aquele sorriso.

 Aqueles olhinhos rasgados.

 Ele não era uma algema.

  - Bom… Você sabe onde me encontrar. - Um sorriso, só um sorriso, foi o bastante para abastecer uma vida toda. 

  Ele a observou, cada passo seu, se afastando. Levando em casa mão, um par de saltos de cristais.

  Aqui para nós, todos sabíamos que essa decisão ia ser tomada. Nem tudo na vida se resume a um castelo, na vida real o final não é o que esperamos, não é calçando um sapato. 

  Temos a magia para mudar o nosso destino, mas não é que vamos conseguir isso, as vezes o temos que fazer é esperar… E nos deixar ser salvo. Não confunda força com temosia, mas quem disse que a história acabou? 

  Tempos depois…

      _Adella_

 Ela nunca acaba, sempre tem algo para contar. Uma princesa sem coroa continua sendo uma princesa, é isso que o mundo precisa entender. 

  Ele não era uma algema, isso eu posso afirmar, então não tinha porque me livrar. Continuei recebendo visitas de um certo coreano, mesmo estando bem ocupada investindo meu dinheiro, o dinheiro dos saltos de cristais. 

  Com ele foram construidos uma academia de escritores, precisamos de história para contar. Um lugar onde a biblioteca é preenchida com livros que os próprios moradores escreviam, e a outra parte da dinheiro foi investida. Por causa da desgraçada da Madeleine, a casa de meus pais estava a leilão, as dividas eram muito altas. Lee comprou ela para mim e pôs em meu nome, então pude investir e reformar o orfanato e sem contar na casa das mulheres, onde ensinamos meninas a sonharem e se tornarem igual a elas mesma, além do mais, nós devemos ser nossa própria inspiração. 

  Holiet e sua família se recusaram em deixar a vila e se juntar a nós, eles não precisam de mais nada, já estão juntos. Christopher e Holiet decidiram dá uma chance um ao outro, que Deus o ajude! Henrik largou a padaria, ele nessas horas deve estar em algum lugar do oceano, navegando rumo ao… Bom, não sei para onde.

  Madeleine talvez não tenha aceitado seu fim. Paloma fugiu com um rapaz bom, para a França, um novo reino… Uma nova história, onde pudesse ser feliz longe do passado. Madeleine vendeu Graziella para um fazendeiro rico, bom, foi um casamento forçado, a mesma coisa de vender. Ela é espancada toda noite, e tratada como um objeto, mas a mãe não vive as custas dela porque está sozinha. Na miséria, atormentada,  no escanteio, completamente sozinha com a pior companhia… ela mesma.

  Bom… Estou no palácio, estou treinando para me tornar uma princesa. Não, eu e Lee não nos casamos, estamos namorando para noivar, eu disse que ele não era uma algema. Eu ainda vou todos os dias até a janela de frente ao jardim, sentir o vento nos cabelos, e sentir que estou perto de bater a meta dos meus pais, que nos mostraram que parte da jornada é o fim. 

  Fim, não é onde a história acaba, é onde se começa uma nova jornada que os livros não contam. 

  Obrigada Adella! 

 - Disponha.

    Com muita pesar no coração, essa autora que vos narra essa história informa que chegou ao fim, mas é com muita alívio que conto um segredo.

   Há uma Adella em você. 

Não importa quem você é, o que foi, só  acredite.

  Acredite.

  Acredite

 Com amor: Paloma Hoffman.

 Fim.


Notas Finais


Chegouuuuuu ao fimmmmmmmmmmmmmmm!!!
É difícil dizer adeus, vou sentir saudades. Não me deixem na mão, caprichem no último comentário!
E esse final, esperava ou não? Kkk
Eu amo vocês e vou colocar todos em cárcere privado dentro do meu coração. Esperem o Jornal de agradecimento! Ok?

https://www.spiritfanfiction.com/jornais/agradecimentos-cinderella-negra-22444780
Obrigada pela atenção e até a próxima história!!!
Fiquem com: Covid-19: A cura em 30 dias.

https://www.spiritfanfiction.com/historia/covid-19-a-cura-em-30-dias-21407309

Bjokas e Paçocas, bjs da Lia Criart ❤️❤️❤️❤️


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