História CINQUENTA TONS DE CINZA (Adaptação - Camren) - Capítulo 11


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Palavras 901
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - In the dark


Fanfic / Fanfiction CINQUENTA TONS DE CINZA (Adaptação - Camren) - Capítulo 11 - In the dark

— Camila? — Ela parece surpresa de receber minha ligação. Bem, francamente, eu estou surpresa por ter ligado para ela também. Então meu cérebro atrapalhado registra...Como ela sabe que sou eu?

— Por que você me mandou aqueles livros? – Eu cuspo as palavras para ela.

— Camila, você está bem? Você soa estranha. — Sua voz está cheia de preocupação.

— Não sou a estranha, é você. — Eu a acuso. Pronto. Eu disse a ela com uma coragem nascida do álcool.

— Camila, você andou bebendo?

— O que isso te interessa?

— Estou curiosa. Onde você está?

— Em um bar.

— Que bar?

— Um bar em Portland.

— Como você vai para casa?

— Eu dou um jeito. — Esta conversa não está sendo como eu pensei.

— Em que bar você está?

— Por que você mandou os livros, Lauren?

— Camila, onde você está? Diga-me agora! — Seu tom é ditatorial, como sempre uma maníaca por controle. Eu a imagino como uma antiga diretora de cinema, usando calças de equitação, segurando um antigo megafone em uma mão e um chicote na outra. A imagem me faz rir alto.

— Você é tão dominante. — Eu rio.

— Camz, me ajude, onde, cacete, você está?

Lauren Jauregui está amaldiçoando comigo e realmente me deu um apelido. Eu rio de novo.

— Eu estou em Portland... Bem longe de Seattle. Adorei o Camz, mas você não parece o tipo de pessoa que chama os outros por apelidos. — Claro que ela ignorou a última parte.

— Onde em Portland?

— Boa noite, Lauren.

— Camz!

Eu desligo. 

Ha! 

E ela não me respondeu sobre os livros, nem sobre o apelido. Eu franzo a testa. Não cumpri minha missão. Eu realmente estou bêbada. Minha cabeça está girando terrivelmente enquanto eu avanço na fila. Bem, o objetivo de hoje era ficar bêbada. Eu consegui. Então assim que é, provavelmente não é uma experiência que irei repetir. A fila anda e agora é a minha vez. Eu olho sem ver o pôster atrás da porta do banheiro que enaltece as virtudes do sexo seguro. 

Puta merda, eu acabei de ligar para Lauren Jauregui? Merda. 

Meu telefone toca e eu pulo. Eu grito com a surpresa.

— Oi. — Eu murmuro timidamente. Eu não reconheci quem era.

— Eu estou indo te buscar. — Ela diz e desliga. Apenas Lauren Jauregui poderia soar calma e ameaçadora ao mesmo tempo.

Puta merda! Eu puxo meu jeans para cima. Meu coração dispara. Vindo me buscar? Ah não! Eu não vou vomitar…. não…estou bem. Ela está apenas mexendo com a minha cabeça. Eu não disse a ela onde eu estava. Ela não pode me achar aqui. Além disso, ela está a horas de Seattle e eu terei ido embora há muito tempo quando ela chegar. Eu lavo minhas mãos e olho meu rosto no espelho.

Eu estou levemente corada e ligeiramente sem foco. Hmmm.... tequila. Eu espero no bar, pelo que parece uma eternidade pela jarra de cerveja e eventualmente retorno para a mesa.

— Você demorou. — Dinah me repreende. — Onde você estava?

— Eu estava na fila do banheiro.

Shawn e Levi estavam tendo um debate acalorado sobre o time local de baseball. Shawn parou o que estava falando para colocar cerveja para todos nós e tomei um longo gole.

— Chee, acho melhor eu parar um pouco e ir lá fora tomar um pouco de ar.

— Chan, você é muito fraca para bebida.

— Eu volto em cinco minutos.

Eu abri caminho pela multidão novamente. Eu estou começando a sentir náuseas, minha cabeça gira desconfortavelmente e eu mal consigo ficar em pé. Mais instável do que de costume. Respirando o ar frio da noite no estacionamento me faz perceber o quão bêbada eu estou. Minha visão foi afetada e eu estou vendo tudo dobrado, como nas reprises de Tom e Jerry. Eu acho que vou passar mal. Porque eu me deixei ficar nesse estado?

— Mila! — Shawn se junta a mim. — Você está bem?

— Eu acho que eu bebi demais. — Sorrio fracamente para ele.

— Eu também. — Ele murmura e seus olhos escuros me olham intensamente. — Você precisa de uma mão? — Ele pergunta e se aproxima, colocando seus braços ao meu redor.

— Shawn, eu estou bem, pode me soltar. — Eu tento me afastar dele, debilmente.

— Mila, por favor... — Ele sussurra, e agora eu estou entre seus braços, sendo puxada mais para perto..

— Shawn, o que você está fazendo?

— Mila, você sabe que eu gosto de você, por favor...

Ele coloca uma de suas mãos em minhas costas, me prendendo contra ele e a outra está no meu rosto, indo para atrás da minha cabeça.

Puta merda... ele vai me beijar.

— Não, Shawn, pare! — Eu o empurro, mas ele é todo músculos e força e eu não consigo me livrar dele. Sua mão escorreu para o meu cabelo e ele segura minha cabeça em posição.

— Por favor, Mila, cariño — Ele sussurra contra os meus lábios. Seu hálito é suave e doce, margaritas e cerveja. Ele gentilmente espalha beijos pelo meu queixo até minha boca. Eu estou apavorada, bêbada e completamente fora de controle. O sentimento é sufocante.

— Shawn, não! — Eu suplico. — Eu não quero isso! Você é meu amigo e eu acho que vou vomitar.

— Eu acredito que a dama disse não.

Uma voz sombria soa suavemente. Puta merda! 



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