História Cinquenta Tons De Ávila - Capítulo 36


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Categorias 50 Tons de Cinza, João Guilherme Ávila, Larissa Manoela
Personagens João Guilherme Ávila, Larissa Manoela, Personagens Originais
Tags Ávila, C1r, Cinquenta Tons De Cinza, João Guilherme, Jolari, Larissa Manoela, Sadomasoquismo
Visualizações 143
Palavras 1.551
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Orange, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Representação da imagem abaixo: O balão do Charlie Tango, Larissa sorrindo para João.

Boa Leitura!

Capítulo 36 - Capítulo 36


Fanfic / Fanfiction Cinquenta Tons De Ávila - Capítulo 36 - Capítulo 36

Ele provavelmente gostaria de bater sete sombras de demônios de mim. O pensamento está me deprimindo.


— Oi, — ele diz baixinho, e sua resposta me deixa fora de equilíbrio, porque eu estou esperando sua raiva, mas que qualquer coisa, ele parece aliviado.

— Oi, — eu murmuro.

— Eu estava preocupado com você.

— Eu sei. Eu sinto muito por não responder, mas eu estou bem. — Ele faz uma pausa.

— Você teve uma noite agradável? — Ele é decisivamente cortês.

— Sim. Nós terminamos de empacotar, Giovanna e eu compartilhamos comida chinesa com Cirilo. — Eu fecho meus olhos firmemente quando digo o nome de Cirilo. João não diz nada. — E você? — Pergunto para preencher o abismo ensurdecedor do silêncio repentino. Eu não vou deixar que ele me faça sentir culpada sobre Cirilo. Eventualmente, ele suspira.

— Eu fui a um jantar para angariar fundos. Foi mortalmente maçante. Saí logo que pude.— Ele soava tão triste e resignado. Meu coração apertou. Fico imaginando-o em todas aquelas noites sentado atrás do piano em sua enorme sala de estar e a melancolia agridoce insuportável da música que ele estava tocando.

— Eu gostaria que você estivesse aqui, — eu sussurro, porque eu tenho vontade de segurá-lo. Acalmá-lo. Embora ele não me permita. Eu quero sua proximidade.

— Gostaria? — Ele murmura suavemente. Maldição. Isto não soa como ele, e meu couro cabeludo parece ter espinhos brotando, de apreensão.

— Sim, — eu respiro. Depois de uma eternidade, ele suspira.

— Verei você domingo?

— Sim, domingo, — eu murmuro, e uma onda de excitação atravessa meu corpo.

— Boa noite.

— Boa noite, Senhor. — Minha continência o pega desprevenido, e eu ouvir seu suspiro.

— Boa sorte com sua mudança amanhã, Larissa. — Sua voz é suave. E nós dois estamos pendurados no telefone como adolescentes, quando nenhum dos dois quer desligar.

— Você desliga, — eu sussurro. Finalmente, eu sinto seu sorriso.

— Não, você desliga. — E eu sei que ele está sorrindo.

— Eu não quero.

— Nem eu.

— Você estava muito bravo comigo?

— Sim.

— Você ainda está?

— Não.

— Então você não vai me castigar?

— Não. Eu sou um cara que age conforme o momento.

— Eu notei.

— Você pode desligar agora, Senhorita Manoela.

— Você realmente me quer, Senhor?

— Vá para a cama, Larissa.

— Sim, Senhor. — Nós dois permanecemos na linha. — Você sempre acha que vai ser capaz de fazer o que diz? — Ele está divertido e irritado ao mesmo tempo.

— Talvez. Vamos ver depois de domingo. — E eu aperto ‘fim' no telefone.


Luckas se levanta e admira sua obra. Ele re-conectou a nossa TV ao sistema de satélite no nosso apartamento da Pike Place Market. Giovanna e eu caímos no sofá dando uma risada, impressionadas com seu talento com uma furadeira. A tela plana parece estranha contra a convertida obra de alvenaria do armazém, mas sem dúvida eu me acostumarei a isto.

— Veja querida, fácil. — Ele sorriu um sorriso largo de dentes brancos, para Giovanna, e ela quase literalmente se dissolve no sofá. Reviro meus olhos para o casal. — Eu adoraria ficar, querida, mas minha irmã volta de Paris. É um jantar compulsório de família esta noite.

— Você pode vir depois? — Giovanna pede timidamente, toda suave e nem parecendo Giovanna de quem eu conheço. Eu estou caminhando até a área da cozinha com a pretensão de desempacotar uma das caixas. Eles estão ficando muito pegajosos.

— Vou ver se consigo escapar, — ele promete.

— Eu descerei com você. — Giovanna sorri.

— Adeus, Lari. — Gabriel sorri.

— Adeus, Luckas. Diga oi para João por mim.

— Só oi? — Suas sobrancelhas levantam sugestivamente.

— Sim. — Eu ruborizo. Ele pisca para mim, e eu fico carmesim enquanto ele segue Giovanna para fora do apartamento. Luckas é adorável, tão diferente de João. Ele é caloroso, aberto, físico, muito físico, muito físico, com Giovanna. Eles mal conseguem manter suas mãos longe um do outro, para ser honesta, é embaraçoso e eu estou verde ervilha de inveja.


Giovanna retornou mais ou menos vinte minutos mais tarde com pizza, nós nos sentamos cercadas por engradados, em nosso novo espaço aberto, comendo diretamente da caixa. O pai de Giovanna nos fez sentir orgulhosas. O apartamento não é grande, mas grande o suficiente, três quartos e um espaço grande com vista para Pike Place Market. É todo sólido, com piso de madeira e tijolos vermelhos, as bancadas da cozinha são de concreto, isso, muito utilitário, muito agora. Nós duas adoramos estar no coração da cidade.

Às oito o interfone zumbe. Giovanna dá um salto e meu coração pula dentro da minha boca.


— Entrega para Senhorita Manoela, Senhorita Chaves. — A decepção flui livremente e de forma inesperada por minhas veias. Não é João.

— Segundo andar, apartamento dois. — Giovanna sacode o entregador. Ele fica de boca aberta quando vê Giovanna vestida com jeans apertado, camiseta, cabelo preso com algumas mechas escapando. Ela tem esse efeito sobre os homens. Ele segura uma garrafa de champanhe com um balão preso, ele tem forma de helicóptero. Ela dá a ele um sorriso deslumbrante para mandá-lo para seu caminho e continua a ler em voz alta o cartão para mim.


Senhoras, boa sorte em sua nova casa, João Guilherme Ávila.


Giovanna agita sua cabeça com desaprovação.


— Por que ele só não pode escrever ‘de João'? E por que este balão em forma de helicóptero?

— Charlie Tango.

— O que?

— João vôo comigo para Seattle em seu helicóptero. — Eu encolhi os ombros. Giovanna olha para mim de boca aberta. Eu tenho que dizer que, amo essas ocasiões – Giovanna Chaves, muda e pavimentada, eles são tão raros. — Eu dou um sumário do momento luxuoso para ela apreciar. — Sim, ele tem um helicóptero, que ele próprio pilotou. — afirmo com orgulho.

— Claro que o bastardo é obscenamente rico e tem um helicóptero. Por que você não me contou? — Giovanna olha acusadoramente para mim, mas ela está sorrindo, balançando a cabeça em descrença.

— Eu estive de cabeça cheia ultimamente. — Ela franze a testa.

— Você vai ficar bem enquanto eu estiver fora?

— Claro. — Eu respondo tranquilizadora. Nova cidade, sememprego... namorado dando trabalho.

— Você deu a ele nosso endereço?

— Não, mas o assédio é uma de suas especialidades. — Eu medito, na verdade disso. A testa de Giovanna franze ainda mais.

— De alguma maneira eu não fico surpreendida. Ele me preocupa, Lari. Pelo menos ele manda um bom champanhe e está gelado. — Claro, só João enviaria champanhe gelado ou mandaria o seu secretário para fazer isto… ou talvez Taylor. Nós abrimos o champanhe, em seguida achamos as nossas xícaras, elas foram os últimos artigos a ser empacotados. — Bollinger Grande Année Rosé 1999, uma vindima excelente. — Eu sorrio para Giovanna, nós tocamos as xícaras.


Eu acordo cedo para um domingo de manhã cinza, depois de uma noite de sono surpreendentemente refrescante e ficar acordada olhando para as minhas caixas. Você realmente deve desempacotá-los, acusou meu aborrecido subconsciente, apertando os lábios. Não… hoje é o dia. A minha deusa está fora de si, pulando de pé para pé. A antecipação trava pesado e solene sobre a minha cabeça como uma nuvem da tempestade tropical escura. Borboletas inundam a minha barriga, bem como uma mais escura, carnal, cativante dor que eu tento imaginar o que ele fará para mim… é claro, eu tenho que assinar aquele maldito contrato ou não? Eu ouço o sinal de correio eletrônico no computador no chão ao lado de minha cama.


De: João Guilherme Ávila

Assunto: Minha Vida em Números

Data: 29 de maio 2015

08:04

Para: Larissa Manoela

Se você vier dirigindo, vai precisar deste código de acesso para a garagem subterrânea na Escala: 146963

Estacione na vaga 5 que é minha. Codifique para o elevador: 1880

João Guilherme Ávila CEO, Ávila Participações e Empreendimentos Inc.


De: Larissa Manoela

Assunto: Uma Vindima excelente

Data: 29 de maio 2015

08:08

Para: João Guilherme Ávila

Sim Senhor. Compreendido.

Obrigado pelo champanhe e o balão Charlie Tango, que está agora amarrado na minha cama.

Lari


De: João Cinzento

Assunto: Inveja

Data: 29 de maio 2015

08:11

Para: Larissa Manoela

DE nada.

Não se atrase. Charlie Tango é sortudo.

João Guilherme Ávila CEO, Ávila Participações e Empreendimentos Inc.


Reviro meus olhos com a sua prepotência, mas sua última linha me faz sorrir. Eu dirigir-me ao banheiro, perguntando-me se Luckas conseguiu voltar ontem à noite e me esforçando para conter os meus nervos. Eu posso dirigir o Audi com sapatos de salto alto! Às 12:55 da tarde precisamente, eu entro na garagem do Escala e estaciono na vaga cinco. Quantas vagas ele possui? O Audi SUV está lá, o R8, e dois Audi SUVs menores… hmm. Eu verifico meu rímel, raramente usado, na luz de vaidade do espelho. Não tem um desses no Fusca. Vá menina! Minha deusa interior tem os seus pom pons na mão, ela está agindo como líder de torcida.

No espelho infinito do elevador, eu verifico meu vestido cor de ameixa, bem, vestido ameixa de Giovanna. A última vez que eu o vesti, ele queria tirá-lo de mim. Meu corpo aperta com o pensamento. Oh meu, o sentimento é apenas requintado, e eu tento recuperar o fôlego. Eu estou vestindo a roupa íntima que Taylor comprou para mim. Eu corei com o pensamento, ele vagando pelos corredores da Agent Provocateur ou onde quer que tenha comprado isto, com seu cabelo de corte militar. As portas se abrem, e eu estou de frente para o hall com o número do apartamento.


Notas Finais


Espero que tenha gostado.


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